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Surpresas da Vida (A Viagem 4/Continuação.) 12 de Maio 2016.

  • Publicado em: 17 de janeiro de 2017 14:43
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

[Em meios às férias Seu José Pedro teria que se ausentar devido a acontecimentos imprevistos em sua empresa que exigia a sua presença, deixando JP e sua mãe na fazenda, onde D.Luciana e JP passariam por grandes emoções].

A manhã estava chuvosa na fazenda, ainda era cedo e quase todos estavam a dormir dentro do casarão, o relógio marcava 05h30min da manhã.

Seu José Pedro estava na varanda acompanhado do sogro, Seu Alcântara que fumava um cigarro e o fazia companhia enquanto tomavam uma xícara de café e uma tigela de bolo de milho.

Após receber um telefonema na noite anterior da diretoria, informando uma paralisação de funcionários em protesto aos planos de demissão e aposentadoria voluntária.
Sua empresa conta com um quadro de 500 empregados, mas apesar do bom lucro do ano passado, os recentes preços e custos estavam em alta e diminuíram em 50% o lucro da empresa no segundo trimestre, para R$ 13,2 milhões, apesar do aumento de 8% as vendas no período, os custos ascenderam,reduzindo a margem bruta.

Devido à urgência, ao invés de se deslocar de carro, achou por bem mandar uma aeronave para buscá-lo quanto mais cedo para a reunião com os líderes trabalhistas.

Depois de uma hora de espera, finalmente o transporte estava a se aproximar, Seu José Pedro despediu-se do sogro e de D.Yolanda que tinha despertado e que tinha se juntado a eles na varanda.

José Pedro estava a dormir, mas despertou assustado pelo barulho da aeronave que pousou a uma distância do casarão.
JP levantou-se rapidamente, mas ao chegar à varanda ainda pôde ver o helicóptero levantando vôo e tomando seu rumo, vendo seus avós ele perguntou:

– Oque aconteceu Vô? Oque aquele helicóptero veio fazer aqui? Alguém perdido ou com problemas?

-Ah, não foi nada meu filho, foi somente seu pai que teve que ir resolver alguns problemas urgentes, nada demais…
Mas ainda é cedo, porque não volta a dormir? Lá pelas 9hs eu lhe acordo.

-Já era Vô, agora eu perdi o sono… E com o cheiro vindo da cozinha aí que não me deito mais.
-Meu pai falou quando volta Vô?
-Se tudo der certo, ainda hoje, senão somente amanhã.
-Nem mal chegamos Vô e ele já teve que voltar aos negócios… De quê adianta ser dono de uma fábrica, ter vice-presidente, diretores, conselheiros e não conseguirem tomar uma decisão sozinhos?!

Seu Alcântara riu e olhando para o neto disse:
-Ah meu neto, você é muito novo para entender, quando você estiver ao lado de seu pai,verá que as coisas não são simples assim.
Pedrinho, você acha que ter empresa é fácil? Precisa estar sempre ali, não tem férias, não tem descanso e vai ter que trabalhar dia e noite. Se deixar as coisas na mão dos funcionários sua empresa vai quebrar, não dá para confiar em ninguém… Tem um ditado que diz: “Quem engorda o boi é o olho do dono”…
Assim como seu pai, tenho muita responsabilidade aqui nos meus negócios, sou um simples vendedor de leite, de carne, de frutas, mas em qualquer negócio tem que se ter pulso forte, senão a coisa desanda.

-Bem, que seja Vô… Agora com sua licença irei tomar café, o cheiro está bom e o bucho já está reclamando.
– Tudo bem, pode ir Pedrinho, D. Enedina fez um bolo de milho pensando em você.

José Pedro se retirou e foi para a cozinha, onde se sentou a mesa farta e sem cerimônia deu inicio a refeição.
Em meio a tanta comida, José Pedro não parava de pensar no que havia acontecido entre ele e Arthur na lagoa, momentos de puro prazer e êxtase, oque lhe deu satisfação, mas um pouco de culpa, deixando a consciência pesada já que Maxswell era seu “macho”.

Envolto em pensamentos, JP voltou à terra ao sentir um beijo em sua cabeça, era D.Luciana que já havia despertado.
-Bom dia filho! Oque aconteceu para acordar cedo? Formiga na cama?

JP se espantou com a pergunta da mãe e falou:

– Tá bom mãe, por acaso vai me dizer que você não escutou o barulhão agora de manhã?! Vai ter o sono pesado assim lá no inferno…
-Cuidado com a boca JP, sou sua amiga, mas sou sua mãe.
– Desculpe mãe…

José Pedro notou que sua mãe estava arrumada, usando baby look,saia, botas além de um boné a mão e perguntou:
-Vai dar um passeio mãe?
-Sim JP, quero ver a fazenda, os cavalos no estábulo, as vacas leiteiras e os pomares, há muito que não venho aqui, deve estar tudo mudado.

Após D. Luciana sair, imediatamente veio à mente de “peixinho” a possibilidade de sua mãe se encontrar com os irmãos peões Josias e Isaias, que com certeza iriam se oferecer para ajudar sua mãe na visita as instalações e pomar da propriedade, oque lhe deu certo temor.

JP tentou alcançar sua mãe, mas ao chegar à varanda, ela já havia pego o “Buggy” e saído rapidamente.

Nervoso, correu ao quarto dos pais na intenção de pegar a chave do SUV para ir atrás da mãe, procurando em todas as gavetas da cômoda, guarda-roupa e criado mudo.

A procura de JP foi em vão, desolado ele foi para a sala.
Sua vontade era ir atrás dela, nem que fosse a pé, mas o clima estava chuvoso ainda, não tinha nada para ajudá-lo a ir atrás de sua mãe, nem um mísero cavalo ou charrete.
José Pedro sentou no sofá, respirou fundo e achou melhor pensar positivamente e não deixar se pegar pelo medo, afinal conhecia sua mãe e sabia que ela era doce, mas sabia jogar duro quando contrariada, e não seria presa de dois caipiras cheirando a cavalo e esterco, mas JP não tinha noção do que iria acontecer.

Luciana dirigiu suavemente pela estrada enlamaçada para não haver algum imprevisto trágico.

Sua saída matinal não tinha nada haver com interesse no andamento do patrimônio ou para matar saudade da fazenda, ela estava preocupada com a ausência repentina de seu marido e as causas da viagem, ela estava a par dos negócios de seu esposo apesar dele não compartilhar informações e assuntos, ela sabia dos rumos da empresa.
Enfim Luciana chegou ao estábulo, onde aparentemente não havia ninguém.

Os cavalos estavam guardados na cocheira, protegido do mal tempo, o ambiente estava organizado e limpo.
Os animais eram belos, ela estava maravilhada com a beleza e qualidade do plantel de seu pai,Seu Alcântara tinha belos reprodutores em sua fazenda, ao ver um belo animal ao fundo,ela se aproximou-se e começou a acariciá-lo.

Era um lindo garanhão negro da espécie manga-larga marchador, que devido à proximidade com algumas éguas, estava se mostrando excitado,com seu penis meia bomba, D. Luciana sentiu algo diferente diante daquilo, sentiu um calor no ventre, nojo e excitação ao mesmo tempo.

Sendo acometida por uma curiosidade, se ajoelhou e começou a afagar o majestoso membro do animal, que foi crescendo conforme ia sendo manuseado, até que ficou totalmente ereto, o cavalo era manso e deixou ser acariciado.

Luciana começou a masturbar levemente o animal que se mostrava um pouco inquieto e que começou a dar relinchos baixos, com medo que atraísse a atenção de algum empregado, Luciana então se levantou e fez menção para que ninguém a flagrasse,mas já era tarde,quando ia saindo ouviu uma voz forte que disse:

– “Num para não” Dona… Tava boa por demais!
Disse Isaias a D.Luciana enquanto sem pudor nenhum, masturbava sua rola excitado com a cena.
Luciana, assustada, ainda tentou reverter à situação falando grosso com o jovem peão.

-Me respeite seu moleque! Eu lhe dei alguma liberdade por acaso?!
-Para se ter respeito tem que se dar o respeito dona,até onde sei,mulher de vergonha e casada,não fica brincando com a chibata de cavalo,falou Josias que como bom observador,viu a aliança no dedo de Luciana.

-A dona tem bom gosto, Golias é o melhor reprodutor da fazenda, ele adora cobrir e encher de leite éguinhas rabudas como à senhora.

Luciana xingou o peão e se aproximou tentando-lhe desferir um tapa mas Josias lhe segurou pelo pulso e seriamente falou:

– Melhor a senhora não fazer isso dona… Não sei como é lá de onde “cê” veio, mas aqui homem não leva tapa na cara não,aqui é bateu levou,seja macho ou fêmea.
Porque não se acalma e vem fazer um “carinho” aqui pra “nóis”?
– Me larga! Você só pode estar doido ao pensar que uma mulher da minha qualidade iria trair meu marido, especialmente com alguém como vocês que não passam de pirralhos.

Isaias masturbando sua rola, rindo olhou para Luciana e falou:

-Sei não dona, acho que depois que “nóis” mostrar um negócio para a senhora, você vai mudar de ideia e resolver fazer um carinho nos “mangote” preto ou algo mais…
Josias então mostrou a D. Luciana algo que lhe deixou sem reação:

Josias havia aproveitando a situação e tinha filmado D. Luciana e seus afagos no garanhão com seu celular que apesar de simples, tinha câmera e tirava fotos.

No vídeo aparecia nitidamente D. Luciana em ação acariciando o garanhão, mas oque mais comprometeu a bela mulher foi à imagem em que ela excitada com o momento, massageava sua vagina já molhada pela imagem do ereto cacete do equino além das suas expressões de prazer.

Nervosa com a situação e com a possibilidade daquele vídeo virar um escândalo, D. Luciana falou:
– Diz moleque! Oque vocês querem?! Dinheiro? Quanto querem pelo celular? Podem dizer que eu pago…
– “Nóis” num carece de dinheiro não dona, mas se a senhora der uns afago nas nossas jebas e umas babadas nos “bagos”, seria bom,afinal é conversando que a gente se entende,falou Josias.

Luciana estava pensativa, achava que poderia se livrar da situação, mas recebeu um ultimato do jovem peão:
-E então Madame?! Já decidiu? O negócio é jogo rápido, é melhor aceitar, palavra de macho é palavra de macho,eu e meu irmão Isaias só queremos provar um “barbudinho” e um “frezado” gostoso de uma mulher da capital,e uma “égua” de raça como a senhora vai nós aliviar.

Enfim, aceitando a derrota ela aceitou a proposta dos garotos com a garantia que tudo seria apagado.
Sabendo que ali não seria seguro, os garotos indicaram um local onde seria ideal para transarem, um casebre que ficava fora dos limites da fazenda nas terras de uma antiga família que estava abandonada a uma década e que usavam como “matadouro” onde faziam sacanagens.

Mas os garotos não podiam deixar o estábulo com os cavalos a sós, Josias então mandou seu irmão ir a um dos dormitórios onde dormia um garoto que era “cavalariço”, que após ser ameaçado aceitou substituir os irmãos.
Com o caminho livre, entraram no carro, e seguiram caminho o qual os irmãos iam indicando a Luciana, o local da casa, que em vão continuava a tentar convencê-los.

– Por favor garotos,podemos chegar a um acerto,eu posso dar a vocês uma mesada,terão dinheiro para se divertirem muito,podem comprar oque quiserem e comer quantas raparigas aparecerem…Aceitem,vendam o celular para mim.

Josias alisou o seio e a coxa de Luciana e rindo falou:
-Agradecido Dona, mais não “carece” de dinheiro não, “nóis qué” se divertir,afinal não é todo dia que aparece uma “égua” gostosa como a senhora todo dia… “nóis” tamo cansado de comer essas putinha da fazenda e essas raparigas “folotes” da cidade, e nada como um “barbudinho” cheiroso de madame para nos aliviar,já estou enjoado das cabritas e das éguas da fazenda.

O carro então chegou a casa, onde então os irmãos disseram para Luciana estacionar o carro ao lado da casa para não chamar atenção.

Ao entrar na casa, podia-se ver que estava tudo largado, o ambiente estava cheio de sujeira: Pó, garrafas, latas, pacotes de comida, além do cheiro de mofo.
Havia um sofá velho na sala e na cozinha uma velha mesa com quatro tamburetes e uma geladeira velha.

-E então Dona, gostou do “cafofo”? É melhor se preparar, pois hoje “nóis” vai meter tanto que o “barbudinho” e o “ás de copas” vão ficar inchados e cheios de leite, falou Isaias já sem camisa e com um inchaço no meio das pernas.
Josias aproximou-se e por trás encoxou Luciana e a conduziu ao quarto da casa.

Ao chegar lá, Luciana pôde ver que o quarto era um “muquifo” fétido e sujo com uma cama de solteiro e um colchão velho coberto por uma colcha.

Luciana, que sempre foi cercada dos luxos, estava agora em um canto horrível e preste a ser usada por dois adolescentes que cheiravam a suor e a cavalo, diferente de seu marido, homem de classe, arrumado, que foi o único homem de sua vida.

Josias fechou a porta enquanto seu irmão já estava se despindo, ficando somente de cueca, a mãe de JP se mantinha sentada na cama,era a primeira vez que via outro “homem” nú em sua frente.

Isaias se aproximou de Luciana e com autoridade falou:
-Está gostando do que vê madame? Vai logo! Pega aqui na manjuba do negão vadia!

Sem alternativa Luciana pegou a rola de Isaias, que com suas carícias começou a tomar forma, deixando em suas mãos uma rola grande e grossa com uma cabeçorra preta e as bolas peludas.

– Vai sua égua!Chupe minha jeba, mas chupe gostoso… Quero ver você babando meus “bagos” como uma vadia sabe fazer! Eu e meu irmão iremos “cobrir” você como uma égua deve ser.
Isaias segurou Luciana pelos cabelos e começou a esfregar a cabeça de sua rola entre os belos lábios da coroa,que se opunha a engolir o membro daquele moleque que poderia ter idade de ser seu filho.

Irritado, o peão de um tapa em seu rosto fazendo-a gritar com a dor,aproveitando a oportunidade,Isaias penetrou seu “fumo preto” e sem demora começou a enfiar na boca de Luciana,que engolia como podia a rola de Isaias,que sem se importar fodia como se fosse uma buceta,com estocadas profundas,fazendo-a engasgar com seu tamanho e grossura,tirando lágrimas de seus olhos a cada centímetro enfiado.

Enquanto Isaias se divertia ao ver Luciana engasgar com sua rola, Josias já despido sentou-se ao lado dela pondo suas belas tetas para fora e mamando-as sem cerimônia.
Faminto, o peão agarrava os seios de Luciana, chupando com força as belas tetas da mãe de JP, que apesar de belas por natureza, recebeu uns mililitros para agradar seu esposo.
Josias mamava como um potro ávido por leite, Luciana tentava resistir mas ele seguia mamando,alternando entre as tetas,sugando lambendo e apertando aquelas “joias”.

O peão estava eufórico por estar com uma mulher daquela qualidade em suas mãos, parecia um sonho, um presente de aniversário.

Luciana tentou resistir aos estímulos e sensações que aquele moleque estava lhe proporcionando, mas era impossível negar o prazer, Luciana sentia sua vagina totalmente molhada.

Observando que Luciana estava aparentando um estado de transe devido as mamadas de seu irmão naquele belo par de seios, Isaias falou:
– Eu não disse mano?! Essas madames são cheias de frescura, vivem de nariz empinado, mas quando provam machos de verdade elas chegam trocam os olhos… Essa sem vergonha deve estar toda molhada.

Ouvindo isso Josias pegou sua mão e enfiou entre as pernas de Luciana, mostrando que o peão tinha razão, sua calcinha estava ensopada.
-Está toda meladinha irmão! Pronta para brincar… Nós vamos deixar você doida sua égua! Você vai chorar pedindo mais… Vou arregaçar esse rabo grande !
– Pare de mamar puta! Você não ouviu oque meu irmão falou?!
Ordenou Isaias puxando o cabelo de Luciana.
-Agora fique de joelhos e empine esse rabão, meu irmão vai “assar” a “linguiça” nesse “forno” gigante.
Segurando seus cabelos, Isaias sentou na cama e puxou Luciana para o meio de suas pernas.
-Vai Madame ! Termine de mamar minha jeba… Quero ver minha rola brilhando de tão limpa, desde ontem que ela não vê água.

Luciana mais uma vez suplicou a Isaias, esperando sensibilizá-lo e demove-lo de tal ideia.
-Por favor Isaias,deixe-me ir…Juro que dou qualquer coisa que quiserem,sou uma mulher casada,poderia ser mãe de vocês…

Sem se importar, o peão enfiou sua rola na boca de Luciana, e debochado, Isaias falou:
– Quem dera ter uma mãe gostosa como você dona, se tivesse já tinha metido rola… Foda-se se você tem marido! Eu quero trepar e não pedir a senhora em casamento…
Josias ajoelhou-se e então enfiou a cara no rachão de Luciana, o peão com sua língua quente chupava,lambia e mordiscava seu grelo, fazendo-a gemer sem parar.

O peão enfiava fundo sua língua na buceta de Luciana, que tentou a todo custo resistir as chupadas de Josias, mas era impossível, já entregue ao prazer, parou de mamar suplicou:
Aaaah… Me chupa ! Me chupa Josias! Chupa seu peãozinho de merda… Lambe uma buceta de verdade! Seu merdinha chupador de éguas…
Que xana cheirosa você tem sua rapariga… Isso sim é um “barbudinho” de verdade! Vou fazer você chorar na minha rola sua puta…

Como um louco e cheio de excitação por Luciana, Josias Continuou a lamber e a chupar a vagina da mãe de JP.
Após alguns minutos se deliciando com aquela mulher, Josias se levantou e posicionando-se atrás de Luciana, segurou-a pelas ancas.

O peão começou a pincelar seu cacete babado na encharcada buceta de Luciana, que gemia de prazer e começou a gritar:
– Me fode seu merdinha! Come essa buceta! Fode essa fêmea seu peãozinho frouxo…

Josias encostou sua rola no cú virgem de D.Luciana, que pressentindo o perigo suplicou: Por favor, Josias! Eu sou virgem, nunca fiz sexo anal, eu e meu marido não fazemos isso… Faça oque quiser na minha vagina mas tenha pena de minha bunda.

O peão se espantou com a revelação de Luciana, e depois de estapear fortemente sua bunda que chegou a estalar falou:
– Arre égua! Irei comer esse “ás de copas” até dar uma dor! Vou “esfolar” minha chibata nesse “brioco” virgem sua puta! Vou desembeiçar seu frezado, hoje eu vou “atochar” minha rola até umas horas…
Com seu cacete lubrificado, Josias começou a forçar a cabeçorra na entrada do cuzinho virgem de Luciana fazendo a coroa gemer de dor.

Sem se importar com as súplicas, num só golpe o peão penetrou de uma vez só aquele nervo duro no cuzinho até então virgem de Luciana, que soltou um grito forte,agudo e estridente com aquela fincada profunda.

Para Luciana a dor era lancinante,vindo como pontadas,sentia seu rabo sendo preenchido por todo aquele “vergalhão” de carne,Luciana gemia e implorava pedindo para Josias parar, pois estava rasgando-a,mas indiferente de quanto mais implorava mais Josias penetrava em um vai e vem incessante num compasso constante e rápido.

Isaias a pegou pelos cabelos e dando-lhe duas tapas em sua cara falou:
-Mandei você parar de mamar Vadia?! Mandei? Quem manda parar ou não sou eu sua puta “folote”… Entendeu?!
Cai de boca de novo puta! Vou te dar o que você merece sua rapariga… Vou encher seu bucho de leite safada!Mama na jeba do peão sua égua…

Isaias fudia a boca de Luciana com vontade,assim como seu irmão,ele não acreditava que estava transando com uma mulher daquele porte.

Seus olhos se reviravam a cada mamada e lambida que recebia em sua rola e “bagos”, Luciana se mostrava submissa nas mãos dele e de seu irmão,mamando seu cacete como uma profissional.

Isaias estava prestes a gozar, seus ovos estavam inchados, duros e cheios de porra, segurando a cabeça de Luciana ele falou: Meus “bagos” estão carregados e cheios de leite pra você sua vaca !”

-Mama sua puta… Chupa a rola do peão! Sua coroa safada… Isso, bem gostoso… Se prepara quenga, vou encher sua boquinha de leite!
É agora sua puta!Vou gozar! Vou gozar sua égua! Engole Tudo !vou te encher de porra!

Urrando como um alucinado, Isaias começou a gozar em espasmos sucessivos, Luciana sentia o cacete pulsando em sua boca, despejando aquele liquido quente e espesso, forçada pelo peão, Luciana tentou engolir o máximo de leite que podia,terminando por engolir as últimas gotas até Isaias retirar a rola de sua boca.
– Sabia que você não passava de uma vagabunda! Por baixo dessa posse de “Madame” existe uma verdadeira puta, tarada por rola e leite quente…

Cansada Luciana continuava com seu rosto deitado sobre o cacete do garoto,que a observava gemer com a jeba de seu irmão,que a castigava como se tivesse comendo o rabo de uma puta de zona.

– Vai sua puta! Rebola na nervuda de seu macho! Não era cacete que você queria?! Vou fazer você chorar…
Aposto que o corno do seu marido nunca comeu assim esse rabinho gostoso… É um otário mesmo! Uma maquina dessa em casa e não sabe usar…
Josias estava prestes a gozar e cheio de tara, resolveu infligir dor a Luciana.

Segurando-lhe pela cintura, começou a penetrar Luciana profundamente cravando sua rola até o talo, acelerando furiosamente, arregaçando o buraco sem piedade, penetrando como se não houvesse amanhã, não suportando as estocadas profundas Luciana sentiu a vista escurecer e acabou desfalecendo de tanta dor.

Após alguns minutos, Luciana recobrou a consciência,sentindo uma dor incômoda,sentiu sua vagina e anus preenchidos,só então deu-se conta do que estava acontecendo:

Assustada viu que os irmãos estavam fazendo uma dupla penetração e ambos socavam fortemente como se estivessem em uma competição.
Durante longos minutos Luciana foi fudida pelos irmãos, que a penetravam forte indiferentes aos gemidos de dor e súplicas da mãe de JP.
Ao fim ambos explodiram em um em um forte orgasmo, enchendo os orifícios de Luciana de porra quente e espessa… Exaustos, os peões ficaram deitados na cama, saboreando o momento.

Por um deslize deles, Luciana cuidadosamente pegou seus pertences e conseguiu sair despercebidamente, não sem antes conseguir pegar o celular com a filmagem comprometedora.
Deitados na cama, Josias e Isaias voltaram a realidade ao ouvir o som do motor do “Buggy” e sentirem a falta de Luciana, correram até a porta, mas já era tarde,só puderam ver o carro tomando distância.
Ambos correram para o quarto para se arrumarem e se evadirem da casa, ao se vestirem, Josias tomou por falta de seu celular oque os deixou temerosos com oque poderia vir…

Continua…

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