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transando e fodendo oriental servico – parte I

  • Publicado em: 15 de agosto de 2010 20:37
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

A história que vou contar aconteceu quando eu tinha aproximadamente uns 20 anos. Eu trabalhava em uma empresa que dava atendimento ao público e como eu não ganhava muito, ia de ônibus trabalhar. Não era atraente, e sim um garoto normal de vinte e poucos anos, mas não me vestia mal apesar da ausência de dinheiro, na época já fazia faculdade e namorava. Certo dia, indo no ônibus ao trabalho, sentei-me ao lado de uma pessoa, que inicialmente nem reparei quem era, e pouco depois esta pessoa falou-me um oi e aí que percebi que era uma moça descendente de orientais de óculos que também trabalhava nesta empresa, mas em outro setor que eu nem sabia aonde era. Começamos a conversar amenidades, disse o meu nome, ela disse o dela (vou chamá-la de Sonia), tempos depois descemos juntos do ônibus e fomos trabalhar. Na hora de voltar, coincidentemente esta moça estava no ponto já aguardando o ônibus, e novamente começamos a falar de amenidades, e como o ônibus demorava a passar começamos a falar da vida pessoal, eu disse que namorava, ela disse que era casada, mas que não tinha filhos, ela se mostrava sempre agradável. Ao perceber que o ônibus estava chegando notei que muitas pessoas também iriam pegá-lo e perguntei a ela se ela iria assim mesmo, e ela disse que iria se eu também fosse. Como eu não tinha muita margem de horário, por causa de que iria ainda para a faculdade, disse que sim, e entramos no ônibus. Pedi a ela que subisse primeiro no ônibus e fui atrás, e fomos tentando caminhar dentro do possível dentro dele. Chegou uma hora que não tínhamos mais por onde caminhar e fiquei postado bem atrás dela tentando meio que protegê-la. Dentro em pouco surgiu uma pessoa atrás de mim e pediu-me passagem, então pedi a Sonia que se encostasse um pouco para a pessoa passar, ela se afastou e grudei praticamente meu corpo nela, Sonia virou-se para mim deu um sorrisinho e me disse “ainda bem que você veio comigo hoje”. A pessoa passou por nós, fiquei constrangido pela situação por ter encoxado Sonia e logo em seguida vimos um local que havia vagado e Sonia sentou-se e fiquei em pé ao lado dela. Passou-se um tempo, me despedi de Sonia e desci do ônibus. No dia seguinte, novamente peguei o ônibus para ir trabalhar, e novamente Sonia estava no ônibus. Acenou para mim para que eu a visse e fui ao seu encontro. Deu-me um beijo normal no rosto e novamente fomos conversando até chegar ao trabalho. Durante o horário de serviço me ligaram em meu setor pedindo uma ajuda e descobri que era a Sonia quem chamava. Então fui ao seu setor, que eu nem sabia onde ficava para dar a informação ao cliente dela. Lá estava o cliente, sentado e ela defronte também sentada e eu fiquei em pé e começamos a esclarecer algumas dúvidas, e tive a impressão que a Sonia não parava de olhar para mim e para o meu corpo, mas deixei prá lá, pois achei que fosse fruto da minha imaginação. Novamente ao ir embora, fui para o ponto de ônibus e novamente lá estava Sonia, e brinquei que estávamos combinando direitinho o horário de saída. Passaram-se mais uns 10 minutos aguardando o ônibus, e o ponto foi enchendo novamente. Quando avistamos o ônibus perguntei a ela se iríamos naquele ônibus cheio e ela disse que por ela tudo bem. Novamente esperamos algumas pessoas entrarem e entramos em seguida, ela na frente e eu atrás e por estar bem cheio, tive que literalmente grudar nela para a porta do ônibus fechar, mas percebi que ela olhou para trás, deu um sorrisinho e comentou que hoje o ônibus estava bem mais cheio. Ficamos um bom tempo assim e apesar de eu não achá-la atraente a princípio, o meu pênis começou a ficar mais e mais ereto ao ponto de, em alguns momentos, levantar um pouco a saia de Sonia, mas ela não demonstrava se incomodar com isso, e eu continuava constrangido de ficar encoxando, de pênis duro, aquela mulher que era casada e trabalhava na mesma empresa que eu ali na frente de um monte de gente. No decorrer de alguns dias, estes fatos ocorreram mais algumas vezes, e em uma delas inclusive cheguei a ficar encoxando Sonia no ônibus e com uma de minhas mãos sobre um de seus seios segurando o corrimão para não cairmos. Eu não sabia bem o que fazer, até que um dia tive que ir ao Metrô encontrar minha namorada e Sonia disse que também iria pegar o Metrô e fomos juntos. Ao chegar à estação apresentei minha namorada para Sonia e elas se adoraram, uma elogiando a outra pela simpatia. Em determinado momento minha namorada perguntou onde Sonia estava indo e ela disse que estava indo ver um curso de informática, pois com 32 anos (eu até então nem sabia a idade dela) não entendia nada de computador. Foi então que minha namorada disse por que eu não poderia ajudá-la, já que eu tinha boa experiência em informática. Olhei para Sonia e disse que poderia ajudá-la sim no sábado e ela virou-se com o rosto meio envergonhado e disse que não poderia pagar muito pelas aulas. Foi quando eu disse que não cobraria nada e começaríamos já no próximo sábado. Marcado horário e tudo mais, me dirigi à casa de Sonia e lá chegando o marido dela que também era oriental me atendeu. Ele era meio seco, mandou-me entrar e logo após Sonia chegou à sala, mas me tratou de uma maneira bem formal estendendo somente a mão, estranhei um pouco, mas achei que fosse por causa do marido. Esperei um pouco e vi que o marido de Sonia trouxe duas malas para a sala, um pouco depois tocaram a campainha e era um taxista. O marido de Sonia se despediu dela, me deu um até logo e foi-se embora com as malas e foi-se embora. Logo que eu e Sonia ouvimos o som do táxi indo embora, vi a transformação que se deu no rosto de Sonia, que voltava a ser uma pessoa alegre. Fomos para o escritório ver o computador e como havia sido a primeira vez que via Sonia de calça jeans notei que ela era bem magra. Sentamos ao lado do computador e Sonia pediu que eu aguardasse um pouco, pois iria até o quarto e já voltaria. Fiquei observando a decoração e vi que era tudo bem tradicional no estilo japonês. Ao voltar Sonia disse que havia trocado de roupa, pois esta roupa era mais de usar em casa. Estava com uma saia (que era mais curta do que eu usualmente a via) e uma camisa branca de tecido bem fino, que já de longe permitia ter uma idéia do sutiã que ela usava. Sentou-se ao meu lado, fui ligando o computador, e perguntei se o marido dela tinha ficado chateado comigo por algum motivo, pois ele parecia meio bravo, e ela deu um sorriso e disse que não, ele era assim mesmo meio mal humorado, mas que eu não precisaria me preocupar, pois ele tinha ido viajar a serviço e só voltaria na próxima terça-feira. Nessa hora fiquei imaginando a situação: eu ali, com uma mulher com 10 anos de idade a mais do que eu, mas que não aparentava em nada a idade que tinha tudo bem, ela era meio feia de rosto ainda mais com os óculos que usava, mas o seu corpo me parecia atraente, eu nunca havia transado com uma oriental, parecia ter um casamento estranho e dava a impressão que estava disposta a ter relacionamento fora dele. Bem, a situação me excitava e isso ficava bem claro pelo volume do meu pênis que era visível em minha calça, e notei que Sonia já havia percebido isso, então comecei a explicar-lhe alguns fundamentos usando o mouse, mas eu fazia com que meus movimentos principalmente de cotovelo esbarrassem em seus seios, e percebi que ela não se importava, mas estava um pouco envergonhada. Não achava que eu deveria atacá-la e sim que eu deveria ser atacado, afinal eu era mais novo, estava na casa dela e ela é quem parecia querer trair o seu marido. Mais um pouco de aula e pedi a ela que usasse o mouse para aplicar o que expliquei, e ela o fez, e nessa hora comecei a colocar algumas vezes a mãos em suas pernas a título de incentivo do que ela fazia correto. Comecei a perceber que com o tempo ela estava ficando cada vez mais ofegante e seu rosto ficava um pouco avermelhado, mas ela tinha uma trava mental, e achei que não íamos sair daquilo. Foi então que resolvi conversar a respeito do seu casamento para perceber se a minha impressão estava correta. Ela foi dizendo que estavam casados há cerca de 10 anos, que seu marido tinha sido seu único namorado, pois suas famílias já se conheciam. Perguntei a Sonia se o casamento deles estava bem, pois eu a achava muito quieta ao lado de seu marido, então ela disse que dentro do possível, pois como ele viajava muito e não a procurava mais quando voltava para casa, ela achava que ele estava se relacionando com outras mulheres nas viagens. Foi aí que perguntei se ela não tinha intenção de fazer o mesmo até para se vingar dessa situação, e ela disse que até pensou, mas para a mulher ela achava difícil, pois tem que se expor muito, além do fato que ela não achava que pudesse atrair ninguém. Esta hora foi que me senti um canalha, mas não tive como me conter e disse que eu me oferecia para ajudá-la a vingar-se do seu marido se ela quisesse. Nessa hora ela me deu um beijo no rosto e agradeceu dizendo que não seria justo, pois eu tinha uma linda namorada, e que ela não tinha nada de experiência sexual e que achava que eu não poderia achá-la atraente. Retruquei dizendo que minha namorada jamais saberia e que a queria levá-la agora para o seu quarto. Não acreditei quando aquela japonesinha pegou-me pelas mãos e fomos caminhando para o seu quarto. Abrimos a porta, ela novamente perguntou se eu não queria voltar atrás, eu disse que não e fechei a porta. Vi aquela mulher ficar diante de mim com sua cabeça abaixada olhando para o chão esperando o que eu faria. Comecei a alisar seus cabelos e ela ia tirar seus óculos, mas não deixei, pois queria lembrar do seu rosto naquela situação da mesma forma como veria no dia a dia. Então comecei a abrir cuidadosamente os botões de sua camisa e senti o tremor de seu corpo e o rubor do seu rosto em contraste com a brancura de seu corpo. Sonia não levantava a cabeça e essa submissão me excitava mais ainda, pois a cada momento eu tinha mais certeza que poderia fazer o que eu quisesse com o corpo daquela mulher. Ao desabotoar todos os botões percebi que uma de suas mãos tentou cobrir seus seios e a outra mão veio de encontro a minha pedindo para eu parar. Não entendi e mesmo com a cabeça abaixada ela começou a dizer que não poderia se entregar daquela forma para mim por ser casada. Continuei a não entender, e aí ela começou a sussurrar algo que eu não entendia, pois ela falava muito baixo. Pedi que falasse novamente e continuando com a cabeça abaixada entendi que ela pedia para que eu a imobilizasse. Diante da situação, tirei cuidadosamente a camisa dela e pude ver todo o seu corpo magro e branquinho e pedi que ela se deitasse na cama. Tão logo ela se deitou, peguei sua camisa amarrei na cabeceira da cama e em seguida imobilizei seus pulsos com as mangas e com o amarrado que fiz de sua camisa. Perguntei a ela se era assim que ela queria, mas ela nada respondeu, e entendi que seria assim que ela queria. Comecei a alisar com minhas mãos sua barriga e também os seus seios que se abrigavam no sutiã. Sentia os sinais claros dessa entrega e os bicos de seus seios ficaram intumescidos marcando claramente a reação do que eu provocava naquela mulher. Seu corpo se retorcia numa mistura de satisfação e com o prazer de estar simulando ser possuída contra vontade. Eu alisava seus cabelos e ela então mexia sua cabeça para os lados como quem se sentisse incomodada com aquilo, mas seus seios e sua respiração ofegante a desmentiam. Eu prosseguia calmamente a acariciá-la e em determinado momento resolvi tirar seu sutiã, e quando terminei pude ver que seus seios eram pequenos, mas os seus mamilos eram grandes em relação ao seios e bem escuros. Resolvi acariciá-los também agora que estavam bem a mostra e senti que ela mal conseguia se controlar de prazer em ver o que eu fazia, mas novamente simulava estar sendo contrariada. Decidi impor um pouco mais algo que pudesse ser algum tabu para ela e resolvi que iria colocar o meu pênis em sua boca. Comecei a tirar minha roupa e percebi que Sonia virou sua cabeça para olhar para mim; eu não tinha pressa e fui vagarosamente com o ritual até ficar somente de cuecas. Seus olhos brilhavam e eu continuava a perceber sinais de que ela estava gostando, e resolvi postar meu corpo sobre o dela colocando a cabeça de Sonia entre minhas pernas. Novamente percebi seu rosto se avermelhar e notei até que as lentes dos seus óculos embaçaram um pouco. A situação era simplesmente maravilhosa ver sua cabeça presa pelas minhas pernas e tendo apenas a minha cueca entre meu pênis que agora estava explodindo e a sua boca. Perguntei a ela se já havia feito isso e ela disse que não e que não iria fazer nada disso. Tomei-me de uma vontade incontrolável tirei meu pênis para fora e comecei a passá-lo vagarosamente pelo seu rosto, e aí tive certeza de que ela jamais havia visto um pênis tão de perto, pois sua respiração era absolutamente ofegante. Fiquei alguns minutos nessa brincadeira até que resolvi que iria por meu pênis na boca de Sonia. Ela tentou serrar seus lábios, mas comecei a insistir e em certo momento fechei suas pequenas narinas e a obrigando-a a abrir a boca, e comecei a por metade do meu pênis que não era grande, mas meio groso e eu percebia a dificuldade que Sonia tinha de abrigá-lo. Era muito excitante ver aquela mulher tão inexperiente tentar ao mesmo tempo simular uma situação de imposição e ao mesmo tempo tentar fazer algo que eu gostasse. Pouco tempo depois tirei meu pênis da boca dela, pois pressentia que eu iria gozar, e achei melhor aproveitar-me dela mais inteiramente. Tirei minha cueca e deixei-a ao lado e comecei a descer pelo corpo de Sonia e novamente percebi a tentativa dela de simular resistência física, e logo me postei sobre sua barriga de forma que eu pudesse alisar suas pernocas e em seguida tirei sua saia. Agora aquele corpo magro estava apenas de calcinha e percebi que ela voltava a querer me impedir de continuar com o movimento de suas pernas ao ponto de que tive que prender um de seus tornozelos com a sua saia para que eu pudesse ter mais facilidade em poder dedicar-me a usufruir de seu corpo. Com uma perna imobilizada pensei em apoiar-me sobre a outra e pensei em lamber e beijar sua região vaginal, mas lembrei-me de ela ter dito que o marido talvez tivesse amantes (ainda que ela dissesse que não fazia mais sexo com ele) e resolvi interromper a intenção e comecei a passar meu pênis por todo o seu corpo para sentir as suas reações e percebi que seus seios haviam se avolumado um pouco e os seus mamilos estavam durinhos e bem marrons contrastando com o resto branquinho. [continua]

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8 Comentários para “transando e fodendo oriental servico – parte I”

  1. Oi, adorei seu conto. Visite o meu perfil no endereco abaixo e leia os meus.
    http://www.contoerotico.com/usuario.cfm?user=19864
    Eu breve vou colocar umas fotos la.
    Bjs.

  2. muito bom

  3. gostei muito

  4. Nossa, adorei o jeito que descreve as ações e emoções. Utilizou muito bem das palavras, você descreveu com detalhes e isso fez com que pudesse perceber a timidez da Sonia.
    Gostaria de estar no lugar dela, mas só no momento da relação, gosto de bondage, mas os que fizeram comigo não eram tão carinhosos.

  5. exelente conto, quem quiser ler o meu: http://www.contoerotico.com.br/contos/delicia-de-morena-parte-i/

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