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Surpresas da Vida (A Viagem.) 15 de Abril 2016

  • Publicado em: 28 de dezembro de 2016 06:46
  • Expira: Nunca!
Surpresas da Vida (A Viagem.) 15 de Abril 2016
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Detalhes do Conto Erotico:

[Após um ano conturbado, finalmente chegou às esperadas férias de meio de ano, os pais de “Peixinho” resolveram ir para o interior, passar um tempo na fazenda dos avós maternos de José Pedro,que há muito não o viam,apesar da oposição de JP que ficara triste por não irem para a praia onde estavam seus amigos].

-Tire essa expressão emburrada da cara José Pedro, disse seu pai a “peixinho” que a contragosto estava indo visitar a terra natal de sua mãe.
Eram cinco horas da manhã, o tempo estava chuvoso, viagem seria longa, seriam mais de 500 km de distância da capital do estado até a região do Sertão- central um tempo estimado de mais de 6 horas, dependendo do pé do condutor e do tráfego, um trajeto que iria ter no mínimo uma parada para reabastecer e almoçar.
-Fico muito triste com seu comportamento JP, seus avós estão com muita saudade de você, há muito não lhe vêem e você parece não se importar com os sentimentos deles, disse D.Luciana triste.

-Me desculpe mãe, eu gosto de meus Avós e me importo com eles sim,estou com raiva por não estar com Nara,Ronary e Odalthir na praia,tínhamos planos para essas férias…
Mas já me conformei, estou com raiva é dessa viagem longa além de ter tido uma noite mal dormida.

-Então se esse é o problema, se ajeite aí atrás,ponha uma camiseta no rosto e durma,garanto que o tempo passará rápido… O acordaremos ao chegar.
Seguindo o conselho de seu pai, JP se acomodou no banco e conseguiu dormir,principalmente devido a temperatura interna e ao som da chuva que caia.

Apesar do plano inicial de almoçar em algum restaurante da estrada, Seu J.Pedro apenas abasteceu o tanque para seguir com a viagem, que finalmente transcorreu bem, tendo o pai de JP chegado 40 minutos a menos do tempo previsto.
Enfim chegaram ao destino, entraram ao centro da cidade onde podia se ver um típico município do interior: tranqüilo e hospitaleiro, um centro arborizado com belas praças floridas e limpas,uma pequena feira com produtos produzidos e colhidos pelos pequenos agricultores que moram na região,com frutas, verduras, queijos, mel, temperos, compotas, geléias, doces e conservas.

Vendo isso, os pais de JP deram uma parada onde puderam comprar alguns produtos, principalmente doces para JP, que com certeza iria gostar de saborear ao despertar.
Após passarem pela zona urbana da cidade, Seu José Pedro adentrou a zona rural por uma estrada de terra, onde se podia ver a economia da região, pomares de frutos diversos, gado de corte, produção de leite integral e laticínios, galpões para a criação de avicultura de corte além de plantações de cebola, tomate, algodão e manga, pilares da economia da região.

Depois de passarem por várias granjas e grandes propriedades, entraram pela porteira e após passar por um grande pasto cheio de umas dezenas de bois, chegaram à fazenda da família, era bela e enorme, o casarão era uma construção antiga mais muito bem conservada, entraram e puderam ver na varanda,Seu Lídio e D.Yolanda,a espera de todos.
Ao chegar, o pai de JP estacionou o carro bem rente a entrada do casarão, pois o tempo ainda estava chuvoso, Seu J.Pedro preferiu deixar a bagagem dentro do automóvel para que não molhassem as malas e nem se molhassem ao tirá-las.
Ao descer do carro e adentrarem a varanda, tiveram uma recepção calorosa, tendo em vista o tempo que não se viam, D.Luciana foi abraçada duplamente pelos seus pais.
– Que alegria “Lucy”! Você não tem idéia de como estou feliz por tê-los aqui.

Entrem, entrem todos, devem estar com fome depois de tanto tempo na estrada…
“Peixinho” estava bem menos abusado que antes, principalmente por ver a alegria de sua mãe estampada tão evidente em seu rosto.
JP sentiu um toque em seu ombro, era seu avô, que contente disse-lhe:
– E você nadador? Está se escondendo por acaso? Venha aqui e dê um abraço no seu velho Vô!
José Pedro deu um forte abraço em seu avô e disse:
-Se escondendo?Claro que não Vô, estava com muita saudade do senhor!
-E da senhora também Vó! Disse JP abraçando D.Yolanda.
-Que bom meu querido… Mas deixemos de “conversar potoca”,vamos para a mesa,preparamos um bom café, um bolo de milho,uns doces e um queijinho de coalho assado e se quiserem,um leite de vaca tirado na hora.
Apesar da hora não se fizeram de rogado, o almoço ainda demoraria e um lanche depois de uma longa estrada seria bom, pois além de encher o bucho, botaria a conversa em dia.

Foram servidos por uma mulher negra e bonita, chamada Enedina, que se mostrava prestativa e simpática, Enedina tinha seus 37 anos, há muito trabalhava para a família Sá Alcântara, desde os tempos de garota, e assim como D.Luciana, tinha um filho adolescente chamado Arthur, dois anos mais velho que JP,os dois moravam em uma das 4 casas existentes na propriedade da família,para empregados que tivessem esposa e família constituída.
A conversa estava animada, muitas novidades e causos, mas JP estava ficando enfadado, queria se movimentar, explorar a casa, a fazenda, mas precisava fazer algo…
JP pediu licença a todos e se retirou da sala, mas antes passou na cozinha para falar com a empregada.

-Quer algo JP?
-Já estou cansado D.Enedina, não tem algo legal de se ver aqui não?
-Está chateado não é? Por que não vai até o estábulo ver os cavalos de seu avô? Ele tem muitos animais bonitos lá, quem sabe depois você não queira andar em algum?
-Pode ser… Se meus pais perguntarem diga que fui dar uma volta, não irei almoçar agora, talvez mais tarde, esse lanche me deixou cheio.

– Vá devagar JP, disse a bela empregada.
Caso precise de algo ou se sinta cansado depois das andanças, pode ir a minha casa descansar, é uma casinha simples de porta branca e pintada de azul,para entrar pegue a chave escondida em um vaso de flores.
-Agradecido D. Enedina,caso precise eu passo lá.
JP pegou um guarda-chuva,apesar da chuva agora estar fina e foi andando calmo para não sujar seus tênis nas poças de lama do trajeto
Enquanto caminhava, José Pedro viu que talvez não pudesse ser tão mal assim uma estada na roça,no caminho viu muitas árvores frutíferas espalhadas: mamoeiros,carambola,cajueiros e coqueiros-anãos.
Aquele ar puro do interior, o cheiro de terra, do verde, até o cheiro de estrume mexia com os sentidos aguçados de JP.

Ao chegar perto da cocheira, JP se espantou com oque viu, a porta viu um homem que destoava com tudo ali, não parecia ser um trabalhador braçal, estava mais para um modelo de passarela.
-Oi, tudo bem? Disse JP ao rapaz, que estava selando um belo de um cavalo, obviamente com a intenção de cavalgá-lo.
– Tudo jóia, quer alguma coisa?
-Eu vim ver os cavalos do meu avô…
-Então você é neto do Seu Alcântara?
-Sim, meu nome é José Pedro, mas pode me chamar de JP, como você se chama?
-Meu nome é Anselmo JP, sou veterinário da fazenda, pode ficar a vontade, os cavalos estão nas baias, não tenha medo, só tenha cuidado com dois burros pretos que estão lá dentro.

Ao ouvir isso, JP ficou um pouco receoso, pois apesar de saber que burro é um animal dócil, podem ser muito arredios e teimosos, têm nas dentadas e nos coices perigosas armas de ataque.
Mesmo assim, JP resolveu arriscar e entrar para ver o local, era um espaço bem cuidado e aparentemente limpo, apesar de ser um abrigo de animais.
D.Enedina estava certa, pensou JP.
Havia muitos cavalos, cada qual mais bonito de que o outro, JP estava maravilhado com a variedade de cavalos de seu Avô, enquanto olhava, ao fundo, pode ver dois garotos deitados em esteiras de palha, apesar de deitados viu que estavam acordados conversando e decidiu se aproximar deles.
-Bom dia, disseram os garotos a José Pedro.
Procurando alguma coisa?

-Bem,eu vim conhecer os cavalos, o Anselmo me disse também que tinha dois burros pretos aqui atrás, eu gostaria de vê-los, falou o nadador.
Os garotos se entreolharam e começaram a rir,sem saber a identidade de “Peixinho”, um dos garotos olhou seriamente para JP e perguntou:
– Tú gosta de brincar com um burrinho frango?
-Brinca aqui frango!Olha aqui o mangote do Burro…
Sem inibição alguma o caboclo pôs sua rola e a balançou o ar para o espanto de JP, que ficou sem ação.
Rápido, o peão se levantou e encurralando JP na parede disse:
-E então peroba?! Já pegou na “macaca dum negão”? Disse o jovem, balançando o grosso cacete enquanto intimidava peixinho, que olhou para a porta na esperança de Anselmo ainda estar lá.
-Não se preocupe não, Anselmo vai demorar, estamos seguros aqui.
Quer segurar a “jibóia” frango? Alise a nervuda aqui peroba, a bichinha não morde não, só cospe…
Vendo a recusa de JP, o garoto agarrou o braço dele e o forçou a segurar seu cacete, que sem alternativa começou a punhetá-lo rápido, na tentativa de fazê-lo gozar rapidamente e acabar com aquilo.
– Isso franguinho, assim, bem gostoso… Faz a macaca de seu macho chorar!
O segundo jovem se masturbava e sem pensar duas vezes se levantou e ao chegar perto, encostando-se na parede, agarrou Peixinho pela cintura pondo início a um sarro forte e encostado ao ouvido de JP falou:
-“Nóis” podemos ser bons amigos… Meu nome é Josias, mas a peãozada me chama de “Cheiroso”.
Já esse rolo de fumo aí é meu irmão Isaias,mas pode chamar ele de “burro preto”,acho que você já imagina bem o porque do apelido.
Isaias e Josias era filhos de um casal de empregados da fazenda, um negão forte, chamado Hamilton, que não tinha cargo definido na fazenda,era um faz tudo: serviços gerais como ordenhar,cuidar da manutenção,do gado,organização e limpeza da propriedade,enquanto sua esposa,chamada Selma era funcionária de D.Yolanda,ajudando na cozinha e na casa.

– Fique tranqüilo fresco, ninguém aqui quer fazer mal a você… ”Nóis” só quer brincar gostoso, depois você não vai querer outra coisa, vai até gostar…
Os garotos não estavam nem aí com os riscos, tanto que aumentaram o ritmo em volta de JP, Josias parecia que iria rasgar a bermuda de JP com seu cacete enquanto seu irmão se movimentava em um vai e vem nas mãos de JP como se fosse uma buceta.

Josias então teve uma idéia e falou:
– Ei mano, bora levar o peroba pros alojamentos? Há essa hora ninguém vai lá, podemos nos divertir sossegados.
Sem perder tempo, Isaias pos Peixinho no ombro como se fosse um saco de ração e foram em direção ao alojamento, JP protestou e começou a falar alto até Josias lhe dar um tapão na cabeça e dizer:

– Cala a boca Baitola! Melhor ficar quieto senão apanha de chicote… Esses turistinhas são cheios de frescura.
Os irmãos achavam que JP era mais um forasteiro fazendo turismo rural, pois a fazenda de Seu Alcântara assim como muitas da região, era visitada por apreciadores dos sabores da culinária interiorana, para apreciar pratos como o arroz de galinha caipira, carne de sol na nata com pão de macaxeira, Paçoca de pilão com feijão verde é outros pratos da culinária regional.

Na cabeça de José Pedro veio um flash dos acontecimentos com os gêmeos e de sua traumática relação sexual, que com certeza seria uma noite de amor comparado ao que lhe aconteceria com os dois peões.
Isaias o jogou na cama como se fosse uma boneca inflável, enquanto Josias se apresou em fechar a porta do alojamento para em seguida ficar completamente nú.
-Está gostando do charuto preto boy?! Eu não me canso de comer um bom rabinho gordo…Vocês turistas são todos iguais,vem aqui no estábulo como quem não quer nada e no final caem de boca numa rola preta gostosa,já perdi a conta de quantos Viadinhos e putinhas safadas já arregacei e descabaçei.
Isaias puxou JP pelos cabelos, pondo o nadador de joelhos, esfregando sua rola grossa no rosto e na boca de “Peixinho”,que resistia a engoli-lo,somente depois que o peão tapou seu nariz,JP teve sua boca invadida pela tora de Isaias.
– Isso… Chupa gostoso Frango! Vou encher esse bucho de leite quente e mostrar como se trata um fresco aqui no sertão… Vou desembeiçar seu anel de couro
O caboclo impulsionava a cabeça de JP num ritmo frenético, estocando sua boca como se fosse uma buceta, fazendo o pobre nadador quase enguiar devido às dimensões do avantajado cacete do peão.
Foi uma experiência diferente para JP,que acostumado com o a agradável fragrância de sabonete do cacete de seu atacante,estava agora chupando a rola de um trabalhador braçal.
Era uma mistura de odores, aroma de macho com rola suada e um forte cheiro de cavalo parecia impregnar o ambiente.
A cada estocada, os olhos de JP lacrimejavam e seu rosto avermelhava, na intenção de acabar com aquela situação,José Pedro começou a mamar com mais voracidade para forçar Isaias ao gozo,lambendo e chupando a cabeçorra preta e as bolas peludas do peão,vendo tal reação Isaias falou ao irmão:
-Eu não disse Josias?! Esses perobinhas adoram botar uma rola nervuda na boca, já está até chupando meus bagos e limpando a cabeçorra por vontade própria.
Josias se masturbava lentamente vendo seu irmão usufruir da boca de JP que teve novamente seus cabelos agarrados com violência o fazendo aumentar o ritmo, JP chupava desesperadamente, de sua boca escorria e pingava pelo queixo uma mistura de saliva e líquido pré-gozo, o peão não agüentando mais gozou em abundância,enfiando e inundando a garganta do “turista” desconhecido com sua porra quente e grossa fazendo JP engolir cada gota.
– Engole tudo fresco! Viado nasceu para ser puta e dar sem reclamar… Oque achou de tomar coalhada na mamadeira?!
Se prepare que mal começou… Vou ensinar você a chorar pelo cú viadinho.
Isaias saiu do alojamento enquanto José Pedro tentava se recompor limpando seu rosto com a camiseta mas foi impedido por Josias que o fez engolir sua jeba babada,começando mais uma sessão de chupadas.
-Chupa Rapariga sem vergonha! Mama a rola suada e ensebada do seu macho… Quero que faça como fez com meu irmão, mame como uma rapariga de puteiro até a última gota!
José Pedro começou a mamar forte e descobriu o porquê do Josias era conhecido por “cheiroso”,sua rola fazia a de seu irmão ser um gostoso pirulito perto da dele.
-Que foi playboy?! Está achando ruim o gosto da minha macaca? Desculpe aí mas isso é rola de macho,está sentindo o cheiro de buceta?
Antes de você chegar, fazia pouco tempo que tinha acabado de comer a gostosa da Cleópatra, uma das melhores éguas da fazenda, todo dia nós trepamos depois de um dia de trabalho.
O garoto segurou a cabeça de JP fudendo sua boca ferozmente, fazendo ele ora sim ora não se engasgar,felizmente ou infelizmente para José Pedro,Josias começou a encher sua boca de esperma,pois a muito vinha punhetando.
-Chupa ! Chupa tudo Bezerrinho! Enche a boca com leite de Touro e se prepare que é só a primeira gozada… Vou arregaçar seu ás de copas!
-Só se for a do burro seu lazarento! Quem vai meter a rola nessa toca sou eu, disse Isaias já tirando a roupa e segurando uma garrafa com um líquido estranho na mão.
-Vai Josias! Senta na cama e deixa o fresco mamando enquanto eu meto no rabicó dele.
JP foi novamente forçado a chupar enquanto o peão tirava sua bermuda,empinando e besuntando seu rabo com um tipo de lubrificante de uso animal usado nos cavalos.
JP gemeu quando Isaias penetrou o dedo no seu rabinho quente e novamente apertado,pois a duas semanas não fazia sexo com Max e nem menos com os gêmeos,notando isso o peão falou alegre:
-Eita égua! O rabicó do peroba é bem arrochadinho mano…Vou lavar a burra nesse caneco !
Isaias penetrou e começou a penetrar profundamente, acelerando as dedadas e girando-os no rabo do nadador,que gemia com a rola de Josias na boca,fazendo parecer um mugido.
-Silêncio Fresco! Viado tem chorar quieto na rola do macho… Segure o choro e nada de fazer escarcéu que eu só vou parar quando deixar seu rabo esfolado e cheio de leite.
Logo,o peão começou a pincelar seu grosso cacete no buraquinho de JP que começou a gemer,pois mais perigoso que as dimensões da jeba do peão,era a cabeçorra que parecia o cogumelo Toad do jogo super Mário.
Sem se importar com o cú alheio, o caboclo fincou a pica de uma vez só dentro de JP,tirando lágrimas de seus olhos e que só não gritei pois estava com a asquerosa chibata de Josias em sua garganta.
Pedaço a pedaço, Peixinho sentiu aquela tora adentrar no seu caneco que ardia de dor,até sentir a potente jeba atolada em seu rabo.
JP era currado como se fosse uma égua reprodutora,Josias fez questão de tirar seu pinto da boca dele,só para escutá-lo gemendo e chorando enquanto era penetrando insensivelmente e ferozmente pelo peão que dava fortes palmadas em sua bunda já vermelha.
Isaias parecia um cachorro no cio que não pegava uma cadela há muito tempo, continuava a dar fortes tapas e penetrações profundas e rápidas só para ver o sofrimento no rosto de JP.
Está vendo mano?! É assim que se deve tratar uma puta… Fazendo ela chorar na rola do macho e ver quem manda.
O ritmo era constante e JP apenas rezava para aquele sofrimento acabar,oque não demorou muito,pois o peão já com suas bolas cheias de porra,anunciou que a gozada estava próxima.
-Se prepara Vadia! Se prepara que lá vem leite condensado e ai de você se não tomar todo…
Isaias saiu do rabo de JP e rapidamente segurando o garoto pelos cabelos, o fazendo ajoelhar-se e penetrou sua boca,que depois de poucas bombadas foi invadida por uma grande quantidade de leite,fazendo o peão urrar.
-Uuuuuuuuh ! Mama cadela… Não era isso que você queria aqui?! Mama! Mama! Até ficar brilhando.
Satisfeito com a trepada, Isaias pegou José Pedro pelos cabelos e levantando-o jogou em cima da cama, quase desfalecido e com as pernas bambas de fraqueza.
Rindo,o peão se vestiu e saiu tranquilamente do quarto deixando-o como uma boneca de pano jogada na cama.
JP pensara que tudo estava acabado, mas foi surpreendido e sem forças para reagir, foi penetrado violentamente por Josias, mostrando que a brincadeira só começara.

Continua…

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