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Surpresas da Vida ( De volta as aulas- cont) 05 Mar. 2016

  • Publicado em: 24 de agosto de 2016 09:43
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

[José Pedro estava sendo posto a parede por seus amigos devido a sua estranha e absurda aproximação com os gêmeos, sendo pressionado por seu amigo Odalthir, e se ele achava que estava ruim eis que surge Max para por lenha na fogueira, tentando esclarecer suas mesmas dúvidas sobre a esquisita atitude do nadador].

-E então JP?! Porque o mistério?
Assim como seus amigos, eu tenho muito interesse em saber o porquê dessa repentina amizade com os gêmeos, afinal vocês são como água e óleo e sabemos que você não suporta eles assim como muita gente do colégio, até eu não suporto eles as vezes, eu concordo com o “Nerdalthir” e acho que você deve respostas.

Ouvindo isso, JP ficou irado, principalmente pelo fato de Max ser o responsável por tudo que estava acontecendo na vida dele.
-Respostas?! Que respostas?! Não tenho nada a dizer a você, não lhe devo satisfação… Quer respostas?! Pergunte a seus filhos gêmeos.
Acho que a explicação ficará para depois, desculpe Odalthir, mas não irei dizer nada, tudo a seu tempo… O intervalo está terminando então irei vazar caso não se importem.

Ao se dirigir para fora do recinto, Max segurou forte JP pelo braço e disse:
-Se você não quer dizer nada a eles tudo bem, mas não pense que eu vou desistir de saber a verdade.
-Você está me machucando Max! Disse JP com um semblante de dor.

Então Odalthir se aproxima e para o espanto de todos dá uma escala no peitoral de Max e com a voz alterada ameaça Max:

-Você está surdo Max?! Ele disse que você o está machucando, então é melhor você largar o braço dele…
Odalthir apesar de ser um nerd CDF, não devia em nada fisicamente ao atacante Max, era esportista do time de basquete do colégio, 1,73m, tipo físico semelhante e assim como Max, nutria interesse por Nara e sabia do interesse do atacante por ela, oque lhe fazia sentir ódio do atacante, somando-se a isso o fato de como ele tratava os mais fracos, oque servia como catalisador para seu sentimento contra o jogador.

-Ou oque playboy?! Disse Max se dirigindo a Odalthir.
– Não sei, adivinhe Max.
José Pedro temendo uma briga violenta entre os dois começou a puxar o atacante para longe até convencê-lo a ir com ele e então falou:

-Para Max! Chega de confusão… Eu já estou de saco cheio de tanto problema,
Você quer a verdade? Converse comigo depois do treino e lhe falarei oque está acontecendo…

-Porque não agora?
-Eu não estou com saco agora Max, por causa dessa merda estou com cólica e uma puta dor de cabeça e não tenho nem possibilidade de assistir as últimas duas aulas.
José Pedro era um aluno exemplar, nunca gazeava aulas, mas devido ao estresse, “peixinho” teria que fazê-lo a contragosto.

José Pedro foi até a sua sala, onde sorrateiramente pegou sua mochila, com cuidado conseguiu sair discretamente do colégio, onde depois de andar um pouco, chegou a um ponto de ônibus onde ligou para sua mãe dizendo que iria voltar de transporte público e não iria almoçar em casa, pois iria passar no shopping.

Enquanto esperava sentado por um ônibus, notou a aproximação de dois moleques que ficaram a certa distância dele, mas que foi lhe deixando apreensivo, pois estavam em atitude suspeita, pois não o deixavam de observar.
O temor dele não era infundado, os garotos se aproximaram e rapidamente sentaram ao lado deles e o ameaçaram:

-Sozinho playboy?! O negócio é o seguinte: Jogo rápido, passa o tênis, o celular e a carteira senão apanha!
JP estava petrificado, mas uma tapa em seu rosto o trouxe a realidade.
-Bora frango! Jogo rápido… O que tem na mochila?! Passa tudo!

Sem pensar direito e talvez por impulso, JP empurrou para trás um dos marginais em direção ao banco fazendo-o cair do outro lado lhe dando oportunidade de correr, mas acabou sendo alcançado pelo pivete, onde foi segurado e levou um soco o fazendo cair ao chão batendo a cabeça.
-Você agora vai apanhar seu frango! Disse o “menor” cerrando os punhos.

Mas oque veio depois foi rápido, antes que isso acontecesse mesmo zonzo ele pode ver o marginal recebendo um murro no ouvido e caindo no chão desequilibrado e recebendo uma chuva de chutes no estômago, nas bolas e na cabeça,fazendo o garoto apagar.

Para sua surpresa era Max, que chegara aquele momento e o salvou de uma bela surra.
Ao ver seu comparsa caído desacordado o marginal fez menção de acudir, mas desistiu e se afastou ao ver Max pegando um paralelepípedo e indo em sua direção o ameaçando:
– Vem para cima filho da puta! Quer ser o próximo a levar pêia ?!

Max tratou de levantar rápido JP que estava com um corte na testa e meio zonzo.
Felizmente um coletivo estava se aproximando e sem contar conversa, Max pediu parada e foi empurrando JP para dentro do ônibus para quanto mais rápido saírem de lá melhor.
Sangrando e sendo amparado nos ombros de Max, era uma imagem que não podia passar despercebida por todos que estavam no transporte, chegando até o motorista a sugerir uma ida ao hospital ou a delegacia fazer um B.O(boletim de otário…) da ocorrência.
Max agradeceu, mas recusou a sugestão do motorista que seguiu a rota original.
Peixinho então perguntou:

-Para onde estamos indo Max?
-Você vai para minha casa, não vou deixar você ir para casa desse jeito.

-Não obrigado, mas não quero ir, não quero dar trabalho.
-Agora já era “Sushi”, daqui a mais uns 7 minutos desceremos no ponto.
O ônibus seguia a rota, já perto, Max pediu parada e desceu com JP apesar de sua relutância em segui-lo até em casa mas era voto vencido,após andarem alguns metros,chegaram no condomínio do atacante,juntos passaram pela portaria,adentrando ao condomínio fechado andaram um pouco,até chegar a residência.

-Sinta-se a vontade “Sushi”, sente aí no sofá enquanto eu vou trocar de roupas e buscar algumas coisas.
Após alguns minutos, Max voltou trazendo uma caixa de primeiros-socorros e uma toalha para JP.
-Aqui está “Sushi”, mas antes de qualquer coisa: Água e sabonete! Aqui está uma toalha limpa, o banheiro está ali e não vou aceitar um não como resposta.

-Não Max, na moral, agradeço muito por você ter me defendido, mas seria demais,não quero dar trabalho a você em sua casa,seus pais podem não gostar quando chegarem.
-Pais?! Fica tranqüilo JP, minha mãe está viajando a trabalho e só chega daqui a três dias, e quanto a meu pai, não passa de um filho da puta que fudeu minha mãe e deu o fora quando a barriga começou a aparecer.
Somos somente eu e minha mãe, ela não deve nada a macho nenhum tudo que nós temos é do suor dela, quer dizer: “suor, suor” é jeito de expressão porque no trabalho dela ela não faz quase nada, ela é engenheira.
Mas chega de conversa, tire essa farda, vá tomar um banho e me dê essa camisa para dar um jeito nessas manchas de sangue.

Depois de ser forçado a tomar um banho “espontaneamente”,JP entrou no chuveiro onde tomou uma chuveirada fria relaxante,tirando as manchas de sangue de seu rosto e se recompondo depois da experiência traumática de ser quase roubado e se não fosse Max,uma surra ou pior.
Mas José Pedro não teria nem a noção do que viria a acontecer, iria mudar sua vida e seu relacionamento tempestuoso com o atacante.

Continua…

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