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UM CONTO REAL

  • Publicado em: 8 de maio de 2002 01:02
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Esta é a história de uma transa que tive com o meu professor e foi a seguinte: Tinha 16 anos e foi uma tarde onde vi estrelas e outras coisas mais. Lembro-me que no dia seguinte não fui à aula porque peguei uma bela gripe e por estar toda ardida também. Tudo isto porque o meu professor de matemática comeu o meu rabinho – estava indo muito mal na matéria dele -, e eu mesma havia proposto para que me desse aulas particulares, na minha ou na casa dele. Ficou combinado que seria na casa dele e confesso que tinha uma quedinha pelo professor e se pelas manhãs me via com o uniforme escolar, à tarde me vestia sempre muito gostosa. No dia da foda que nem sabia que iria rolar, estava muito gostosinha, com uma saia curtinha, calcinha bem cavada, que persistia em entrar no rabinho e uma camiseta. Por ter os seios durinhos, apesar de serem 44, não gosto que fiquem presos, preferindo-os livres e, portanto, estava sem o famigerado soutien. Com aquelas notas em matemática que até o momento havia recebido, não me levariam ao segundo ano. Quem sabe, o professor me vendo daquela maneira, estas pudessem mudar como um passe de mágica e não seria reprovada!?! O professor quando me viu, ficou meio maluco, com a respiração ofegante e muito sem jeito. A mesa redonda da sala, por ser de vidro, permitia que ele visse as minhas pernas, enquanto tentava colocar na minha cabeça que matemática é muito fácil. Por minha vez, pude notar que o volume que o professor trazia entre as pernas aumentou consideravelmente. Cortou a explicação para perguntar: – Precisa vir sempre tão provocante? As minhas roupas eram normais, de qualquer adolescente. Não tinha culpa de ter os seios um pouco maiores e se estava sem o soutien era por não gostar de vê-los apertados. Quanto às minhas pernas, se são bonitas, por que tenho que escondê-las? Percebi que não tirava os olhos dos meus seios, das pernas, e para provocá-lo ainda mais, eu estava sentada com elas um pouco abertas. Obviamente, não podia ver nada, muito menos a calcinha, mas deixa qualquer um na imaginação não permitindo que faça corretamente uma simples conta de somar. Talvez por ser uma adolescente, quis fingir respeito. Perguntei se queria ver os meus seios. Deveria ver a cara dele. Fingiu-se de surdo e respondeu com outra pergunta: – O que vc disse? Retruquei: – Perguntei se quer ver os meus seios. Fui levantando a blusa e os deixei à mostra. A respiração do meu professor, mais uma vez, chegou a níveis de deixar-me preocupada. Por várias vezes perguntei se estava bem. – Não gosta do que vê professor? Nervoso, as suas mãos começaram a me tocar. Ele levantou-se, me fez levantar também e continuou a alisar os meus seios e os biquinhos começaram a mostrar o ar da graça. A boca do professor foi chegando mais perto e começou a chupá-los, ora passando a língua nos mamilos, ora mordendo-os levemente, fazendo com que a minha respiração também ficasse alterada e assim, fui me entregando. A língua foi descendo até o umbigo por onde brincou um pouquinho, apenas parando para perguntar: – Tem certeza que quer fazer isto? Balancei a cabeça positivamente e subindo deu-me um beijo na boca. Abraçados, cada um sentindo o calor dos corpos ávidos por sexo, ele foi desabotoando a minha saia por traz, tirando-a devagar, deixando-me somente de calcinha. Virou-me, inclinando o meu corpo na mesa para ver melhor a minha bundinha e enfiou o rosto bem fundo, dando uma boa cheirada. – A minha aluna safadinha cheira muito bem! Disse ele. Afastou a calcinha e enfiou o dedo na minha boceta e com o tesão que eu também estava sentindo, viu que estava molhadinha. Virou-me novamente e foi tirando a calcinha, estava com a boceta não totalmente depilada. Fechei os olhos, abri um pouco mais as pernas e senti a gostosa língua e os dedos do professor explorando-a. Perguntou-me se eu era virgem. Menti que sim. Senti um certo desapontamento em seu rosto e retruquei que estava acostumada a dar a bundinha e que poderia ser dele. Jamais esqueci o seu sorriso malicioso, de satisfação. Como havia tirado a minha roupa, foi a minha vez de fazer o mesmo com ele. Não esperava que tivesse um pau grosso demais. Fiquei olhando àquele pau de tamanho normal, porém muito grosso. Nunca tinha visto um igual, nem em filmes pornôs, que assistia escondido dos genitores de algumas amigas de escola quando ía às suas casas com a desculpa de estudar. Foi gostoso, principalmente quando estava lambendo a minha bocetinha como um cachorrinho. Imagine a Safadinha, nuazinha, no sofá da sala do professor de matemática, com as pernas totalmente abertas e a língua e os dedinhos do professor na bocetinha, meio depilada, apertadinha e doce… Pensei duas vezes antes de ter aquela tora dentro do meu cuzinho… Pensei. Como disse antes, nunca tinha visto um pau tão grosso… Talvez se não tivesse dito que era virgem… Agora, era tarde, tinha que ser no rabinho… Não esperava uma tora daquelas. Se soubesse que eu não mais era virgem, desde os 15 não sei o que é virgindade, com o tesão que estava, com certeza já teria enfiado em mim. Deixou-me por alguns minutos, pois queria pegar umas coisinhas para brincar comigo. Pedi que não fosse violento e não curtia sado. Riu e me tranqüilizou. Também não gostava de sado e não faria nada que eu não permitisse. Fiquei ali no sofá, nua, aguardando o professor e pensando em como iria enfiar no meu cuzinho. Será que eu iria agüentar? Já pensava na dor que iria sentir. Se os normais, mesmo quando feitos com jeito e carinho, sinto um pouquinho, imagine aquela tora… Tentei não me preocupar e deixar chegar o momento. O professor tinha uma língua comprida e gostosa e estava achando tudo muito delicioso para preocupar-me com o meu cuzinho antes do tempo. Ouvia um barulho estranho vindo dos outros aposentos da casa e não sabia do que se tratava. Quando o professor voltou à sala, ainda estava deitada no sofá, levantei a cabeça e vi novamente aquele sorriso malicioso e pediu que ficasse tranqüila que não iria me machucar e iria sentir apenas prazer. Não parava de dizer que era muito gostosa e que há muito pensava em me foder. Levou-me ao seu quarto, onde havia um plástico em cima da cama. Pensei em quantas mulheres estiveram por ali, recebendo o mesmo carinho, se entregando, numa entrega mútua. Quantos corpos suados, abusados, lambuzados sentiram ali os prazeres do sexo. Notei que na cabeceira tinha um enorme vidro de creme, além de um prato cheio de bolinhas de gelo. A janela do quarto dava para uma parede do prédio vizinho. Poderia permanecer aberta sem o perigo de alguém nos ver. Fazia muito calor. Colocou-me na cama, com carinhos e beijos. As pedras de gelo eram para enfiar dentro da minha boceta e do cuzinho. Gentilmente, passou gelo no meu corpo todo e ao chegar na boceta, enfiava uma bolinha de gelo, o mais fundo que pudesse. Que sensação louca. Retribui, passando também no pênis, principalmente na cabecinha. Chegava a gritar. Estávamos com muito tesão. No cuzinho, a mesma situação, enfiando as bolinhas que se derretiam lá dentro. Já tentou fazer isto? Se for homem, enfia na garota o gelo nos buraquinhos. E se vc for mulher, faça o mesmo com o seu parceiro. É uma loucura! Não use aquela fôrma que faz aquele pedregulho. Use aquelas que tem o formato de bolinhas pequenas. Enquanto abusávamos do gelo em nossos corpos, estávamos num gostoso 69 e pude ter aquela tora em minha boca. Por ter a boca pequena, não conseguia enfiar totalmente. Quando o professor sentia que eu iria gozar, ele pegava uma pedra de gelo e passava por volta da bocetinha. Devo dizer que o plástico ficou molhado, não somente com as pedras de gelo, mas com os suores dos corpos que ali estavam se entregando. Chupava aquele pau com vontade, mordia a cabecinha e ele fazia o mesmo com o meu grelinho. A língua percorria toda a bocetinha e subia para o cuzinho e se não enfiava o dedinho, a língua fazia o seu papel e mais uma pedrinha de gelo. Depois com muito jeitinho e muito creme foi introduzindo o pênis no cuzinho. Estava como uma cadelinha, gritava a cada centímetro que era penetrada. Pensando em facilitar, ajudava empurrando com a bundinha, mas sentia que não iria conseguir. Mesmo estando com uma camisinha lubrificada e de ter passado mais creme, tanto no pau quanto no meu cuzinho, e ainda para amenizar o meu sofrimento, ele apertava os biquinhos dos meus seios, duros de tanto tesão, e quando não, massageava o meu grelinho para que eu relaxasse e deixasse o pau entrar, mesmo assim não permiti que enfiasse tudo. Doía. Estava sentido mais dor que prazer, mesmo gostando daquela tora me fodendo. Ficou um bom tempo com o pênis dentro da minha bunda e apesar de não ter entrado tudo e das minhas reboladas, foi gostoso… E ao gozar, soltou um jato dentro da bundinha, e ao tirar virei-me para que escorresse nos meus seios e boca. Senti um alívio quando tirou o pau de mim. Deitou na cama, admirando o meu corpo e chamando-me de safadinha, gostosa, putinha… Gostei tanto que bati uma punheta nele que o deixou estatelado na cama. Safadinha que sou, sentei em cima dele e fiquei brincando com o pau na entrada da bocetinha, provocando-o. – Sei que você quer entrar aqui! Rebolava e passava a cabecinha do pau em volta da bocetinha, esfregando com vontade. – Não provoque putinha que descabaço a minha aluna safadinha agora. Não queria dar tudo naquele dia. E se nada acontecesse com as minhas notas? Parei de provocá-lo, porém com um desejo enorme de tê-lo na minha vagina. Os dias foram passando, as aulas particulares continuaram. Quantas vezes ficávamos nus, sentada em cima dele, ele colocava as mãos na minha boceta e me masturbava, enquanto me ensinava a Matemática. Quem disse que aprendi os nove fora nada. Só pensava nos dedinhos e na língua do professor. Às vezes soltava que queria entregar-me totalmente a ele, a bocetinha virgem. Ele bem que quis, desde o primeiro momento, pois enfiava o dedinho dentro dela e dizia estar louco para comer uma bocetinha virgem. Garantida a minha aprovação na matéria dele e com muito mérito. Ao corrigir a minha prova, ele mesmo preenchia os itens e por dois bimestres tirei 9. Certamente o 10 levantaria suspeitas. E após ter passado de ano, não o vi mais. Nunca vou esquecer aquela foda. Fico lembrando hoje como aquilo, a metade porém, entrou no meu cuzinho? Conheço o meu corpo, sempre coloco o espelho para me ver, me tocar e sei que é um botão fechadinho!! Tem garotas que jamais viram as bocetas por baixo ou o próprio cuzinho mais de perto. Se ele comeu a minha boceta? Como mencionei antes, de virgem não tinha mais nada, nem no signo. A transa aconteceu e foi bem melhor que a primeira experiência. Desta vez, o rabinho só sentiu o gosto de sua língua e alguns dedos. Não deixei que enfiasse aquele pau novamente, gostoso, que estava me acostumando a ver. Enquanto fodia a minha boceta, eu de 4, com o polegar, ele enfiava no meu cuzinho. As pedras de gelo, foram substituídas por algo que contarei numa próxima vez e gritei muito porque me deu muito prazer. Da foda com as pedras de gelo, peguei uma gripe, espirrando sem parar. Até o cuzinho, a sensação que tive é que espirrou com as pedras que engoliu… Parece que tudo congela! Se estiver lendo este conto professor, sinto saudades. Deixo o meu e-mail para quem quiser entrar em contato: Safadinha@iamyours.com

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