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Sexo sem remorso

  • Publicado em: 5 de fevereiro de 2018 14:36
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Foi uma alegria para meus pais quando minha mãe engravidou. Prepararam meu quarto e enxoval para uma menina. Nove meses depois, nasci. Para sua decepção eu era hermafrodita. Meu pai me registrou como do sexo feminino com o nome de Cíntia e assim fui criada. Ganhava roupas femininas, brincava com bonecas e me comportava como tal. Na idade apropriada meu pai, que era médico, me levou a um hospital e fui operada, sendo castrada. Dali em diante, tomava hormônios femininos que transformavam meu corpo. Na adolescência, inscrevi-me numa academia para modelar meu corpo. Adquiri tops de ginástica, shorts e calças justas. Em alguns meses o corpo se modificou e atraia os olhares dos homens: seios grandes, cintura fina, pernas longas e torneadas. A temporada de festas se iniciou e eu as frequentava. Minha libido estava no auge e permitia que os rapazes me bolinassem enfiando a perna entre as minhas o que me fazia perceber seus mastros duros. Logo ganhei a fama de moça fácil e ‘galinha’. Não tinha namorados pois os homens se afastavam de moças assim.
Num desses bailes, um homem me tirou para dançar e se aproveitou da situação. Seu pênis roçava em meu púbis e me excitava. Os seios, pressionados contra seu peito, endureceram os mamilos. Suspirei com tesão e indagou se gostava de ser bolinada. Como resposta, apertei-me contra ele. Sugeriu que fossemos para um local mais discreto e segui-o até um canto escuro. Encostada numa parede, abri as pernas e colocou a mão entre elas tocando-me sobre a calcinha molhada com meu mel. Puxou minha mão para sua vara que se apresentava dura. Segurei-a, suspirando. “Quer provar ?”, indagou e respondi afirmativamente. Com cuidado, tirei-a da calça e beijei a glande molhando os lábios no pré-gozo. Abriu o zíper do vestido e desabotoou meu soutien. Soprou os mamilos e o hálito quente provocou arrepios e gemi. Forçou minha cabeça e ajoelhei. Involuntariamente, minha boca se abriu e permiti a entrada do mastro. “Sugue”, ordenou. Abocanhei o pau e chupei. Sentiu que ia gozar e o fez em minhas tetas. Não tinha como limpá-las e vesti o soutien, abotoando o vestido. Ordenou que lhe desse minha calcinha e tirei-a. Guardou no bolso e voltamos para o salão de baile. Minhas coxas escorriam o sumo da vagina. Pedi licença e fui ao toalete para me limpar. Entrei num dos cubículos enquanto outras moças retocavam a maquiagem. Alguém comentou que havia odor de sêmen no ar. Aguardei o toalete ficar vazio e sai retornando ao meu lugar. Um outro rapaz me tirou para dançar, encostando em meu corpo seu mastro. Sussurrou que sabia o que fizera e também queria. Aquilo me apavorou e pedi, em vão, que não me obrigasse a repetir. Comentou que se não cedesse todos saberiam e seria rotulada como vagabunda perante meus amigos. Não havia escapatória e deixei que me levasse para o jardim. Atrás de um arbusto, tirou o vestido e o soutien deixando-me nua, só de sapatos. Encostada numa árvore, abri as pernas, fui penetrada e rompeu meu hímen. Com um beijo abafou meu grito. Principiou o vai-e-vem e molhou minhas entranhas de esperma. Humilhada e temerosa de engravidar, eu só chorava. Quando terminou pedi que me levasse embora. Levou-me para seu apartamento onde me possuiu outra vez. Obrigou-me a telefonar a meus pais dizendo que dormiria na casa de uma amiga e só voltaria no dia seguinte. Despida, deitei em sua cama. Ordenou que abrisse as pernas expondo a vagina com seu esperma escorrendo e me fotografou. Levantei as pernas, segurando-as junto aos peitos, e tirou fotos do meu cuzinho. Em seguida, comentou que ia comê-lo. Implorei que não me arrombasse e replicou que se não cedesse, colocaria as fotos na Internet e enviaria cópias a meus pais. Eu não tinha opção e virei de bruços. “Fique de quatro”, exigiu. Apoiada nos joelhos e cotovelos, permiti que me lubrificasse o cuzinho enfiando um, dois e, finalmente, três dedos, laceando-me. Eu chorava copiosamente pela dor e humilhação. Ganhei diversos tapas na bundinha e senti a cabeça do cacete forçando a entrada para me deflorar. Doía demais e supliquei pelo cabacinho, mas não se apiedou. As pregas se romperam e aconteceu a penetração. Sentia meu canal se alargando para receber aquela tora. Segurava-me pelas ancas impedindo que fugisse. Adaptei-me à grossura da vara e começou o vai-e-vem. Eu já não protestava e a excitação me tomou. Em pouco tempo pedia que metesse com força e não tirasse. “Está gostando não é, puta ?”. “Não me rotule assim, mas aprecio sua pegada. Goze dentro de mim”. O cacete inchou, latejou e senti rios de porra enchendo meus intestinos. Um orgasmo acompanhou seu gozo e eu estremecia e gritava o prazer.
“Cíntia, você é uma vadia. Vou guardar estas fotos e se você desobedecer qualquer ordem que lhe der, eu as publicarei. Vá se lavar e vestir para ir embora aguardando instruções”.
Em casa meus pais nada disseram e minha vida continuou como sempre.
Um dia o telefone tocou e mamãe atendeu. Passou o telefone para mim dizendo que um homem queria falar comigo. Era ele. Passou instruções de como me vestir e onde encontra-lo no dia seguinte. Relutei e renovou a ameaça de publicar minhas fotos. Sabia que estava em suas mãos e concordei.
No dia seguinte fui ao salão de beleza onde me depilei totalmente e fiz manicure. De volta, tomei um banho, maquiei-me e me vesti conforme ordenara: saia curta, blusa decotada e saltos. Avisei mamãe que não me esperasse, pois dormiria com uma amiga.
Chamei um taxi dirigido por um negro que me conduziu ao endereço informado. Como sentava ao lado do motorista, indagou, olhando meu decote e coxas, se era garota de programa. Respondi que não, mas mesmo assim, acariciou minhas pernas subindo a mão até a xoxota. Como estava sem calcinha, pode tocar a vagina. Parou no meio do caminho para apalpar os seios o que endureceu os bicos. “Não faça isto. Vou encontrar meu homem e não posso chegar molhada e com cheiro de sexo”. “Sei onde você mora e voltarei para visitá-la”.
Era uma reunião de homens. Fui apresentada a todos e sentei ao lado do meu acompanhante. Envolveu-me num abraço repousando a mão em meu seio à vista de todos. Os bicos eriçaram-se revelando meu agrado às carícias. Abriu os botões da blusa e colocou a mão dentro apertando os mamilos enquanto me beijava. Excitada, segurei o mastro que já me comera. Um dos presentes comentou em voz alta que me comportava como uma vadia.
O macho replicou que era sua amante desde que me conhecera mostrando as fotos. Os homens pediram para ver meu corpo e mandou que ficasse nua. Obedeci e permitiu que me apalpassem e sugassem meus seios, masturbando-os e fazendo com que gozassem em meu rosto e seios. Divertiram-se com meu corpo, porém minha xoxota e cuzinho ficaram intactos. Saimos de lá pela manhã e levou-me para sua casa onde usou todas as minhas entradas.
Voltei para casa. Mamãe e papai me aguardavam e indagaram onde fora. Respondi que saíra com alguns amigos e dormira na casa de uma delas.
O fim de semana se aproximava. Saí para comprar algumas maquiagens e o taxista estava à porta. “Entre no carro, vagabunda”. Obedeci e sentei-me a seu lado. Dirigiu até um terreno deserto e parou o carro. “Dispa-se”. Comecei a chorar e implorei que me deixasse ir embora. “Só depois de concluirmos o que começamos no outro dia”. Prensou-me contra um muro que circundava o terreno e beijou-me acariciando os seios. Os bicos endureceram e gemi. Mordeu-os e gritei. “Fique quieta, ordinária. Vai ser comida por um homem e pedir mais. Vou acabar com você”. “Não faça isso, por favor. Sou moça direita”. “Não tem alternativa. Vai trepar como uma puta. Sua xoxota vai sair vermelha, inchada e satisfeita. Abaixe-se e chupe meu pau”. Fiz como mandava. A cabeçorra mal cabia em minha boca, mas forçou sua entrada. Segura pelos cabelos recebi os jatos de sêmen que despejou. Engoli uma parte e o restante caiu em meus seios. A seu comando, espalhei pelos bojos e bicos. Levantou-me e me encostou no muro. Separou minhas pernas expondo meu sexo e apontou a vara para minha xoxota que penetrou de uma só vez, alargando-a. Meteu muito terminando por enchê-la de porra. Achei que meu sofrimento havia terminado. Ledo engano. Virou-me e, apoiando as mãos no muro, pincelou o pau em minha ‘rosquinha’. A entrada daquela verga lubrificada pelo esperma me fez gritar e chorar, mas as pregas esgarçaram abrindo caminho para a tora. O negro era insaciável e me encheu o rabo com seu leite. Eu não aguentava mais e supliquei que me deixasse ir. Levou-me para o taxi e me vesti. Ordenou que entrasse no porta-malas para não sujar os bancos e me levou de volta. Parou a 100 m de casa e saí, percorrendo o resto do caminho a pé. Avisou que voltaria para repetir a trepada. Fui direto para o banheiro me limpar.
Contei a meus pais minhas aventuras quando meu homem lhes enviou minhas fotos. Mostraram-se compreensivos e comentaram que, aos 18 anos, eu podia ter uma vida sexual sem que me julgassem. Rejeitei novos encontros com meu homem, mas me entregava ao taxista que me viciou. Não podia viver sem sua rola e trepava com ele quando me procurava.
Algumas semanas depois, acordei com enjoos que se repetiam com frequência. Minha mãe recomendou uma visita ao ginecologista que após exames pediu a presença de meus pais e revelou que eu estava grávida. Meses depois, pari um menino, negro como o pai.
Hoje sou mãe solteira, vivo na casa de meus pais e me entrego ao pai de meu filho naquele mesmo terreno em que me enprenhou. Espero que me engravide outra vez.
Beijos,
Cíntia

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