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Tive que aceitar ser corno

  • Publicado em: 4 de agosto de 2017 06:40
  • Expira: Nunca!
Tive que aceitar ser corno
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Detalhes do Conto Erotico:

Eu, 30 anos, sou casado com minha esposa Carol a 3 anos mas antes namoramos por 5 anos, desde que eu tinha 22 e ela 19.
Tanto tempo juntos nos deu um maravilhoso envolvimento e compromisso emocional mas também uma sensação de que não aproveitamos tanto a juventude (festas universitárias e tudo mais) e após o casamento a sensação de rotina veio mais rápido do que o esperado.
Carol, hoje com 27 anos, é uma mulher maravilhosa, seios naturais respeitáveis, bunda grande e um corpo em forma e feminino, sem excesso de músculos e com um pouquinho gordura natural qualquer mulher.
Sentíamos que nossa vida sexual podia ser mais interessante, conversamos sobre fantasias, começamos a assistir filmes porno juntos mas ainda assim ela parecia querer algo mais, mas por receio e por ser um pouco conservadora, não se abria muito.
Tudo começou a mudar quando um dia, recebi uma mensagem da Ana, a amiga mais próxima da Carol, querendo marcar um almoço comigo já que trabalhávamos perto.
Ana é amiga da Carol desde o 1º ano na faculdade, desde que as conheci sempre foram muito próximas. Ela é uma morena de 1,60m, delícia, sempre muito extrovertida e do estilo festeira. No tempo que nos conhecemos namorou um rapaz mas a maior parte do tempo esteve solteira.
Eu não sabia o que ela queria comigo, só quando cheguei lá e ela veio com a bomba:
– Desculpa se eu for muito direta mas não temos muito tempo… Você sabe que eu e a Carol somos muito próximas e sempre conversamos de tudo, TUDO mesmo – ela enfatizou.
Nas últimas semanas ela tem sido mais incisiva no ponto de que apesar do relacionamento de vocês ser ótimo, ela precisa de mais empolgação na cama.
Neste momento eu tomei um susto, não imaginava que conversassem tão intimamente assim e nem espera ser confrontado sobre isso por uma amiga dela. Ana prosseguiu.
– Ela não tem coragem de se abrir contigo mas isso realmente está incomodando ela. Ela me disse que tem curiosidade de experimentar outros homens, experimentar um bem dotado e que as vezes me inveja por ter essa liberdade. Precisamos fazer algo antes que isso atrapalhe a relação de vocês.
O baque foi forte diante das palavras, mas procurei manter a pose de homem e questionei.
– Isso é um absurdo, não é nada disso. Realmente estamos um pouco acomodados por conta da rotina mas não tanto… Vou marcar uma viagem para aproveitarmos uns dias mais próximos.
Ana, na hora, retrucou:
– Não vai adiantar nada. Ela sempre sentiu falta experimentar outros homens durante a faculdade e agora isso está estourando. Ela está obcecada por um bem dotado, igual nos filmes que vocês assistem. Acho que ela merece isso, só falta você concordar.
Novamente, retruquei:
– Você está louca? Isso é um absurdo, acha que sou o que?
Ela respondeu e me pôs no chão:
– Acho que você ainda não entendeu que não tem saída. Sei que você está abaixo da média e ela está obcecada por isso. Mesmo que você não concorde, cedo ou tarde ela vai acabar cedendo a vontade dela e isso pode ser de uma maneira que prejudique a relação de vocês.
Ana havia tocado no meu ponto fraco. Nos vestiários do clube e academia, já havia percebido que praticamente todos os homens eram “maiores” que eu mas não sabia que minha esposa se incomodava a ponto de ter contado para a Ana. Perguntei a ela o que ela sugeria.
– O único jeito é liberá-la para sexo sem compromisso com um homem mais adequado. Tem um amigo meu do trabalho, o André, que seria perfeito. Ele é casado, tem filho, quer somente sexo sem se envolver. Já transou com uma outra mulher do meu setor que disse que realmente ele é bem grande. Tomei a liberdade de adiantar para ele a situação e ele está bastante interessado em comer a Carol. Ele vai te ligar mais a tarde para vocês acertarem os detalhes. Faça parecer um presente seu para a Carol.
Depois disso fomos embora pois o horário de almoço estava acabando. Evidentemente não consegui render nada no período da tarde. Por volta de umas 15:30, recebo a ligação de um número desconhecido:
– Tudo bem? Aqui é o André, a Ana me explicou a situação com a sua esposa. Vi as fotos dela e estou ansioso para resolvermos isso logo. Como você prefere fazer?
Novamente, retruquei e tentei mostrar um inexistente controle da situação:
– Não prefiro nada, esquece isso e a vadia da Ana.
Ele riu e disse:
– Segura a onda pequeno, vamo resolver numa boa. Se a gente não resolver, a Ana me apresenta pra sua esposa outro dia e você duvida que eu como ela do mesmo jeito? A Ana até já contou pra sua esposa que um dia ia nos apresentar. Pergunta pra ela depois se ela sabe quem é o André amigo da Ana.
Neste momento me rendi e assumi que não tinha mesmo outra saída.
– Tudo bem… Mas não tenho idéia do que fazer.
André seguiu com as instruções:
– Primeiro preciso que você tenha certeza que ela esteja totalmente depilada e quero que ela use uma lingerie nova especial para hoje, de renda e lilás. Depois nos encontramos as 20:00 em algum barzinho.
Acertamos o local e desligamos. Não acreditei que tinha acabado de combinar com um homem um encontro para ele transar com minha esposa.
Me senti humilhado mas estava começando a gostar e também ficar excitado. Na volta do trabalho, parei em uma loja de lingerie e escolhi as peças que minha Carol iria vestir para o André. Não estava me aguentando de tesão.
Quando estava quase chegando em casa, recebi uma ligação da Ana:
– Eu estava do lado do André quando ele te ligou, adorei saber que vocês vão se encontrar. Tenho certeza que a Carol vai adorar e você vai ser um corninho bem comportado! Parabéns! Que inveja!
Agradeci e respondi que a felicidade da minha esposa estava acima de tudo. Agora era hora de conversar com minha esposa.
Cheguei em casa e dei para ela o pacote de presente (a lingerie) e disse que hoje seria um dia especial. Ela abriu, ficou surpresa e feliz mas confesso que não havia tanta empolgação. Perguntou o que faríamos de especial. Respondi:
– Hoje encontrei com a Ana no almoço. Ela me contou algumas coisas que vocês andam conversando ultimamente e concordo que podemos fazer algo diferente…
Carol respondeu:
– Não acredito… Querido te amo, não sei o que ela falou mas estou muito feliz no nosso casamento.
Respondi:
– Sei disso, mas ela me abriu os olhos para algumas situações. Queremos o melhor pra você. Você gostaria de conhecer o André hoje?
Ela ficou bem surpresa na hora, realmente o nome André não era surpresa pra ela. Simplesmente retrucou:
– O amigo dela do trabalho?
– Ele mesmo. O que vocês já conversaram sobre isso?
– Ela vive dizendo que devíamos sair para ela me apresentar ele.
– O que mais? Pode falar! – Perguntei forçando um pouco mas deixando-a confortável.
– Disse que devíamos transar. Que outras colegas dela já transaram com ele e foi maravilhoso.
– Quer conhece-lo? Vá se arrumar que nos encontramos com ele as 20:00.
Ela me deu um beijo e correu para o banho. Assisti ela e todos os detalhes me deixavam louco: lingerie, maquiagem, depilação, perfume. Percebi ela se arrumando com um cuidado que a muito tempo não via. Tudo para outro homem usufruir em alguns instantes.
Fomos para o barzinho combinado e pegamos um mesa, André ainda não havia chegado e eu não fazia de como ele era. A Carol disse que já havia visto fotos pela Ana.
Tomamos uma caipirinha cada um e de repente um homem alto, de aproximadamente 1,90m, forte, aparentando uns 40 anos, se juntou a nossa mesa. Era o André.
Naquele momento senti meu corpo gelar, uma insegurança e humilhação.
Ficamos conversando na mesa, André sempre com uma presença firme mas nos tratando de maneira respeitosa, elogiava minha esposa sempre que havia uma brecha e ela cada vez se mostrava mais aberta. Passado um tempo ele perguntou se estávamos pronto para o próximo passo e o que achávamos de ser em nossa casa mesmo.
Minha esposa disse que tudo bem, que seria mais confortável. André levantou, deu as mãos para minha esposa, disse para que eu pagasse a conta e os encontrasse no lado de fora.
Meu inconsciente dizia que os garçons sabiam o que estava acontecendo, fiquei bem constrangido mas fiz isso e os encontrei do lado de fora.
André estrategicamente estava sem carro então voltamos todos juntos, eu dirigindo, ele e minha esposa no banco de trás onde começaram a se beijar.
Chegamos no nosso apartamento e minha esposa estava louca de tesão, André rapidamente já tirou seu vestido e ela ficou só de lingerie. Ele prontamente disse:
– Do jeitinho que te pedi corninho, assim que eu gosto. Minha esposa então ficou sabendo que a lingerie era um pedido do André e ficou com mais tesão ainda. Beijou o André, tirou sua camisa e ajoelhou na sua frente. Tirou sua calça e seu pau imenso apareceu. Ainda não estava totalmente duro mas já estava inchado e era enorme, bonito, com veias saltadas e uma cabeça grande e exposta. Tinha por volta de 23 cm e era grosso, digno de um ator porno.
Minha esposa segurou o pau dele com uma mão e me chamou, pediu para eu tirar minha calça e pegou o meu pau com a outra e colocou lado lado com o André comparando nós dois. Era ridícula a comparação os, dois riram muito. Tenho 14 cm e é fino, o pau do André é mais do que o dobro do meu.
Depois disso o André pediu para que eu ficasse no canto, sentou no sofá e minha esposa começou a fazer nele um boquete com uma dedicação que eu nunca tinha visto. Ela estava com bastante dificuldade devido ao tamanho, não conseguia por mais da metade do pau dele na boca mas era um boquete bem molhado, devagar e ela descia o máximo que podia, até quase engasgar. Dava pra ver que os dois estavam adorando. O André tirou o sutiã da Carol e acariciava seus seios maravilhosos enquanto curtia o boquete.
Depois de uns 15 minutos, o André levantou e disse que queria ir para a cama. Fomos todos para o quarto e assisti ele tirar a calcinha da minha esposa e sua bucetinha depilada e linda aparecer.
Minha esposa só disse:
– Por favor, não to acostumada, vai com calma que seu pau é muito grande.
– Fica tranquila delícia, você vai gostar.
Nisso ele deitou ela na cama, levantou as pernas da Carol e apoiou no seu ombro e iniciou a penetração, bem devagar até entrar tudinho. Vi que a Carol estava com um pouquinho de dor, o André começou um movimento bem curto e lento pra ela acostumar com o seu tamanho. Depois foi aumentando a amplitude e a velocidade até chegarem em um ritmo confortável para ambos. Não era muito rápido e dava pra ver que a Carol estava adorando.
Depois de um tempo, inverteram a posição e Carol ficou cavalgando por cima, sua posição favorita. O André apertava muito os peitos e a bunda dela, sua pele branquinha começava a ficar rosada e ela gozou de uma forma que eu nunca tinha visto.
Ela ficou deitada sobre o André um tempinho ainda até que ele levantou e pediu para ela continuar o boquete.
Ele foi prontamente atendido e não demorou muito ele encheu a boquinha dela de porra. Vi que depois a Carol estava sem jeito, não sabia bem o que fazer e acabou engolindo tudo.
Neste momento fiquei louco, nos 8 anos que estou com a Carol, pouquíssimas vezes consegui gozar na boca e ela nunca engoliu. Depois ela me confessou que fez isso porque não viu outra saída, cuspir ia pegar mal segundo ela, não queria ofendê-lo.
Pouco depois de gozar, André já disse que precisava ir embora pois já era tarde ele não queria dar bandeira para sua esposa mas que na semana que vem voltaria para comer a Carol novamente, desta vez com mais tempo já que não perderíamos tempo no bar.
Ela agradeceu e disse que ele sempre será bem vindo.
Assim que ele foi embora, deitei com a Carol na cama e bati uma punheta ouvindo ela me agradecer como tinha sido tudo maravilhoso esta noite.
Nesta noite ela experimentou a performance de um homem extremamente superior e que viria a mudar totalmente a dinâmica do nosso casamento mas isso contarei nos próximos relatos.

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2 Comentários para “Tive que aceitar ser corno”

  1. QUE ESPOSA MARAVILHOSA !!!

  2. e o marido corno melhor ainda.

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