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Surpresas da Vida (A Viagem 6/A Festa.) 24 de Julho 2016.

  • Publicado em: 10 de outubro de 2017 10:45
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

[Ao chegarem ao galpão, os garotos viram que a festa prometia: Muita gente, fartura de comes e bebes e o forró já tocava no ambiente, mas como nem tudo são flores, Josias e Isaias estavam lá para desgosto de J. Pedro].

A festa estava tomando forma, senhores e senhoras conversavam animadamente, casais dançavam sob uma fraca iluminação, intencionalmente para dar um ar mais íntimo, alguns jovens namoravam e rodinha de rapazes e garotas espalhados dentro e fora do galpão.

Maxswell animado com o terreiro florido de garotas disse:
– Nossa JP, aqui está recheado de gata, só princesinhas de tudo que é tipo, vou querer vir todo ano na fazenda de sua família “Peixinho”… Acho que vou arrochar umas “bichinhas” hoje…

José Pedro ficou enciumado com o papo de Max e fez cara feia, Arthur vendo a reação começou a rir chamando a atenção do atacante.

– por acaso falei alguma merda Arthur?! Está rindo de quê? Acha que eu não consigo?

– Não é tiração de onda Max, acredito em você, um cara boa pinta e sarado como você não teria problema para arrochar e arranjar uns “barbudinhos” para esquentar a rola, mas você não sabe como a “banda” ainda toca aqui.
Dependendo do que acontecer, o macho pode sair daqui de três maneiras: Capado, casado ou no caixão…
Então cuidado ao dar uma de macho pegador aqui, pois dependendo da “presepada”, o touro pode virar boi.
Maxswell ficou com cara de quem não entendeu porra nenhuma enquanto Arthur se afastava em direção a uma barraca de churrasco.
– Touro? Boi? Que porra o Arthur quis dizer JP?
Ainda chateado José Pedro respondeu:
– Descubra atacante, você é inteligente para descobrir oque ele quis dizer, é só botar “Pink e cérebro” para funcionar…

Enquanto isso na fazenda, os familiares de JP estavam prontos para as festividades, já totalmente vestido, José Pedro falou:

– Se todos estão prontos, pegarei a chave do carro para irmos, onde está Luciana?
Todos se ficaram olhando sem palavras e notando que havia algo estranho José Pedro perguntou.
-E então Luciana, algum problema? Aconteceu algo na minha ausência?

Luciana nunca foi de mentir ao esposo, mas sabia que caso falasse da “proeza” de JP, ele não iria deixar barato, pois apesar de ser um pai amoroso, era muito rígido a alguma falta de José Pedro.

Ela então preferiu apesar de meio a contragosto ocultar a verdade.
– Houve um acidente com o carro, eu estava dirigindo quando uma vaca saiu do matagal, foi muito rápido, mas apesar do susto consegui evitar o pior…

– Você se machucou Luciana? JP estava com você?
– Não, estava sozinha graças a deus…
– Carro se compra outro, fico aliviado por estarem bem.
– O carro está inteiro, não aconteceu nada de grave, está seguro para dirigir, vamos poder sair nele normalmente.
Após verificar o carro, Seu José Pedro viu que estava seguro andar no veículo, e com todos em seus lugares tomaram o caminho da festa.

Na festa, José Pedro conversava com Max em meio à música que ecoava pelo galpão enquanto Arthur um pouco ao longe conversava com algumas garotas tomando uma latinha de cerveja.

A conversa rolava até o momento em que descaradamente Josias e Isaias se aproximaram de JP atrapalhando o papo.
– Boa noite “patrãozinho”… Meu nome é Josias e esse aqui é meu irmão Isaias, nós trabalhamos para o seu avô lá no estábulo, qualquer coisa que você precisar, um garanhão ou um jumentinho para cavalgar, é só falar com “nóis”.
E se quiser tomar leite quente na “teta” é só falar “tumbém” concluiu Josias dando uma “pegadinha” em sua jeba para a raiva de JP.

– Obrigado, “se” eu precisar saberei onde achar os dois, pelo cheiro não será difícil…
Ao ouvir a resposta de JP, Maxswell ficou espantado e olhou-o com reprovação.
Após os peões saírem Max falou:
– Oque foi isso JP, oque deu em você? Precisava tratar os garotos com arrogância dando uma de superior?
Esse não é o JP que conheço…
– Ninguém é bonzinho sempre Max, às vezes se está num mal dia…

Quando iria rebater JP, Max foi interrompido pela chegada de Seu José Pedro e familiares, que foram recebidos calorosamente pelos presentes e anunciado pelo forrozeiro.

– E entrando agora no salão, a pessoa responsável por todo esse arrasta-pé, sem ele não seria possível está festa que há dez anos já é tradição nas redondezas.
Mais palmas para Seu Alcântara!
Após as palmas, o avô de JP falou brevemente.
– Bem, todos aqui me conhecem, alguns há décadas quando eu ainda era um “cabra” modesto que nunca pensou chegar aonde chegou.
Não gosto muito de frescura e não sou muito bom com as palavras, só tenho a dizer que é um prazer ter todos aqui, meus empregados, amigos e seus familiares, então vamos deixar de enrolação e vamos festejar !
A música começou a ecoar no recinto e todos voltaram a dançar, a família de JP se acomodou em um canto mais “sossegado” do salão, onde Seu Alcântara conversava com velhos amigos.

D. Luciana conversava animadamente com seu esposo e descontraída devido à música e alegria do local, convidou-o para dançar no salão, ensistidamente.
Atento a cena, Josias na cara de pau, aproximou-se do casal e convidou-a para dançar não sem antes educadamente pedir a permissão de Seu José Pedro, que achando graça e coragem na atitude do rapaz, aceitou e disse a Luciana.
-Olha aí “Lucy”, você não queria tanto dançar?! Aproveita a oportunidade…

Luciana ficou com a expressão com misto de ódio e espanto pelo cinismo daquele peão que apesar de ter feito oque fez a ela, tinha a cara de pau de aproximar-se novamente dela.
Seu José Pedro insistiu, seguro que não haveria problema algum, afinal era um jovem peão, era uma festa e que não representava nada, nem sequer uma ameaça, era um reles garoto, não era ameaça a seu “território”, pois sua mulher jamais daria trela a um subalterno.

Sem alternativa, Luciana concordou e foi sendo levada ao salão pelas mãos de Josias, que irradiava satisfação, afinal iria dançar com a filha do patrão, coroa gostosa e com certeza desejada por muitos.

O pé de serra tocava no centro e sem cerimônia arrochou ela pela cintura e começou a dançar onde aproveitando a penumbra, Josias alisava Luciana discretamente com a mão direita além de sarrar nela que sentia aquela protuberância, aquele inchaço em suas pernas.
Discretamente Luciana atacou Josias:

– Quem você pensa que é seu “merdinha”?! É muito atrevimento seu você chegar e me tirar para dançar na frente de meu marido, seu peãozinho limpador de chiqueiro…

Descarado e sem se importar com as ofensas Josias responde:
-Danado D. Luciana, que “égua” cheirosa você é… O “Dotô” é um cabra de sorte, ter uma cavala como a senhora todo a noite na cama, só de sentir esse cheiro gostoso estou de rola dura, meus bagos estão inchando…

Naquele momento, José Pedro viu sua mãe dançando com o peão, tal cena o deixou cego de raiva, o nadador fez menção de se dirigir até os dois, estava transtornado, mas foi impedido por Arthur.

– Me larga Arthur! Me deixa ! Você não está vendo?!
Max que já dançava com uma garota “pescada”,ao longe viu a confusão e após pedir licença e pedir a garota que lhe esperasse foi em direção aos dois.

-Maxswell está vindo JP, se não se acalmar ele com certeza ficará desconfiado com seu jeito arredio.

Já perto Max falou:
– Oque está pegando “peixinho”?
– Nada não Max, JP só está tendo uma crise de ciúmes, emputeceu ao ver que sua mãe está dançando com um macho.
-Qual o problema “peixe”? Se ela está dançando com certeza seu pai deixou, sua mãe não dançaria sem a aprovação dele.

O olhar de José Pedro estava fixo, estava trêmulo de raiva, Arthur segurando a cabeça do nadador falou:
– Vamos fazer o seguinte “tampinha” : Vou arrastar uma sem vergonha para dançar e ficar perto dos dois,se ele fizer qualquer gracinha,eu entro na parada,tudo certo para você?
Fica mais sossegado?

José Pedro apesar de reticente aceitou a proposta de Arthur que concluiu:

-Agora relaxa, vai tomar mais um refrigerante,comer algo ou se quiser,chama alguém para dançar.
JP riu e falou:
-Dançar? Só na sua cabeça, forró não é minha praia, depois dessa eu vou dar um mijão…

José Pedro perguntou onde era o banheiro a Arthur, que indicou e ficou de “cão” de guarda de D. Luciana, juntamente com Max que já estava a dançar enquanto JP pegava o caminho do mictório.

Os banheiros se encontravam atrás do galpão, onde antigamente eram os dormitórios dos peões, Seu Alcântara transformara três dos seis quartos em banheiro para melhor comodidade e higiene.

José Pedro entrou e após fazer sua necessidade, voltou pelo mesmo caminho, até ser agarrado pelo pescoço e puxado para um dos dormitórios onde foi jogado em cima da cama.
JP levantou sua cabeça e reconheceu a fisionomia de Isaias que trancou a porta e aproximou-se e risonho falou:
-Gostando da festa “patrãozinho”?
-Quem você pensa que é seu desgraçado?! Disse José Pedro tentou se impor mas levou um tapa na cara o fazendo se calar.
-Cala a boca seu “frango”! Você pensa que vou baixar a cabeça para um filho da puta “cú de papa” como você?!
Cadê aquele “queixo” empinado agora?! Dando uma de arrochado só porque estava junto do amiguinho playboy… E agora?!
– E agora?! Agora é melhor você me deixar sair porque você não tem ideia do que eu posso fazer com você se não me deixar ir embora…

Isaias estava confiante e olhando para JP falou:
-Oque o senhor vai fazer comigo “patrãozinho” é se ajoelhar e mamar gostoso na minha jeba até se empanturrar de “leite condensado”, depois vai cavalgar até agasalhar minha verga… Porque senão a peãozada vai ver um filme que eu e meu mano fizemos com uma coroa gostosa bem conhecida aqui das redondezas.

Os olhos de JP se encheram de lágrimas com a revelação do peão, que sentia prazer ao jogar tudo na cara do nadador.
– Agora sei quem o “patrão” puxou para ter um rabo tão grande… Nunca pensei que ia “cobrir” uma égua de ancas tão grandes.

No começo foi difícil, mas depois que a égua amansou só foi penetrar a “jeba” no “barbudinho”, e o resto só foi alegria… Apesar da carinha de santa, mamou como um bezerro chupando e engolindo até os bagos.
José Pedro tentou agredi-lo, mas foi contido pelo peão que lhe segurou pelos braços e autoritário ameaçou:
– Deixe de frescuragem frango! Melhor você amansar e dar uma mamada no “trabuco”,quero ver ele todo babado porque senão o filme vai fazer sucesso na região…
Isaias pôs seu cacete para fora pelo zíper e sem alternativa e com cara de choro, José Pedro começou a mamar a rola do peão.

– aaaaaah! Eita bezerrinho mamador… Mama melhor que rapariga de puteiro!
Isso, assim frango… Engole a “linguiça” fresco, e cuidado com os dentes senão já sabe…

Isaias estava em êxtase ao sentir JP mamar seu cacete e se divertia ao ver o nadador se engasgar com o pedaço de carne em sua garganta, pouco se importando, o peão metia profundamente para o martírio de José Pedro.

No galpão, a festa rolava solta e Arthur estava atento à mãe de JP que ainda dançava com Josias.
-Aproveite a dança seu peão borra botas,depois disso só em sonho você irá tocar em mim.
– Que é isso Luciana? Vai me dizer que não está gostando do “rela-coxa” ?
Está sentindo o nervo inchado no meio das pernas?
Só de sentir o cheiro do “barbudinho”,o “Zé” chega está latejando,doido para provar essa carne mijada de novo…

Luciana se soltou do peão que a segurou pelo braço impedindo ela de ir, mas foi interrompido por Arthur que se aproximou e apertando sua clavícula falou:

-Você não acha que já está na hora de parar de dançar não Josias?
D. Luciana gostaria de dançar comigo?
Aliviada, Luciana aceitou o convite.

– Só me deixe falar um pouco com Josias aqui…
Max vendo a cena se aproximou e retirou Luciana de perto da conversa, levando-a para dançar enquanto Arthur “enquadrou” o peão e o encarando falou:
– Eu acho que trabalhar com muito estrume deve ter acabado com seu juízo Josias!
Você comeu merda por acaso?! Tú quer virar o novo desempregado do mês?! Emprego não está fácil para ninguém, e mexer com a filha do patrão é mexer em casa de marimbondo…
Então se tem amor a sua família é melhor se “aprumar”… Vá arranjar uma mulher menos perigosa para dançar, mexer com mulher rica e casada é arranjar sarna, ou pior: Encher a boca de formiga!

No dormitório, José Pedro continuava a mamar o pau de Isaias que continuava para seu prazer a humilhá-lo como se fosse uma puta.
-Isso sua puta! Quero ver você babar a rola do seu macho bem gostoso, e quando tiver bem “melado”, vai entrar bem macio nesse “frezado” folgado…
Josias forçava a cabeça de JP com suas mãos, fazendo movimentos de vai e vem.
-Mama “filhinho de mamãe”! Quero ver você tomando leite como a égua da sua mãe… Mostre para mim que você é um fresco guloso!
Que boquinha gostosa Putinha… Chupa melhor que a vaca da sua mãe… Isso safada!Chupa… Engole toda minha rola…
Isso “Pedrinho”, suga gostoso, mama meu nervo, mama… Que sugador de rola gostoso, chupa frango! Engole todinho…

O peão gemia enquanto JP mamava freneticamente, em parte mais para por fim aquela sessão de sexo de que por prazer.

Isaias urrando pôs fim a mamada e começou a gozar dentro da boca de JP, em uma gozada farta com seguidas jatadas de esperma, fazendo o nadador engasgar com tanto leite em uma gozada que parecia não terminar…

Sem opção, JP engoliu toda a carga de esperma, seria melhor do que sujar seu rosto e sua roupa ficando com cheiro de porra…
Satisfeito, Isaias pegou José Pedro pelos cabelos e o jogou na cama.

JP sentia seu maxilar doer de tanto mamar além do gosto forte da porra do peão em sua boca enquanto Josias falava besteira para ele tentando-lhe humilhar mais.
Após descansar uns 7 minutos José Pedro olhou para o peão que revigorado falou:
– Acha que terminou?! O descanso acabou baitola, vira esse rabão que vou comer teu cú…
Isaias tirou sua camisa, sapatos mas antes que pudesse tirar a calça,foi surpreendido com uma forte batida na porta,os deixando assustado.

Continua…

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