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Servindo

  • Publicado em: 26 de julho de 2019 20:07
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Este é um relato verídico de minha vida sexual. Meu nome é Marcia, uma mulher com 23 anos, bonita, seios grandes, cintura fina e quadris proporcionais embora nem sempre tenha sido assim. Hoje em dia gosto de usar saltos, roupas sensuais e maquilagem completa.
Até os 16 anos, devido a uma deficiência hormonal, meus seios eram diminutos e não se desenvolveram. Parecia um homem. Para melhorar a aparência, usava soutien com enchimento e não permitia os ‘amassos’ que minhas amigas experimentavam e elogiavam.
Meus pais faleceram num acidente e recebi uma boa herança o que me sustentou. Procurei meu ginecologista, Renato, que, após me examinar, indicou um endocrinologista de sua confiança.
Marquei uma consulta em que solicitou muitos exames, pedindo que voltasse com os resultados. Examinou-os revelando que os níveis hormonais estavam baixíssimos o que impedia o desenvolvimento sexual e a libido. Aplicou-me uma injeção a ser repetida mensalmente e me receitou diversos comprimidos que deveria tomar pelos próximos 6 meses retornando depois.
Em 2 meses, os bicos dos seios coçavam ficando sensíveis. Liguei para o médico que confirmou ser uma reação normal ao desenvolvimento. Mais um mês e notei o enrijecimento dos mamilos. As aréolas cresceram e se tornaram mais escuras enquanto sensações estranhas tomaram conta de meu corpo: precisava tocar meu sexo constantemente.
Voltei ao consultório ao completar os 6 meses. Meus seios já despontavam. O doutor mandou que me despisse permanecendo só de sapatos e me deitasse numa cama ginecológica. Apalpou os seios demorando alguns minutos nos bojos. Ao tocar os mamilos, senti-os endurecer e suspirei alto, gemendo.
“Seu desenvolvimento está satisfatório, terá seios grandes e poderá aproveitar seus dotes sexuais em toda plenitude. Continue tomando os hormônios que receitei, aumentando a frequência das injeções para duas vezes ao mês e adquira soutiens maiores. Retorne em 3 meses para nova avaliação usando um aparelho que receitarei para estimulação dos seios, 3 vezes ao dia”.
Voltei ao consultório de Renato que elogiou meu desenvolvimento. Tocou minha vagina percebendo que ainda era virgem. Eu me contorci quando, sem romper meu hímen, penetrou-me gentilmente. Seu dedo explorou meu canal até a entrada do útero. A movimentação me excitou e gozei sendo penetrada pela primeira vez. Comentou que devia me masturbar com frequência preparando-me para uma vida sexual plena.
Na consulta seguinte, eu usava lingerie preta sob uma saia justa e um suéter que moldava meu busto complementado por meias até as coxas, cinta liga e saltos. Com a estimulação, além do crescimento dos seios, as aréolas apresentavam-se ainda maiores e cônicas encimadas por mamilos de quase 1,5 cm. Não havia como disfarçá-los. Deitada, ainda de meias e sapatos, acariciou, com a palma das mãos, os mamilos enrijecidos e protuberantes demorando-se vários minutos. Eu suspirava e gemia, remexendo-me na cama.
“Tem se masturbado e gozado”?
“Há dias em que preciso fazê-lo 3 vezes e os orgasmos são tão intensos que perco os sentidos.”
“Entretanto vejo que continua virgem. Quer perder o ‘selo’ ?”
“Se quiser me iniciar, admito que preciso de um homem. Desde a consulta passada tenho sonhado e fantasiado com um homem dentro de mim. Você me deseja ?”
“Você é bonita, atraente e tem um corpo maravilhoso. Qualquer homem a deseja.”
“Então me faz mulher. Enfia o pênis na minha vagina e me faz gozar como desejo.”
Ainda deitada, abri as pernas deixando que me tocasse intimamente enquanto nossas línguas se enroscavam. Beijei-o com entusiasmo e sofreguidão. Abri sua calça, baixando-a. Um pênis maravilhoso se mostrou. Segurei-o, apontando-o para minha gruta ansiosa e sedenta. Pincelei o mastro na entrada que logo se molhou. Apontei para a entrada e pedi que fosse gentil, pois temia a dor da primeira vez.
“Vai ser desconfortável até o rompimento da membrana que doerá, mas depois vou levá-la ao paraíso gozando muitas vezes intensamente.”
Dito isto, forçou a entrada. O hímen cedeu e gritei de dor, mas era tarde, virei mulher. Renato entrava e saia e abracei-o com as coxas, puxando-o para dentro. Sugou meus seios e mordeu os mamilos. Em êxtase, pedia que me fizesse gozar, seu pênis inchou e latejou na vagina inundando-me com seu esperma. Deu-me uma pílula para evitar uma gravidez apesar de tomar um anticoncepcional. Indicou que devia continuar a estimular os seios todo dia.
Em casa, tomei um banho limpando o sangue do defloramento. Apesar de dolorida masturbei-me diversas vezes antes de adormecer, saciada.
Um dia, ao usar a bombinha de estimulação, percebi que vazava leite. Assustada e temerosa de alguma doença, marquei nova consulta para o final do dia seguinte. Apertou os bojos e um esguicho molhou sua mão. Informou que era normal e devia diminuir a estimulação pois agora os seios não cresceriam mais e só produziriam leite.
Eu estava de saída quando um homem chegou. Renato apresentou-o como seu irmão, Fernando. Era charmoso, bonito e elegante. Senti-o despir-me com o olhar e apertei a mão que me estendia olhando-o fixamente. Conversamos por alguns minutos a sós na sala de espera e pediu meu telefone que anotou. Naquela noite, ligou dizendo-se impressionado e convidando para um jantar alguns dias depois. Relutante, aceitei e pediu meu endereço dizendo que me apanharia às 20 horas na sexta feira.
No dia, aproveitei a tarde para me preparar: fui ao salão de beleza para fazer as unhas, penteado e maquilagem. Na volta, tomei um banho com sais perfumados e me vesti: uma blusa decotada, saia justa, meias transparentes até as coxas presas por uma cinta-liga e sapatos bege, salto 10. Um toque de perfume e estava pronta.
Meu acompanhante foi pontual e fomos a um restaurante famoso. Após a refeição, convidou-me a um drinque em seu apartamento. Conversamos por um bom tempo e quando percebi, o dia raiava. Pedi para que me levasse em casa. Quando nos despedimos, beijou meus lábios e, excitada, encostei meu púbis ao seu sentindo o pênis enrijecido.
No sábado, a campainha tocou e ao abri-la recebi um ramo de flores e um cartão de Fernando, agradecendo pelo jantar. Era um cavalheiro o que me encantou. Mais tarde, telefonou e agradeci as flores.
Duas semanas depois, numa nova ligação, convidou-me a acompanha-lo e a Renato num jantar de recepção, em seu apartamento, a uma amiga que retornava de longa viagem. Resisti, pois mal o conhecia mas insistiu e cedi.
No dia preparei-me e, atraente, Renato veio me buscar. Fernando me apresentou Eliane que elogiou meu visual. Eu usava um vestido decotado exibindo grande parte dos seios e com uma fenda dupla na frente deixando as coxas à mostra ao me sentar ou andar e saltos 12 o que empinava minha bundinha arredondada. Um pouco mais tarde chegou outro casal, Gabriela e Mauro. O clima da reunião era agradável e as mulheres, eu inclusive, bebíamos mais que o normal incentivadas pelos homens. Eu já estava ‘alta’ e embalados pela música ambiente, começamos a dançar. Trocávamos de par e vi-me nos braços de Eliane. Sua perna entrou entre as minhas, pressionando a vagina. Deixei-me ser conduzida. Em dado momento, dirigi-me ao toalete, seguida por Eliane. Lá dentro, Eliane me beijou. Resisti, mas me segurou contra uma parede enfiando a mão embaixo de minha saia, arrancando minha tanguinha.
“Você é muito gostosa, Marcia e quero provar seu sabor. Ao término da reunião saia comigo que a levarei para casa.”
Já eram 4 da madrugada quando saímos. Despedi-me de Renato e Fenando. No carro, sentava na frente ao lado de Eliane que acariciou minha vulva, mamilos e bojos. Eu me acabava de prazer, gemendo e gritando a cada orgasmo. Ao me deixar à porta fui beijada mais uma vez com intensidade. Fui me deitar pensando nos acontecimentos da noite e me masturbei mais uma vez.
No dia seguinte pensei demoradamente, analisando meus sentimentos e concluí que apreciara cada gesto delicado de Eliane. À tarde recebi seu telefonema perguntando se estaria em casa pois queria conversar comigo. Respondi afirmativamente. Ansiosa pela sua chegada, produzi-me ficando só de calcinha, soutien e sapatos de salto. Às 20 horas a campainha tocou e abri-lhe a porta. Usava uma blusa que a cobria até o meio das coxas e saltos. Beijou minha boca e abri os lábios permitindo que as línguas duelassem com volúpia. Servi os drinques que preparara e conversamos. Disse-me que desde o momento que me vira, desejara-me e contivera-se pela presença de outros. Ao imos ao toalete vira a oportunidade para revelar seu desejo. Respondi que seus beijos e carinhos haviam mexido comigo e não dormira.
Eliane aproximou-se tirando meu soutien e calcinha. Meus peitos, descobertos, ficaram à sua mercê e abocanhou os mamilos chupando e mordendo, alternadamente. Excitada, tirei sua blusa. Estava nua e enfiei os dedos em sua vagina, já molhada. Trocamos carícias por um bom tempo, provando nossos desejos e sabores. Puxei-a para minha cama onde nos entregamos a um 69 inflamado pelo desejo. Eliane se mostrou uma amante fogosa e criativa proporcionando-me orgasmos intensos nos quais eu gemia e gritava implorando por mais. Exausta, gozei até desfalecer em seus braços. Ao acordar, lágrimas rolavam de meu rosto, tomada de profundo afeto e emoção. Eliane beijou meus olhos, enxugando-as. Expressei minha satisfação a meu novo amor, convidando-a a morar comigo. Minha amante aceitou e beijamo-nos com paixão. Naquele fim de semana, só saímos da cama para as refeições e fazermos nossa higiene. Meu corpo vibrava a cada toque de seus dedos. Ensinou-me a tocar nossas vaginas, friccionando os clitóris inchados, uma da outra. Estávamos no cio.
No início da semana, mudou-se para minha casa e cama. Arrumou seus pertences no espaço que liberara em meu armário e fizemos amor. Eliane era experiente e aprendi diversos modos de nos satisfazer. Vários dias depois, levou-me a uma sexshop onde adquiri ’brinquedinhos’ para nosso uso: tampões anais, consolos, mordaças, algemas e chicotes e palmatórias. Sem meu conhecimento, Eliane comprou alguns outros apetrechos e um lote de preservativos.
Já em casa, entregamo-nos ao prazer do sexo. Com um pênis duplo, fodemos uma à outra num gozo avassalador. Enquanto nos recuperávamos, abraçadas, jurei eterno amor e fidelidade, revelando que estava apaixonada. Retrucou que deveria obedecê-la incondicionalmente a qualquer ordem ou desejo portando-me como sua escrava. Baixei os olhos e inclinei a cabeça me submetendo, docilmente. Na intimidade, deveria chamá-la por “minha dona” ou “senhora”, andando sempre nua e de saltos, limpa e com um tampão anal vestido com um preservativo. Só poderia tirá-lo para fazer as necessidades fisiológicas, substituindo o preservativo e colocando-o novamente. Ao sairmos, andaria e seu lado, com as mãos dadas, sem olhar para outras pessoas, jamais expressaria minha opinião sem sua permissão e vestir-me como ordenasse. Concordei com suas exigências sem refutá-las.
No dia seguinte, ordenou que fizesse o serviço doméstico e minha higiene, usando a roupa que estivesse sobre a cama para sairmos. Era um short curto e justo entrando na rachinha, uma blusa revelando meus mamilos e uma sapatilha amarelo-vivo. Fomos a um supermercado fazer compras onde me exibiu. Na volta passamos pela zona onde fui acintosamente apalpada pelas rameiras sem reagir, portando-me como uma delas ao andar rebolando.
“Gostei do seu comportamento.”, comentou Eliane. “Amanhã vamos a um local onde aperfeiçoará suas habilidades”.
Levou-me a uma chácara toda cercada por muros altos. Um portão de ferro era a única entrada, fechado por um cadeado robusto. Tocou uma campainha e o portão se abriu. Entramos, sendo recepcionadas por uma enfermeira. Eliane me apresentou e levaram-me a um quarto onde ficaria hospedada por 6 meses durante meu treinamento. Despedi-me de Eliane.
A enfermeira e mais 2 homens me imobilizaram em pé numa espécie de jaula feita com barras de ferro. Um deles apanhou um chicote e vergões cobriram minhas coxas, bunda e seios quando me espancou enquanto eu gritava e chorava de dor.
“Vai ser castigada sempre que não cumprir nossas ordens. Esta é sua primeira lição: de agora em diante, vai viver nesta jaula, humilhada e submissa. Em pouco tempo aprenderá seu lugar, como serviçal”.
Retiraram meu tampão anal, enfiando uma mangueira. Abriram a água e meu ventre dilatou como se estivesse grávida de 9 meses. Enfiaram outro tampão, muito maior, e o prenderam firmemente para que não permitisse a liberação da água. A pressão e o peso da água não me deixaram dormir. Gemi a noite inteira.
Pela manhã, a enfermeira tirou o tampão e evacuei. Enfiou a mangueira diversas vezes abrindo a torneira até a água sair límpida. Satisfeita, encheu o ventre e recolocou o tampão prendendo-o. Deitou-me numa maca e fez o mesmo procedimento na vagina, recebendo outro tampão. Obrigou-me a levantar e andar muitos metros. Andava como uma pata, com as pernas abertas e oscilando de um lado para outro.
Deitou-me de bruços. Meu peso, comprimindo o ventre, provocava dores lancinantes e eu chorava. Ali fiquei por mais de 5 horas, sofrendo.
Quando se deu por satisfeita, tirou os tampões e me aliviei no vaso sanitário. Essa rotina se repetiu pelas semanas seguintes e me habituei. Não chorava mais ao ser abusada aceitando, docilmente, minha sina. Para aumentar minha tolerância ao sofrimento, aplicou grampos nos mamilos e clitóris e ligava-os num aparelho que fechava o circuito me dando pequenos choques.
Minha dona veio me ver e elogiou minha postura frente ao sofrimento. Avisou que meu treinamento estava terminando e faria uma reunião para comemorar dali a uma semana. Pedi e concordou que fizéssemos amor noite adentro. Eu estava disposta e disponível para ela, que sugou e mordeu meus peitos, mamilos e o grelo. Eu me contorcia em êxtase aproveitando o tratamento que não recebia há meses.
Passei a semana ansiosa aguardando a 6ª. feira. A frequência da estimulação em meus genitais e mamas aumentou e, na noite de 6ª para sábado, ficou ligado o tempo todo. Preparei-me e nua, de saltos e maquilada aguardei que minha senhora me chamasse. Eram 21: 00 horas quando adentrei o salão, acompanhada de minha dona. Os mamilos rubros apontavam para a frente e mediam quase 3 cm; minha xoxota tinha os lábios, que se abriam, com baton vermelho expondo seu interior. Instada por Eliane, circulei sendo tocada, apreciada e elogiada pelos presentes. Acariciava cada um de algum modo, servindo os canapés e bebidas.
Já na madrugada, minha senhora avisou que o espetáculo começaria. As luzes se apagaram e um foco me iluminou. Uma música sensual começou e dancei, esfregando-me em todos. Segurava os mastros que se ofereciam, masturbando-os e beijava os lábios das mulheres que me penetravam com seus dedos. Após algumas voltas pelo salão, a música parou e alguns negros me cercaram, agarrando-me. Forçaram-me a ficar de quatro com as pernas escancaradas. Um entrou sob mim e me abaixaram em sua vara. Apesar do treinamento, arrombaram-me outra vez e gritei. Uma pica aproveitou e enfiou-se pela boca atingindo a garganta, movendo-se. Meu cuzinho estava no ar e foi preenchido por um mastro. Empalada, não podia me mexer e fui abusada, alternadamente, pelos três que me violaram. Gozei por todas as entradas diversas vezes para delírio dos presentes.
Pela manhã, já refeita, minha dona me levou a um bordel, vendeu-me e dou plantão toda noite servindo meus clientes.
Marcia, a puta

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