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Um dia de puta completa

  • Publicado em: 12 de outubro de 2008 16:36
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Um dia de puta completa

Eu tinha apenas vinte e sete anos, seios bem pequenos, embora redondos e firmes, e quando falo pequenos, não é elogio, mas sim crítica, pois eu adoraria ter tetas enormes, como as da minha mãe.casada a sete anos, com um filho de sete anos, e outro de seis, eu era uma dona de casa comum.

Na cama, eu me considerava fogosa, mas meu marido me supria, tanto que eu não me importava com suas escapadas. Eu não tinha intenção de cometer adultério, embora sempre achasse os treze centímetros do pênis de meu marido, muito pequeno. É claro que eu tinha fantasias, mas em 1970, uma mulher que confessasse o desejo de pôr um pau na boca provavelmente seria repudiada pelo marido. chupar e dar o cú era coisa que apenas mulheres da zona faziam. E foi assim que eu aprendi tudo.

Eu, como dona de casa, se não era perfeita, era quase, e para compensar a renda razoável de meu marido, eu tinha o presente que eu mais gostei de ganhar, minha maquina de costura. Eu fazia artesanatos, como tapetes bonecas, e o que eu fazia de melhor, chinelos. Eu havia feito um bom estoque de chinelos, para vender e comprar bons presentes para os meninos, era época de natal.

Ao vender um chinelo para Elisa, uma mulher que morava a uma quadra de minha casa, ela gostou muito dele, achou vários bonitos. Quando eu a deixei pagar o outro par que escolheu depois de uma semana ela me pediu sigilo depois me falou que no seu serviço eu poderia vender todos os que eu levava na bolsa.

Dois dias mais tarde, depois de pensar muito, eu decidi ir até o local de serviço de minha freguesa. O local conhecido como a zona. No lugar situado em uma rua, com casas iguais dos dois lado, eu localizei a casa em que ela trabalhava. A dona da casa me recebeu bem, ela estava curiosa, devido aos elogios que Elisa fez aos meus chinelos. Em poucos minutos eu vendi todos, a maioria eu recebi na hora, alguns a patroa garantiu que eu receberia de suas meninas em uma semana, ou ela mesma pagaria.

Durante o tempo em que estava fazendo as vendas eu notei um senhor, grandão, meio gordo, que chamou a patroa e, depois de ela negar algo, e ele insistir ela voltou. Quando terminei as vendas a patroa me convidou a tomar uma bebida, eu neguei, mas aceitei um café.

Eu não me enganei quando pensei que a mulher estava tendo um interesse excessivo em mim, e logo ela o demonstrou. Dona Dirce, a dona da casa, me falou que o homem, com quem ela saiu de perto de nós, lhe pediu para me fazer uma proposta para eu ficar com ele algumas horas em um quarto. Ofendida eu protestei, lhe disse que era casada, e honesta, esse tipo de coisa, mas depois eu me desculpei. A mulher insistiu, e frisou a quantia oferecida por ele, que dava quase dois meses de salário do meu marido, e disse também que estava autorizada a não me cobrar sequer comissão, por que ele resolveria isso mais tarde. Sedutora como dona de boate, Dirce não insistiu, e procurou me vencer de outro modo. Oferecendo-me mais café, ela deixou o dinheiro que ele havia lhe dado sobre a mesa, enquanto foi buscar mais café.

Quando voltou ela deve ter notado que eu contei o dinheiro. E em poucos minutos, nós conversávamos sobre salário, e a necessidade de complementar renda familiar. Dirce contou que pelo menos duas mulheres suas, que ela sabia, eram casadas, uma delas o marido sabia, a outra, o marido pensava que era enfermeira, ela até passava a noite fora uma vez por semana.

Antes de terminar o café, eu e Dirce tomávamos uma bebida suave, e já conversávamos sobre sexo, e depois de eu falar que achava o pênis de meu marido muito pequeno, ela passou a falar sobre o dote enorme e a fama de bom amante, que ela mesma já conferira no seu cliente. E logo eu entrava, banhada e perfumada, enrolada em uma toalha, no quarto onde o velho me esperava.

O homem não aparentava ter os, mais do que os sessenta anos que tinha. Quando me viu demonstrou sua satisfação com elogios e ergueu o lençol que o cobria da cintura para baixo. Eu já tinha visto e tocado em membro maiores que o de meu marido, antes de nos casarmos, mas aquele era maior que qualquer outro que vi antes. O homem me perguntou, mas foi como uma afirmativa, se eu não trabalhava ali, eu falei rapidamente sobre o que me levava ali, enquanto me deitava ao seu lado. Mesmo depois de ele dizer que seria carinhoso, e se eu tivesse medo não teria de fazer nada forçado, ele sentiu que eu gostei de tocar seu membro. Enquanto acariciava seu pênis, eu conversava com ele e respondia suas perguntas, sobre nuca ter tido outro homem alem do meu marido, sobre já ter desejado traí-lo. E sem ele perguntar eu disse que nunca havia feito coisas diferentes, mas respondi que gostaria de experimentar, quando ele perguntou.

Quando o velho disse que não tinha problemas com doenças, eu disse que Dirce me garantiu isso, então eu obedeci quando ele pediu para eu beijar seu membro, e depois colocar ele na boca. Mas eu devo tê-lo mordido e me desculpei, então ele me puxou para si e me mostrou como fazer pondo meu dedo em sua boca, depois fez com meu seio. Ele beijou meu mamilo e disse que eu devia beijar a cabeça, depois abocanhou meu seio e disse que era assim que eu devia fazer com a cabeça, depois passou a mamar nele, enquanto penetrava meu sexo com o dedo.

Quando o velho me soltou, com ele deitado na cama de pernas abertas, eu me coloquei de quatro entre suas pernas e fiz como ele me orientou. Primeiro beijei a glande enorme, e também todo seu comprimento, o pau dele, e também os seus testículos. Depois eu voltei à glande e a pus dentro da boca. Orientado pelo homem eu brinquei com ela como se fosse uma ameixa das grandes, depois passei a mamar no membro. Com dificuldade eu não podia pôr mais que a metade do pênis dentro da boca, mas ainda assim eu tentava enfiar mais. Mas vendo que não conseguiria pedi a ele que metesse mais. Vendo que eu me afogava quando ele enfiava mais, o velho quis desistir, mas eu pedi que não parasse, que eu queria tudo. Eu abri toda a boca como ele orientou, então ele me segurou firme pela nuca e empurrou lentamente o cacete em minha garganta, até eu sentir seus pêlos encostados aos meus lábios. Eu fui orientada a respirar apenas pelo nariz, e lentamente como enfiou, ele tirou o membro de minha garganta. E assim ele repetiu várias vezes, até que anunciou o seu gozo. Então eu o segurei com as duas mãos, impedindo-o de entrar mais, assim a glande ficou em minha boca e eu mamei apenas nela, e de repente uma bolha enorme se formou e eu procurei engolir o máximo que podia daquele leite quente, grosso e salgado.

Quando ele acabou e olhou para o meu rosto, viu que eu devia estar, e estava, tão satisfeita quanto ele, mas ainda mamava em seu cacete.

Após um rápido descanso o velho voltou a me beijar, beijou minha boca e foi descendo, primeiro nos seios, depois na barriga, e entre as pernas. Ali ele demorou mais, mas não me deixou chegar ao orgasmo. Então ele ergueu minhas pernas, as abriu e penetrou. Quando ele entrou eu não consegui segurar um grito, mas depois relaxei e correspondi como pude, aos seus movimentos, até o primeiro orgasmo, foi quando ele mudou de posição e passou a me comer de quatro. Nessa posição eu perdi a conta de quantas vezes gozei. Eu ainda o cavalguei e gozei mais uma vez, mas quando chegou o último orgasmo, que nós tivemos juntos, ele havia me deitado na cama e se posicionou sobre mim de forma invertida. Com a língua em minha boceta ele enfiava e tirava o pau de minha garganta, como se a estivesse fodendo. Desta vez eu o deixei gozar lá no fundo. Quando senti meu orgasmo chegar, ao mesmo tempo que o dele eu abri a boca e deixei-o enterrar todo o pau nela.

Eu disse ao velho, e à Dirce, que não tornaria a repetir o ato, apesar de nunca ter me sentido tão satisfeita. Mas a ela eu falei antes de sair, que quando voltasse a sua casa, para receber os chinelos das meninas, concordaria em sair com outro homem. Mas ele deveria ser mais velho, como aquele, só que não muito dotado, por que eu queria realizar outro desejo, o de dar o cú. Ela confirmou a hora e o dia em que eu estaria lá, mas antes de sair entrou outro velho.

Quando o outro homem entrou na casa eu me despedia de Dirce. Ele se sentiu atraído por mim e eu o correspondi. Dirce notou e me pediu para esperar enquanto atendia o seu cliente. Mais uma vez ela explicou que eu não trabalhava para ela e o que eu fazia ali, como o outro ele também fez uma boa oferta, embora não tão generosa quanto o outro. Eu aleguei que tinha de pegar os meus filhos na escola, então Dirce olhou no relógio e me disse que pagaria o táxi, para eu chegar a tempo na escola.

No banheiro, ao me levar uma toalha, Dirce me contou que meu desejo iria se realizar, mas havia um porém, ele não tinha um membro muito pequeno, mas fazia questão de uma mulher que desse o traseiro.

Como o outro velho, seu Luiz estava deitado na cama quando eu entrei, só que descoberto. O membro dele devia ter um vinte e três cm, mas não era muito grosso, embora o fosse mais que a média. E embora fosse simpático, não tinha a gentileza do outro. Eu respondi, quando ele perguntou, que eu nunca havia dado a bunda, mas que já havia chupado. Ao pedido dele eu me ajoelhei entre suas pernas e comecei a chupá-lo, mas logo fui interrompida, ele disse que gostava de ser chupado em pé. Ajoelhada no chão, me era mais fácil mamar no cacete dele, o que também era mais fácil devido ao seu membro não ser tão grosso. Embora não fosse bruto, Seu Luiz perguntou se eu podia engolir seu membro, quando eu abri a boca ele enterrou com firmeza o cacete em minha garganta. Nós concordamos quando seu gozo se aproximou, ele queria, e eu também, que ele gozasse em minha boca. Enquanto ele ejaculava eu segurava seu pênis com uma mão, e com a outra massageava seus testículos. Depois que ele gozou eu continuei mamando, pois seu pau permaneceu duro

Ele me levantou e me fez apoiar as mãos na mesa, então se aproximou por trás e meteu na minha boceta por alguns minutos, depois tirou o pênis e pincelou-o em meu cú. Novamente pôs na frente e mais uma vez encostou atrás. Quando a cabeça entrou eu procurei fugir, mas a mesa e a força das mãos dele em meus quadris me impediram. Quando o pênis, mais grosso que a cabeça entrou, eu pedi para ele tirar, mas ele não quis, disse que desejou minha bunda assim que me viu, ao entrar na casa, e enquanto falava ele deu um tranco e enterrou o cacete inteiro em meu cú. Ele esperou um minuto para eu relaxar e começou os movimentos de entra e sai da minha bunda. Apesar da dor no meu cú, eu sentia prazer em ter o pau entrando e saindo, eu não me importei quando ele me virou o corpo de frente para a parede, eu empinava mais a bunda a medida em que ele metia, cada vez mais rápido. Querendo sempre mais assim como ele, eu fui me agachando mais e apoiei minhas mãos em uma cadeira. Depois, segura pelas mãos dele em minha cintura, eu coloquei minhas mãos no chão. Seu Luiz não resistiu e colou minha bunda a sua virilha, ele estava gozando em meu cú. Mas o pênis continuou duro e logo ele recomeçou. Com as pernas moles eu me ajoelhei no chão e o trouxe junto, ele apenas se agachou e começou a meter o cacete de cima para baixo. Eu tinha a bunda empinada ao máximo, com os seios e o rosto colado ao soalho do quarto eu abria as nádegas com as mãos. E apesar da dor causada pela força das estocadas dele eu gozava tão intensamente que expelia jatos de urina no chão. O gozo de Seu Luiz chegou com ele deitado de bruços sobre minhas costas e eu pedindo mas e mais, para ele meter rápido e com força em meu cú.

Quando desci do carro, em frete a escola dos meus filhos, eu sorri ao me lembrar que prometi a Dirce que voltaria à sua casa em uma semana e gostaria de encontrar dois homens, para meterem ao mesmo tempo em mim. Um na boceta e o outro em meu cú. Mas como os dois da primeira vez, eu só aceitaria se fossem homens mais velhos, ao menos com sessenta anos.

negralindainfiel@hotmail.com

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