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TRAÍ MEU MARIDO COM O DOUTOR.

  • Publicado em: 17 de junho de 2018 06:51
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

TRAÍ MEU MARIDO COM O DOUTOR.
Oi pessoal, estou aqui para contar um fato que ocorreu no meu ambiente de trabalho e foi uma loucura, mas uma loucura gostosa demais.
Sou enfermeira e estava fazendo extra em um hospital. Um dia antes do meu plantão eu havia brigado com meu marido.
Acordei um pouco indisposta, tomei um banho, coloquei minha roupa branca, meu sapato de salto, me maquiei e me perfumei como sempre faço e fui trabalhar. Era um dia chuvoso e estava um pouco escuro, cheguei no hospital e comecei a sentir que minha indisposição aumentava, dor de cabeça e minha temperatura começava a aumentar. Ao contrario do que muitos pensam, enfermeira também fica doente.
Passando pelo corredor a sala do médico plantonista estava entreaberta, e bem naquele dia o médico de plantão era o mais bonito de todos, alto, encorpado, branco, olhos castanhos claros, deve ter uns 32 anos, educado, inteligente, gentil… enfim, ele era “o cara”. Quando passei ele chamou: – Enfermeira!!! Eu voltei e disse: Pois não Doutor! Ele me fez umas perguntas sobre alguns pacientes internos, eu respondi e ele disse que estava me achando um pouco estranha, perguntou o que estava acontecendo e eu disse que estava indisposta, com dor de cabeça e sentia que minha temperatura estava aumentando. Ele se levantou, trancou a porta e disse: Fica em pé que eu vou te examinar. Ouvir aquelas palavras fez com que meu coração acelerasse. Ele começou a me examinar, começou pelos olhos, garganta, ergueu minha blusa e colocou aquele estetoscópio gelado para auscultar meus pulmões, na hora me arrepiei toda e ele percebeu, olhou fixamente em meus olhos enquanto auscultava meu coração acelerado e disse: Nossa, como ele bate rápido, tira a blusa e deita aqui nessa maca para eu te examinar melhor. Fiquei toda sem jeito, estava tremendo, arrepiada, gelada, tudo junto, e no fundo eu sabia que não era necessário ele fazer um exame tão completo assim pois era apenas uma indisposição, mesmo assim tirei a blusa e me deitei, ele se aproximou de mim e quando olhei para o lado dei de cara com o pau dele, duro dentro da calça, aquilo me deixou molhada na hora. Ele começou apalpar minha barriga e eu sentindo aquelas mãos grandes me tocando fui me molhando cada vez mais,ele me puxou pelas mãos desci da maca e ele me lançou sobre a mesa de consulta dele, se enfiou no meio das minhas pernas passando a mão por trás do meu pescoço e me beijando com vontade, logo perdi minha pose de mulher casada e santa, cruzei as pernas por trás dele, o abracei e retribui os beijos longos e gostosos.
Ele começou a pegar em meus seios e apertar, falando baixinho em meu ouvido: -Gostosa, safada, esperei tanto por essa oportunidade, quero você. Tirou meu sutiã e levou a boca em meu seio, chupando e lambendo. Fui ficando louca com aquele homem gostoso, abri sua calça e peguei aquela pica maravilhosa e comecei a punhetar, ele tirou a minha calça e me deixou só de calcinha branca de renda e sapato de salto alto, desci da mesa e agachei, comecei a chupar aquela pica cheirosa e branquinha, chupava com vontade sentindo ela na minha garganta, e ele delirava, segurava na minha cabeça e puxava minha boca contra o cacete dele, louco para gozar. Fiquei em pé, ele me virou de costas, começou a passar a mão por cima da minha calcinha, sentiu q estava molhada, colocou a mão dentro da minha dela e sentiu minha xaninha que estava pulsando, sedenta por cacete. Ele deslizava o dedo no meu grelinho duro e melado e disse: – Sua putinha, olha só como você está ensopada, de santa você só tem a cara né, está louca por uma pica te fudendo todinha.
Ainda de costas pra ele eu esfregava meu rabo na pica dele, quase implorando pra ele me comer louca de tesão. O local e o medo de alguém passar e ouvir algo, ou de alguém bater na porta aumentava nossa adrenalina e nos deixava com mais tesão ainda. Ele puxou minha calcinha de lado, colocou a cabecinha do seu cacete na portinha da minha xaninha e deu uma forçadinha, eu soltei um gritinho e ele me repreendeu: – Psiu, se contenha, não podemos fazer barulho, deixe para gritar de prazer quando formos a um motel, vamos falar baixinho. Eu concordei, me debrucei sobre a mesa, empinei meu rabinho pra ele, ele veio por trás de mim e começou a estocar minha bucetinha me levando a delirar, eu gemia baixinho ouvindo as sacanagens que ele dizia ao pé do meu ouvido: – Aiiii sua cadelinha que bucetinha deliciosa, molhadinha, rebola pra mim sua vagabunda, rebola e esfrega essa bunda gostosa em mim. Eu fazia o que ele mandava e ele acelerava os movimentos, eu não agüentava mais de tesão, levantei meu tronco da mesa e fiquei só com a bunda empinada enquanto ele me comia, ele agarrou em meus cabelos e colou seu rosto no meu, fiz uma cara de vadia e disse: – Aiii Doutor, que tesãooo, me fode seu safado que eu vou gozar. Ele acelerou ainda mais seus movimentos me puxando pela cintura e eu fui á loucura gozando deliciosamente em sua pica e gemendo bem baixinho. Ele tirou seu cacete de dentro de mim, tirou minha calcinha todinha me deixando só de sapato alto(acho que era uma tara dele, transar com uma mulher de sapato de salto), dobrou uma de minhas pernas colocando em cima da mesa e a outra ficou apoiada no chão, fiquei com a bunda bem aberta pra ele. Ele me lascou um beijo gostoso e disse: – Agora é a minha vez de gozar minha cadelinha. Cuspiu no meu rabinho e lambeu, eu tinha certeza que ele ia querer meter no meu cuzinho, estava ferrada, nunca tinha dado a bunda, más estava disposta a tudo que ele quisesse fazer, mas depois de cuspir e lamber ele colocou novamente na minha bucetinha e estocava deliciosamente, depois enfiou no meu cuzinho de maneira que não senti dor, estava ficando bom. Aiiii que homem, nunca imaginei que aquela carinha de homem sério pudesse me provar o quanto ele é safado. Depois de 5 minutos me fudendo eu não consegui segurar e gozei mais uma vez, delirando de tesão, ele retirou a pica do meu cú e disse que ia gozar, voltou a enfiar e gozou enchendo meu rabinho de porra me deixando toda arrombada.
Nos beijamos intensamente e nos limpamos antes que alguém batesse na porta ou que surgisse alguma emergência, vesti minha roupa e ele veio com uma receita nas mãos dizendo: – Tome esse medicamento que logo você estará bem melhor. Quando fui ver o que ele tinha me receitado estava escrito “Me liga, estou louco para te enrabar de novo” e o telefone dele anotado. Olhei pra cara dele e dei um sorriso bem safado, ele piscou pra mim e me mandou um beijo. Sai do consultório mais disposta do que nunca e ansiosa para o próximo encontro, o que não demorou e acabei dando pra ele inúmeras vezes.
Meu corninho nem imagina que sua esposa santinha está dando que nem uma puta.

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