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Transar no mato,em cima do carro: bom demais!

  • Publicado em: 4 de dezembro de 2017 11:03
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(escrito por Kaplan)

Isabela e Luiz Augusto haviam transado uma vez, quando eram noivos, véspera de casamento, em cima do carro, no meio do mato. Explicando: haviam visitado os avós dele, que moravam numa fazenda, exatamente para levar o convite de casamento, mesmo sabendo que eles não iriam, pois não saíam da fazenda por nada deste mundo.
E, na volta, ela ficou encantada com a paisagem. Era uma estrada de terra, bem cuidada, vazia por completo, só estavam eles ali. E ela ficou tão maravilhada, que sugeriu a ele parar para melhor apreciar.
Ele parou, desceram do carro, ele a abraçou, o tesão surgiu como por enquanto e eles transaram ali. E aquela transa nunca saiu da mente dela.
Pois bem, casaram, viajaram em lua de mel, voltaram e começaram a nova vida.
E teve uma noite em que ela acordou pulando… ele perguntou o que era, ela disse que tinha sonhado com aquela transa.
– Vamos repetir este fim de semana?
– Vamos sim! Seu sonho é uma ordem!
Ela pulou em cima dele, beijou-o, e transaram loucamente.
E no sábado eles pegaram o carro e se mandaram para a estrada de terra que levava à fazenda dos avós.
Ela de camiseta e minissaia. Tão mini, que quando ela sentou, deu para ele ver que estava sem calcinha. Foi por pouco que não aconteceu a transa ali na garagem!
Durante a ida ela provocou o marido de todas as formas possíveis. Levantou a camiseta, mostrando os seios pra ele e para todos os caminhoneiros com quem cruzaram ainda na rodovia asfaltada. Foram muitas buzinadas de saudação que eles ouviram, rindo sem parar.
– Não sabia que você era dada a essas loucuras, meu bem!
– Não sou não, mas hoje estou com o tesão a mil… não me censure!
– Não estou te censurando… estou amando te ver… põe a mão aqui e sente!
Ela pôs a mão no pau dele e sentiu a dureza.
– Vou por seu pau na minha boca, posso?
– Com vontade eu estou, mas é melhor não…
Ela riu, divertida.
– Eu sei, jamais faria isso numa estrada. Não quero provocar um acidente.
E continuaram nessas brincadeiras até chegar à estrada de terra. Eram 15km, e ele se lembrava que havia parado da outra vez mais perto da fazenda do que da rodovia. Então rodou uns 10km e parou.
– Agora eu posso, né?
Ele concordou, já baixando a bermuda e ela então fez um boquete nele dentro do carro.
– Delícia, delícia!!! Como gosto de chupar seu pau!
Sairam do carro, ele a encostou na porta do motorista e levantou a camiseta, pegando nos seios e mamando à vontade.
Depois colocou-a sentada no capô, suspendendo a minissaia e chupou a xotinha dela, que já estava molhadinha.
– Nossa, meu bem… me come logo, senão eu vou explodir!
Ele tirou-a do capô, virou-a, e crau… enfiou o pau na xotinha e começou a bombar. Ela estava mesmo alucinada e gozou logo.
– Não goza não, tá? Eu vou querer mais! Deixa eu chupar seu pau de novo!
E mais um boquete foi feito…
Ela tornou a sentar no capô e pediu que ele enfiasse a vara de novo. Ele o fez e ficou bombando, mas ela acabava deslizando, então desceu e ficou de quatro, apoiando as mãos no chão e ficando com o bumbum todo empinado. Que visão maravilhosa! E ele mandou lenha, viu ela gozar de novo e ele também gozou.
Ficaram ali, numa boa, peladões, curtindo a natureza, abraçados, beijando… e ela sempre com a mão no pau dele, acabou por sentir que ele ressuscitava.
– Epa! O que é isso que estou sentindo crescer aqui na minha mão? É meu pintinho que não é amarelinho?
– Humilhou… pintinho? Tá certo que não é gigante, mas está na média nacional…
– E eu lá estou preocupada se ele está na média, abaixo ou acima? Já te falei que é o mais gostoso que já tive o prazer de receber dentro de mim! E não falei só por falar…
– Eu sei, eu sei… tava brincando…
– Meu bem, nós somos um casal que não tem ciúmes, né? Queria te perguntar uma coisa e você pode falar a verdade, sem problema algum. Antes de me namorar você teve algumas namoradas. Comeu o cu de alguma? Ou de todas?
– Só de duas. Por quê?
– Porque eu queria experimentar e estou tão feliz hoje que creio que é um momento bom pra isso.
– Mas é preciso alguma coisa pra ajudar…
– Tipo o KY?
– É…como você sabe disso?
– Andei perguntando pra quem curte anal e me indicaram. Por isso eu trouxe…
– Não acredito!
Ela abriu a bolsa e mostrou a ele que não mentia. Foi beijada e ele então passou no pau dele e no cuzinho dela. Ela voltou à posição de quatro e ele foi metendo, bem devagar, porque ela sentiu e deu gemido de dor, não de prazer.
Mas depois que entrou tudo, ela respirou fundo e ele pôde dar umas metidas… não deu muitas, sabia que a primeira vez nunca dá prazer. Logo retirou e perguntou se ela tinha curtido.
– Muito não, mas eu já sabia que seria assim. Me garantiram que depois a gente acostuma. Amor, muito obrigada por ter feito tão carinhosamente… vamos tentar outras vezes e quem sabe eu chego a gostar?
– Ok, deixo a seu critério.
– Bem, vamos voltar. Ou você quer ir visitar seus avós?
– Hoje não, vamos pra casa. Quem sabe no sábado que vem a gente vem de novo pra visitá-los?
Ela entendeu e, sorrindo, encheu o marido de beijos. O casamento começava muito bem!

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