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Surpresas da Vida (A Viagem 5/A Surpresa.) 09 de Julho 2016.

  • Publicado em: 10 de outubro de 2017 10:44
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

[ Após aprontar,José Pedro fora posto de castigo por sua mãe,ficando restrito ao casarão, oque lhe deixou inconformado com a decisão de D. Luciana,que após sua sumida matinal,levantou suspeitas de JP que estranhou seu comportamento no restante do dia,mas apesar do castigo,José Pedro teria com oque se alegrar].

José Pedro estava muito puto, apesar de saber que na realidade sua atitude tinha sido muito inconsequente ao inadvertidamente pegar o SUV de seu pai e sair pela propriedade, algo que mesmo pelo fato dele ter avisado ninguém em sã consciência o deixaria fazê-lo.
Após ter almoçado no quarto, onde estava em confinamento até a segunda ordem, José Pedro estava determinado a descobrir o porquê do sumiço de sua mãe e seu comportamento estranho ao retornar a sede da fazenda.
Deitado em sua cama, JP estava a esperar o momento oportuno para falar com sua mãe, algo que seria questão de tempo, até ela se acalmar e vir conversar com ele,que como filho saberia que não iria tardar.

José Pedro estava recluso há quatro horas em seu quarto, sem ter oque fazer, estava a ler um livro de aventuras antigo,do tempo de sua mãe,chamado “Cem Noites Tapuias”,da Série de livros Vaga-Lume, que narra a história de um garoto que, junto com a professora,fora raptado pelos índios xavantes,apresentando paralelamente,uma série de histórias de mitos e lendas indígenas contadas pela professora, para tentar amenizar o sofrimento do garoto.
JP estava entretido com a leitura até ser interrompido com uma batida na porta,era Arthur que após se identificar ,entrou no quarto após JP dar sua permissão.
Ao entrar, Arthur trancou a porta para que não pudessem ser atrapalhados.

– E companheiro, que confusão heim… Que porra te deu na cabeça para você pegar o carro do seu pai e dar uma cagada daquela?
Você podia ter ferido alguém, se ferido ou pior: morrido…
– Mas não aconteceu nada Arthur! Estou vivo… Apesar de que provavelmente no fim do dia ou amanhã se deus não tiver pena de mim, Meu pai irá me matar ao saber que quase destruí seu carro de mais de R$240.000 reais.
– Cacete “tampinha”! Acho que até eu lhe daria uma surra caso fosse seu pai…
– Porra Arthur, você veio aqui me consolar ou para me deixar com raiva?!
-Me desculpe JP, mas se você quiser, eu tenho um negócio que pode alegrar você, disse Arthur alisando seu cacete.

A relação com Arthur tinha sido maravilhosa, foram bons momentos ao lado dele na lagoa, mas apesar da tentação, JP se manteve firme e cortou as intenções de Arthur.

– Oque aconteceu na lagoa foi legal Arthur, mas não quero que venha a se repetir, você é um bom amigo, mas já fiz minha escolha e não volto atrás, eu já lhe falei da minha situação atual.
Para mim você é como um irmão, como um primo ou um tio, caso oque falam por aí seja verdade.
Arthur não gostou da brincadeira de JP e respondeu chateado:
– não acredite no que falam por aí “Tampinha”, essa gente só sabe falar, me espanta você acreditar nessas fofocas desse povo, Seu Alcântara é um bom homem, sou grato a ele por tudo que tenho e vou ser.
Meu sonho e ser engenheiro agrônomo e trabalhar junto com seu avô.
-Que bom, fico feliz por seu sentimento pelos meus avós, eles sempre quiseram ter um filho homem, mas não puderam… Quase que eles não conseguiram ter minha mãe.
– Seria uma pena não ter tido D. Luciana…
– Por quê? Por acaso e gamado nela?
– Não, mas ela é uma mulher bonita de se ver, e mesmo se eu fosse gamado, de quê adiantaria?! Como se uma coroa como sua mãe fosse dar trela a um garoto como eu…
-Porque não?! Garanto que se ela fosse ainda solteira, com certeza você chamaria a atenção dela.
– Você chamou a minha atenção, e chamaria o da minha mãe, pois ela tem bom gosto…
Mas vamos deixar dessa conversa, meu pai está vivo, não estão separados e não tem vocação para ser corno.
Vamos ao que interessa Arthur, quero que você tente limpar um pouco a minha barra com minha mãe, aí depois com cuidado eu vou amansando a fera…
Rindo Arthur falou:
– Limpar sua barra?! Você está brincando não é? Nem com Omo ou vanish eu conseguiria limpar sua barra… Mas como sou seu amigo, posso tentar, mas não garanto nada.
Mas tem uma condição:
– Ah Arthur… Isso tá cheirando a putaria… Assim é sacanagem!

Levantando-se, Arthur abriu o zíper de sua bermuda pondo seu belo cacete para fora e balançando para “JP” falou:
– Isso aqui é sacanagem “tampinha”, e das grandes… Agora deixe de charminho e vem fazer um carinho nos “culhões”… Tú sabe que de mim você não precisa ter medo, não sou como aqueles dois merdinhas que forçaram você a fazer oque não queria.
Rápido, Arthur deu um puxa avante em JP que de pé foi agarrado por Arthur que com sua rola dura, esfregava aquele monstro no rabo do nadador, que apesar da resistência inicial, foi amolecendo nos braços de Arthur que foi baixando o short de JP e encostando aquele “cogumelo de carne” em sua bunda.

Mas antes que Arthur e JP pudessem iniciar o ato, foram interrompidos por um barulho ensurdecedor da turbina de uma aeronave rasgando o ar e passando sobre a casa.
– Puta que o pariu! Gritou JP.
– E agora?! Oque vou fazer?! Estou ferrado! É o meu pai Arthur…

José Pedro se recompôs e correu para a sala,onde da janela da varanda, pôde ver a aeronave pairando no ar.
Na varanda, estavam Seu Alcântara, D.Yolanda, além de sua mãe e a empregada Enedina.
Assim como tinha dito, Seu José Pedro voltara antes do fim do dia, após algumas horas de reunião.
A aeronave abaixou o trem de pouso e suavemente tocou o solo completando o procedimento de aterrissagem, a uma distancia segura da casa.

José Pedro estava tenso, nervoso ao pensar no momento em que seu pai soubesse do ocorrido, ele observou seu pai desembarcar da aeronave juntamente com outra pessoa que carregava uma bolsa de viagem mas não tinha como identificar pois estava de boné e se deslocou para atrás de seu pai.

D. Luciana foi em direção ao esposo, dando-lhe um forte abraço e um beijo demorado.
JP viu sua mãe falar com o estranho que agora se mantinha atrás do casal que já estava chegando à varanda.
– Seja bem vindo meu filho! Espero que tudo tenha dado certo na capital.
– Obrigado Seu Alcântara, tudo correu bem, conseguimos apaziguar os ânimos e fizemos um bom acordo trabalhista.
Mas vamos deixar de conversa e vamos entrar apesar de confortável a viagem foi cansativa.
Todos se acomodaram na sala, onde rapidamente D.Enedina apressou-se em trazer um café acompanhado de bolo, pães e uma jarra de suco.

Após conversarem e comerem por uns dez minutos,JP que estava sentindo a falta da presença do acompanhante de seu pai, teve a intenção de procurar, mas foi interrompido pela fala de seu pai:
-Aconteceu alguma novidade enquanto estava longe daqui?!
Todos ficaram sérios, D.Luciana olhou para JP que estava quieto, mas estava tenso e apreensivo com a resposta a pergunta de seu pai.
– Nenhuma novidade importante José, nada que possa ser dita agora…
Olhando para seu pai, JP tomou coragem e perguntou timidamente:
-Pai, posso lhe fazer uma pergunta?
-Claro! Pode fazer…
– Na chegada eu vi uma pessoa com você, quem é ele e onde ele está?
Rindo, José Pedro falou:
– Ah, nem me lembrei de apresentar, é o filho de um dos diretores da fábrica, ele disse que seu filho estava lá encostado, sem nada para fazer nas férias e me pediu que o trouxesse aqui como favor, para que ele pudesse se divertir… Ele só não está aqui na sala porque quis tomar um banho e ficar apresentável, mas não se preocupe, ele lhe fará companhia em seu quarto.

José Pedro não ficou muito contente por saber que teria um colega de quarto, mas ficou em silêncio.
– Por que não vai ao quarto dar boas vindas?
– Tudo bem Pai.

Se dirigindo ao quarto, JP já estava vendo a situação, que com certeza iria encontrar um playboy mimado e arrogante em seu quarto e que teria que aturá-lo até o fim das férias.
Ao entrar, José Pedro se deparou com o garoto deitado em sua cama ao invés da outra que havia defronte a porta.
“Eu mereço”, pensou ele, o garoto estava deitado somente de bermuda e uma camiseta nos olhos, talvez cansado da viagem, pensou JP.
Curioso, José Pedro se aproximou da cama e ao tentar lentamente tirar a camiseta, foi surpreendido tomando um tremendo susto.
– Woooow!

Com o susto, José Pedro caiu sentado no chão, após se refazer do baque ele não podia acreditar no que estava vendo, já se levantando e estirando a mão para lhe levantar estava Max, olhando para ele com uma cara de sacana.
Surpreso “Peixe” de aquário?!
Ainda espantado, JP perguntou:
-Mas como é possível?! Como você veio para cá? Eu devo estar sonhando…
– Sonho? Acho que não… Sorte talvez seja a palavra certa, disse Max.
-Sorte?
-Eu estava lá em casa sem porra nenhuma para fazer, os gêmeos foram para a praia e eu fiquei sozinho na capital, então fui até sua casa na esperança de te encontrar, mas encontrei D.Célia que falou da viagem, foi aí que seu pai chegou e me convidou para entrar.

Batemos um papo, ele viu que eu estava de bobeira e perguntou se eu gostaria de passar uns dias em uma fazenda… Eu que não sou besta, aceitei, pois além de me divertir iria ter você ao meu lado.
Pensei que nós víamos de carro, mas seu pai disse que eu fosse em casa,arrumasse minha mala e fosse para o aeroporto e me esperasse lá,me deu o nome de uma empresa de taxi aéreo onde levei um “chá de cadeira” fudido até ele chegar,e aqui estou.
Após Max falar, JP lhe deu um forte abraço com tamanha felicidade que estava.
– Que bom que você está aqui, pena que Nara e os garotos não estão, seria demais.
Mas vamos deixar de conversa, venha se juntar e conhecer meus avós, pois você entrou “entocado” e não falou com ninguém.

Após alguns amassos, Max e JP chegaram à sala onde estavam todos conversando, já que o jantar sairia em poucos minutos, já que já passava das 17 horas, esperar um pouco enquanto conversavam não iria fazer mal.
– E aí?! Gostou da surpresa JP? Disse seu José Pedro.
– Sim… Quase morri de susto Pai.
– Você não pôde ficar com seus amigos, mas ao menos consegui trazer um.
-Bem Max, estes são Seu Alcântara e D. Yolanda, meus Avós, este daqui é Arthur, filho de D.Enedina, que trabalha a anos ajudando minha Avó.
– É um prazer recebê-lo Max, sinta-se a vontade e aproveite as férias aqui, disse o Avô de JP.
-Obrigado Seu Alcântara, desculpem o jeito que entrei sem falar com ninguém, mas senão iria estragar a surpresa que dei em JP.
-Tem problema não meu filho, eu sei que vocês garotos gostam de “zoar” com a cara dos outros, fazer pegadinhas.
– Sua fazenda é muito bonita seu Alcântara, o que se faz para se divertir aqui?
-Aqui tem de tudo um pouco: cavalo, charrete, temos a lagoa lá mais a frente onde temos caiaque, têm uns cinco quadriciclo, uma “Monstrana” e um treco chamado de ATV, mas “nóis” chamamos de “Buggy”.
Mas você está com sorte, todo o ano nessa época fazemos uma roda de forró para se divertir, um arrasta-pé para nós e para os funcionários da fazenda, tem uns que dão uma de violeiros, sanfoneiros, zabumbeiros,eles tocam,cantam,é muito divertido…
A festa é conhecida e sempre vem gente de propriedades vizinhas, que ajudam. Na preparação, todo ano fazemos uma fogueira e a festa passa a madrugada, com muita comida, cerveja, cachacinha e outras bebidas.
Mas aqui só toca um pé de serra bom, Gonzaga, Flávio José, Toca do Vale, Dorgival Dantas e Alcimar Monteiro, nada desses forrós sem vergonha desses baitolas cabeludos que tem por aí…
– Que bom Seu Alcântara, adoro dançar um forrózinho, remexer o esqueleto, mas onde será a festa, não vejo nada preparado.
Seu Alcântara Apontou para a janela, onde Max pôde ver um imóvel razoavelmente perto,então seu Alcântara falou:
– Está vendo aquele galpão enorme?Há muito tempo, era um antigo estábulo, eu ia por abaixo quando o atual ficasse concluído, mas minha esposa deu a ideia de aproveitar o espaço, e hoje é usado para festividades, nisso já se vão 10 anos de festa.

Apesar de não parecer, os preparativos estão sendo feitos, tem gente dando os últimos acertos lá, se quiser, você pode ir lá com Pedrinho e Arthur.
– Bora Max! Podemos jantar rápido e ir ver a movimentação…
O jantar ainda estava sendo preparado, mas impulsivo, José Pedro arrastou Max e Arthur para a cozinha onde fizeram um lanche rápido.
Após se arrumarem, se despediram de todos os presentes na sala, mas antes de saírem Seu Alcântara falou:
– Vocês irão a pé?
– Algum problema Vô?
– “Mas Homi”,peguem um quadriciclo,irão a pé para quê,sujar os calçados de lama e terra?
Seu José Pedro ficou preocupado e questionou o sogro:
– O senhor não acha meio perigoso deixá-los sair de carro sozinho seu Alcântara?
Eles poderiam esperar para irmos todos juntos.
Maxswell se intrometendo na conversa falou:
– Não tem com oque se preocupar Seu José Pedro, eu e Arthur temos juízo, jamais iríamos fazer algo perigoso ou botar nossas vidas e a de JP em perigo, pode confiar sem medo.
Sério o pai de JP falou:
– Maxswell, “Palavra de homem é uma só”, e aqui nessa terra ela tem sua importância, por essas bandas vale mais que qualquer coisa.
– Não se preocupe, sou novo, mas quando faço uma promessa eu cumpro.
– Gostei da firmeza Max, disse seu José Pedro…
Vão com cuidado, se divirtam e juízo, tem bebida lá, mas se quiserem beber um vai ter que ficar sóbrio para dirigir ou então voltem a pé.
Com o consentimento de Seu José Pedro os garotos foram a festa, subiram no ATV, onde Arthur pegou a direção tendo Max ao seu lado com JP na caçamba,que não perdeu tempo e fez um de seus comentários:
– Porra Max, cada dia me espanto mais com você, além de ter lábia com as Maria chuteiras piriguetes do colégio, ainda consegue botar meu velho no bolso.

Continua…

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