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Uma Ajuda Fraternal.

  • Publicado em: 21 de março de 2001 00:00
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Minha irmã Sandy tinha apenas 14 anos – é três anos mais nova do que eu. Apesar de não sermos da mesma faixa etária sempre fomos próximos, confidenciando nossos segredos e sempre unidos diante de outras pessoas, mesmo da família. Sempre fiz a figura do “mano mais velho protegendo a maninha”, mas sempre trocamos conselhos e apoio.

Isto era particularmente verdadeiro com respeito ao meus namoros. Já que Sandy e eu não tínhamos segredos um com o outro, ela sabia que o meu negócio era o meio das pernas das garotas e não a cabeça delas. Sandy avisou-me que a garota que eu havia convidado para uma festinha, Sexta-feira à noite, tinha fama de ficar só no roça-roça, tendo prazer mas não dando nada em troca, nem uma punhetinha. Essa garota seria do tipo bem filha da puta, mas eu não fiquei desencorajado, pelo contrário, queria ter sucesso onde outros falharam!

Sandy tinha razão. Depois que eu levei a tal garota para a garagem do prédio onde era a festa, logo tinha a blusa e o sutiã delas na mão, e os biquinhos dela na boca. Ela gemia, baixinho, com as minhas chupadas nas tetinhas pequeninas dela. Logo, já estava com a mão debaixo da calcinha dela, esfregando sua fendinha. Ela estava molhadinha, a safada estava gostando da minha mão! Tentei arriar a calcinha dela, mas não consegui, ela balançou a cabeça, dizendo que estávamos indo longe demais.

Nesta altura eu já estava doidão – o pau duríssimo, louco pra esvaziar o saco. Peguei a mão dela, e a levei até meu cabeçudo. Ela deixou a mão ali, parada, sem fazer nada! Disse pra ela que meu pau estava doendo de tanto tesão, e lhe pedi uma punhetinha. Ela balançou a cabeça e disse “não”, ela não queria que eu esporrasse na mão dela. Fiquei puto, e a sorte dela é que eu “sou da paz”, se não , ela iria ver só uma coisa! Mandei ela se vestir e ir à merda, e voltei pra festa! Estava tão louco da vida, e com tanto tesão que resolvi ir pra casa. Cheguei a pensar numa “Termas” mas a grana estava curta. No caminho, pensei que, daí por diante, ia dar razão quando Sandy dissesse que uma garota era filha da puta!

Quando cheguei em casa, só Sandy estava acordada vendo TV, nossos pais e nossa irmã mais velha estavam dormindo. Ela já estava pronta pra deitar, usava só baby-doll. Quando a vi daquele jeito, e com meu tesão reprimido, não pude deixar de perceber como ela tinha crescido e ficado bonita. As pernas dela são lindas, bronzeadas e fortes, graças a malhação diária. Ela veio pra junto de mim, sussurrando pra não acordar o pessoal, e perguntou como as coisas tinham ido. Pela minha cara de bunda, é claro que ela já sabia que minha noitada havia sido uma merda. Mas contei assim mesmo.

Quando terminei meu relato, Sandy abraçou-me, forte, sorrindo pra me encorajar. Não sei se era devido ao tesão insatisfeito, ou porque ela estava tão atraente de baby-doll, mas eu a abracei mais apertado, do que normalmente um irmão abraça a irmã. Colados um no outro, era impossível que ela não sentisse meu pau duro encostando na sua barriguinha. “Coitadinho”, Sandy disse, “aquela vagaba te deixou neste estado?”

“É, né”, falei, meio sem jeito, “Já estou ficando com dor de cabeça”.

“Qual cabeça?” perguntou Sandy, sorrindo, aquela espertinha.

“A debaixo mesmo”, respondi, levando na esportiva, “mas já, já vou dar uma aliviada”.

“Como assim?”, perguntou ela.

“Ah, Sandy, você sabe, né?”

“Ah, você vai se masturbar?”

Mais sem jeito ainda, disse: “É o jeito, né, a vacona da Lucimara não quis me bater umazinha. Eu mesmo vou ter de fazer o serviço.”

“Se uma menina fizesse, era melhor, né?” Disse Sandy.

“É claro, ora! Mas estou sem a menor condição de encarar uma termas, agora.” Falei isso, na maior, afinal, Sandy sempre soube que eu pegava uma putinhas de qualidade, quando o dinheiro aparecia.

Foi aí que Sandy sussurrou tão baixo que mal pude ouvir, “Eu sei de uma garota, que pode fazer isso pra você, se você mostrar “como”.

Aí, meu filho, eu já estava certo aonde ela queria chegar, mas só pensar nisso, estava me deixando com as pernas bambas, e a cabeça (a do alto) meio leve. Mas assim mesmo, me fiz de otário.

“Quem?” disse, surpreso.

Sandy pôs a boca no meu ouvido e disse: “Eu.”

Doidão, também encostei a boca no ouvido dela e respondi: “Você vai me bater uma punhetinha, Sandy? Você quer fazer isso, mesmo?”

Ela sorriu, marota, e disse que era o mínimo que uma irmã podia fazer para aliviar o sofrimento do irmãozinho querido.

Não quis nem saber, desliguei a TV e a levei pro meu quarto. Este localizava-se em frente à rua, que era bem iluminada, assim dava pra ver tudo muito bem. Sorte, pois não iria arriscar acender a luz do quarto. Sentei na cama, e tirei toda a roupa, menos a sunga. Meu pau parecia uma armação de tenda, de tão duro. Tirei a sunga, quando Sandy sentou-se ao meu lado. Era muito estranho ficar peladão na frente da minha irmã mais nova! Podia ver os olhos dela, arregalados com a visão do meu picaço. Ela disse, num sussurro, “Caraca, não sabia que isso era tão grande! É a primeira vez que eu vejo, ao vivo, nos filmes parece menor! Júnior, você vai ter de dizer que que eu faço.”

Peguei a mãozinha de Sandy e fiz com segurasse minha pica, comecei a movê-la, pra cima e pra baixo, até ela pegar o ritmo. Soltei sua mão, e fiquei largadão na cama, só sentindo aquela mãozinha de menina nova, me punhetando… O cabeçudo já estava coberto de gosminha, brilhando com a luz da rua. A cada movimento, a mão dela espalhava o suquinho por todo o mastro. “Ju, você está todo molhado!” Sandy sussurrou, espantada.

“É porque estou louquinho com você, tesão!” Respondi, sem nem perceber que era a primeira vez que eu chamava qualquer uma das minhas irmãs, de “tesão!”

“Você está gostando, mesmo, né, Júnior?” Sandy, falou, com o rosto transtornado pelo desejo, uma expressão que nunca havia visto (e nem poderia) nela, antes.

“Ai, estou gostando muito, é bom demais Sandy!” Já estava quase gozando. E não era uma gozada qualquer, mas algo inédito. A punheta que Sandy estava batendo era a melhor coisa que eu já havia sentido. E não pelo fato de que ela tenha aprendido, instantaneamente. Mas sim, porque aquelas mãos eram da minha irmãzinha, não de outra garota qualquer. Estar, ali, com a mão apertando as coxas de Sandy, sentindo-a me bater punheta, só de baby-doll, isso era melhor que comer o cu da garota mais bonita do colégio.

Todos os meus músculos se contraíram e se distenderam, apertei forte a coxa de Sandy, e soltei um gemido abafado. Gozei. Um enorme jato de esperma voou no ar, aterrizando na minha barriga, enquanto outros se seguiam. Num instante, estava todo esporrado e as mãos de Sandy, totalmente meladas com o melhor orgasmo da minha vida. “Porra, Sandy”, gemi, “não acredito, foi bom demais.”

“Nossa, que meleca você fez”, ela respondeu, sorrindo, sem demonstrar o menor nojo com aquela porra grossa nas mãos. “Vou pegar uma toalha no banheiro, pra limpar isso!” Eu lhe disse, então, que era melhor usar um pano velho, de chão. Ela voltou logo, e secou minha barriga e a cama, recolhendo os pedaços de esperma, espalhados no lençol.

Enquanto ainda estávamos na cama, eu lhe disse, enquanto lhe acariciava os cabelos: “Sandy, muito obrigado. Foi a melhor coisa que já me aconteceu, adoro você, mais do que nunca.”

“Precisa agradecer não, se eu te fiz feliz, está ótimo pra mim”, respondeu minha maninha. “Além do que, eu gostei demais disso, e tem mais, toda vez que você quiser, a gente repete, mas com cuidado pra ninguém saber!” Não havia o que responder e assim a abracei e, pela primeira vez, beijei minha irmã, como mulher.

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