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Surpresas da Vida (A Viagem 4.1/Continuação.) 16 de Junho 2016.

  • Publicado em: 27 de abril de 2017 08:42
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

[Após passar longos minutos de muito sexo nas mãos dos dois peões, depois de um deslize dos irmãos, Luciana conseguiu fugir do “matadouro”, levando consigo as imagens comprometedoras gravadas no estábulo, ficando livre de qualquer possibilidade de chantagem].

Luciana voava pela estrada de barro, já estava a uma boa distância de onde deixara os irmãos, angustiada, em sua mente passavam sentimentos de vergonha, alívio e vingança, apesar do sentimento de prazer que sentiu no ato não consentido.

Ela se sentia a maior das vagabundas, seu estado era lastimável, seus cabelos desgrenhados, seus seios tinham marcas de “chupões” e de tanto serem apertados, seu corpo e seu hálito fediam a porra, assim como o odor de suor dos peões.

Naquele momento ela só queria tirar tudo àquilo que estava impregnado nela, necessitava de um banho e para isso dirigiu-se para a lagoa, onde poderia se lavar rapidamente antes de voltar para casa.

Após alguns quilômetros chegou à mesma lagoa onde JP e Arthur estiveram, um lugar bonito e reservado, Luciana não contou conversa, tirou sua roupa e entrou somente trajando lingerie.

A água estava fria devido às chuvas dos últimos dias, mas isso era algo irrelevante para Luciana que deu um bom mergulho para limpar corpo e alma, dos males acontecido o pior já tinha sido evitado, sua exposição em vídeo já era passado, não havia provas do ato sexual e sua imagem não seria manchada.

Mas agora, relaxando na água, sua mente estava focada no que iria fazer com os peões irmãos, apesar de ser uma senhora culta elegante e de boa educação, ela não iria deixar barato, não iria negar ser filha de quem era, pois seu pai antes de ser o homem respeitável de hoje, já foi temido e não deixava barato uma pendência com algum desafeto.

Seus pensamentos foram atrapalhados com o relinchar de um cavalo, Luciana se assustou com a possibilidade de ser os irmãos, mas acalmou-se ao ver que era outra pessoa,apesar da situação constrangedora em que se encontrava,vestindo apenas trajes íntimos.

Era Anselmo, empregado de seu pai que estava a passar na intenção de dar um mergulho, relaxar e dar de beber seu cavalo.
Anselmo ao se aproximar conheceu o veículo e crendo que Luciana fosse uma turista falou:

-Boa tarde senhora! Está precisando de ajuda? Eu trabalho na fazenda, se precisar de algo estou à disposição para ajudar qualquer visitante…
Luciana olhou para Anselmo e apesar do susto inicial, sorrindo disse:

– Obrigado rapaz, mas não preciso de ajuda, eu não sou bem uma visitante, apesar de fazer muito tempo que não venho aqui, estou mais para família, acredito ser sua patroa.
Anselmo ficou espantado com a revelação e a seguir falou:
– Você é a filha de Seu Alcântara?! D. Luciana, ouvi falar da senhora por D.Enedina, muito prazer em conhecê-la, meu nome é Anselmo.

Tudo bem com a senhora?
– Sim, apenas se refrescando um pouco e matando a saudade dos velhos tempos…
– Meio estranho tomar banho num clima desses, mas cada um tem suas doideiras…
– Pena não ter aqui um sabonete ou shampoo, o banho seria completo.
-Talvez possa quebrar seu galho, eu ia dar um banho na égua e trouxe um shampoo dentro do alforge para passar nela.
Rindo Luciana disse: Por acaso tenho cara de “égua” Anselmo?
– “Se” fosse uma égua, com certeza seria uma das mais belas…

Luciana se surpreendeu com a resposta do veterinário, mas preferiu deixar passar em branco, não deixando de reparar na beleza do jovem que não era de se jogar fora, parecia que tinha caído do mundo das passarelas para o de estrume de vaca e cavalos…

Anselmo foi em direção ao animal onde no alforge pegou um frasco de shampoo, que entregou em mãos a Luciana.
O veterinário ficou admirado com a beleza de D.Luciana, e vê-la tomar banho na sua frente, era como admirar uma pintura, uma bela obra de arte.

Após o banho, para sua surpresa, Luciana saiu da lagoa sem se importar de estar trajando lingerie e aproximou-se de Anselmo que em mãos tinha uma toalha e ofereceu-lhe.
Agradecida Luciana aceitou e se enxugou com a toalha, lhe devolvendo e após vestir-se despediu-se e subiu no “Buggy” mas antes algo surgiu em sua mente então ela falou:
-Bem Anselmo, obrigada pela companhia, foi um prazer lhe conhecer apesar de não estar apresentável.

Quem sabe não poderemos cavalgar juntos e conversar mais?
A muito que não sei oque é cavalgar um bom cavalo…
-Quando quiser D.Luciana, estou aqui para servir.
-Bom ouvir isso…

Luciana ligou a ignição e tomou seu rumo, naquele momento ela sabia quem iria ajudá-la em seus planos…
Enquanto isso na fazenda, José Pedro não conseguia segurar sua aflição e após ter desencanado de seus medos com a segurança de sua mãe, a aflição voltou novamente à cabeça e então resolveu novamente procurar a chave do SUV mas agora pela sala.

Após um “pente fino” na sala, finalmente a achou no fundo de uma gaveta.
JP foi ao quarto, onde pôs um Jeans, uma camiseta polo, boné e um par de tênis.
Com cuidado, para não ser visto, demorou um pouco, até ter certeza de que realmente o caminho estava limpo para sua saída.

Aproximando-se do carro, JP o destravou e rapidamente se posicionou botando o cinto e então ligou a ignição, seu motor era silencioso e a chuva fina que caia contribuía para o plano de JP.

Apesar de ser um carro de pequena motorização, com sua potência de 238 cavalos e máxima mediana de 200 km/h, era potencialmente perigoso em mãos inexperientes.
JP já sabia seu rumo: primeiro iria aos estábulos e depois na área de ordenha e corte.

Escolhido o trajeto, JP engatou a ré e após manobrar pegou a estrada rumo às instalações da fazenda, confiante no carro e suas capacidades, “peixinho” ousava e andava um pouco acima do recomendável em uma estrada de barro lamacenta, quase chegando à velocidade máxima permitida em nossas estradas rurais que é de 60 km/h.

Apesar de não haver perigos a frente como outros carros, motos, caminhões e pedestres, era algo imprudente, mesmo dentro de um carro com recursos de segurança como Air-bags, ABS, BAS, EBD e outras siglas incompreensíveis.

Ao longo do caminho, JP passou em frente à casa de Arthur onde pôde ver sua moto encostada.
Pela janela lateral de seu quarto, Arthur viu o SUV se afastar e ao longe parar de frente ao estábulo, o jovem fascinado por D. Luciana esperou o momento para vê-la descer do SUV, mas se surpreendeu ao ver José Pedro descer do automóvel.

Prevendo a merda que estava por vir, Arthur que estava semi-nú resolveu fazer algo antes que realmente acontecesse algo.

José Pedro desceu do carro e foi recebido pelo cavalariço, chamado Eliseu que vendo a aproximação do carro tinha ficado a postos.

-Bom dia! Estou procurando uma pessoa, talvez você possa ter visto e possa me ajudar.
– Se eu souber quem é talvez…
-Procuro uma mulher, de mais ou menos 1,65 cabelos negros e olhos castanhos, de boné, tênis e usando uma saia e um top.
-Pra falar a verdade não vi não, mas escutei o barulho de um carro saindo daqui mais cedo, bem capaz de estar com Josias e Isaias,os “desgramados” me acordaram,me mandaram cuidar dos cavalos e sumiram…

-Como assim?! Onde eles dois estão?
-Vixe “Dotô”,se estiverem onde estou pensando,devem estar no “matadouro”,é pra onde eles levam as “raparigas” quando querem “furar” um “barbudinho”…

Do jeito que os dois são, há essa hora devem estar arregaçando a safada, rola a torto e a direito!

-Eu não quero saber! Onde fica a porra desse “matadouro”?! Perguntou irritado.

– É no final das terras do patrão, dentro das terras de uma família que nem existe mais… É uma casinha abandonada.
José Pedro entrou no carro e saiu em disparada, Arthur em sua moto parou e perguntou ao cavalariço, que contou oque ocorrera e após ouvir o relato do mesmo, saiu em disparada atrás de JP em sua moto que não era lá calçada para terrenos Off Road,arriscando sua vida para não acontecer o pior.

José Pedro ia veloz quando em sua frente, saindo por detrás de um matagal, uma vaca cruzou-lhe o caminho:
Tudo foi rápido, numa fração de segundos, ao ver o bovino, JP ainda teve a reação de tirar o pé do acelerador, frear e puxar a direção para a direita, onde o carro deu um pequeno voo, caindo em um declive à margem da estrada, indo em direção a um pequeno brejo onde o carro parou afundando as rodas dianteiras do carro no brejo.

Após o incidente, José Pedro estava estático, ainda agarrado à direção, mas vivo, porém José Pedro sabia que tinha afundado as rodas no brejo, mas não sabia até onde, com medo de piorar uma situação que estava ruim, teve a ideia de sair pela mala do utilitário que foi aberta pelo controle.

Mas antes que pudesse sair, viu a imagem de Arthur vindo em sua direção ao seu socorro.

– José Pedro! José Pedro! Você está bem?!
Ao aproxima-se do veículo Arthur concluiu:
– Que porra foi isso JP?! Você comeu merda, fumou maconha estragada?!
Onde você estava com a cabeça para pegar o carro do seu pai e sair por ai?!
-Por favor Arthur ! Sermão agora não…

Agora eu só preciso que você me ajude a sair do carro.
Arthur fechou a mala e sugeriu que José Pedro saísse pela janela traseira, e segurando ele nos braços, o levou a margem, onde o nadador começou a lamentar.

-Meu deus Arthur! Como vou tirar esse carro daqui?! Meu pai vai me matar e ele talvez chegue amanhã ou ainda hoje.
– Calma JP nada de desespero, o carro pode sair daí sozinho, sorte sua que nem água entrou pelo escapamento, se isso tivesse acontecido, o seu problema ia ser grande, senão só com guincho ou trator sairia daqui.
Mas agora descanse um pouco enquanto eu penso em algo para tirar esse carro daqui e salvar sua pele.

Enquanto estavam sentados pensando em algo JP e Arthur foram surpreendidos por Luciana, que enquanto retornava a fazenda se deparou com a cena ao longe e vendo a moto de Arthur na estrada resolveu parar já pensando no pior, se aproximou e surpreendeu os dois:
-Vocês podem dizer que diabo aconteceu por aqui?! Que merda foi essa?!

Eu devo estar sonhando, eu não acredito que você fez a imbecilidade de pegar o carro de seu pai José Pedro… Você tem ideia da confusão que você arranjou?!
Luciana não estava em seu melhor momento, e devido a tudo que ocorreu, ela se excedeu e segurando JP pelo braço, deu-lhe umas tapas no corpo e no rosto de JP, sendo contida por Arthur.

-Por favor D.Luciana, não bata em JP,sei que ele pode merecer até um castigo mas acho que agora não é o momento.
Luciana aceitou o pedido de Arthur e afastou-se para se acalmar enquanto JP estava choroso encostado na traseira do carro, era a primeira vez que ele tinha apanhado de sua mãe, apesar de nunca ter dado motivo.

-Como iremos tirar o carro daqui Arthur? Com certeza não deve ter guincho por aqui, e se tiver danificado algo importante do carro e não puder ligar?!
Nem concessionária nesse fim de mundo tem…
– Bem, só tem um jeito de saber:

Arthur sugeriu que Luciana tentasse tirar o carro,Arthur abriu a porta traseira do carro para que ela entrasse no SUV e para que não melasse o interior de couro com lama se ofereceu para levá-la nos braços.
Luciana quis rir com a sugestão, mas oque tinha a perder?
Sua nudez foi exposta a dois moleques que a curraram e usaram como puta, fora vista tomando banho de lingerie pelo funcionário da fazenda, naquele momento não haveria nada que a pudesse constranger mais ainda.

A mãe de José Pedro consentiu e Arthur com todo cuidado a pegou e a fez entrar pela janela.
Luciana se acomodou no banco do motorista, respirou um pouco e ligou a ignição, tendo o carro respondido normalmente.

Engatando a ré, a saída do carro não foi tão difícil graças à tração integral e os pneus de uso misto, lentamente Luciana tirou o carro, dando ré e manobrando com cuidado até pô-lo na estrada.

Após constatar que o carro estava em bom estado, Luciana pediu a Arthur que levasse o ATV para a fazenda juntamente com JP, pois ela iria à frente.

– José Pedro, você irá com Arthur no carro, ajude ele a pôr a moto na caçamba, nós temos muito oque conversar quando chegarmos em casa.
José Pedro não gostou, mas vendo que sua mãe estava diferente, não quis contrariá-la mais e preferiu acatar a ordem.

Luciana saiu em disparada enquanto Arthur e JP observavam, o atacante olhou para JP e falou:
– É “tampinha”, pelo jeito o tempo vai fechar para você…
Melhor se preparar e ir pensando no que falar, apesar de que do jeito que sua mãe ficou alterada, acho difícil você ficar sem castigo.

Mas vamos deixar de conversa, quanto mais rápido enfrentar a fera melhor… Agora me ajude a pôr a moto na caçamba e a amarrar para não cair.

Após o esforço, Arthur tomou a direção e ambos tomaram o rumo para casa.

Depois de uma “pisada” rápida, Luciana chegou à fazenda, onde encontrou seus pais na varanda.
Dona Yolanda e seu Alcântara perguntaram sobre o passeio e se sabia do paradeiro de JP que não estava na casa.

Luciana falou do passeio e explicou o ocorrido com o nadador, deixando seus pais chocados e preocupados.
-Mas não pense JP que vai escapar dessas! Ele nunca deu motivo para castigo, mas não é por ser a primeira vez que irei alisar…

Agora se não se importam irei ao meu quarto tomar um banho,quando ele chegar pai/mãe,peça que me espere no escritório.

Após uma leve demora,enfim José Pedro chegou,sendo recebido pelos avós que deram uma reprimenda e os enviaram ao escritório.

José Pedro bateu na porta, recebendo autorização para entrar.
Sentada em um sofá estava Luciana, já recomposta e vestida decentemente.
JP ficou de pé em frente a sua mãe que falou:

-Demorou heim José Pedro… Sente-se!
Espero que tenha uma boa desculpa para me dar, oque você fez não explicação, oque deu em você?!
Oque lhe deu na cabeça para pegar o carro do seu pai, sair com o terreno enlameado perder o controle e quase afundar o carro no brejo?!

-Me desculpe mãe, eu não devia ter feito isso, mas estava preocupado com você, com medo que algo tivesse acontecido…

-Medo de quê?! Levar um coice de uma vaca, de um cavalo?!
Você poderia ter atropelado ou pior, matado alguém… E aí?! Como ficaria?!

Para seu azar, JP respondeu impensadamente a sua mãe, piorando sua situação.

– Mas pode ficar tranquila mãe, eu não destruí o belo carro de Papai, afinal ele é muito caro não é?!
Seu atrevimento foi respondido com um forte tapa em seu rosto, fazendo-o voltar a realidade e ver que não estava falando com um amigo e sim com sua mãe.

-Me respeite seu atrevido! Com quem você acha que está falando?! Sou sua mãe!

Eu não me preocupo com a porra do carro do seu pai, carro se compra, pessoas não…Uma peça você pode comprar, agora um olho, uma perna ou braço não tem como.

Se você tivesse ficado calado, teria sido melhor, mas você tinha que falar não é?!Quem sabe uns cinco dias de castigo dentro de casa irão lhe fazer bem…
Isso é tudo José Pedro, aproveite esses dias para pensar, vá para seu quarto, eu lhe chamarei na hora do almoço… Agora me deixe só.

Como pedido,José Pedro chateado foi para seu quarto,evidentemente achando injusta a atitude de sua mãe,por apenas se preocupar com ela e zelar por sua segurança,mas não sabia ele que sua mãe já fora apresentada a Josias e Isaias.

Continua…

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