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Traindo o namorado dentro da minha própria casa 1

  • Publicado em: 20 de setembro de 2017 14:27
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá, meu nome é Daniela, mas todos me chamam de Dani. Tenho 22 anos. Minha mãe se chama Beatriz e tem 37 anos. Isso mesmo, minha mãe tinha 15 anos quando nasci. Tenho um irmão que se chama Eduardo (Dudu) e tem 16 anos. Esses são os protagonistas desse conto, onde tudo começou.
Moramos no interior do estado do Mato Grosso e como toda cidade pequena, você tem que tomar muito cuidado para não virar motivo de fofocas. E assim foi com minha mãe, engravidou muito nova e teve que casar, teve o segundo filho (Dudu), por outro descuido. Foi a gota d’água para o meu pai, que foi embora e nunca mais voltou. Minha mãe batalhou muito e conseguiu tudo sozinha. Hoje vivemos bem e inclusive temos um sítio, pequeno é verdade, mas muito legal. Finais de semana e feriados, são frequentes a nossa presença por lá.
Eu não era mais virgem, já estava namorando o Celso havia 1 ano. Ele é um cara bacana, muito conservador, daqueles de namorar dentro de casa, mas tinha um pequeno defeito, é um péssimo amante e seu cacete não era dos maiores. Ele gozava muito rápido e eu sempre querendo mais e ele não correspondia. O tesão foi acumulando… acumulando… até que explodiu.
Era uma terça feira, estava voltando para casa, estudava de manhã e fazia estágio a tarde, tinha saído mais cedo, com uma pequena dor de cabeça, meu irmão já estaria em casa e minha mãe ainda estava no trabalho. Fui entrando, nossa casa tem 2 andares e os quartos ficam no segundo andar, procurei pelo Dudu na sala, na cozinha e nada. Resolvi subir. Já na escada ouço a TV do quarto da mamãe ligada e pelo barulho era um filme pornô.
– Dudu deve estar se acabando na punheta, pensei sorrindo.
Fui chegando, pé ante pé, pisando bem de leve, encontrei a porta semi aberta. Primeiro ví a cena que passava na TV, de uma mulher gozando horrores com um cacete na sua bunda, depois vi o pé do Dudu na cama, fui me posicionando até encontrar um ponto em que ele não me via, mas eu o veria, pois a TV fica em frente a porta do quarto, ficando muito difícil para alguém deitado na cama ver se tem alguém na porta. Quando consegui ver, quase cai para traz. O cacete dele era enorme, nunca tinha visto um tão grande. Aquela visão, fez com que um calor incrível subisse pela minha espinha desde o meu cúzinho. Ele continuava, a se masturbar, e eu ia ficando louca de tesão. De onde estava, percebi que na mão esquerda dele tinha um pano que parecia um lenço. Qual foi a minha surpresa ao perceber que Dudu se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas que estava para lavar. De repente Dudu se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu cacete enorme, indo cair na sua barriga, que ficou toda melada, pois além de grande ele gozava muito.
Confesso que não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande. Sai dali e fui para a rua pensar em tudo que havia visto. Minha calcinha completamente encharcada, demonstrava todo o tesão que estava sentindo. Não havia como negar, aquilo mexeu comigo. Quando voltei para casa, fui direto para o meu quarto, não gostaria de encará-lo, pois não saberia como reagir. Tirei minha roupa, ficando completamente nua, deitei na cama e comecei a me tocar, molhava meu dedo na boca e em seguida tocava meu clitóris bem de levinho, só para enrijecê-lo. Quando já estava bem molhada transferi parte do meu caldo para os bicos dos seios e fazendo certo esforço conseguia lamber eles com a pontinha da língua, sentindo meu próprio gosto, com muita vontade de chupar da fonte! Estava muito excitada, com a xana pulsando e a cabeça a mil por hora, pensando no cacete do meu irmão. Logo comecei a intensificar os movimentos, comecei a me tocar bem rápido e esfregar meu grelinho com força, comecei a me contorcer e revirar meus olhos, como aquilo era gostoso. Após alguns minutos, senti minha perna tremendo e um tesão sem igual, nunca tinha sentido aquilo na minha vida, nem com o meu namorado, meus dedinhos começaram a ficar enxarcados e minha xotinha então, nem comento. Gozei, como nunca tinha gozado antes, foi bem intenso. Ainda fiquei deitada durante mais um pouco, só saí do quarto quando minha mãe chegou.
Depois daquele dia, minha vida mudou, pois não parava de pensar no cacete do Dudu, meu tesão estava a mil, até que resolvi que eu iria dar para o maninho. Comecei a provocá-lo de todo jeito, quando ficávamos sozinhos em casa, ora trocando de roupa com a porta de meu quarto aberta, ora lhe pedindo para trazer-me a toalha que havia esquecido enquanto estava no banho, usava shortinhos, minissaias ou camisas sem nadinha por baixo sempre me mostrando. Sempre que dava me mostrava um pouco. Ás vezes eu deixava meus seios aparecerem, pelo decote da blusa ou por baixo dela, às vezes minha calcinha… Por uns 2 ou 3 dias eu fiz assim e notei que cada vez mais ele ficava perto de mim. Eu estava cada vez mais excitada e ele também, pois reparava que ele ficava de pau duro sob o calção e aquilo me excitava a ponto de me deixar molhada entre as pernas. Mas só provoca-lo não estava me satisfazendo, eu teria que agir mais firme e foi no final de semana que as coisas aconteceram.
Estava tudo preparado para irmos ao sítio, que é bem perto da nossa casa. Fomos na sexta depois do expediente e chegamos ao local as 19:30, eu, mamãe e Dudu. Arrumamos as coisas, ligamos a TV e eu e minha mãe abrimos uma garrafa de vinho e ficamos até mais tarde conversando, nós três. Minha mãe foi a primeira a ir dormir, esperei mais meia hora, fui ao meu quarto e me preparei para dormir. Vesti uma pequena camisolinha transparente e sem calcinha, fui dar boa noite ao maninho. Quando ele me viu passando para a cozinha para pegar um copo de água, notei seu olhar diretamente na minha xaninha e na volta parei em frente a ele e disse:
– Levanta e me dá um beijo de boa noite, falei toda melosa.
Quando ele levantou fixei meu olhar no volume enorme que se formava no seu short e safadamente encostei meu corpo ao seu, pude sentir que seu pau latejava de tão duro o que me deixou louca, foi quando sem perceber fiquei alguns minutos como se estivesse em transe com aquela pica encostada no meu corpo. Dei um selinho em sua boca e fui para o meu quarto. Me deitei na cama com a porta do quarto aberta e 10 minutos depois noto que ele me observa do lado de fora pensando não ser visto, aí começa meu show particular, para provocá-lo viro de um lado para o outro, passo a mão na minha xaninha, arrebito o bumbum, Fico molhadinha com essas brincadeiras. Mas nada dele invadir meu quarto e me agarrar.
No dia seguinte, acordamos cedo para aproveitar o sol dentro da piscina, e pensei comigo:
– De hoje não passa, vou ter que dar um jeito de ficar sozinha com ele, mas como???
Enquanto tomava café, ficava bolando algum jeito de ficarmos sozinhos sem ter a mamãe por perto, mas o destino agiu por nós. Surgiu uma emergência no trabalho da mamãe e ela teria que voltar para a cidade:
– Sinto muito meus filhos, mas temos que voltar.
– Todos nós? perguntei.
– Sim, por que? Você quer ficar?
– Sim, eu quero, mas só se o Dudu também ficar, pois não quero ficar aqui sozinha.
Voltamos a cabeça para o Dudu e ele:
– Quando a Sra. volta? perguntou Dudu.
– Final da tarde ou início da noite.
Eu louca para ele ficar, me levantei fui abraça-lo, dizendo:
– Fica… fica… fica… vamos aproveitar esse sol… fica… fica… Duzinho…
Quando ele disse que ficaria, minha xoxota até se contraiu, pois teria o dia inteiro só para nós. Minha mãe voltou para a cidade e imediatamente coloquei meu biquíni e fui para a piscina. Na piscina de nossa casa pedi a ele para me passar bronzeador e deixei a parte de cima do meu bikini soltar “acidentalmente”,”enquanto ele passava. Ele não sabia o que fazer, então eu falei naturalmente que não tinha problema e que ele poderia passar nos meus seios e no meu bumbum. Meio sem jeito ele começou a espalhar o creme primeiro pela frente (principalmente nos seios), depois virei de costas e deixei ele passar quando chegou no bumbum ele demorou um tempão e eu podia notar seu pau crescendo por baixo da sunga, e minha calcinha ficando encharcada. Passava o creme na minha bunda, descia até a parte interna das coxas onde ele abriu um pouco mais minhas pernas para facilitar o trabalho e eu não resisti. Comecei a rebolar bem de leve, empinando a minha bundinha para ele e gemendo bem gostoso. Ele passava a mão por entre minhas pernas chegando quase a tocar minha calcinha, massageava minha bunda afastando as nádegas me deixando ainda mais exposta.
– Aiiiii….. Duzinho, que mão gostosa você tem, eu disse.
– Você que é muito gostosa Dani.
Quando ele sentiu que eu estava entregue a seus caprichos começou a passar o dedo na minha xoxotinha por cima do biquíni, eu gemia e rebolava em seu dedo.
– Aiiiiiiii…… safado…. desse jeito…… eu…. não aguento…..
E não aguentei mesmo. Me virei ficando de frente para ele, sentada na espreguiçadeira com ele em pé, na minha frente, com sua sunga não conseguindo tampar mais nada daquele cacete duro. Passei a mão por cima da sunga, em seu volume.
– O que você vai fazer Dani? perguntou ele, todo ofegante.
Não respondi, apenas puxei sua sunga para baixo, até tirá-la completamente, me deixando cara a cara com seu cacete duríssimo, apenas alguns centímetros da minha boca. Não me fiz de rogada e cai de boca naquela maravilha. Lambi beijei e ate tentei enfiar na boca conseguindo somente pouco mais da metade, daí pra frente não parei mais. Não queira mais parar. Pra mim isso poderia ser eterno. O cacete do meu irmão estava cada vez mais grosso, quente e melado. Tirei um pouquinho da boca e fiquei olhando pra ele toda contente. Dudu olhou pra mim e disse:
– Que loucura Dani… você é muito gostosa… já estou quase gozando….
– Eu quero beber tudinho.
– Então continua chupando sua vagabunda… que eu vou encher sua boca de porra…
Era o que faltava. Com a minha mão eu subia e descia o pau dele enquanto colocava a cabecinha na boca. Dudu estava suando, começou a tremer, eu não tinha muita experiência, mas sabia que ele estava adorando.
– Quer leitinho sua putinha?
Com o pau inteiro na boca eu só conseguia fazer:
– uhum
-Quer a porra do seu irmão, sua vagabunda?
– uhum… uhum…
– Então toma maninha, é tudo seu
Eu fiquei louca, peguei aquele pau inteiro na mão, coloquei a cabecinha na minha boca e comecei e mamar só na pontinha. Mamava bem devagarinho. Olhava com cara de safada pro Dudu. Não tirava aquele pau da boca por nada. Mamei, mamei, mamei, mamei bem gostoso, como se fosse a última mamadeira do mundo. Até que uma hora ele não aguentou.
-Toma safada!
Eu só sorri com o pau entre meus lábios.
Meudessssssssssssssss……que coisa mais gostosa……Dudu encheu minha boca de leite. Era muita porra, jatos e mais jatos de porra dentro da minha boca e eu tentando engolir tudo, mas como era muita porra, algumas caíram nos meus seios. Dudu se escorou na outra cadeira, mas eu não conseguia parar de mamar. Tirei ele da boca e comecei a esfregar no meu rostinho aquele leitinho gostoso que ainda restava no pau. Do nada saiu mais um jatinho. O jatinho caiu nos meus seios. Dudu olhou pra mim e sorriu. Eu soltei o pau dele, lambuzei meus dedos naquele leitinho e levei eles até a boca. Chupei um dedo de cada vez. Quando acabei tudinho, olhei pra ele com cara de bobinha. Fiz cara de quem não estava satisfeita. Olhei para o cacete do Dudu e falei igual menininha:
– Vem cá, vem.
Puxei-o pelo pau e o levei para dentro de casa, no quarto da nossa mãe. Me deitei na ponta da cama, abri as pernas e disse:
– Me chupa!!
Fechei os olhos e me entreguei aquele prazer. Ele foi me lambendo me sugando descendo descendo….. abrindo mais as minhas nádegas com as mãos. Eu abri mais as minhas pernas levantando meus joelhos quase à altura da cintura ficando escancarada para ele. A língua quente e gostosa tocou meu ânus e só consegui dizer quase susurrando: “Duduuuu…” Ele começou a me lamber tão suave que meus olhos reviravam. Ele passava a língua para cima e para baixo e quando passava pelo centro eu tentava abrir meu ânus o mais que podia para sentir aquela língua bem dentro de mim. Com as minhas mãos eu puxei ao máximo minhas nádegas ele entendeu e mergulhou mais fundo e começou a aumentar a fricção quente. Comecei a gemer com tesão e ele permaneceu lá me lambendo me devorando me dando prazer me fazendo sentir a língua quente e o nariz me forçando me abrindo. Em um momento ele parou e correu para meu ouvido e enfiou a língua e me disse baixinho: “tá gostando?”. Eu fiquei zonza. Me virei para ele segurei seu rosto me aproximei de sua boca e encostei meus lábios no dele sentindo meu próprio cheiro. Mas tirei um pouco e comecei a passar a língua contornando como se estivesse passando batom nele. Desci minha mão para o cacete dele que já estava duríssimo. Ele desceu as duas mãos para meus seios e começou a massageá-los deliciosamente. Logo nossas línguas se encontraram e o toque suave virou uma luta entrando ora na minha boca, ora na boca dele. Depois ele foi descendo sua boca, chupando meus seios, minha barriga e finalmente começou a chupar minha bucetinha, me chupava de uma forma deliciosa eu estava quase gozando em seu rosto, me esfregando em sua boca, sua língua entrando em mim. Estava delirando gozando gostoso em sua boca, quando disse à ele:
– Me come…. mete em mim….. enfia….. tudo….
Ele tirou a boca da minha buceta e veio me beijar. Senti meu sabor através de sua língua e isso me deixou com mais tesão ainda. Enquanto me beijava ele e ficou brincando com seu pau na entrada da minha bucetinha.
Foi pressionando para entrar ate eu sentir a cabecinha entrando e abrindo espaço dentro de mim.
– Aaaaihh!!! Umm…… deliciaaaa!
Gritei como se tivesse perdendo o cabaço pela segunda vez e Dudu foi enfiando tudo sem parar. Senti os pelos de seu púbis colarem em mim e ele todo tarado disse:
– Humm….. que bucetinha apertada… tem minha maninha… vou te comer todinha… sua vadia…vou deixar essa buceta arrombada… vou te viciar na minha rola… sua vadia… rebola… putinha! Ahhh.
Me senti rasgada ao meio e todo safada sussurrei:
– Aaaii….. Duzinho… você me estuprou com esse pauzão… nossa… tá doendo… é muito grande… só dei pro pintinho do meu namorado… aiii… seu tarado!
Ele começou a tirar e enfiar aquela pica majestosa na minha bucetinha toda ensopada e em poucos segundos rebolava como uma vadia. Me senti preenchida de verdade. Aquele pau enorme me provocava espasmos de prazer e em poucos minutos gozei como louca sussurrando:
– Aahhh… Duuuu… que delicia… fode sua putinha… tô gozando… que pau delicioso… come sua irmã putinha… mete… faz eu gozar de novo…… ahhh… mete… ahh… eu… eu… vou gozar nesse pauzão!
Minha bucetinha parecia mijar de tanto liquido que escorria, eu me entregava sem reservas e gozava como louca e nem sentia mais dor, só prazer. Dudu deu um berro e gozou dessa vez na minha bucetinha inchada. O calor daquela porra fervente era inebriante e meu corpo tremia sem controle espetada naquela vara majestosa. Depois de alguns instantes começou a escorrer porra da minha buceta no púbis do maninho e ele todo safado sussurrou:
– Delícia. Agora limpa meu pau.
Toda obediente lambi tudo. O sabor daquela porra era uma delicia e fiz aquilo com muito prazer! E bastou eu limpar seu mastro para ele dar sinal de vida novamente.
– Nossa Dudu, você já está de pau duro, de novo?!?!
– Você que é muito gostosa Dani, te vendo toda peladinha, mamando no meu pau, fiquei com tesão.
Ele se levantou ficando de pé perto da cama, eu me posicionei de costas para ele ficando de 4 em cima da cama. Ele nem falou nada já foi segurando minha cintura com as mãos e se posicionando atrás de me ajeitando seu pau na entradinha da minha bucetinha. Nossa ele já foi colocando de uma vez só e indo com vontade, eu dei um grito na hora. Ele socava com força feito louco, puxando meu cabelo e me xingava. Ele segurou minha cintura com as duas mãos, e começou a apertar. Nisso comecei a rebolar minha bunda no pau dele e dizia…
– Vai gozar gostoso… vai…. encher minha…… bucetinha…. de novo… aiiiii….. maninho….. que pau gostoso…..
– Tá gostando….. putinha…… vou querer…. te comer…. todo dia….. vai virar…. minha putinha, vaiiii????
– Vou Duzinho…… agora eu sou….. sua putinha….. pode meter….. todo dia…… aiiiiii….. mete…….
Ele apertou mais forte e começou a gemer alto, logo em seguida senti ele gozando, nunca tinha sentido tanto gozo dentro de mim assim. Caímos na cama ofegante, ele ainda dentro de mim, me dando mordidas leves na minha orelha e pescoço. Descansamos durante meia hora, levantamos e fomos tomar banho. No banheiro Dudu pediu pra meter em meu cuzinho, mas não deixei. Então sem eu perceber ele começou a lamber meu cuzinho de novo e colocou um dedinho, achei delicioso então disse:
– Você me promete que vai devagar?? O seu pau é muito grande.
– Com muito carinho Dani, ele disse.
Escorei minhas mãos na parede dentro do box, arrebitei a bundinha para ele. Ele pegou o condicionador, espremeu em sua mão e veio passar no meu cuzinho. Ficou brincando lá, enfiando um dedinho dentro.
– Aiiiii….. safado….. tá gostoso…..
– Dani, você nasceu para dar, sua putinha.
Comecei a rebolar no seu dedinho, então ele enfiou mais um dedo dentro. Entrava e saía do meu cuzinho. Quando ele encostou a cabeça do seu pau no meu cuzinho, ficou brincando um pouco, até que entrou um pouquinho, mas na mesma hora ele tirou, não dando tempo de eu reclamar, colocou mais um pouco e tirava e ficou nessa brincadeira, até que a cabeça entrou todinha e só doeu um pouquinho. Ele deixou eu acostumar e foi empurrando bem devagar. Depois ele começou a fazer um vai vem bem gostoso e foi aumentando as socadas aos poucos eu sentia as bolas do seu saco batendo na minha buceta. Mas a dorzinha foi passando e foi dando lugar para o prazer, eu sentia que aumentava o meu tesão em proporções descontroladas, ele socava o pau no meu cu e com a mão foi massageando o meu grelinho, fazendo aumentar o meu tesão eu comecei a gemer e a rebolar, ele dava tapas na minha bunda e falava:
– Isso minha putinha, goza minha delicia agora você é só minha você vai ser a minha putinha.
E socava o pau sem dó quando ele estava gozando eu também gozei junto com ele, foi maravilhoso foi uma delícia foi uma gozada fenomenal. Ficamos grudados ainda um tempo com seu pau no meu cuzinho, suas mãos em meus seios e sua boca no meu ouvido gemendo:
– Aiii… Dani, você é muito gostosa, que delícia de trepada, vou querer mais, muito mais.
– Eu também vou querer mais, eu sou sua putinha agora, não lembra??
Quando acabamos o banho fomos almoçar, pois o tempo passou rápido nessa manhã. Descansamos mais um pouco e não transamos mais naquele dia, pois minha xoxota e meu cuzinho estavam um pouco doloridos e inchados (rsrs). Ficamos aguardando nossa mãe chegar, no final do dia. Depois desse dia muita coisa mudou, para nós TRÊS.

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  • Autor: Fláviana
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