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Sou boa esposa, mãe de um filhão, bem putinha e fi

  • Publicado em: 16 de julho de 2015 10:56
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(Escritos por: jocastalove

Sou boa esposa, mãe de um filhão, bem putinha e fiz esta loucura.
Se quiserem acreditar na veracidade deste relato ou não, para mim tanto faz, estou pondo este acontecido em forma escrita só pelo tesão de relembrar e eu mesma ler de vez em quando. E também pela emoção do moderado risco de meu marido, filho ou algum dos envolvidos acharem esta confissão perdida pela net. Como já faz algum tempo, e do jeito que as coisas ficaram, acho que me perdoarão. É uma boa e excitante aposta!
Tenho a pele bem branca, cabelos pretos curtos e olhos azuis, sou uma quarentona com um corpo que faz os homens me chamarem de gostosa. Sei que não sou nenhuma miss, mas me acho gostosa mesmo! E desperto olhares nos homens.
Meu marido é bastante razoável na cama, mas não tem jeito, não nasci para ser de um só homem, quando; brincando na cama; me perguntava se era corno fazia uma carinha de interrogação que deixava ele doido.
Os homens querem parecer machões, mas gostam de um cheirinho de outro homem em nós, e particularmente, gosto do cheiro de qualquer macho.
Não uso roupas extravagantes ou provocantes, sou putinha e bem resolvida comigo mesma, mas socialmente gosto de ser a esposa e a mãe dedicada e respeitada. Gosto do meu teatro, meu marido e filho também, e sou boa atriz.
Muitas de minhas amigas nem sabem o que é ter um orgasmo, outras contentam-se com um papai e mamãe ou uma ou outra sacanagenzinha e estão satisfeitas, mas não sou assim: Preciso; é necessidade fisiológica mesmo; foder gostoso e sentir-me bem fêmea várias vezes por dia, e é claro que sempre com o mesmo homem perde a graça e a excitação; mesmo amando-o como amo meu corninho. E ele nem tem o fôlego de que preciso.
Já procurei um psicólogo que de cara me diagnosticou como ninfomaníaca e me fodeu na primeira, e ultima, seção.
Mas ser putinha e dar o tanto quanto gosto, do jeito sacana que me deixa tesuda, sem ficar socialmente marcada como vulgar não é assim tão fácil para nós mulher.
Tem dias que fico tremula, com a garganta seca e a xotinha de um jeito que não posso nem sentar direito; então minha fantasia rola solta e imaginava sacanagens até com os amigos sarados ou fedelhos de meu filho, inclusive com ele! Caralho é caralho e sacanagem quanto mais pervertida, mais me excita. E já havia sacado em duas ou três ocasiões o meu filho me espiando pelo buraco da fechadura enquanto eu me masturbava com um vibrador; fiz questão de ficar de frente para a porta e fingi que não percebi.
Tem muita estória de pai comendo a filha e eu entendo; o tesão quando bate forte é coisa animal e não quer saber de nada. Conosco, apenas pelo condicionamento social isto é mais raro ou camuflado.
Obviamente tenho vários amantes; fixos ou transitórios; um mais sacana que o outro, mas com marido, filho e compromissos empatando a minha fóda nem sempre existia a conveniência ou disponibilidade para encontros; e isto me deixava alucinada e desesperada.
Comentei isto com um de meus amantes, o mais intimo, sacana e pintudo, que com um baseado na cabeça; sou caretérrima, meu negócio e só sexo; teve uma idéia maluca e disse que faria isso sem problema: Quando eu estivesse em uma situação destas, discretamente telefonaria para o celular dele, e só ou acompanhado de um amigo ele viria até a minha casa simulando um assalto; ele é mesmo barra pesada; e me estupraria aliviando o meu sufoco.
Pena; ele disse; é que não daria para fazer isso mais de uma vez sem dar na vista que era armação.
Podia rolar altas sacanagens, com ou sem a participação de meu marido ou quem quer que estivesse em casa, inclusive meu filho, e eu não perderia a pose de mulher respeitável, vitima de um ou dois tarados.
Achei a idéia absurda e rimos muito, mas quer saber? Fiquei com um puta tesão e esta idéia absurda; talvez pelo grau de sacanagem envolvida; não me deixou mais em paz.
Várias vezes me senti tentada a fazer isso, mas sempre pus a razão à frente e me contive.
Houve, porém, uma situação de saúde com o meu pai, que agitou toda a nossa rotina familiar e nos deixou muito estressados; felizmente tudo se resolveu bem, mas fiquei quase uma semana com uma única fóda mal fodida e alucinada de tesão.
Meu marido deve ter dado graças pelo descanso involuntário que lhe proporcionei e no dia que pensei em dar para ele um Viagra e foder, com meu corninho mesmo, até ele brochar ou desmaiar, o porra do meu filho me aparece em casa com três amigos; e junto com meu marido resolvem fazer um churrasco! Puta que pariu! Eles perceberam meu mau humor, mas atribuíram ao estresse da semana anterior e não me deram muita atenção. Aí pensei, é hoje, não agüento mais, preciso de pica e vou ter várias para compensar.
Pode parecer loucura, mas estava mesmo louca, alucinada por cacete e já quase não conseguia manter meu teatrinho de mulher normal, respeitável e de família.
Tomei coragem, entrei no lavabo e telefonei para meu amante e combinamos; ele ficou de vir simular o assalto com dois ajudantes: um garoto que faz segurança para ele na favela e uma piranha. Dei a idéia de ele trazer vários comprimidos de Viagra, o dinheiro que ele levaria de meu marido o reembolsaria desta despesa e garantiria muitos pintos duros, que de outra forma, com o susto que iriam levar com certeza brochariam.
Rimos muito; eu de nervosa que estava; com a safadeza que estávamos esboçando como seria e ele de pura gozação mesmo.
Voltei para junto dos cinco babacas, incluindo meu marido e filho, que estavam se entupindo de cerveja e carne e procurei não parecer muito animada, simulando meu anterior mau humor.
Tia para cá, tia para lá, mãe pega mais cerveja, amorzinho salga outro pedaço de picanha do jeito que só você faz… e, de repente meu marido ficou pálido e deixou cair a latinha da mão, meu filho pateticamente empunhou um espeto ainda com um resto de carne.
Meu amante, obviamente um estranho mal encarado para eles, mais um homem bem preto e alto e uma mulata magra e bonita com armas em punho entravam pela porta lateral do quintal.
Ficamos todos gelados e paralisados naquela pose ridícula de surpresa, eu, é claro, por outro motivo; fiz algum esforço para não rir da comicidade da situação e pela ansiedade do tesão.
O susto baixou um pouco a embriagues geral e enquanto o negro alto nos rendia me encarando e comendo com os olhos me deixando molhadinha, meu amante e a mulata bagunçaram um pouco nossa casa; para dar realismo; e pegou o dinheiro que já sabia onde estava e minhas jóias; que posteriormente me devolveu por intermédio de um investigador seu amigo, simulando uma boa ação policial. É… O sub-mundo aqui no Rio de Janeiro tem relações estranhas bem conhecidas…Que no caso ajudaram a montar uma cena bastante realista, sem prejuízo.
Quando voltou, meu amante acendeu um baseado enorme que obrigou a todos fumarem, incluindo a mim; isto não estava combinado; e mandou a mulata fazer com que os três amigos do meu filho, meu marido e meu filho tomassem dois Viagras cada um.
Botou os peitos da mulata para fora dizendo que ela gostava de estuprar os homens que assaltava; ela, ao contrário de mim que estava encenado à perfeição minha posição de mulher recatada, mostrou-se bem puta apalpando o pau de meu marido, filho e amigos.
Meu amante mandou que eu tirasse minha bermuda e calcinha ficando pelada da cintura para baixo.
Eu tremia de tesão e excitação e todos pensavam que eu tremia de medo, recato e vergonha.
Que sensação indescritível estar com a xerequinha de fora na frente dos amigos do meu filho parecendo estar com medo e vergonha! Menti que estava segurando com dificuldade a vontade de me urinar de medo, para justificar o liquido que escorria indiscretamente pela parte interna de minhas coxas.
Meu amante fazia comentários elogiósos o mais grosseiros possíveis de minhas partes intimas para os amigos de meu filho e também para meu próprio filho e marido, que sem graça tinham que concordar diante da ameaça que pesava sobre eles.
Ele mandou que me virasse de bunda e abrisse as nádegas mostrando o cu para todos, e depois rebolasse sensualmente; mandou um dos rapazes que já estava de pau duro enfiar um dedo no meu cu para ver se estava limpinho. Estava! Eu não uso papel higiênico, sempre lavo por dentro e por fora o meu botão anal.
Meu marido estava com cara de corno derrotado e humilhado, mas de pau duro, e meu filho vermelho e com expressão de ódio; meu amante então mandou a mulata fazer um lento boquete no cacetão do meu filhinho. Eu morri de ciúmes, mas fiz cara de peninha.
Meu amante mandou que meu marido ficasse lado a lado com meu filho para que a mulata; agora só de calcinha; chupasse os dois cacetes ao mesmo tempo, intercalando lambidas e chupões em um e no outro.
Todos os rapazes estavam de pinto duro debaixo de suas bermudas e calças.
Meu amante ordenou que os rapazes olhassem minha xereca enquanto um deles era ordenado a abrir meus lábios vaginais com os dedos e outro enfiava um dedo no meu cu.
Que delicia! Estava com as pernas moles, fingindo vergonha e quase gozando, quando ele mandou o outro rapaz cheirar e lamber minha boceta perguntando se era salgadinha ou acre. Aí ele encostou a arma na minha cabeça, mandou o negro tirar as calças exibindo um cacete monstruosamente grosso e comprido e obrigou meu filho, sob ameaça de ficar órfão, a escolher quem ele queria que metesse no cu da mãe dele: O negrão ou um de seus amigos.
Coitado! De pau duro sendo chupado pela mulata junto com o pai e ter que escolher um dos amigos para foder o cu da sua mãe! Tive pena e achei que meu amante estava indo um pouco longe demais, mas eu quase mijava de tesão na boca de um dos rapazes, que agora lambia tesudo o meu clitóris.
Com voz baixa e vencida ele pronunciou o nome de um dos três amigos que visivelmente entusiasmado, apenas fingindo constrangimento, como eu também fingia recato e vergonha, rapidamente ficou completamente nu.
Meu amante mandou ele esperar e eu tirar a roupa de cima ficando nuazinha em pelo na frente de todos, e propôs ao meu filho que encolhesse entre ele chupar meus peitos ou eu dar o cu para todos os amigos dele.
Fiz um aceno afirmativo ao meu filho, como uma recatada mãe que prefere amamentar o filho já adulto a ser arrombada no cu pelos amigos do filho; mas na verdade eu queria era a sacanagem deste meio incesto de ter meu filhinho cacetudo chupando meus peitos enquanto era chupado pela piranha. O moleque decepcionado assistiu meu filho chupar meus peitos, como macho; insistia ameaçador o meu amante, e o outro amigo recebeu a ordem de se juntar ao que me chupava a xereca e lamber gostoso o meu cu.
Meu marido, sem ser ordenado a isso começou a chupar meu outro peito e eu acariciava a os cabelos dele e do meu filho; foi o primeiro momento de descontração e relaxamento deles. O garoto que só assistia, depois de ter perdido a chance de comer meu cu, masturbava lenta e gostosamente seu cacete de tamanho médio, mas bonito.
Meu marido e meu filho sabem que sou fogosa e não consigo controlar meu tesão e souberam interpretar; e aceitar numa boa; quando tremula, supostamente de medo, acrescentei contidos e baixos gemidos a minha respiração discretamente ofegante.
Meu filho mamava gostoso, e não era só por obrigação não, dava para perceber.
Afagando meigamente seu cabelo e com voz rouca e respiração ofegante cochichei consoladora no ouvido do meu filho que isto era coisa da vida e da natureza humana, e já que não era escolha nossa, o melhor seria ficarmos só com a parte boa e gostosa da situação, sem sentimento de culpa ou constrangimento. Ele fez uma cara de dúvida e certa contrariedade, mas fez sinal que sim com a cabeça sem parar de mamar gostoso em meu peito. Sua respiração também era ofegante.
Olhei para meu amante e dei uma piscadela que ele entendeu, tirou os dois rapazes que lambiam meu cu e boceta, mandou a mulata meter com meu marido, mandou meu filho se deitar com o pau duríssimo para cima e colocando a arma novamente em minha cabeça ordenou que fedêssemos gostoso.
Meu filho estava sem reação, tenho certeza que não fosse o Viagra teria brochado, tomei a iniciativa me ajoelhando com as pernas abertas em volta de meu filho e guiando seu cacetão com uma mão o posicionei na entradinha da minha xeréquinha faminta e movimentando freneticamente minhas ancas o introduzi dentro de mim.
Não deu para disfarçar, não agüentei, estava estampada na minha cara o tesão louco que sentia. Meu filho me olhava com misto de espanto e raiva, deitei-me em seu peito sem parar os movimentos e entre lambidas em sua orelha; que o deixavam arrepiado; disse que o amava acima de qualquer coisa e pedi desculpas por não poder conter meu tesão, era muito intenso e não podia me controlar mais, pedindo que ele relaxasse e me fodesse com naturalidade e sem nenhum preconceito.
Meu filho também começou a gemer junto comigo, ouvi meu marido gemendo também com a vadia que ele fodia; não olhei em volta, estava com os olhos cerrados concentrada no cacete de meu filhinho gostoso, mas acredito que os rapazes deveriam estar se masturbando assistindo esta trepada maravilhosa. Eu e meu filho nos apertávamos em um abraço com movimentos rápidos de uma foda deliciosa com um gozo que não acabava. Que sensação indescritível! Gemíamos e soluçávamos como loucos! Não vou dizer que sentia os jatos de porra do meu filho dentro de mim porque seria mentira, sentia apenas um puta e interminável orgasmo; só isso e coceira no céu da boca! Mas quando sai do cacete do meu filho e me levantei escorria tanta porra da minha boceta como eu nunca tinha visto, e olha que já passou muita, muita porra nesta boceta.
Meu filho parecia tonto, mas relaxado. Ficou sentado no chão, aceitou um baseado que meu amante deu a ele e fumou tranqüilo. Danadinho!
Meu marido estava deitado fumando outro cigarro, acho que do normal, apoiado sobre o cotovelo com a mulata recostada sobre seu peito acariciando os pelos de sua perna; deve ter assistido nossa foda incestuosa de camarote; e os rapazes se masturbavam me devorando com olhares tarados. Acho que já devia ser a segunda masturbação deles, sei lá? Mas havia sujeira de porra no chão.
Sentia-me maravilhosa, com a certeza de que isto tudo me seria inesquecível, como realmente esta sendo.
Uma mulher normal acho que estaria satisfeita e indisposta para continuar, mas eu queria era muito mais.
Meu amante chamou a mulata e entregando a arma para ela ordenou que mantivesse a mira sobre meu filho; não tive medo porque sabia que era só intimidação, ele jamais faria algo que me magoasse. Levou-me pelo braço até aquele negro enorme que deitou-se no chão com sua tora descomunal para cima e fez que eu deslizasse minha boceta ensopada com a porra do meu filho sobre seu cacete. Puta que pariu! Este é daqueles que arregaçam e até machucam, mas não me fiz de rogada, sentei gostoso e agasalhei ele inteiro sentindo pressão sobre meu útero; meu amante se posicionou atrás de mim e meteu no meu cu bem gostoso. Fodi do jeito que nós gostamos, como uma cadela tarada, gemendo, soluçando e chacoalhando como um trator, arrombada dos dois lados. Ele chamou um dos garotos e mandou que enfiasse o cacete na minha boca e eu chupei enfiando até a garganta, quase regurgitando, do jeito que meu amante tarado gosta de me ver fazer.
Não vi o que acontecia com meu filho e marido, nem consegui pensar nisso, estava gozando muito gostoso. Puta fóda boa! O cacete do pretão me fazia sentir toda preenchida e meu amante sabe foder meu cu como ninguém sabe igual.
Quase desmaiei de tesão, mas quando terminamos e me levantei toda arrombada e com as pernas tremulas ainda queria mais. Queria foder até meu limite. Falei ao meu amante sem que ninguém percebesse, que queria foder também com os rapazes, mas poupando meu filho deste constrangimento; ele sorriu e disse que ia arrumar isso também.
Com voz autoritária e ameaçadora, me chamando de vaca e piranha vagabunda, mandou eu ir ao banheiro do meu quarto me lavar com a mulata e não sair de lá. Para parecer realista disse a mulata que se eu tentasse alguma reação ou a desobedecesse ela podia me estourar a cabeça.
Sem olhar na direção de meu marido e filho, agora um pouco envergonhada de verdade, subi para o meu quarto; no meio do caminho, longe do olhar dos demais, eu e a mulata caímos em um acesso de risada quase incontrolável. Ela disse que nunca tinha conhecido alguém tão maluca e tarada como eu.
Tomamos banho juntas, uma lavando a outra e ela me pediu que chupasse sua boceta. Isso não faz meu gênero, mas por camaradagem dei-lhe uma bela mamada no clitóris, do jeito que só uma mulher sabe fazer na outra que a mulata até chorou.
Ela me perguntou o que eu havia combinado com meu amante e lhe contei que ele ia mandar os rapazes subirem para nos fuder; ela protestou que depois da chupada que lhe dera ela não estava mais a fim de nada.
Mandei ela sossegar que eu dava conta deles, para ela só ficar fingindo que me obrigava a isto. Ela riu muito, disse que eu era muito sacana e disse para eu ficar tranqüila que ela ia mandar os moleques se acabarem na minha xeréca… E cu também, eu protestei.
Não demorou muito meu amante entrou no quarto com os três amigos do meu filho, todos pelados e de paus em riste, por pouco não me surpreenderam sentada na cama batendo um papo descontraído com a mulata; uma imprudência minha que poderia ter tido sérias conseqüências; felizmente não perceberam a armação. A mulata estava segurando a arma no colo e isso ajudou a manter o realismo da nossa farsa.
Dando o seu cacetão para a mulata chupar, meu amante ordenou aos três amigos do meu filho que metessem seus caralhos um em cada buraco da mãezinha puta do seu amigo e se revezassem em meus buracos sem parar até eu desmaiar de tanto gozar; e se não conseguissem me fazer desmaiar de tanto gozo iriam ter que sentar seus cus no cacetinho do pretão que estava rendendo meu filho e corninho.
Tarados, mas não tanto quanto eu que fingia estar envergonhada, subiram na cama e logo meteram seus caralhos jovens e gostosos em meus buracos; eu chupava o pau da vez na minha boca metendo até a garganta e engasgando, daquele jeito que meu amante gostoso gosta de me ver fazer.
Aqueles moleques me foderam para valer! Com força e violência me fazendo ter um interminável orgasmo atrás de outro; eu chorava convulsivamente de puro tesão e eles pensavam que era de vergonha e tristeza. Ficando com pena de mim dois deles baixinho me pediram desculpas alegando que estavam sendo obrigados a fazer isso. Me engana que eu gosto, pensei, estavam adorando aquela curra maravilhosa regada a Viagra; pena que eu não podia me soltar e gritar todos os palavrões que queria; só alguns.
Não sei quantas vezes mijaram suas porras dentro de mim, eu estava suada e uma sopa só, pouco antes de eu desabar percebi que seus caralhos já gozavam secos, sem ejacular mais.
Aqueles moleques acabaram gostoso comigo, desabei semidesfalecida, dolorida e satisfeita
Meu amante os tirou do meu quarto deixando só a mulata e eu cochilei por algum tempo.
Acordei com a mulata me oferecendo um copo grande de suco de laranja bem doce que bebi avidamente. Perguntei o que estava rolando e ela rindo disse que estava todo mundo no quarto de hóspede, ao lado, e meu amante estava com a câmera digital do meu marido fotografando o pretão enfiando seu mastro descomunal no cu e boca dos moleques; estava uma choradeira só. Fiquei apavorada cheia de ódio: No meu filho, não!
A mulata me acalmou afirmando que meu filho e marido seriam poupados, que ele só estava fazendo isto nos moleques para eles terem do que se envergonhar e não saírem por ai cantando de galo que tinham comido a mãe do amigo. Achei uma idéia genial, meu amante não dorme no ponto! Demos muita risada, mas fiquei com pena dos meninos.
Ela perguntou se queria tomar outro banho com ela e bem sacana perguntei se ela queria outra mamada no grelinho, como resposta ela quis me beijar na boca, mas recuei rindo dizendo que beijo em mulher eu só dava no clitóris e assim mesmo só porque ela era nota dez.
Tomamos um novo banho e ela novamente chorou de tesão na minha boca, me elogiou dizendo que gostava de homem , mas eu era melhor que a maioria que ela conhecia.
Já estava impaciente quando meu amante entrou no quarto me dizendo o que a mulata já havia me contado. Perguntei preocupada pelo meu filho e ele me tranqüilizou confirmando que havia poupado meu filho e meu corninho.
Indagou-me se eu ainda agüentava um papai-mamãe com ele. É claro que para este amante de quem tanto gosto além de ser meu melhor amigo eu não negaria fogo, e como sei que ele adora uma sacanagem como eu, sugeri a ele que fodesse meu cu enquanto meu corninho foderia minha boceta levando a tora do pretão na bunda; afinal, além de ainda não ter metido com meu corno, desse jeito ele não teria muito do que me recriminar depois.
Ele caiu na gargalhada, adorou a idéia e foi buscar o pretão e meu corno deixando a mulata rendendo meu filho e seus amigos.
Quando entraram no quarto fingi que estava dormindo, para justificar ao meu marido ter ficado por alguns momentos sozinha sem ter tentado escapar ou pedir por socorro.
Meu amante; que também é um ótimo ator; me chacoalhou com grosseria mandando eu me preparar que a suruba agora era com o casal. Meu corno parecia assustado, mas talvez ainda sob o efeito dos dois Viagras ou só de excitação mesmo, estava de pau duro.
O cacete do meu marido não é pequeno, mas é menor que o do meu amante e os dois bem menores que o do pretão; lamentei intimamente que ele comeria meu corninho e não a mim; mas não poderia ser de outro modo sem magoar meu amante querido, e isto eu não faria de jeito nenhum.
Os três se sentaram na cama, com meu corninho entre eles e meu amante, me xingando de cadela de corno, mandou que eu me ajoelhasse em frente deles e os chupasse alternadamente; daquele jeito, enfiando até a garganta e engasgando. O filho da puta do meu corno parecia estar gostando da brincadeira e eu pensava, espera só para você ver o que te espera…
Quando já estavam quase gozando meu amante parou a seção de chupetas e deitando-se na beira cama mandou que eu sentasse meu pau em seu cu, depois mandou meu corninho meter seu cacete gostoso na minha xeréca; o que ele fez com visível tesão.
O filho da puta estava mesmo gostando de ser corno e me dividir com quem ele supunha ser um marginal qualquer. Eu o recebi na boceta, o abracei com força contra meu corpo e iniciamos uma foda deliciosa.
Quando ele menos esperava percebeu que o pretão iria enraba-lo; quis fugir e protestou, mas o pretão enorme o apertou forte contra meu corpo, quase me sufocando e começou a penetra-lo. Tive um pouco de pena, mas estava completamente tarada.
Meu pobre corninho gritava e até chorou, nunca vou esquecer sua expressão, enquanto eu acariciava suas costas e rosto consolando-o dizendo que procurasse suportar, pois isso não o diminuía como homem para mim, e que ele seria sempre o meu machão gostoso.
Falei isso com sinceridade e carinho verdadeiro e até tive medo de ter provocado ciúmes em meu amante; mas ele é um cara cabeça boa e entendeu sem se enciumar.
Depois de totalmente penetrado e com o ritmo frenético de nós quatro percebi que o danado do meu corno estava até gostando, pois me fodeu alucinadamente como nunca havia visto antes e gozou urrando como um louco. Alias, os três urravam como loucos enquanto disparei um gemido vogal e interminável num gozo forte e simplesmente maravilhoso.
Beijei a boca do meu marido chorando de prazer e gratidão pela excelente metida que me dera na boceta. Juro! Amei meu corninho.
Quando nos desengatamos meu marido estava envergonhado, meu amante para consola-lo disse que macho também goza no cu e que isto não era viadagem não, só sacanagem para esquentar a relação de um casal tesudo como nós.
Meu marido cabisbaixo confirmou que sim com a cabeça, ainda estava um pouco abatido, mas se animou um pouco, estava aceitando bem toda a loucura e meu amante mandou o pretão; que estava todo sorriso; ir buscar um uísque para se desculpar com o corno legal.
Os dois filhos da puta: Meu corninho e meu amante estavam quase ficando amigos! Homem gosta mesmo de um cheirinho de outro homem, tenho certeza disso.
O pretão voltou com uma garrafa de uísque do meu marido e quatro copos com gelo, ficamos os quatro sentados no meio de nossa cama de casal, eu abraçada no meu corninho; parecia uma reunião social de velhos camaradas.
Meu amante argumentava com meu marido que uma loucura destas para gente com boa cabeça podia apimentar e até melhorar a relação do casal, meu marido falou que se preocupava com um possível trauma em nosso filho por ter visto a mãe ser fodida como foi e até ter tido que trepar com ela; cinicamente concordei com meu marido.
Meu amante rindo; provavelmente do meu cinismo; disse que ele parecia calmo e tinha me fodido com bastante tesão e que iria nos mostrar que este incesto podia até ser legal para a gente. Meu marido preocupado pediu que, por favor, não aprontassem mais nada, mas meu amante mandou que ele ficasse calmo que ia ter só mais uma baguncinha, e mostrando a arma no outro lado do quarto, acrescentou que embora o achasse gente fina iria fazer o que quisesse numa boa ou numa ruim. Meu marido se calou com ar preocupado e eu abraçada a ele também fingi preocupação, mas podia imaginar qual baguncinha seria e insaciável como sou já estava com a bocetinha e o cu piscando novamente.
Meu amante enrolou e acendeu outro baseado e nos mandou fumar, disse que não queria, mas ele insistiu. Mandou o pretão ir buscar o meu filho e falou para o meu marido ficar calmo e não abrir a boca; quando meu filho entrou no quarto, já visivelmente chapado, deu mais um Viagra ao meu marido e filho e mandou eu punheta-los até ficarem de pica dura novamente. Nenhum dos dois pareciam constrangidos; também não pareciam muito entusiasmados, apenas conformados; eu fingia estar como eles, mas na verdade estava adorando a sacanagem. Meu amante conhece melhor este meu lado sacana e sabia disso.
Quando suas picas estavam duras como pedra ele ordenou que nos deitássemos de lado na cama e que meu marido enfiasse o cacete na minha boceta e meu filho no meu cu; eles obedeceram passivamente e meteram nos meus buracos iniciando uma foda calma e meio mecânica, sem muito tesão. Eu fingia o mesmo mecanicismo, mas estava enlouquecendo.
Aí disse aos dois que eles sabiam que eu não conseguia controlar e conter meu tesão e que me desculpassem, mas estava enlouquecendo de tesão com as suas picas dentro de mim; e comecei a me agitar contra os seus cacetes e a gemer ofegante.
Meu marido e filho começaram também a me foder com a respiração ofegante e com vontade; e que vontade!
Meu amante disse que iriam sair por um momento e nos deixar fodendo sem platéia, mas se quando voltassem nós não estivéssemos no meio de uma bela fóda levaríamos todos um tiro em cada joelho; dito isso ele e o pretão saíram do quarto.
Meu marido, eu e meu filho estávamos numa puta foda boa, gemendo e resfolegando gostoso, beijava a boca do meu marido e pedindo desculpas a ele e meu filho dizia que não podia me conter e que eles tinham umas picas muito gostosas, que eu estava louca de tesão, e pedia para me foderem gostoso.
Ficamos assim um tempão e quando eu desatei gritando num gozo enorme e sem fim, os dois: pai e filho, embora se esforçassem para prolongar a foda, não agüentaram mais e urrando de tesão espremiam seus caralhos dentro de mim me enchendo com suas porras.
Ficamos algum tempo imóveis, sentia seus pintos lentamente murcharem dentro de mim, depois quebrei o silencio perguntando ao meu filho se estava tudo bem.
Ele me pediu desculpas e eu lhe disse que não havia de o que, pois gozara tanto quanto ele e tinha achado muito bom. Falei para meu marido que eu os amava mais que tudo e que eles eram os homens da minha vida e nos beijamos com carinho, me virei e também beijei meu filho na boca.
Então meu marido, com certa preocupação, disse que caso eles entrassem no quarto deveríamos fingir que continuávamos trepando. Dei risada e disse que achava que eles nos haviam enganado, pois deviam ter ido embora enquanto nós trepávamos.
Com cautela e receio meu marido e filho se dirigiram para a porta do quarto; só para mostra-lhes o quanto vale uma mulher liberada; pedi que me deixassem ir à frente, pois se ainda estivessem lá, sendo mulher, seria mais fácil a mim acalma-los; eles concordaram.
Como previ, eles já tinham ido embora, no quarto ao lado estavam apenas os amigos de meu filho e seus cus tão arrombados quanto o meu, amarrados com fio de telefone e abajur.
Os soltamos e nos perguntamos se devíamos ou não dar queixa na policia, pois mesmo ignorando os danos materiais, havia danos morais graves para todos nós e embora fosse uma situação muito constrangedora haviam provas feitas pelos próprios marginais; as fotos; comprovando os abusos que havíamos sofrido.
Em pouco tempo concluímos por unanimidade que devíamos procurar esquecer este episódio para evitar maior constrangimento.
Os rapazes pediram a meu filho e marido que lhes entregassem o disquete com as fotos para destruírem; mas meu marido com calma lhes explicou que os maiores prejudicados, moralmente, e, portanto os mais interessados em manter tudo isso no esquecimento éramos nós. No entanto, destruídas aquelas fotos eles poderiam cair na tentação de quebrar o silencio sobre a vergonha a que nos haviam submetido, ou até mesmo tornarem-se importunos ou atrevidos e desrespeitosos para com sua esposa, portanto ele seria o guardião destas fotos como uma forma de pacto de silencio absoluto e esquecimento sobre o ocorrido.
Os meninos ainda tentaram convencer meu filho e marido, mas por fim concordaram e todos nós fizemos um pacto de segredo e esquecimento sobre aquela tarde de domingo; e realmente, até hoje eles nunca fizeram nenhum comentário sobre aquele dia, e embora me olhem com tesão nunca me faltaram com o respeito que sempre tiveram. Lógico! Meu filho me contou, mas finjo não saber, que os ameaçou de colocar as fotos na net se algum dia me fizessem qualquer forma de insinuação ou desrespeito.
Depois que saíram, nós três conversamos de forma madura e sem preconceitos sobre o que; até agora; meu filho e marido pensam ter sido um assalto seguido de estupro, e concluímos que eu poderia, por nossa livre escolha, eventualmente ter relações com eles dois juntos, meu filho e marido.
E é o que tem acontecido desde então, tenho dois lindos cacetes à minha disposição em minha própria casa, e com relativa freqüência fodo gostosamente com meu marido e filho em um delicioso ménage-a-trois familiar, mantendo socialmente minha postura de mãe de família respeitável e recatada.
Meu marido me pediu que nunca contasse ao nosso filho a enrabada que levou do negrão cacetudo, mas me confessou que gostou de ser corno e ter sido enrabado, então, sem que nosso filho saiba, vez por outra arrumo um amante para nós dois e nos divertimos para valer, pena que não possa ser com meu amante predileto ou o pretão caralhudo.
Mas… Quem sabe um dia…?

escrito em
12 de dezembro de 2005 13:56

Referência do Anúncio ID: 15455a5992db752c

2 Comentários para “Sou boa esposa, mãe de um filhão, bem putinha e fi”

  1. spfctransguarulhos em 16 de outubro de 2015 @ 12:09

    Muito bom adorei o conto

  2. Me coloca no seu Whats 12 98123 7898

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