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Sexo no navio – Parte 2

  • Publicado em: 24 de novembro de 2014 07:28
  • Expira: Nunca!
Sexo no navio – Parte 2
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Detalhes do Conto Erotico:

Sou Débora Alves, mas me chamam de Dea; sou paulista, mas moro em Curitiba. Em conto anterior, iniciei o relato de uma viagem que fiz de navio, ao nordeste do Brasil, com meu marido e um grupo de casal swing. Expliquei que me casei com Jorge, um rico senhor de 60 e poucos anos, que ficou temporariamente impotente, mas, quando se recuperou, resolveu “soltar a franga” e curtir a vida adoidado. Eu fiquei muito tempo sem sexo, mas quando meu marido se recuperou da impotência, resolvemos tirar o atraso, fazendo loucuras. Passamos de papai-e-mamãe para surubada, na viagem de navio. Contei que nossa primeira experiência no navio foi com um jovem casal maravilhoso, Edu e Cris. Apesar de calouros, fizemos um swing fora de série com este casal, logo após entrar no navio.
Hoje, vou contar mais um episódio de nossa aventura marítima. Depois de estrear um gostoso swing com Edu e Cris, fomos para o nosso primeiro jantar no navio. Passamos no camarote deste casal e seguimos todos para o magnífico salão, onde seria realizada a recepção dos passageiros e o jantar. Ficamos juntos, em uma mesma mesa. Percebi que os organizadores da viagem colocaram todos os casais swing próximos uns dos outros, colocando no centro da mesa uma pequena bandeira do Brasil, para, de forma sutil, identificar o grupo. Olhei ao meu redor e, realmente, os casais eram mesmo swingueiros, pois tinham um jeitinho de sacanas. Percebi que a idade não era importante para o grupo e, por isso, Jorge, meu marido, não estava por fora, apesar de seus 60 e tantos anos. Havia, no grupo, um bom número de tiozinhos com cara de ricão. A maioria das mulheres tinha a minha idade (menos de 40anos), mas havia muitas cinquentonas e sessentonas enxutas na nossa Turma. Fiquei bem à vontade, procurando aproveitar o máximo aquela refeição deliciosa e beber aquela bebidas coloridas e gostosas para me animar, porque a noite prometia muito. Após o jantar, fomos a um grande salão de danças. O ambiente era muito aconchegante, com mesas na penumbra (algumas com a tal bandeirinha, para identificar o grupo), para se beber e petiscar à vontade e tudo incluindo no pacote de viagem. O casal amigo (Edu e Cris) se afastou de nós e ficou se enturmando com um grupo de amigos que conheceu em outras viagens. Mas eu e Jorge não ficamos desprezados não. Dois lindos casais se aproximaram, pediram licença, se apresentaram e sentaram ao nosso lado. Em segundos, fizeram imediata amizade conosco. Apresentaram-se como Dirceu e Rita e Luiz e Sônia. Olhei para os dois machos (que com certeza iam me comer naquela noite) e fiquei molhadinha. As duas mulheres eram lindas, vistosas e simpáticas. Eram do tipo gostosonas. Reparei mais nos caras, claro. Dirceu era um deus grego. Maravilhoso. Alto, claro, cabelos castanhos claros, olhos verdes, macho lindo de morrer. Luiz era um pouco mais baixo, mas com um rosto bem feito, corpo bem malhado, muito simpático. Pediu permissão com Jorge para dançar comigo e, logo que chegamos no centro da pista, me deu um beijão gostoso na boca, chupando minha língua, e, dançando, deu umas encoxadas deliciosas, colocando o pau super duro no meio de minhas pernas. Minha bocetinha ficou super molhada. Para me excitar ainda mais, Luiz dizia eróticas besteiras no meu ouvido e passava a mão na minha bunda e nos meus seios, carinhosamente, fazendo elogios a cada parte do meu corpo. Era mesmo galanteador. Adorei. Próximo de mim, vi Jorge dançando com a esposa (ou acompanhante?) de Luiz, a Sônia, bela morena de roupa curta e decotada. Fiquei admirada, pois Jorge não gosta de dançar. Olhando bem, vi que dança mesmo não havia. Jorge estava apenas “sarrando” Sônia, com beijinhos, passadas de mãos e encoxadas. Empatou comigo, pois eu também estava aproveitando aquela dança na penumbra, no balanço do navio. Quando nos aproximamos, dei um sorrisinho maroto para o Jorge e voltamos para a mesa. Sentei-me entre o Luiz e o Dirceu e deixei Jorge à vontade com as mulheres. Conversa vai, conversa vem, Dirceu propôs que eu fosse conhecer a cabine dele, que era especial (dupla). Aceitei, desde que meu marido autorizasse. Jorge concordou. Pedi para que Luiz fosse junto conosco. Dirceu percebeu que minha intenção era dar para dois e me levou para o abate em seu camarote especial. Com sorriso no rosto, fui abraçada com os dois, que não perdiam tempo e passavam as mãos em minha bunda. Entramos na confortável cabine de Dirceu. Os dois taradinhos já foram tirando as roupas, sem qualquer cerimônia. Eu não perdi tempo e fui tirando minha blusinha e meu short ao som de um sambinha do rádio que Dirceu ligou. Fiquei de calcinha e sutiã, que foram sendo tiradas num strip tease improvisado. Quando os dois me viram totalmente nua, ficaram babando: – Gata, como você é gostosa. Muito boa mesmo. Vire, quero ver sua bundinha. Balança pra nós, Rebola…Que delícia! – exclamou Luiz. Dirceu confirmou, apalpando meus seios: – Que peitos lindos, durinhos, vou chupar agora. Fiquei entre aqueles dois machos gulosos, prontinha para ser devorada. Joguei-me na enorme cama nuazinha e esperei os dois se aproximarem de mim. Luiz se jogou no meio de minhas pernas e começou a chupar minha xerequinha molhadinha. Dirceu deu um jeito de colocar o pau pertinho de minha cara. Logo vi o que ele queria e paguei um boquete pro Dirceu. Comparei os pintos e vi que eram lindos. O pau de Dirceu era um pouco mais grosso do que o pau de Luiz, mas menos comprido. O certo é que eram dois paus lindos e apetitosos. Chupei caprichosamente o pau de Dirceu, começando pelas bolas até a cabeça. Dei umas linguadas na glande e desci até o saco, chupando com carinho aquela rola grossa e perfumada. Fui tão divina na chupada que deixei Dirceu doidinho para enviar o pau na minha xana. Luis tirou sua linguinha esperta da minha xotinha pronta para penetração e Dirceu enfiou seu pau grosso na minha xana molhadíssima. Luiz se ergueu, ajoelhou na cama e colocou seu pau comprido na minha boca e ficou esperando por aquele boquete gostoso. Senti Dirceu invadindo minha boceta com certa dificuldade, mas empurrei meu corpo para seu pau entrar todinho dentro de mim, sem me esquecer de caprichar no boquete do Luiz. Que pau lindo tinha o Luiz, não muito grosso, mas bem comprido (acho que passava de vinte centímetros). Mas isso não importava. O bom é que eu estava sendo comida por dois machos gostosos. Com um pau na boca e outro na bocetinha, não queria nem morrer… Que f e l i c i d a d e ! Depois de curtir meu super boquete e quase gozar, Luiz tirou o pau de minha boca e ficou procurando alguma coisa. Dirceu percebeu o que Luiz queria e indicou com o dedo um tubo de KY que estava num canto da mesa. Assim que vi Luiz passando aquele lubrificante no pau e no meu cuzinho não tive dúvidas. Luiz ia comer meu rabinho. Meu marido Jorge tentou comer meu cu algumas vezes, mas não conseguiu (também, com mais de 60…) pois brochou (cu só se come quem está com pau durinho…). Agora, porém, eu estava diante de “profissionais” e não de amador. Preparei meu espírito para o sacrifício. Afinal, tomar no cu é a sina de toda mulher bunduda deste país… pensei. O brasileiro gosta do que? Só de bunda… (hã, bom…) Não… gosta de um cuzinho bem apertado. E o meu estava ali. E eu não podia tirá-lo da reta. Com a boceta completinha pela rola de Dirceu, que me deixava com tesão a mil, achei que podia agüentar qualquer coisa no rabo. Mesmo assim, tentei avisar Luiz que meu cuzinho era virgem para aquele pintão comprido, mas já era tarde. Com classe e categoria, Luiz enfiou a cabeça do pau em meu buraquinho, deixando para trás filetes de sangue e um punhado de preguinhas estouradas. Com lágrimas nos olhos, dei um gritinho de dor, mas logo foi substituído por gritos de prazer. Luiz era bom mesmo num coito anal. Colocou só a cabeça; esperou eu me acostumar e foi enfiando pouco a pouco, caprichosamente. Quando senti o saco de Luiz encostado na bunda, percebi que ele estava iniciando um vai-e-vem, acompanhando o ritmo de Dirceu. Nunca havia sentido um orgasmo tão louco. Nunca pensei que uma DP fosse tão sensacional. Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Dois machos lindos e gostosos me comendo daquele jeito… era demais. Muito bom. Bom mesmo. Queria que tudo ficasse assim a noite toda. Curtia cada segundo. Dois paus se encontrando nas minhas entranhas, latejando num vai-e-vem cadenciado, pulsando num crescendo extraordinário e … ejaculando … jorrando um punhado de porra dentro de mim. Na boceta e no cu. Não consegui distinguir onde estava mais gostoso. Acho que tudo estava muito e muito bom. Gozei como nunca. Orgasmo múltiplo. Gemi e gritei. Eles acompanharam meu escândalo, falando palavrões e nomes de santos. Era uma coisa de louco; todos gozando ao mesmo tempo. E eu ali num sanduiche de macho, sendo um recheio delicioso para eles. Nossa, que maravilha! Só a mulher que já experimentou uma dupla penetração pode avaliar o eu que senti naquele momento. F e n o m e n a l. A melhor coisa que aconteceu em minha vida… Mas novas emoções eu vivi naquele navio. Aguardem …

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