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Sacanagem em Copacabana

  • Publicado em: 30 de novembro de 2017 07:14
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Oi, aqui é a Rose. Faz tempo que não posto nada. Terminei minha relação com o Gelson, mas continuamos muito amigos. Como ele é professor de português, inclusive me ajuda a relatar minhas histórias. Há pouco comecei a namorar um fotógrafo e produtor de filmes adultos. Bem minha praia, hehe! Em breve ele vai relatar aqui as histórias dele, que são imperdíveis!

Em julho passado, depois de alguns anos, voltei a passar algumas semanas de férias com mia tia viúva e meus dois primos no Rio. Meus primos são muito especiais. O mais velho foi quem tirou a minha virgindade e o mais novo fui eu quem tirei a dele! Mas as aventuras com meus primos eu conto depois.

Estava no Rio há mais de duas semanas e mantinha minha meta de transar 50 vezes nestas férias. Eu vinha dando pros meus primos todo dia, pelo menos uma vez. Já tinha sido até comida por dois amigos deles. Mas agora estava atrás de estranhos. Como sabem, sou ninfo e não consigo ficar um dia sem ter um orgasmo. Se eu enxergo um pau grande não sossego enquanto não o engolir, com a boca e com a xana. Como eu tomo pílula, transava com meus primos sem camisinha mesmo, pois adorava sentir a porra deles dentro de mim. Com estranhos só de camisinha.

Um dia de semana, meus primos ou no trabalho ou estudando, vesti um fio dental, um top tapando só os mamilos (meus peitos são pra grande), coloquei uma camiseta e uma sainha e peguei um onibus do Méier (onde mora minha tia e os filhos) para Copacabana. Como sempre, já no ônibus me divertia provocando a garotada. Esfregava a bunda neles e ficava sentindo os paus crescerem. Quando um estava bem duro eu ia pra outro. Cheguei em Copacabana na Siqueira Campos por volta do meio-dia. Atravessei e fui caminhando pelo calçadão em direção ao Leme. Procurava uma banca de côco que tivesse alguma “vítima” para eu atacar. Andei um pouco e lá pelo posto 3 achei uma em que o vendedor conversava com um rapaz em pé do lado de fora. Era negro, acho que não mais de uns 21 anos, uns 1,80 de altura, magro mais com músculos be definidos. Vestia uma sunga branca e uma camiseta regata. Me aproximei do balcão para pedir um côco gelado e percebi que tinha um belo pedaço de carne dentro daquela sunga! Ele me olhou mas não disse nada. Eu sentei numa mesinha e fiquei esperando o vendedor cortar o côco. Puxei outro banquinho, botei uma perna em cima e discretamente puxei o fio dental pro lado, deixando minha bucetinha toda a mostra. Quando o cara olhou, cochichou com o vendedor e pegou meu côco para me trazer na mesa. Chegou, entregou gentilmente e perguntou se eu ia à praia. Menti que ia mas estava esperando um amigo e perguntei se neste meio tempo ele não me faria o favor de passar protetor solar nas minhas costas. Ele concordou prontamente. Tirei a camiseta, peguei o tubo na minha sacola e notei que o volume na sunga aumentava. Eu dizia pra mim mesma, vou fazer este pauzão explodir pra fora da sunga! Ele começou a passar o protetor nas minhas costas, desceu até o cofrinho e ameaçou ir mais abaixo mas eu protestei. Disse a ele que não tinha dado esta entrada. Ele perguntou se eu queria que passasse na frente também e eu disse que se meu amigo não chegasse ia querer que ele passasse outro creme ali. Ele logo entendeu e aí a tromba já estava pulando pra fora da sunga. Dava pra ver os detalhes da cabeça, das veias e das bolas (enormes). Ele não se aguentou e disse: qualé, você tá me zoando, tá louca pra pegar na minha rola e tá fazendo doce! Eu disse, decidida: “Meu, na sacanagem quem manda sou eu. Além disso, pra mim não basta ter rola grande e dura. Já vi e usei muitas maiores que esta sua. Também tem que ter pegada e muito leite. Sou jovem mas já dei muito. De foda eu entendo.” Ele sorriu e disse: “Você não quer sentir minha pegada e meu leite? Vamo alí atrás, no banheiro do posto salva-vida”. Eu disse pra ele esperar eu terminar meu côco. Se naquele meio tempo meu amigo não chegasse, eu ia tratar do problema dele. Terminei meu côco sem pressa, ele ficou conversando baixinho com o vendedor, que acho também estava de pau duro dentro da barraca e eu seguia mostrando minha xana, já bastante melada, pronta pro serviço. Ele até procurava não olhar mais. Ajeitei o sutiã do biquini para deixar metade dos mamilos à mostra. Os bicos já estavam durinhos (os meus ficam com 2cm quando excitados). Aí chamei ele (nem perguntei o nome) e só disse, “vamo nessa?”. Levantei fui em direção a ele que pegou na minha mão e me levou pra areia, a caminho da guarita de salva-vida a uns 20 m dali. Na parte de trás tem banheiros. Olhamos para o lado e entramos no masculino. Ele fechou a porta, afastou o biquini e começou a me lamber os peitos, foi descendo, e caiu de boca na minha bucetinha. Ele ajoelhado, eu de pé com uma perna sobre o ombro dele. Aí não aguentei, mandei ele ficar de pé e me ajoelhei para chupar aquela tromba que já não cabia na sunga. Puxei pra fora por baixo e agarrei as bolas também. Cada bola era quase uma bola de sinuca, e a pica, meu Deus, era grossa demais! Devia ter uns 18-19cm de comprimento, mas a grossura era descomunal, quase uma garrafa. Quando fui abocanhar notei que já babava. Eu quase consegui enfiar meu dedo mindinho no cano dele. Fiquei imaginando aquilo como uma mangueira de bombeiro, jorrando porra para apagar meu fogo, rsrsrs! Lambi aquele filete transparente, gostoso, mas não demorei chupando pois sentia que ele não ia segurar muito mais. A pica pulsava e estava pegando fogo de tão quente. Fiquei de pé, ele tirou duas camisinhas de dentro da sunga (prevenido!), vestiu uma, me pegou no colo, abriu minhas pernas e disse para eu ver se aquela pegada era boa. Ajeitou a cabeça que parecia um pêssego e meteu de uma só vez. Meu Deus, que tesão!! Ficou me erguendo e baixando, sentia aquele tronco arrombar minha xana, batia no fundo e deslizava de volta. Mal chegava a encostar as bolas na minha bunda. Aí foi me sentar na pia e ela rachou e quase veio abaixo! Levamos um susto, ele chegou até a dar uma broxadinha. Sem tirar de dentro, passei uma perna por sobre ele e fiquei de quatro. Ele passou a me foder como um cavalo. Eu mal conseguia apoiar o joelho no chão. Parecia que ia me arrebentar toda. Neste meio tempo, gente batia na porta pelo lado de fora. Devia estar esperando há um tempão, já que estávamos lá há uns 15 min. De repente ele encaixou bem no fundo e eu senti a pica inchando e gozando sem parar. Ele tirou, eu despi daquela vara preta ainda dura como uma rocha a camisinha recheada com mais de 3cm de leite acima do bico, e espalhei aquele monte de porra pelos meus peitos e barriga. Virei pra ele e disse “agora espalha este seu creme na frente”. Ele riu e passou a envernizar todo meu corpo com sua porra. Uma loucura. Eu não tinha gozado ainda, então pedi para ele me chupar. Ele obedeceu e logo não contive meus gemidos. O pessoal de fora, se ainda estivesse ali, devia estar se deliciando. Acabamos, ele colocou aquele pau ainda meia-bomba pra dentro da sunga, eu me recompus, vesti a camiseta por cima do tronco engomado de porra seca e abrimos a porta. Havia uns sete moleques alí. Certamente todos de pau duro, se punhetando por sobre os calções. Começaram a aplaudir e vibrar quando saímos. Um garotinho de não mais de 14 anos chegou a passar a mão na minha bunda. Eu dizia, cresçam mais um pouco e vai ter pra vocês também. O meu comedor se dirigiu pro calçadão, eu fui pra beira do mar pra tomar um banho e ficou nisso. Uma bela visita à orla de Copacabana. Logo eu estaria pronta pra próxima, ehehehe!

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