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Traindo o namorado com o preceptor

  • Publicado em: 23 de setembro de 2009 01:51
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá, me chamo Suzana, tenho 25 anos. Sou branca, cabelos e olhos castanho claro. Tenho 1,64m de altura e peso 54 kgs, tenho o corpo malhado, seios médios e minha bunda é um pouco grande que se destaca principalmente quando uso calças jeans ou justa. Quando tudo aconteceu eu namorava com Rodrigo, ele é um ano mais novo do que eu, mede 1,78m, pesa 70kg, seu corpo não é malhado porém é todo firme, cabelos castanho escuro e olhos verde. Sempre achei que nunca seria capaz de fazer o que fiz, sou uma mulher de família, meus pais sempre me educaram para ser uma pessoa correta e honesta, acho que nunca me perdoariam se soubessem o que eu fiz.

Rodrigo e eu namoramos por 7 anos, que apesar dos altos e baixos nos amamos muito, ele sempre foi um homem muito bom para mim e sempre me apoiou em todas as minhas decisões. Nosso namoro é marcado por essa oscilação principalmente por minha causa. Bem, atualmente sou residente em ginecologia em um hospital grande da minha cidade. Durante estes sete anos Rodrigo foi bastante paciente comigo sabia das minhas limitações, várias vezes deixamos de nos ver por conta de provas, trabalhos, congressos, apesar disso tínhamos uma vida sexual bem agitada e na cama esquecíamos todos os nossos problemas. Ele era virgem antes de começarmos a namorar, eu tinha perdido minha virgindade aos 15 anos com o meu primeiro namorado, no começo o sexo era estranho devido a sua inexperiência, mas com o tempo nossa intimidade foi crescendo, começamos a conversar sobre o que nos excitava e isso só ia melhorando o relacionamento. Tenho saudades da época que passávamos a madrugada transando, sempre arrumava uma maneira de surpreende-lo, nossa noite mais memorável foi quando eu havia comprado um babydoll semi-transparente branco, uma calcinha fio dental preta e meias brancas arrastão 7/8, me produzi no banheiro e quando saí adorei a cara de surpreso que ele fez ao me ver.

Nossa Suzi, vocês está um tesão! Não acredito que você comprou isso só para mim!!! (Rodrigo tinha tesão por lingeries, principalmente com meias 7/8, então resolvi surpreende-lo).

Digo… isso tudo é só para você, vem me pegar (disse isso fazendo uma carinha safada e me abaixando para que ele pudesse ver meus peitos que estavam livres embaixo do babydoll).

Na hora ele se levantou e veio me agarrando. Trocávamos beijos de tirar o fôlego, enquanto ele me abraçava fortemente. Ele sabia do meu ponto fraco, lambia o meu pescoço e mordia levemente minha orelha. Isso me deixava louca, eu retribuía beijando seu peito, seu pescoço, enquanto acariciava seu pênis por cima da bermuda que já estava duro. Ele me colocou sentada em cima da pia do banheiro, arredando minha calcinha para o lado enquanto me penetrava. Eu ia ao delírio sentindo aquele membro que apesar de não ser enorme (14×8) me satisfazia muito bem. Gozávamos juntos e ele ficava me beijando e fazendo carinhos, nossa relação foi boa durante os 5 primeiros anos.

Nos últimos dois anos tive que dedicar minha vida exclusivamente a medicina, comecei a fazer o internato urbano (consegui transferência do rural) e fazia outros estágios, enquanto minha vida profissional só melhorava, meu relacionamento ia de mal a pior, não tínhamos tempo para encontrar, ficávamos muito tempo sem transar e a maioria das vezes que nos falávamos acabava brigando por conta de ciúmes do Rodrigo. Eu entendia o lado dele e dava razão, o relacionamento mudou muito mas era minha vida profissional que estava em jogo, tinha que me dedicar.

Bem, essa é a parte que começarei a contar o que aconteceu. Durante o tempo que fiz o internato eu e minha turma que era formada por três colegas eramos orientadas por uma médica do hospital, porém ele saiu de licença de maternidade e aí entrou o meu problema. Henrique, um médico jovem de 30 anos, cabelos preto, alto, aproximadamente 1,89 de altura, forte e bastante inteligente.

Olá garotas, serei o substituto da residente de vocês, sou o Dr. Henrique, especializado em ginecologia, fiquem perto de mim e irão aprender tudo o que for necessário.

Ele se aproximou de mim e me falou:

Você deve ser Suzana, sua ex-preceptora falou muito bem de você, jovem e inteligente, tem um grande futuro pela frente… além disso é bonita, coisa rara no meio médico, cuidado com esses projetos de médicos que você chama de colega!

Comecei a rir, mas logo parei quando percebi os olhares assassinos das minhas colegas, o médico bonitão elogiou somente a mim e praticamente acabou com elas, ponto para o meu ego.

Nas próximas duas semanas acompanhei Dr. Henrique em diversos procedimentos juntamente com minhas colegas, porém um dia quando elas não estavam por perto ele me convidou para um programa de estágio em outro hospital que trabalhava, era um programa exclusivo e só teria a adicionar a minha carreira, meu namorado odiou isso e foi mais um motivo para brigas. Acabei aceitando. Lá eu fazia a função de atendente a auxiliava em algumas cirurgias. Na outra semana tive que ficar de plantão durante sábado de noite e foi quando tudo começou a mudar.

Tinha acabado de sair de uma cirurgia e fui conversar com Dr. Henrique na sala dos médicos que no momento encontrava-se completamente vazia, sábado a noite é sinônimo de trabalho para médicos. Começamos a conversar sobre o procedimento e a conversa foi rolando, até chegar no assunto sobre o lado pessoal.

E então Suzana, o que uma mulher linda como você faz nessa profissão perdendo os sábados a noite?

Retorno essa pergunta ao senhor! (Meu Deus, flertei com meu preceptor sem perceber).

Ele deu uma risadinha e falou seus motivos, continuamos conversando e não parávamos de flertar, o que estava acontecendo? Eu tenho um namorado! Não posso fazer isso. Enquanto eu falava ele observou que não havia ninguém por perto e sem hesitar me puxou pela cintura e me lascou um beijo que me deixou com as pernas bambas e o pior, quando percebi eu estava correspondendo.

Um enfermeiro entrou na sala na hora, me afastei e saí correndo para a sala de descansos, estava completamente confusa, isso nunca fez parte da minha integridade. Me deitei na cama e comecei a pensar no quanto meu namorado ficaria decepcionado se soubesse. Percebi que estava sozinha, foi quando ouvi a porta abrindo a tranca se fechando, era Dr. Henrique, eu sentia o seu cheiro e estava desejando-o. Meu órgão estava quente após aquele beijo, meus mamilos duros e estava ofegante, eu queria aquele homem e sabendo que isso era errado me deixava ainda mais excitada.

Virei de lado para a cama e fingi que estava cochilando para ver qual seria sua reação. O safado se aproximou e deitou do meu lado. Fiquei imóvel. Sentia o ar quente saindo de suas narinas direto no meu pescoço, que delícia. Seus braços foram me envolvendo em um abraço e senti seus lábios tocando o meu pescoço, arrepiei todo, será que ele percebeu? Lógico que sim, continuou insistindo e eu ficando mais submissa ainda. Meu lado racional por fim falou um pouco mais alto:

Não posso Dr… tenho um namorado…

Suzana, você fala que não quer, mas seu corpo diz outra coisa.

Mas é errado e se alguem nos chamar?

Essa é a vantagem de ser chefe aqui, ninguém fará isso.

E me beijou novamente me tirando todo o ar e minha última força de resistência, eu iria ser daquele homem naquela noite! Ele me beijava enquanto me agarrava fortemente, nossas línguas tramavam uma briga onde um roubava a saliva do outro. Henrique (dane-se as formalidades) passava suas mãos pelas minhas pernas, minha cintura, meus ombros, chegando ao meu rosto e me puxando envolvendo em seu beijo. Eu agarrava sua cintura contra a minha e retribuía o beijo. Ele passou a beijar o meu pescoço, passando a língua bem devagar, chegando até a minha orelha, como que aquele homem poderia saber das coisas que eu gostava? Eu estava amando sentir aquele homem me dominando, acabei soltando um gemido que entregou o meu tesão. Rodrigo tirou a camisa que eu estava usando revelando meus seios seguros por um sutiã taça preto. Ele desabotoou-o com bastante facilidade liberando meus seios. Ele segurava os dois juntos, mexendo levemente, beijava os meus mamilos, dava mordidas bem leves na ponta que me levava a loucura. Comecei a massagear seu membro por cima da calça, pude sentir que era bem maior do que o do meu namorado, se fosse dar um palpite diria que é aproximadamente 20×10. Ele estava bem duro do jeito que eu gosto. Enquanto ele mamava e mordia meus seios ele começou a esfregar minha vagina por cima da calça, dei um gemido mais alto que o anterior que foi abafado pela língua de Henrique.

Nessa altura ele também estava sem camisa, um peitoral bem definido juntamente com seu abdome que não deixava a desejar. Ele mamava e acariciava meus seios, enquanto esfregava minha vagina por cima da calça, eu gemia e massageava o seu pênis por cima de sua calça. Não agüentei mais e tirei o seu membro para fora, pude contemplar seu tamanho, ela maior do que o do meu namorado com certeza, completamente raspado, com uma gota de pré-sêmen saindo de seu orifício, abocanhei com vontade aquela tora deliciosa. Lambi dede a base até a cabeça, enquanto massageava suas bolas, Henrique soltou um gemido de leve, estava gostando. Nessa altura ele já havia tirado minhas calças e colocado o seu dedo entre minhas pernas por dentro da calcinha preta que estava usando. Estava traindo o meu namorado e não sentia remorso, apenas tesão. Eu chupa o membro de Henrique com mais vontade, queria colocar tudo na boca, mas era muito grande, nunca iria conseguir. Sentia o seu dedo invadindo a minha entrada que estava completamente molhada, já estava escorrendo para a minha calcinha. Ele me penetrava bem devagar com um dedo, variando, as vezes esfregava o meu clítoris, aquele homem sabe deixar uma mulher louca. Ele tirou o seu membro da minha boca e deitou na cama, mandou que me posicionasse ao oposto dele, começamos um delicioso 69. Minha calcinha arredada para o lado, enquanto meu clítoris recebia aquela língua macia porém firme. Cada movimento que sua língua fazia era um choque delicioso que se espalhava pra o meu corpo, a sensação de estar fazendo algo proibido em um local praticamente público aumentava mais o meu tesão, eu já não sabia mais quem eu era, sempre me recusei a fazer sexo em locais perigosos com Rodrigo, porém me entreguei tão facilmente assim para Henrique.

Eu chupava o seu membro que não parava de soltar gotas de sêmen, era diferente de todos que já tinha sentido, não era amargo e sim doce, estava gostando e sentir esse gosto saindo deste membro que se encontrava mais duro que pedra na minha boca. Henrique aumentava o movimento das lambidas e as vezes me penetrava com o dedo, estava sentindo o meu orgasmo próximo, me levantei e sentei na cara dele que por sua vez aumentou os ritmos que fazia. Estava uma delícia ser chupada por aquele homem. Gozei profundamente em sua boca, ele lambia me limpando toda, caí para frente e fiquei com o rosto próximo de seu pênis por um tempo lambendo bem devagar.

Nossa Henrique… foi perfeito!

Estamos apenas começando Suzana.

Ao terminar de falar isso, ele se posicionou atrás de mim, fazendo o formato de conchinha. Começou a esfregar o seu membro na entrada da minha vagina, me deixando louca. Ele foi enfiando bem devagar, eu podia sentir aquele membro duro e delicioso ocupando todo o espaço dentro da minha bocetinha me fazendo sentir completa. Começou a tirar e colocar bem devagar me levando a loucura, estava muito mais sensível após o primeiro orgasmo. Como se não bastasse ele ainda usava uma mão para esfregar o meu clítoris. Filho da puta sabia dominar uma mulher por completo. Enquanto me penetrava ele beijava o meu pescoço e mordia minha orelha me deixando maluca.

Ai… continua que está uma delícia…

Ele me penetrava mais rápido e mais forte agora, estávamos em um ritmo que se continuasse assim eu iria gozar de novo e em breve. Nossa que homem gostoso! Queria ele dentro de mim para sempre! Henrique continuou a me penetrar.

Ai! Não agüento mais! Vou gozar de novo, continua assim!

Gemi muito alto, na hora que gozei quase gritei, meus gritos foram abafados novamente pela língua de Henrique. Gozei pela segunda vez e queria mais! Virei aquele homem de barriga para cima e montei em cima de seu pênis. Cavalgava bem forte e rápido, a expressão daquele homem me excitava, dois loucos transando como se não tivesse um amanhã em pleno plantão. Nos dois tínhamos mudado de cor, os dois vermelhos e suados. Continuei cavalgando naquele membro, variando entre cavalgar e esfregar o meu clítoris na base do seu pênis com ele dentro de mim. Henrique anunciou que ia gozar, eu queria sentir o gosto de seu esperma, nunca gostei de engolir, mas o dele tinha um gosto mais suave e eu queria ter. Saí de cima dele e comecei a chupar sua tora enquanto massageava as bolas. Não demorou muito e ele gozou na minha boca, o volume era incrível, tentei engolir o máximo possível, mas algumas gotas escaparam por minha boca e escorreram pelo rosto ao pescoço. O gosto era completamente diferente mesmo, não era nojento ou enjoativo, era indescritível que me fez ter mais tesão.

Henrique ainda estava duro, me colocou de quatro e voltou a me penetrar. Eu estava muito molhada e ficava cada vez mais que ele tirava e enfiava de novo, fazendo com que suas bolas batessem na minha bunda. Ficamos nessa posição por um bom tempo, eu estava pronta para gozar denovo, quando meu celular tocou, era o toque de Rodrigo, a realidade bateu de uma vez e voltei ao meu estado normal. Eu estava transando com outro macho enquanto meu namorado me ligava provavelmente para me dar boa noite, que vagabunda que eu virei!

E então? Vai atender isso ou vai desligar? – Disse Henrique.

É meu namorado… não sei o que fazer… vou desligar!

Não.. eu quero que você atenda!

Por que? Então vamos parar, para poder atender!

Não… você vai atender comigo dentro de você. Isso me da tesão!

Já não tinha personalidade própria, acabei atendendo e fazendo de tudo para segurar meus gemidos.

Suzi? Jóia, só te ligando para te dar boa noite… me liga amanhã para agente conversar…

Nesse momento o filho da puta do Henrique começou a meter mais forte, foi uma sensação estranha, tesão misturado com arrependimento, era possível que isso me excitasse? Eu estava mais molhada do que nunca e segurando para não soltar um gemido.

Não gosto de brigar com você, quero fazer as pazes! Ta tudo bem aí?

Sim, Digo (Henrique me penetrava com força)… hmm.. aqui, ai, to um pouco ocupada agora… problema aqui… ai ai… desculpa, te ligo depois!

Suzi, algum problema? Que barulho é esse?

To no corredor… do.. hospital, ai! Não agüento! Depois te liiigo…

Nesse momento que abaixei o telefone e desliguei gozei intensamente, Henrique havia acabado de gozar e senti o seu líquido me esquentando e lubrificando ainda mais, fui a loucura. Rodrigo não era bobo e sabia que tinha algo de errado, não sabia como poderia esconder isso.

Bom… esse foi o melhor plantão que já tive, mal posso esperar por outro! – Disse Henrique se vestindo.

Eu estava caída no chão com seu sêmen escorrendo para minha calcinha, estava tremendo de medo, tesão, cansaço, nem sabia qual era o motivo maior. Me vesti e fui tentar cumprir o resto do plantão sem deixar me perturbar pela conversa que iria ter com Rodrigo. Toda vez que Henrique passava por mim fazia uma cara de safado e eu ficava com a consciência ainda mais pesada.

Fui para casa após o plantão e tomei um banho, estava sem sono, fui de tarde encontrar com Rodrigo e sem ter como esconder acabei contando tudo o que aconteceu, ele me pediu os detalhes, nos dois começamos a chorar, disse que não tinha desculpas, porém um tempo depois ele me perdoou me fazendo jurar que não ia acontecer de novo. Infelizmente ou felizmente aconteceu e foi pior… mas isso fica para um próximo conto…

Beijos, Suzana.

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