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Um dia de puta completa II (desapaixonando)

  • Publicado em: 12 de outubro de 2008 16:38
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Um dia de puta completa II (desapaixonando)

É, eu disse que voltaria à zona, para uma DP, eu me fiz puta mais uma vez, e fora da zona.

Quem leu meu primeiro relato, sabe que a necessidade me fez ir à uma casa de mulheres e acabar na cama fazendo para dois estranhos o que nunca fiz para o meu marido. E foi uma necessidade, não premente quanto à primeira, que eu voltei a dar por dinheiro, e também duas vezes no mesmo dia.

Minha cunhada havia levado meus filhos para sua casa logo pela manhã, para eu ir ao médico, no antigo INPS. Desde as cinco horas da manhã na fila, após um exame em minha garganta, em que aliviada eu soube que não era nenhuma infecção suspeita, do que eu havia feito dois dias antes. Aproveitando que o médico era ginecologista, eu lhe pedi para me examinar outro local, também dolorido. Deitada na mesa com as pernas escancaradas, e levantadas, eu confessei ao doutor, que não era virgem atrás. Vendo que meu constrangimento escondia algo. O doutor me convenceu a contar, e até narrar certos detalhes de como perdi a virgindade no cú. Eu escondi que foi na zona, mas não neguei que não foi meu marido quem me enrabou. Quando saí do consultório, ainda no começo da manhã, eu estranhei o médico me pedir para voltar, depois de cumprir o estranho tratamento que ele me indicou.

O médico, ao saber que eu havia dado a bunda, me contou que eu tinha uma fissura anal, mas que não era nada perigoso. Então ele quis saber o que eu achei de dar o cú, se queria continuar, e se eu preferia paus grossos. Ao saber que eu gostei, e pretendia continuar a tomar na bunda, preferindo não só os mais grossos, quanto os mais compridos, me aconselhou a voltar a dar a bunda logo, para não me desacostumar, e sempre tomar medidas de segurança.

Eu virei a esquina, pensando que já me tornara uma puta, pois ao invés de ir para casa, eu segui para o outro lado ao sair da clínica. O médico me orientou a caminhar por uma rua deserta, no centro da cidade, com arvores dos dois lados da rua, ele disse que ali passavam homens de carro à procura de mulheres, para sexo. Não era ainda oito horas da manhã quando eu vi diminuir a velocidade, um carro de luxo. De dentro dele um senhor, trajando um terno elegante, me fez um sinal discreto, ao qual eu não correspondi, mas uns metros adiante, atendi quando ele me chamou. Eu fui até perto do carro, e quando ele perguntou o quanto eu cobrava. Eu citei o valor que seu Luiz me pagou, na zona. Na realidade eu pretendia que ele desistisse, mas ele pediu para eu entrar no carro, para conversar. Eu pensei, mas entrei, onde o homem me mostrou o dinheiro e olhando para o meu dedo, para a aliança, perguntou, se eu era casada. Eu confirmei, e aleguei que o membro pequeno de meu marido me levava a traí-lo. Quando vi que ele pretendia valorizar seu dinheiro, eu concordei em variar no sexo, mas disse que não ficaríamos mais que uma hora no hotel.

No hotel, fora da cidade, quando entrei eu já tinha o dinheiro na bolsa, e sabia apenas que o homem era bem dotado, por suas palavras. Mas eu não esperava tanto. Comprido como o de seu Luiz, o pau dele era mais grosso que o do outro velho. Apesar de haver recebido uma massagem em meu ânus, no consultório médico me deu medo olhar aquele pau enorme. Ainda assim, quando terminei de me despir, eu subi na cama e o meti na boca. Ele me disse que na primeira ele gozava ligeiro, e depois conseguia segurar bastante tempo o seu gozo. Antes que eu falasse algo, quando o encarei, ele disse que se passasse um minuto que fosse, ele dobraria o valor que me deu.

A cada mamada que eu dava naquele pênis, que me deixava com o maxilar dolorido, eu imaginava a dor, e o prazer depois, como quando senti seu Luiz esporrando em meu cú. De repente, eu não consegui mais fazê-lo segurar seu orgasmo e senti a primeira golfada de esperma me enchendo a boca. Eu não tinha a garantia de que ele era limpo, mas mesmo assim eu ia engolindo o que podia do seu sêmen.

Quando acabei de limpar o cacete do homem com minha boca, ele me pôs de bruços sobre o colchão e deitou sobre mim. O seu membro ainda flácido entre minhas nádegas, já me causava certo prazer, mas quando o senti engrossando eu passei a ter medo. Mas para minha sorte ele ergueu o meu corpo e me penetrou na boceta, por trás. Ele gostou que eu estivesse lubrificada, mas achou estranho meu anel estar umedecido e oleoso. Eu expliquei que estivera no consultório médico, fazendo exames, ele compreendeu e também gostou, e logo foi enfiando o polegar em meu cú, ao mesmo tempo em que dava fortes estocadas em minha boceta. Quando entrei no carro daquele homem eu pretendia mesmo agir como uma puta, deixá-lo se servir de mim, e tomar no cú mais uma vez, mas aquele martelo batendo em meu útero estava me deixando louca. Eu já ajeitava meus cotovelos sobre o colchão, e quando o senti tentando enfiar outro polegar em meu cú eu o expus mais. Embora não forçasse meu ânus, o homem puxava os dedos para fora e o alargava dolorosa, mas também prazerosamente. Então eu comecei a gozar, eu ouvia os jatos espirrando no colchão e sabia que era o meu gozo, e não que eu estivesse urinando como eu pensei, na zona. Eu era a primeira mulher, que eu ouvira falar, que esporra esguichando, como os homens. Ele também ouvira falar, e era a primeira vez que via. Tirando o pau de minha boceta, o homem passava a mão nele e lambia nela o sabor do meu gozo, depois voltava a meter. Após algum tempo metendo, o homem me enlaçou pela cintura e começou a dedilhar meu clitóris, chegando ao seu intento, pois mais uma vez u gozei esguichando minha porra na cama.

Eu já estava pronta para uma penetração lenta, quando o homem me disse que no começo doeria muito, mas que depois eu gostaria muito, pois estava provando que era uma ninfa. Com as mãos apoiadas na parede à minha frente eu rebolava e esperava a cabeça do membro começar a abrir meu cú, quando entrou a metade do cacete nele. Eu não pude fugir, pois ele me segurou pela cintura e nem me esperou relaxar, enterrou todo o resto do membro em meu reto. Obedecendo-o eu me entreguei à curra, abri mais as pernas e minha bunda. Ao contrario da primeira vez, eu não gritei. E quando ele pôs as mãos em meus quadris eu segurei na cabeceira da cama e correspondi aos seus movimentos entrando e saindo em meu reto. Meu cú doía e sentia prazer, e eu gozava e esporrava. Durante mais de uma hora o homem gozou uma vez em meu cú, eu perdi a conta dos meus orgasmos, e finalmente ele esporrou uma última vez.

Quando me deixou no ponto de ônibus, o homem me disse que gostaria de me ver outra vez. Eu sabia que em breve meu cú já não teria mais pregas, mas antes disso eu queria experimentar ter dois paus enterrados em mim, mesmo que estivessem ambos em um orifício apenas, o nos dois mesmo. O que eu não imaginava era que no mesmo dia eu estaria com dois paus enterrados e esporrando em meus buracos. Mas isso é para depois.

negralindainfiel@hotmail.com

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