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SEXO NO NAVIO – PARTE 1

  • Publicado em: 24 de novembro de 2014 07:27
  • Expira: Nunca!
SEXO NO NAVIO – PARTE 1

Detalhes do Conto Erotico:

Sou Débora Alves e todos me chamam de Dea. Sou paulista e moro em Curitiba desde que me casei com um homem bem mais velho do eu, que era dono da empresa em que eu trabalhava. Casei-me por dinheiro, não nego. Com o tempo fui me acostumando com Jorge, meu marido, que me enche de presentes e elogios. Eu não amo, mas o respeito muito. No ano passado, Jorge completou 60 anos e, por causa da idade, surgiram várias complicações em sua saúde, principalmente com a próstata. No final de 2009, Jorge ficou impotente, após uma delicada cirurgia. No auge dos meus 38 anos, fui obrigada a acompanhar a decadência de meu marido. Dia a dia, Jorge ia se definhando; não conversava; ficava fechado no quarto o dia todo; não era nem sombra daquele poderoso e rico industrial que conquistou as mais lindas mulheres e se casou quatro vezes. Até tentou suicídio, engolindo, de uma vez só, vários comprimidos. Para salvá-lo, foi preciso uma lavagem estomacal no hospital. Apesar de os médicos garantirem que a impotência era temporária, Jorge não acreditava neles e não fazia esforço para se recuperar. Eu até tentei, mas fui mal interpretada e me calei. Certa manhã de setembro de 2010, Jorge teve um começo de ereção. Levantou-se da cama eufórico, gritando: – Dea, corra aqui, meu pau está duro… venha ver. Da cozinha, ouvi um barulho e, quando entrei no quarto, Jorge estava estirado no chão. Caiu da cama, quando pulava como um doido varrido. Que azar! Ri muito. Jorge também riu de alegria, apesar do tombo. Deitamos na cama rindo e achei que era hora de levantar a moral e o pau do meu marido. Embora nunca havia feito antes, cai de boca no pau de Jorge até me cansar. Por causa da dor pelo tombo levado e pela minha pouca experiência em boquete, a pica continuava murcha. De repente, o pinguelo do Jorge começou dar sinal de vida. Ficou duro. Animada, continuei chupando delicadamente, procurando conservar aquela pica dura. Deu certo: a cacete ficou firme e forte. Jorge quis me comer logo, com receio de brochar. Rapidamente, deitei e abri as pernas. Jorge enfiou o pau na minha boceta molhadinha e carente de cacete. Adorei dar pro Jorge, após tanto tempo de abstinência. Ufa! Valeu. Levei um chá de vara que fiquei com a bocetinha inchada. Jorge estava esplêndido. Gemia e fazia juras de amor. Gritou que eu podia pedir qualquer coisa. Qualquer coisa. O homem estava alucinado. Pensei um pouco e pedi mesmo um absurdo, para ver a reação do meu machão. Com voz meiga e suplicante falei – Jorginho, que tal uma viagem de navio? Vi na Internet que uma empresa está formando um grupo de casal swing para uma viagem de navio no litoral do nordeste… Meu marido ficou com tanto tesão ao ouvir tal barbaridade que gozou gritando: – Vamos sim, minha putinha, quero ver você dando pr´uma porção de macho, sua vagabundinha safada… Fiquei pasma com aquela reação do meu marido, mas adorei. Meu tesão foi a mil… e gozei como doida. Após curtimos aquele orgasmo maravilhoso, cada um caiu de um lado da cama. Após alguns minutos de silêncio e uns goles de vermute, puxei o assunto delicado da viagem. – E então Jorge, topa mesmo ir num passeio de navio com um grupo de swingueiro? Jorge tossiu nervosamente, gaguejou e me surpreendeu com a seguinte afirmação: – E por que não? Quando eu estava impotente, isso era um absurdo; mas agora, com o cacete funcionando bem, vou adorar aproveitar o resto de minha vida comendo você e um montão de mulheres. Dei boas risadas, mas fiz questão de acrescentar: – E não se esqueça que eu também vou dar para um montão de machos. Jorge me abraçou emocionado e, compreensivamente, concordou: – É claro, meu amor, perto de mim você pode dar para todos os swingueiros do navio; mas com camisinha e nada de trocar endereço e telefone. No dia seguinte, entrei na Internet e procurei entrar em contato com a empresa organizadora do evento, em um site que já havia visto meses antes. Claro que Jorge estava do meu lado, com o pau latejando de tanto tesão. Fizemos nossa inscrição e pagamos o valor da viagem pela Internet. Para não criar constrangimento, o organizador do evento pediu para fôssemos para o navio com a camiseta da seleção brasileira. Tudo pronto. Agora era só aguardar o dia da viagem. Transamos como doidos durante nos dias que antecederam a viagem, imaginando a surubada náutica. Chegou o dia esperado. Colocamos as camisas da seleção e seguimos de taxi para Santos, onde o luxuoso navio nos aguardava. Olhamos para os lados e vimos alguns casais bonitos com a camisa da seleção. Cumprimentamos de longe sorrindo para eles, pois sabíamos o que eles eram da nossa turma da pesada. Pouco a pouco, os swingueiros foram se encontrando, por causa da camiseta verde e amarela. Foi um momento eufórico e agradável. Fiquei com a calcinha molhadinha. Meu marido ficou com o pau duro o tempo todo, colocando sempre um objeto na frente para disfarçar. Chegou mesmo a colocar o pinto para cima e prendê-lo com o cinto. Os swingeiros se cumprimentavam como se fossem velhos amigos. Recebemos abraços e beijos fraternais de vários casais. Eu me senti como se pertencesse alguma seita secreta. De repente, ficamos no meio de dezenas de casais e alguns homens solitários, todos com a camisa da seleção, agindo como se fôssemos amigos de infância… Um casal bonito se aproximou e se apresentou sorrindo: era Edu e Cris. Edu me abraçou e ficou andando abraçado comigo pelo navio, enquanto Cris ficou de braços dados com o meu marido. E como eram lindos de morrer, ficamos contentes com aquele troca-troca, agarra-agarra. Jorge ficou mais eufórico com aquela linda do que eu, pois Cris era um monumento. Loira, alta, seios grandes e bunda muito bem feita. Edu, meu acompanhante, era um jovem forte, alto, moreno e educado. Também fiquei deslumbrada. Fomos para a mesma direção, pois as cabines do grupo ficavam próximas. O casal, que já havia feito outras viagens deste tipo, nos acompanhou até nossa cabine, mostrando como funcionava tudo no navio e na cabine. Após muitos beijinhos, o casal foi para a sua cabine que ficava bem ao lado da nossa, dizendo que voltaria logo, após tomar banho e trocar de roupa. Felizes, ficamos organizando as roupas no armário. Depois, tomamos banho juntos. Jorge ficou com o pau duro o tempo todo. Sugeri dar uma trepadinha. Ele topou, mas falou que não ia gozar, pois achava que aquele casal tarado ia voltar para comer a gente. E não deu outra. De repente, ouvimos uma batida na porta. Colocamos o roupão e abrimos a porta. Era Edu e Cris com uma garrafa de uísque na mão. – Entrem, por favor, disse Jorge todo solícito. Fiquem à vontade. Cris estava com um micro-short e uma blusa decotada. Edu estava com outra camiseta da seleção, toda azul, e uma bermuda. Estavam lindos. Foram se esparramando na cama e no sofá, enchendo a cara com uísque. Fizemos o mesmo. Ficamos tão à vontade que nem percebemos que estávamos trocando de casal. Edu me abraçando e beijando e Jorge agarrando Cris com a maior naturalidade. Edu tirou a bermuda e me apresentou “o pinto”. Sinceramente, nunca havia visto algo tão esplêndido. Era mais de vinte centímetros de cumprimento e de uma grossura admirável. Olhei para o Jorge e ele sorriu, consentindo a troca, já que estava apalpando Cris. Sentei-me ao lado de Edu e segurei o jeba dele com as duas mãos. Que pau macio, que pau grandão, que pau… Edu ficou de pé e colocou o pauzão bem perto de meu rosto. Estava na cara o que ele queria. Não o decepcionei. Agarrei aquilo tudo e tentei enfeia-lo na boca. Enfiei o que pude, ou seja, bem menos da metade. Compensei com a língua. Caprichei. Jorge ficou admirado quando me viu fazendo aquele boquete caprichado. Tirou sua roupa e colocou seu pau à disposição da Cris, que caiu de boca. Deitado na cama, Jorge se estrebuchava de tesão, gemendo como um moribundo. Cris deu um jeito de colocar a bocetinha na boca de Jorge e eles iniciaram um caprichado 69. Edu quis fazer o mesmo. Achei ótimo, pois assim teria a língua dele na minha bocetinha super meladinha. Que delícia, receber carinho na xana, enquanto chupava o pau do Edu. Senti um longo e indescritível orgasmo. Edu percebeu e deu uma surra de língua no meu clitóris. Que macho delicioso. Fiz igual em seu pau, caprichando ainda mais no sexo oral. Não demorou muito para perceber que os quatro estavam gozando em grupo. Era uma gritaria geral, misturando louvores com palavrões. Jorge, eufórico, ria à toa. Edu e Cris saíram felizes do nosso camarote, combinando nos encontrar no jantar. Jorge fechou a porta e me abraçou: – Meu bem, nunca fui tão feliz. Acho que podemos dar mais uma trepadinha. Que tal? Topei na hora e cai de boca no pau de Jorge. Transamos até a hora do jantar. E este foi só o primeiro dia. Nos dias seguintes, novas emoções nos esperavam… mas isso conto depois, caso houver boa votação.

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