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Surpresas da Vida (A Viagem 2/Continuação.) 26 de Abril 2016

  • Publicado em: 28 de dezembro de 2016 06:50
  • Expira: Nunca!
Surpresas da Vida (A Viagem 2/Continuação.) 26 de Abril 2016
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Detalhes do Conto Erotico:

[Após uma longa e tediosa viagem a fazenda de seus familiares, peixinho e seus pais foram calorosamente recebidos por seus avós e empregados, após a recepção, curioso, JP evadiu-se da casa-sede da fazenda da família para explorar a propriedade, e descobriu que não é só na cidade onde o perigo se esconde].

JP desfalecido foi surpreendido por Josias, sendo penetrado violentamente pelo jovem peão, indicando que a sacanagem não tinha acabado ela só estava a começar.
-Por favor Josias, eu não agüento mais, disse um choroso José Pedro ao peão,que já metia freneticamente no dolorido rabo do nadador…
– Deixe de manha viadinho! Para quem conseguiu levar a do meu irmão no caneco, até parece que o meu é lá essas coisas…
Sozinho e sem chance de escapar, JP estava nas mãos de Josias sendo sujeitado as suas taras.
Na fazenda tudo corria bem, a hora do almoço se aproximava e após o lanche da manhã todos estavam na sala de estar conversando animadamente.
Preocupada com a ausência do filho, D. Luciana perguntou a Enedina pelo paradeiro do filho, que pensava estar descansando no quarto.
– Ah não D. Lucy, o JP foi conhecer a fazenda, foi ver os cavalos, não se preocupe, sempre tem gente lá cuidando dos animais.
-Só espero que ele não se atrase para almoçar.
-D. Lucy, JP antes de sair disse que não iria almoçar, pois estava cheio, disse-lhe.
Ouvindo isso Seu José Pedro inconformado falou:
– De modo algum! Quem JP acha que é para fazer uma desfeita dessas?!
– Deixe o menino José Pedro, será bom deixá-lo conhecer a fazenda.
– Desculpe meu sogro, mas discordo, JP terá tempo suficiente para andar pela propriedade,
Em meio à conversa, ouve-se uma voz masculina a porta da casa,
– Seu Alcântara! Ô De casa!
Ao ouvir a voz, D. Enedina correu a porta, era seu filho Arthur, que acabara de chegar em sua moto e que assim como JP,também entrara de férias.
Apesar de viver no interior, Arthur teve seus estudos custeados pelos Avós de José Pedro, que eram seus “padrinhos” e sempre o trataram como a um segundo neto,tanto que ele estudava em um colégio da mesma rede de JP,as más línguas como não poderiam deixar de acontecer, diziam que ele era filho bastardo do velho Alcântara , como ele era conhecido na região.
Arthur tinha uma bela fisionomia, pele parda e belos olhos verdes, esta uma herança genética de seu pai, um corpo atlético devido aos trabalhos braçais que exercia na propriedade, mesmo não sendo empregado da fazenda, mas era uma atividade boa para manter o corpo, apesar de haver academia na região e caso pedisse a Seu Alcântara, com certeza o mesmo o poria em uma, mas Arthur já era grato por sua educação e jamais pensaria em abusar.
Após um grande abraço em sua mãe que a muito não via, foi cumprimentar a todos os presentes, Arthur foi apresentado a Luciana e seu esposo.
-Há quanto tempo meu rapaz! Está uma marra de homem, também, faz uns três anos que não o vemos…
-Nem parece aquele garoto magrelo de antes, andou tomando fermento, perguntou Luciana.
-Obrigado Seu José e D. Luciana, que bom vê-los de novo, onde está JP?
-Ah meu filho, era dele que estávamos falando agora… Falta pouco para a hora do almoço e o danado foi bater perna na fazenda.
– Se quiserem eu posso ir atrás dele, eu tenho que deixar minhas coisas em casa, tomar um banho e trocar de roupa, não tem nenhum problema.
-Mesmo? Que bom Arthur,ficaria tranqüila se você o trouxesse,disse D. Luciana sorrindo para o jovem.
A mãe de JP era bela e atraente, e isso não passava despercebido por Arthur, que observador e discreto, não tirava os olhos das belas pernas e tetas de Luciana.
– Então faça isso meu filho, o encontre e mande ele vir para cá ou traga ele depois de tomar banho,e venha almoçar conosco para participar desse dia alegre,disse seu Alcântara .
Arthur então se despediu de todos e se dirigiu a saída mas não sem antes ouvir sua mãe dizer:
-Filho, veja logo se ele está no estábulo com os cavalos, senão poderá estar vendo as vacas leiteiras no celeiro da ordenha, mas antes tome a minha chave para entrar.
Curioso ele perguntou:
-Ué? Por que se a chave secreta está lá?
-Eu disse a JP onde estava pro caso dele querer descansar lá,vai que ele esteja lá dentro e você não possa entrar.
-Tudo bem mãe,então estou indo,daqui a pouco chego de volta.
Arthur então foi-se, levando sua mochila e sua mala,numa passada mediana,e em sua cabeça não saia a imagem das tetas de D. Luciana e fluindo em seus pensamentos a imagem dela nos seus braços enquanto mamava suas tetas como bebê enquanto a “coroa” alisava seu mastro duro.
Mas seria impossível pensou ele,jamais uma mulher como ela se deitaria com um garoto,ainda mais filho de empregado,mas sonhar era grátis.
Após deixar suas coisas em casa ele se dirigiu ao estábulo,mas ao invés de ir pela frente,preferiu adentrar pelos fundos do prédio,onde ficava o alojamento dos peões.
Foi então que passando pelos quartos,ouviu tapas seguidos por gemidos e ranger de cama dentro de um cômodo,devagar chegou perto,pensando ser algum peão a trepar com alguma puta,empregada ou meninota filha de funcionário.
Mas oque viu o deixou atônito, pela fresta da porta, que era uma simples porta de báia,viu o pobre JP sendo currado fortemente por Josias na cama enquanto era novamente forçado a chupar a verga de Isaias.
Imediatamente o jovem fez menção de entrar, mas ao ver JP rebolando enquanto era arregaçado pelo peão, preferiu manter-se calado, observando e esperando o desfecho daquela situação.
-Rebola na rola do seu macho fresco! Não é isso que você queria aqui?!
E dê um trato na jeba do meu irmão, quero ver você mamar todo leite…
JP rebolava na esperança de que o peão gozasse o mais rápido, Josias estava alucinado,em meio as reboladas,dava estocadas rápidas e profundas no rabo de José Pedro,que gemia como uma vaquinha.
Isso vaquinha…Isso…Geme na chibata de seu macho Puta ! Falta pouco para Papai encher esse rabo de leite.
Arthur não entendia como um garoto como JP, vindo da capital e que com certeza tinha do bom e do melhor, estava deixando ser feito de puta pelos dois peões que eram conhecidos pela molecada da fazenda por brincarem com as éguas, vacas e até cabritinhas da propriedade, além de fazer de mulher alguns garotos viadinhos da escola e pegar umas caboclinhas e até uma viúva quarentona da localidade.
Arthur observava e viu o momento em que Isaias, segurando os cabelos de JP enfim encheu a boca do neto de Seu Alcântara de esperma.
-Aaaaaaaah…Isso ! Assim… Engole o mingau de gala seu peroba! Isso, engole tudo… Não quero ver deixar cair…
Josias após minutos metendo forte começou a ter espasmos onde acabou explodindo em uma grande gozada, enchendo o rabo de JP com grande quantidade de esperma quente e grosso.
Uuuuuuh cacete! Chora vaquinha…
Rindo, os irmãos começaram a se vestir e antes de sair disseram a JP:
-Agora fresco, dá o pinote daqui… Tem um banheiro ali, se limpa e pega o rumo !
Arthur então correu para frente do estábulo chamando o nome de todos:
– Anselmo! Anselmo! Você está aí? Burro Preto! Josias! Tem alguém nesse puteiro?
Assustados com a possibilidade de Arthur vir aos alojamentos, os irmãos foram apressadamente recebê-lo para que não flagrasse o “turista” baitola.
-Fala playboy! Está perdido por aqui?! Há quanto tempo “homi”…
Não querendo enrolar muito Arthur falou:
-Cheguei hoje de férias, ficar um tempinho aqui… Vim falar com Anselmo, mas já que não está, volto depois, agora vou tomar banho.
Mas agora sai da frente que vou no banheiro.
Dando passadas rápidas, Arthur se encaminhava ao banheiro, sendo acompanhado pelos irmãos que estavam apreensivos pela possibilidade do “turista” peroba ainda estar lá,mas ficaram aliviados ao ver que o banheiro estava vazio e que provavelmente o turista tinha picado a mula.
Na realidade, José Pedro já estava distante do estábulo e da vista de Arthur, vendo que JP não estava mais lá,despediu-se dos peões e tomou o rumo de casa,pois com certeza encontraria ele lá.
JP estava em um estado lastimável: após alguns minutos de curra, seu “cuzinho” estava laceado e dolorido, de tanto ter sido castigado pelas jebas dos irmãos, estava a mancar pelo caminho.
Seu corpo exalava um odor forte, mistura de esperma, suor, esmegma e cheiro de cavalo, enquanto sua boca e língua eram esperma e sebo puro, uma típica rapariga de bordel de quinta.
Apesar de ter se limpado como pode, sentia seu rabo empapado de gala e vazando como se fosse um carro velho.
José Pedro estava angustiado, pois não tinha idéia de como entraria no casarão naquele estado sem ser visto, mas lembrou-se da casa de Enedina e dirigiu-se até lá para se lavar ou tomar banho.
A chave estava no local como Enedina dissera,e assim ele entrou… Sem perder tempo, JP tirou os tênis e a roupa e entrou no chuveiro.
O refrescante banho era como um Oasis depois de uma caminhada no deserto,só o alívio de tirar a o aroma fedegoso do corpo era um alívio.
Para tirar seu hálito que estava puro esperma e sebo, JP pegou um frasco de shampoo e gargarejou por uns dois minutos, lavou tronco, braços e pernas, mas na hora de lavar seu rabo, pôde imaginar como estava a situação.
Arthur acabara de chegar a sua casa e como já previa, JP estava lá dentro.
Lentamente foi abrindo a porta e sorrateiramente adentrando a sala, de onde pode escutar a movimentação de JP no banheiro.
Peixinho estava a se ensaboar, totalmente relaxado depois de minutos de sofrimento, tanto que nem se deu conta da presença de Arthur que o observava atentamente.
Ao chegar em sua bunda,ensaboou lentamente,mas ao lavar seu “anelzinho”,a espuma do sabonete provocou um ardor no seu rabo esfolado,fazendo gemer com a ardência.
Nem quero ver como está a situação no meu caneco, com certeza deu Perda total, pensou JP.
Arthur observou JP, e apesar de nunca ter tido atração por alguém do mesmo sexo, ao ver o nadador lavando a bunda, ficou excitado, não por cobiçar JP, mas porque em sua mente veio a imagem de D. Luciana.
O estudante se masturbava olhando o rabo grande de JP, que massageava sua dolorida bunda e tal imagem o fazia sonhar com a coroa.
Mas voltando a sensatez, Arthur se recompôs e com o juízo novamente, abriu a porta e já enfiando a cabeça disse:
– JP, tudo bem?
O garoto se assustou com a presença dele e gritou:
– Aaaaah! Quem é você? Perguntou se escondendo atrás da cortina.
Rindo Arthur falou:
-Que é isso JP vai me dizer que não me reconhece mais não?! Arthurzinho, filho da empregada.
Jose Pedro ficou espantado, mas após olhar direito reconheceu o garoto.
-Meu deus Arthur! É você?! Está enorme…
-Você também “tampinha”, nem parece aquele moleque que brincava comigo… Estava a sua procura, seus pais me pediram para procurar você para almoçar, eu estou sujo, posso tomar banho também?
José Pedro hesitou, mas ele tinha Arthur como amigo e aceitou.
-Por mim fique a vontade, a casa é sua não é mesmo?
Sem fazer cerimônia, Arthur tirou sua roupa deixando JP espantado com o porte do amigo.
– É, parece que é verdade oque dizem sobre o clima da fazenda realmente fazer bem.
-Nada como o ar fresco, trabalho e um bom leite para fazer o macho crescer forte JP, mas acho que você sabe disso, pois andou tomando muito leite não é?
José Pedro petrificou ao escutar e saber que era do conhecimento de Arthur a orgia acontecida no estábulo com os irmãos, nervoso, seus olhos começaram a lacrimejar ao pensar na possibilidade dele falar a seus pais.
– Não precisa chorar JP, não é da minha conta se você gosta de queimar o “frezado” e agasalhar uma manjuba, cada um faz oque gosta e ninguém tem nada com isso.
Falou Arthur enquanto se ensaboava.
-Mas não consigo entender como um cabra pareia como você, dá o “Zé de gola” para dois cafuçus, duas almas sebosas comedores de égua como Josias e Isaias.
Com uma expressão constrangida JP falou:
– Eles me forçaram Arthur… Não tive escolha, me usaram como um rapariga de puteiro de estrada e me curraram como uma égua reprodutora, disse com uma expressão de choro.
Arthur ouviu os lamentos de JP enquanto tomava banho, sem mais demora Arthur tirou todo sabão de cima dele e fechou a torneira,se encaminhando ao quarto onde eles se vestiram.
José Pedro pediu a Arthur uma cueca limpa, pois a dele estava ensopada de porra,oque prontamente Arthur fez.
-Vamos JP, todos devem estar esperando por nós, já estamos atrasados, quanto aos dois arrombados, pode ficar sossegado, foi a primeira e última vez que tocaram em você.
-Por favor Arthur, deixe como está,não quero que oque aconteceu chegue aos ouvidos de meus pais e avós,seria terrível,e muito menos gostaria de prejudicar os pais deles que não tem culpa,no mínimo receberiam as contas.
Pensativo Arthur falou:
-Deixe comigo “tampinha”, oque é deles está guardado…
Arthur e JP então saíram e foram apressadamente para a fazenda,no caminho foram batendo papo,José Pedro pensava no que iria dizer aos seus pais sobre a demora e o fato de ter tomado banho na casa dos outros,fora que teria que esconder as roupas sujas para que não vissem.
Chegando a fazenda, entraram pelos fundos onde JP entrou em um quarto onde já estavam suas malas, podendo retirar aquelas roupas fétidas de seu corpo.
Ao entrar na sala, Arthur ouviu do Avô de JP:
– Conseguiu encontrar JP Arthur?
– Sim Padrinho, ele foi ao quarto trocar de roupa, mas chega já.
Então pouco depois José Pedro chegou à sala de jantar onde todos já estavam acomodados.
– Desculpe pela demora, a caminhada estava tão boa que nem notei à hora… A fazenda está uma beleza vô, seus cavalos são lindos.
Seu José Pedro estava chateado com JP e seu atraso, afinal ele estava na casa de seus avôs, e apesar de serem parentes as regras e horários da casa deveriam ser respeitados, pois eram visitas apesar do sangue.
Enquanto conversavam, aos poucos D.Enedina vinha trazendo a refeição, era um dia de comemoração.
A mesa ficava florida de tanta comida boa: Escondidinho de carne de sol, feijão de coco, arroz, bolinho de carne, farofa, salada, vinagrete, macaxeira frita, purê de batata, além de suco de cajá e de laranja.
-Eita danado! A mesa está de se fartar meu sogro… Parece festa.
-E por acaso não é?! Não é todo dia que podemos nos encontrar, então cada reencontro é uma comemoração.
Vendo Arthur ainda em pé, José Pedro falou:
-Ei Arthur, sente ao meu lado para conversarmos, disse JP sorrindo.
-Claro! Falou Arthur já se acomodando.
D. Yolanda chamou Enedina para acompanhá-los a refeição mas esta agradeceu e recusou o convite,com a desculpa de quê iria fazer companhia a D.Selma, mãe dos dois peões Josias e Isaias.
A conversa rolava solta em meio a tanta comida, enquanto José Pedro e seu sogro conversavam sobre indústria têxtil, gado leiteiro, de corte e produção agrícola, D. Luciana e sua mãe falavam sobre matrimônio, família e seus problemas.
Já Peixinho trocava umas idéias com Arthur, sobre colégio, esporte e talvez um possível evento intercolégio que iria ocorrer.
Após o término da refeição, todos se dirigiram a varanda, onde comeram doce de leite e bolo como sobremesa além de tomarem um cafezinho e um licor de laranja.
Após a sobremesa, Seu Alcântara se refestelou em uma rede enquanto seu genro se satisfez em uma confortável poltrona-concha de fibra sintética,sua esposa,cansada pela viagem,apagou em outra rede do recinto enquanto D. Yolanda batia um papo com seu esposo e genro.
Ao longe, Arthur preparava um plano para Peixinho se vingar dos irmãos apesar dele estar meio hesitoso.
-Você tem certeza que dará certo essa presepada Arthur? Acabei de chegar aqui,não quero ter mais problemas do que arranjei,muito menos uma confusão que chegue nos ouvidos de meus pais,seria constrangedor,poderia dar em morte ou polícia.
-Vai por mim JP, se você for na cara dura e com confiança o plano vai sair perfeito,eles irão ficar com medo de você.
Após o encorajamento, os dois se apossaram de um automóvel da fazenda, uma Chevrolet Montana,ou como o Avô de JP chamava : “Monstrana”.
Ao chegarem perto do estábulo, os dois foram a pé, onde Arthur deixou JP ir à frente enquanto ele esperaria o momento.
Como esperado, os dois peões estavam acomodados descansando, mas sem nenhuma vergonha, Isaias se masturbava sem se preocupar de ser visto.
Ao ver “Peixinho” se aproximar, Isaias rindo disse ao irmão:
-Eu não disse mano?! Depois que esses viadinhos provam da macaca do negão não querem saber de outra coisa… Minha rola vai ficar cheia de calo de tanto trabalhar!
Enquanto seu irmão ficava deitado observando, Isaias se levantou e se masturbando foi em direção a JP e falou:
– E então peroba, gostou da rola do negão não foi?Deixe de frescura, aproveita que a jeba tá babada e comece a mamar gostoso seu macho…
Oque se seguiu foi rápido, José Pedro aproximou-se e confiante desferiu uma joelhada nos bagos do peão que imediatamente foi ao solo gemendo devido a dor.
-Você pensa que está falando com quem seu merda?! Com algum de seus amigos?!
Josias ao ver seu irmão gemendo de dor se levantou indo em direção a JP que pegou uma pá que estava encostada a parede.
-Você está doido seu peroba filho de uma égua?! Você vai levar uma boa coça por ter atacado meu irmão…
-Pode vir seu peão de Merda! Bradou JP empunhando a pá.
-Você vai apanhar até umas horas, gritou Josias.
Nesse momento Arthur interveio na confusão e falando grosso disse:
-É melhor você tomar cuidado com oque fala Josias, a não ser que você queira ser mais um desempregado nesse estado, ainda mais por justa causa arranjando briga com o dono da fazenda…
Mas e então?Que porra é essa que está acontecendo aqui?! Alguém pode explicar?
Josias esbravejando, contou o acontecido a Arthur, e assim como seu irmão estavam “eriçados” querendo avançar em JP.
Dono?! Perguntaram espantados os irmãos em uníssono.
– Sim, eu sou dono dessa fazenda seus “peão” de bosta, assim como minha mãe… Cada égua que vocês limpam e fodem, cada fruta, cada porco e cada esterco que vocês juntam são meus por direito…
Os gêmeos ficaram mudos com a revelação de José Pedro que continuava a falar:
– Quando mexerem com alguém é melhor terem cuidado para não se arrependerem, eu não esqueci as boas vindas que vocês me deram…Vocês tem sorte que apesar de estar com muita raiva,eu não queira ferrar vocês,senão eu faria vocês pegarem seus farrapos e irem embora dessa fazenda ou até uma bela surra,vocês não mexeram com o filho de um peão…
Josias e Isaias tentaram falar, mas foram interrompidos por JP:
– Acho que a conversa acaba por aqui! Vamos Arthur, tenho muito que ver da fazenda…
Arthur querendo amenizar o clima de briga convidou JP para ir tomar um banho em uma lagoa dentro da propriedade para se divertir e quem sabe, esquecer os dois irmãos e o acontecido.
Mas chegando lá a diversão tomou outro rumo.
Continua…

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