Bem Vindo, visitante! [ Cadastre-se | Entrarrss

 

 

Um dia de puta completa III

  • Publicado em: 12 de outubro de 2008 16:39
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Um dia de puta completa III

Assim que o carro desapareceu, eu segui para onde realmente pegaria o meu ônibus, pois não quis ficar lá, com medo de ser seguida. Como eram duas as praças onde haviam terminais de ônibus em minha cidade, e eu não estava na minha tive que caminhar algumas quadras. Nesse trajeto entre um terminal e outro eu teria de passar por alguns bares e lanchonetes.

Passando diante de um bar, eu identifiquei uma voz conhecida, que mexeu comigo. Quando olhei reconheci um primo meu, que foi meu namorado, mas por preconceito, em cidade do interior, minha mãe não descansou enquanto não terminamos o namoro.

Com quarenta anos, seis a mais que eu, Jorge aparentava até um pouco mais, devido aos cabelos grisalhos prematuros. Mas também não havia perdido o charme, muito ao contrário. Após perguntar sobre meu marido e filhos, Jorge começou a relembrar nosso tempo de namoro, e dos amassos que dávamos às escondidas. Ousado como sempre, Jorge quis saber se com meu marido eu era fogosa como antes. Depois ele lembrou da noite em quase estivemos para fazer, besteira, como se dizia na época.

Quando passou uma vizinha minha, e por sorte não olhou para dentro do bar, Jorge notou minha apreensão e me convidou para irmos a outro lugar. Eu aceitei seu convite, mesmo ele justificando que era um bar suspeito, bar de mulheres, porém não seriamos vistos. No carro dele, Jorge ficou excitado e um tanto decepcionado, quando perguntou e eu lhe confessei que já havia traído meu marido. Ele me contu que mesmo se casando com outra mulher, nunca me esqueceu, eu disse o mesmo, embora amasse meu marido. Eu confessei também, que na época do casamento da irmã dele, quando meu marido não pôde comparecer e ele, ao me levar em casa me deu uns beijos, com meus filhos dormindo no banco de trás do seu carro, eu neguei apenas para ele insistir, quando ele quis me comer.

No bar de mulheres, no reservado na parte de trás do bar, após uma cerveja nós estávamos nos beijando e eu só esperava ele pagar a canta para sairmos, pois ele disse que eu não lhe escaparia daquela vez, e nem eu queria escapar. Então a dona do bar trouxe outra cerveja, que ele pediu, e Jorge perguntou se ainda tinha quartos nos fundos, e se havia algum vago. Durante tempo em que esperamos a mulher avisar que o quarto já estaria arrumado e pronto, eu notei um senhor que olhava insistentemente em nossa direção. Como eu deduzi o homem olhava para mim, e devido à nossa posição Jorge não o via. Eu notei a mulher apreensiva ao nos servir outra cerveja, e tinha certeza de que ela desejava transmitir algum recado do homem, e não me enganei, pois assim que Jorge foi se aliviar, das cervejas já bebidas, a mulher perguntou se o homem poderia me esperar, eu confirmei sem ver que Jorge, também desconfiado havia voltado. Irritado ele não quis pagar a conta e eu garanti que a pagaria, mas ele voltou atrás, pagou e saiu do bar.

Eu fiquei apreensiva, mas aceitei o convite do homem, para a sua mesa, onde, depois de ele dizer que eu não parecia… Eu falei que era casada, mas que já havia algumas vezes, experimentado fazer sexo como prostituta, que era uma antiga fantasia minha. Enquanto conversava com o homem chegou um amigo dele e se juntou a nós. Em pouco tempo falávamos de sexo e eu me lembrei do meu desejo ao sair da zona (relato Um dia de puta completa I ) de ter dois homens juntos. Falando em sexo e fantasias, o primeiro homem já notava que seu amigo também me cobiçava. E quando seu amigo me elogiou, ele brincou que chegara antes. Eu, para quebrar qualquer clima mais pesado brinquei também:

¾ Calma crianças, tem pra todos, e depois, quem sabe vocês não possam dividir o brinquedo.

Diante da surpresa deles eu falei que sempre que traí meu marido foi com homens que tinham pelo menos uns trinta anos a mais que ele, que sempre tive atração por homens mais velhos. Falei também, que fiz com outros, o que nunca fiz em casa, mas nunca experimentei ter dois homens juntos, o que era m desejo meu. Lauro o primeiro homem, satisfeito quis saber se fazia por dinheiro e o quanto. Ele estranhou o valor mas não disse nada, já Nilton seu amigo,não escondeu deu espanto, eu disse que sabia que era caro, mas que eu não era mulher de rua, e que mesmo cobrando muito caro, saía com homens de quem eu gostasse. Ainda assim, Nilton concordou em sair comigo e Lauro, mas antes me alertou que a dona do bar iria me cobrar comissão,o que ela fazia e só avisava as mulheres após saírem do quarto.

Meia hora mais tarde eu me encontrava acompanhada dos dois homens, na portaria de um hotel de alta rotatividade. Antes de sair do bar eu já havia verificado o dote de ambos. Lauro, mais magro, tinha o membro comprido e menos grosso que Nilton, com a cabeça redonda. Já o de Nilton, mais gordinho, do mesmo comprimento, era mais grosso, mas tinha a cabeça menor, pontuda.

No hotel eu os ajudei a se despir, e eles retribuíram, tirando toda minha roupa, pois tinham ânsia em satisfazer meu primeiro desejo, que eu lhes comuniquei ainda no bar, que seria tomar banho com dois homens, por isso eles escolheram um hotel com banheiro no quarto. Debaixo do chuveiro, enquanto chupava um e outro, eu lhes prometi que os deixaria aproveitar bem minha boquinha, mas não judiaria muito deles, eles me prometeram que não seriam brutos mas, como eu lhes pedi, não seriam carinhosos, como disseram que seriam.

No início eles pareciam constrangidos, quando eu roçava a glande de um, no pênis do outro, mas quando já não agüentavam mais, não se importaram em satisfazer o meu pedido, de gozar em minha boca apenas se fossem os dois juntos. E conseguiram, com a minha ajuda, começar a ejacular simultaneamente. Com o rosto coçado às duas virilhas, eu recebi na boca uma enorme quantidade de esperma, dos dois, que sozinhos já esporravam com abundancia.

Já na cama eles se revezavam com a boca em minha boceta e na minha boca, me beijando.mas depois passaram a apenas me beijar, cada um de meu lado. Eu ergui uma perna e forcei Nilton, atrás de mim, entrar em minha boceta, depois puxei Lauro, que girou o corpo e também entrou em mim por frente. Antes de gozar, eu subi em cima de Lauro e o cavalguei, sem deixar Nilton escapar. Mesmo satisfeita, completamente preenchida por dois cacetes grossos, quando Nilton pediu permissão para comer meu czinho, eu inclinei mais o corpo e fui ajudado por seu amigo, que abriu minhas nádegas com as mãos. Com as mãos por baixo dos braços de Lauro eu me segurei em seus ombros e pedi:

¾ Põe devagar, mas põe tudo esse cacetão em meu cú.

Para não gritar eu beijei Lauro, que correspondeu, eu senti uma dor muito intensa em meu cú, mas em nenhum momento pensei em desistir de ter aquele cacete todo enterrado em meu ânus. Depois que ele começou entrar e sair em meu cú, eu lhe falei da dor que sentia, mas que estava agradecida por ele ter realizado o meu maior desejo:

Ai, que delícia!  eu dizia  eu nunca imaginei que seria tão gostoso ter dois cacetes ao mesmo tempo.

E Nilton  eu é que já cheguei até a imaginar eu e minha velha assim, com mais outro homem, e aposto que ela vai topar, pois é muito gostoso. Eu não sei comoé que um Mario deixa uma mulher com um cú tão gostoso assim dar pra dois velhos. Esse merece mesmo ser corno.

E Lauro  Vocês parem, por que eu já não agüento maiiiiiisssssss. Ahhhh, eu to gozandoooooo.

Agora você, meu velho, enche este cuzinho de porra também, isssoooo, assiiiimmm! Minha nossa eu também to gozando, aiaiaiaiiiiiiii, que gostoooosoooooo!!!

Eu fiquei ainda alguns minutos com os dois velhos dentro de meus buracos. E apesar de estar de frente para Lauro, era seu amigo quem me beijava, eu me esforçava em girar o corpo para corresponder aos seus beijos, enquanto Lauro mamava em meus seios.

Enquanto Lauro tomava banho eu Nilton me comeu mais uma vez, de papai-e-mamãe, depois, ele descansou e eu fui ao banheiro, onde mamei mais uma vez e levei Lauro ao último orgasmo. Ao voltar para a cama encontrei Nilton brincando com o seu membro ainda a meio pau. Eu o fiz endurecer de novo e desta vez, de quatro, pedi para ser enrabada mais uma vez. Envergonhado Lauro se despediu e saiu, a sós com Nilton eu lhe confessei que apesar de ter me sentido atraída por seu amigo, no bar, na cama eu gostei mais dele, pois além de gostar de homens mais velhos, eu também gosto deles barrigudinhos.

Quando saí do hotel, combinei de me encontrar novamente com Nilton, que pediu permissão  como se devesse  para contar à sua esposa sobre a nossa transa. Pois pretendia realizar com ela o que nós fizemos, e gostaria que eu estivesse presente.

Votem nesse relato e eu conto como saímos eu, Nilton, sua mulher e o amante dela.

negralindainfiel@hotmail.com

Referência do Anúncio ID: CT-000041690

Não há Tags

6713 visualizações, 0 hoje

  

Deixe seu Comentário

É necessário fazer login para poder inserir um anúncio.

Para obter informações sobre este anúncio, preencha o formulário abaixo para enviar uma mensagem para o anunciante.

Informações deste Autor

  • Autor: negralinda
  • Membro desde: 21 de março de 2005

Contos publicados por negralinda

Últimos itens anúnciados por negralinda »

Novidade!

Usuarios Ativos

Users: 65 Guests, 23 Bots