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Uma Família Amorosa – Capítulo V

  • Publicado em: 3 de março de 2015 15:14
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Mais um fim de semana havia chegado, com as mudanças recentes em minha vida, a descoberta de tudo que acontecia na família de Isa, passei a ficar mais tempo com eles. Na sexta à noite fomos para a fazenda da família, que ficava em Sorocaba.

A fazenda era enorme, tinha um casarão principal, onde ficavam os quartos para as duas famílias, a fazenda era em sociedade dos pais de Isa com o seu casal de tios, que também faziam sociedade no sexo, mais três casas secundárias em volta da casa principal, onde os hóspedes ficavam. Sem contar no salão de festas gigante que havia na frente da piscina. Mais para o fundo da fazenda ficava um riacho, com cachoeiras, Isa adorava ir lá.

Saimos de São Paulo tarde, quase de madrugada, meu sogro tem uma caminhonete da Hyundai de 7 lugares, ele quem dirigia, minha sogra estava ao seu lado no carona, Tamires e João iam no banco de trás e Isa e eu estavámos nos bancos adicionais, que ficavam escondidos no porta malas.

Isa estava com seus cabelos soltos, ainda molhados do banho que havia tomado antes de sairmos, vestia um short jeans normal, uma blusa azul marinho da Abercrombie e um casaco fino, verde, estilo canguru, mas com ziper. Seu casaco estava aberto e eu acariciava a sua barriga por baixo da blusa, mordendo a sua orelha, tocava uma música do Pink Floyd no carro e o caminho era bem longo, mais de uma hora de viagem. Conversávamos sobre assuntos aleatórios, até que resolvi descer minha mão, colocando-a dentro do seu short. Ela me olhou assustada, eu sentia sua calcinha roçando em meus dedos, o toque era bem sutil mas ela já começava a se contorcer pelo meu carinho, seus pelinhos dos braços ficaram ouriçados, eu mordi sua nuca, comecei a mexer a mão com mais rapidez.

-Pára! – Falou tentando puxar minha mão.
-Não. – Respondi fazendo mais pressão entre suas pernas.
-Eu não quero! – Ela parecia estar com medo de que alguém notasse.
-Não te perguntei! – Mordi mais forte sua nuca, arranhando-a com os dentes.

Comecei a alisa-la com força, sentia agora o tecido de microfibra da sua calcinha começar a ficar mais colado ao seu corpo e ao mesmo tempo umedecer. Isabela mordia o lábio, tentava se segurar. Ela tirou o cinto e se escorou de costas no meu peito, eu abri seu short, deixando minha mão mais confortável para tocar seu corpo. Consegui afastar a calcinha e enfiei o dedo dentro dela, a xoxotinha estava completamente encharcada, babava, o tesão escorria, transbordava de dentro dela. O dedo entrava sem resistência nenhuma, ela rebolou de leve, estava adorando tomar dedada dentro do carro, com a família toda por perto.

-Vai ir daqui até lá tomando dedinho. – Falei no pé do seu ouvido.
-Só dedinho negão? – Perguntou mordendo meu queixo.
-O que eu quiser! Vai me obedecer o fim de semana inteiro, começando por agora.

Eu socava o dedo sem dó, metia com força, já começava a fazer barulho.

-AAAAHHHHHHHH – Ela não se conteve e gemeu.

Abriu a boca bem aberta e soltou um grito abafado, baixo, talvez se a música não tivesse baixado um pouco bem na hora, ninguém teria notado. Seus pais conheciam aquele gemido, não fizeram nenhum movimento brusco, Seu Jorge esperou alguns segundos e olhou para o espelho retrovisor, viu a filha boquiaberta, não conseguia enxergar o que acontecia entre suas pernas mas sem dúvida o imaginara.

Tamires, ao contrário dos demais no carro, não entendeu no primeiro momento do que se tratava aquele grito, virou rápido o corpo para trás, achando que a irmã tivesse se machucado com algo, olhou em nossos olhos e viu o prazer, notou os lábios afastados da irmã e seguiu o olhar por todo seu corpo, como se acompanhasse meu braço, talvez querendo saber aonde ele repousava, até o encontrar.

O short aberto, as pernas afastadas, minha mão tapada pela calcinha de sua irmã, meu dedo entrando e saindo da sua roupa com velocidade, minha cunhada estava hipnotizada. Isabela notou, gostou, viu que o pai a olhava, sabia que o irmão a ouvira, rebolava em meu dedo, parecia sentar nele, fazia força para que ele deslizasse mais. Tamires nos olhava sem nenhum pudor, assistia com olhar de desejo, provavelmente sem notar que estava quase babando pela gente. Ela era muito mais polida do que a irmã, ainda era meio tímida comigo, apesar de ser mais velha.

Mas naquele momento ela tinha esquecido qualquer pudor, olhava-nos descaradamente. Tami vestia a camisa surrada do time de coração da família, o São Paulo, ela era branca, e as listras tricolores ficavam sobre seus peitos grandes, e um short saia preto, que mostrava suas coxas, grossas e bem malhadas, por completo.

Meus dedos continuavam trabalhando, a bucetinha da minha namorada babava entre eles de uma maneira que eles ficaram completamente molhados, sua calcinha, azul clara, agora parecia um azul escuro de tão úmida que havia ficado. Fiquei olhando sua irmã sem a menor vergonha, ela não me olhava, estava mais interessada no que acontecia dentro do short de Isa, pelo olhar de Tamires tive certeza absoluta que a sua calcinha também estava melada. Aquilo me enlouqueceu mais ainda. Forcei para que meus dedos médio e anelar entrassem junto com o indicador, os 3 unidos não representavam a circunferência do meu pau, mas faziam ela pirar ainda mais, mordi o seu pescoço ainda olhando minha cunhada, que não fazia nenhuma questão de virar pra frente, eu enfiava eles cada vez mais rápido. Isabela precisou se ajeitar para receber todos dedos dentro de si sem que a machucasse, ergueu sua bundinha e eles entraram perfeitamente, eu mordia sua orelha e comecei a sussurrar no seu ouvido.

-Tá gostoso tomar dedada amor? Tá gostando do teu macho tocando siririca pra você? – Eu falava baixo, a música dificultava que eu fosse ouvido.
-Aaahhhhhhh – Gemeu de novo, fazendo que seu pai olhasse mais uma vez pelo retrovisor.
-Não sabe se controlar? Quer que a família toda veja você gosar? Putinha, piranha…
-Pára por favor, pára…. – Ela gemeu baixinho.
-Só vou parar quando a gente chegar na fazenda, até lá tu vai tomando dedada.
-Não faz isso comigo…. – Ela quase não conseguia falar.

Isa deslisou a mão até minha bermuda e por cima da roupa agarrou meu pau. Meus 20 cm de rola latejavam escondidos, e ela começou a acaricia-los, alisava bem minha pica, apertava conforme meus dedos iam penetrando-a, ela abriu mais ainda as pernas, a ponto de o short quase rasgar. Meu dedão agora tremia sobre seu grelinho, mexendo bem rápido a sua campainha.

-Vai chegar na fazenda, vai ir no banheiro passar creme no cu…. – Falei alto, queria que Tami escutasse.
-Não amor, no cu não…. – Ela estava de olhos fechados, seu corpo começava a tremer.
-No cu sim! Tá vendo o tamanho da rola do negão? – Falei tremendo ainda mais rápido meus dedos dentro dela e no seu clitóris.

Ela não teve forças pra responder, soltou um berro alto, estava gosando:

-AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

-Que foi Isabela? – Perguntou sua mãe de supetão, apavorada, talvez até um pouco braba.

Tami virou pra frente rápido, seu irmão estava inerte, não dava bola, seu pai olhou pelo retrovisor novamente, ou melhor, continuou olhando, pois prestava mais atenção na cara de puta da filha do que na estrada que já sabia de cor. Isa por sua vez não conseguiu responder, se quer abriu os olhos, continuava tremendo sobre minha mão.

-Responde pra mamãe por que você tá gritando, responde… – Eu a provocava ainda mais, sem parar de socar os dedos…

-Isabela, falei com você. – Bradou de novo Aimé.

Isa ficou calada mais uma vez, tremeu mais, molhou seu short e até o banco do carro, Tamires agora não nos olhava, achava que tudo havia terminado, mas estava enganada.

Tirei a mão do seu short, seu goso escorria entre meus dedos, ela caiu de costas pro outro lado do carro e buscou fôlego, sua mãe já olhava a estrada novamente. Limpei meus dedos na minha camisa, Isa continuava de olhos fechados, de boca aberta, seu peito estufava e esvaziava rapidamente, ainda procurava ar, seu short ainda estava aberto, sua calcinha ainda aparecia, sua blusa estava erguida até a altura dos seus seios.

-Você é MUITO filha da puta. – falou ela baixinho.
-Porque? Tava parecendo que gostou…
-Filho da puta. – Disse antes de me dar um soco com a parte de baixo da mão.

Segurei seu pulso e direcionei ele pro meu short, pus sua mão sobre meu pau novamente, ela tentou puxar a mão se fazendo de difícil mas eu não permiti, minha mão segurava firme seu pulso, fiz ela passar a mão, ainda fechada, sobre minha rola, alisando com firmeza. Com a mão esquerda abri meu short, o barulho do botão foi baixo, mas quando o velcro se abriu Tamires olhou novamente para nós.

Minha rola marcava demais a cueca boxer, minha cunhada encarou a irmã, as duas se olharam nos olhos, uma incrédula, talvez pelo tamanho, talvez pela ousadia, ou até mesmo por Isa estar recusando agarrar aquele monumento, a outra por sua vez se atiçou, sorriu para a irmã, abriu a mão e agarrou meu pau, alisou, agora com a mão aberta, pegando tudo, e não se conteve. Colocou meu pau pra fora da cueca e começou a me masturbar, batia devagarinho, de longe, de cinto, sem me olhar, apenas batia, seus dedos pequenos, com unhas recém pintadas de vermelho escuro, quase vinho, alisavam a cabeça preta da minha rola imensa, Tami olhava para o ato enquanto Isa e eu olhávamos para ela que quase babava. A loirinha ficou enlouquecida, viu que a irmã queria, sabia que faríamos festa nesse final de semana, começou a bater mais rápido, desceu a mão por toda a extensão da pica, até a sua base, começou a alisa-la, batia com rapidez agora, ela era muito puta, era difícil de se conter.

-Quer me ajudar? – Perguntou tirando a irmã do tranze.

Tamires mais uma vez se assustou, como quando viu Isa me chupando na casa delas, virou-se para frente rapidamente. Isa então me olhou nos olhos, eu sorria, nos encarávamos, foi inevitável rir, ela abriu o cinto e veio para perto de mim novamente, seu short ainda estava aberto, e deslisou pelas suas coxas um pouco, revelando a lateral da calcinha.

-Assustou ela putinha… – Falei entre o beijo.
-Você que assustou com esse treco gigante aqui. – Ela respondeu rindo e me alisando ainda mais.
-Diz pra ela que você aguenta e adora.
-Ela sabe, morre de vontade de experimentar, só não tem coragem. Ela não é puta como eu.- Ela adorava ser minha puta realmente.
-Ah é? Vou tirar o medo dela esse fim de semana então.
-Negão quer comer a cunhada é? – Agora ela batia mais rápido. – Não vai precisar nem meter no meu CUZINHO então… – Ela falou alto, queria que Tamires ouvisse.

Ela ouviu, certamente, mas não teve coragem de virar, de onde eu estava conseguia ver a vermelhidão no seu rosto, ela devia estar tremendo de tesão, mas conseguia se controlar, era discreta, não gostava de se mostrar puta.

-Não vai se livrar de dar o cu hoje… – Falei baixinho – Vou comer o TEU cu e depois o dela e se ela não der o cu, vou ter que comer o seu de novo depois que meter nela.
-Nãoooo… – Ela falou alto. – Dói muuuuiiitoooooo.
-Se prepara! – Respondi puxando seus cabelos que já estavam quase secos por inteiro.

Ela sorriu, em seguida foi baixando a cabeça e engoliu meu pau, sem que eu precisasse pedir, já tínhamos passado da metade do caminho, faltava meia hora pra chegarmos à fazenda. Sua língua circulou pela cabeça da minha rola, pôs a ponta dela no buraquinho da cabeça, começou a lamber só ali, sua mãozinha ainda estava na base, me punhetando sem parar. Seu olhar procurou o meu e ela desceu deslisando a língua pela minha pica, até onde conseguia engolir, minha mão estava em seus cabelos e forcei sua cabeça pra baixo, fazendo com que ela ficasse sem ar, senti a cabeça tocar sua garganta, ela engasgou, não deixei que ela voltasse a tona imediatamente, deixei ela uns 2 ou 3 segundo engasgando no meu pau, Isa também não fazia questão nenhuma de respirar naquele momento, sua língua treminha na minha pica e ela fazia ainda mais barulho com a garganta, deixei ela ser ar até ficar com ânsia, ai sim soltei sua cabeça, ela não voltou a tona, subiu um pouco pressionando os lábios em volta do meu mastro, começou a fazer vai e vem rápido, me chupava com pressão, sugava minha rola, tinha conseguido engolir quase a metade, o carro passou em um buraco e a cabeça da rola bateu na sua garganta novamente, ela ficou de 4 no banco empinando bem o rabo, vi seu pai olhando pelo retrovisor, assistindo a filha mamar, ele deve ter ouvido lá da frente a filha engasgando, resolvi provoca-lo ainda mais, esquecendo que minha cunhada estava na nossa frente.

Deslisei a mão pelas suas costas, descendo até o seu reguinho, ela percebendo minhas intenções tentou erguer a cabeça, mas com a outra mão fiz ela engasgar novamente.

-NÃO MANDEI PARAR. – Falei alto o suficiente para que sua irmã ouvisse, não que eu tivesse falado com essa intenção, mas ela virou pra trás na mesma hora.

Tamires viu a irmã engasgada, minha mão esquerda perdida nos fios loiros dos cabelos de Isa e a direita deslisando pela parte de trás da sua calcinha, fazendo aparecer o seu reguinho. Meu dedo ficou girando nas suas preguinhas, desci mais o indicador e o dedo médio enfiando-os na sua xoxota. Agora Isa já mamava sem que eu precisasse segura-la, chupava rápido de novo enquanto mais uma vez eu a fudia com os dedos.

Seus gemidos eram abafados pela minha pica e sua buceta já tinha babado meus dedos o suficiente para que pelo menos um deles pudesse entrar no seu rabo. Se com a pica Isa tinha problemas para sentar, com meu dedo, seu cu já havia se acostumado e ela adorava, subi a mão novamente, a loirinha voltou a chupar devagar, passei meus dedos melados em volta da sua bundinha, deixei ela bem babada antes de começar a enfiar o indicador, ela gemeu alto, conforme ele foi entrando e Tamires não hesitou, arregalou os olhos, abriu a boca e continuou assistindo, a calcinha da irmã estava baixa, dava pra ver direitinho aonde o dedo acabara de entrar.

Isa babava minha pica, sua saliva escorria pela sua boca aberta e deslizava pela pele do meu caralho, ela urrava baixinho, sem tirar a boca do meu pau, erguendo o máximo seus olhos para tentar me enxergar. Sentia seu cuzinho apertando meu dedo, seu pai nos olhava pelo espelho novamente, mas dessa vez via a filha de quatro, enxergava seu rabo e minha mão, a descobria semi nua no banco mais longínquo do seu carro. Comecei a socar o dedo com força, entrava e saia da sua bundinha cada vez mais rápido, fazendo suas preguinhas abrirem mais a cada socada, ela acompanhou o ritmo do meu dedo com a sua boca, me chupava cada vez mais rápido, engolia tudo que conseguia da minha rola, chupava com tesão, esquecendo que estava no carro com sua família, mamava como se estivesse faminta, chupava tudo que sua boquinha pequena aguentava.

Quem não aguentou mais fui eu, soquei o dedo forte, uma última vez, enfiei o dedo inteiro no seu cu e deixei ele lá, repousando, enquanto ela notou que meu goso estava próximo, rebolou no meu dedo, apertou forte sua mão em volta da minha pica e esperou o primeiro jato, ela engoliu o máximo que pode da minha rola, até a cabeça bater novamente na sua garganta e a porra jorrar diretamente lá, descer devagarinho para o seu estômago, ela ficou de boca cheia, como sempre, engoliu tudinho, dessa vez não babou, não precisou apanhar.

Ela saiu de perto de mim, minha pica estava limpa, minha cunhada continuava nos olhando, hipnotizada, eu me arrumei, guardei minha pica enquanto Isa tirava novamente a irmã do transe.

-Tive que engolir tudo, se não ele me bate. – Falou enquanto também se arrumava.

Mais uma vez Tamires ficou com vergonha, se virou rapidamente pra frente e ficou assim pelos 5 minutos que esperamos para chegar na fazenda.

Todos desceram do carro, minha sogra estava com cara de poucos amigos, dizendo em seguida que queria conversar com Isa. Ela e eu fomos direto para o nosso quarto na casa principal, enquanto os demais iam cada um para os seu.

-Sério, você não devia ter feito aquilo… – Falou ela chateada.
-Mas você tava gostando. – Respondi a pegando pela cintura.
-Tava né, mas minha mãe ficou puta, vai brigar comigo certamente. – Falou me empurrando e indo trocar de roupa.
-Mas não valeu a pena?
-Pra você valeu né, minha irmã deve tá subindo pelas paredes. – Respondeu enquanto baixava seu short. – Olha o estado da minha calcinha, vou ter que tomar outro banho… – Agora ela havia inclinado o quadril pra frente, mostrando a calcinha completamente marcada da mistura do seu mel com seu goso, o tecido ainda estava úmido.
-Vai tomar então, que eu vou lá no quarto da Tami, vê se ela precisa de alguma ajuda. – Disse rindo, saindo do quarto.
-Pega leve… – Disse ela me segurando. – A Tami é tímida, tudo tem sua hora.
-Pode deixar comigo…- Falei em tom arrogante.
-Boa sorte então. – Disse me vendo sair do quarto.

Fui até o quarto de Tamires, que ficava no começo do corredor, bati na porta e ela mandou que eu entrasse, não sabia que era eu, pois quando me olhou arregalou os olhos novamente.

-Gabriel?! – Disse surpresa.

Ela vestia uma blusa de algodão, fina, azul com bolinhas brancas minúsculas, ela não usava sutiã, seus seios estavam em pé mesmo assim, os biquinhos eram notados e quase furavam a sua blusa. Desci o olhar e vi que ela estava sem o short saia que usava no carro, estava apenas de calcinha, uma de algodão, com o fundo branco e estampa de pele de onça em volta. Suas coxas eram grossas e musculosas, resultado de várias horas de musculação na semana, os pelinhos era loiros, quase imperceptíveis.

-Cheguei em má hora? – Perguntei fingindo vergonha.
-Não, só que eu já vou dormir. Tá precisando de algo? – Falou tapando suas pernas com a coberta.
-Não, não. Vim ver se VOCÊ não tava querendo alguma ajuda. – Eu a respondi ainda da porta.
-Não, não… Tá tudo guardado já e eu nem trouxe muita coisa hoje, já to indo dormir mesmo. – Ela disse deitando sua cabeça no travesseiro e se virando de lado na cama, ficando de frente pra mim.
-Não quer nem que eu olhe se não tem bicho em baixo da cama? – Eu tinha dado a última cartada.
-Não precisa, mesmo, Boa noite. – Agora ela se virava para o outro lado.

Antes de fechar a porta olhei sua bundinha, que fugirá da coberta, a calcinha não entrava no seu rego, era grande, mas ficava estufada pelo tamanho do seu rabo, meu pau não tinha jeito de diminuir, Isa ia sofrer essa noite.

Cheguei no quarto e Isa ainda não tinha voltado, imaginei que estivesse no banho ainda, mas a demora foi maior e eu sabia que ela podia estar fazendo somente uma coisa…

Eram 3 da manhã quando ela abriu a porta do quarto, entrou e me viu acordado.

-Ih, voltou antes de mim? – Perguntou entrando no quarto com uma blusa branca de pijama e uma micro calcinha preta, de renda, toda desenhada formando flores, fazendo com que sua pele aparecesse abaixo dela.
-Aonde tava? – Perguntei nenhum pouco confortável.
-Aonde você acha? – Perguntou se deitando ao meu lado. Seus cabelos estavam molhados de novo, sinal que ela tomara banho a pouco e não logo depois que sai do quarto para encontrar sua irmã.
-To perguntando… Me responde!!! – Eu estava brabo já.
-Foi rápido com a Tami? Achei que ia dormir com ela até…
-Ela não deu abertura.

Isa agora estava abraçada em mim, beijou minha boca em um selinho estalado, simples, mas quente.

-Fui tomar banho e nem sabe o que me aconteceu… – Ela começou a me contar:

” Resolvi pegar água antes de ir no banheiro, deixei a roupa em cima do vaso e fui de blusa e calcinha mesmo, até a cozinha. Quando eu cheguei lá, o João tava pegando uma cerveja pra ir pra sala ver tv.

-Ouvir você de putaria no carro me deu até saudade. – Disse passando a mão na minha cintura enquanto eu colocava a minha mão na porta da geladeira.

Impedi que ele fechasse a porta, fiquei de costas pra ele e ele me apertou contra o seu corpo, senti o pau do meu irmão no meu reguinho, amor, minha calcinha começou a ficar melada outra vez. Ele colocou a boca na minha orelha e começou a dizer besteira.

-Agora que dá pro negão não sente vontade de pegar o caralho do maninho? – Ele sussurrava baixinho, não me contive e rebolei no pau dele. – Ahhhhhh a maninha ainda lembra como se mexe no pau do mano?

Ele me puxou até a mesa de jantar, me fez sentar nela e beijou minha boca, a mão dele que agora tava no meu pescoço escorregou até a barra da minha blusinha, tirou ela e atirou longe, em seguida eu tirei meu sutiã e atirei pro outro lado da cozinha. A gente não parava de se beijar, minha língua se perdia na boca dele, eu arranhava a barriga dele, até que empurrei ele e ajoelhei, na cozinha mesmo, baixei o calcão de futebol que ele usava e comecei a mamar no pau dele. Biel, eu consegui engolir tudinho, até a base da pica dele, chupei, chupei, chupei, sem nem por a mão, ele só me segurava pelos cabelos, fazia eu engolir mais e mais. Quando fui colocar a mão nas bolas dele mais alguém entrou na cozinha.

-Se a mãe de vocês pega vocês dois assim, aqui na cozinha, não ia dar boa coisa.- Era meu pai.

Tirei a boca rápido do pau do joão.

-Desculpa pai, mas é que eu tive que mostrar o que acontece com quem não se comporta dentro do carro.

Papai estava somente de cueca, aquelas estilo sunga, seu pau a estufava, ele estava excitado me vendo pagar boquete pro seu filho, completamente nua, com as lingeries espalhadas pela cozinha.

-É verdade. Você foi muito malvada no carro. – Ele falou indo pra trás de mim, me encoxando de leve.

Eu peguei o pau do João com a mão e comecei a punheta-lo apenas, batia devagarinho, que nem bati pra você no carro. Papai botou a mão na minha calcinha e sentiu minha excitação toda logo de cara.

-O senhor também vai me dar castigo papai ? – Perguntei olhando meu irmão com cara de puta, mordendo a boca bem no cantinho do lábio.
-O que você acha João? Ela merece sair limpa dessa?
-Mereço João? – Perguntei apertando o pau dele, empinando o rabo pra trás pro pau do papai entrar mais ainda no meu rego.
-Acho que ela é muito puta pra gente deixar ela sem nenhum castigo…
-Vamos pro seu quarto. – Disse papai ao João.

A gente nem recolheu as roupas da sala, fomos direto pro quarto. Eu só de calcinha, papai só de cueca e o João pelado.

Negão, eles foram muito malvados, me fizeram dar pra eles dois, juntos, amor, eles meteram em mim sem parar. – Eu gemia falando com Gabriel, alisava o pau dele e miava no seu ouvido lhe contando a história.

Logo que chegamos atirei meu irmão de costas na cama, virei de frente pro papai e me abaixei tirando a sua ceuca e dando uma lambida na rola dele, empinhando bem a bundinha, de um jeito que João visse minha rachinha por trás, escondida entre minhas pernas e glúteos.

-Vocês tão sendo muito duros comigo… – Disse fazendo beicinho

Me virei de novo de costas pro papai, curvei meu corpo sobre o quadril do João e coloquei a pica dele na minha boquinha, comecei a mamar devagarinho, chupando beeeemmmm leve, empinei meu rabinho pra tras e o papai começou a pincelar a sua pica no meu reguinho, em seguida baixou minha calcinha, deixando ela pendendo em meus joelhos. Gabi eu tava mamando bem gostoso quando ele colocou a rola na minha bucetinha, não consegui nem gemer, porque tava engasgadinha. Que nem no carro quando você enfiou o dedo no meu cuzinho e eu tava engasgada com a sua pica gigante. Nossa negão, eu tava tomando a rola do papai na bucetinha de novo, ele não cansa de me comer agora que pode, e chupava a pica do mano sem parar.

João agarrava meus cabelos enquanto papai socava me pegando pelo quadril, eu não conseguia fazer nada que não fosse gemer.

-Que filhinha puta você tem pai, dando pro senhor e mamando no pau do mano. Você gosta putinha? – Perguntou João fazendo eu mamar mais.

Eu não respondi nada, só balancei a cabeça afirmativamente, papai me deu um tapa na bunda, acho que deve estar vermelho até agora e começou a socar mais rápido, senti o pau dele começar a latejar dentro de mim, vi que ele ia gosar, que ia me encher de porra dentro da xaninha, mas fugi, fiquei de pé fazendo o pau dele sair e parando de mamar meu irmão.

-Ué, vai fugir? – Disse papai me agarrando pela cintura.
-Vou! Vocês já tiveram o que mereciam. Já paguei a minha pena.- Falei fingindo colocar a calcinha de volta.
-Negativo! – Bradou João, rindo, me agarrando pela cintura e fazendo cair de costas sobre ele.

O pau do meu irmão, todo melado da minha saliva, deslizou pelo meu reguinho enquanto sua boca mordia meu pescoço e foi entrando rapidamente na minha bucetinha, já toda fudida por causa do pau do papai. Meu pai por sua vez parou do lado da cama, puxou meus cabelos e começou a fazer eu mamar na sua pica, eu chupava enlouquecidamente enquanto meu irmão me fudia e arranhava minhas costas. Tinha que me controlar para ter coordenação pra pular no pau sem deixar de mamar.

A pica do papai é maior que a do João, então eu conseguia engolir mais, lamber mais, sugar mais e João ficava só enfiando, socando a rola na maninha puta, fazendo uma suruba bem gostosa comigo e com papai.

Sabe negão, você nasceu pra ser corno mesmo, pra tomar chifre, não conseguiu comer a cunhada enquanto eu tava lá, tomando rola sem parar. Tava tão gostoso negão, uma pica na bucetinha e outra na boca, eu sentava forte no pau do meu irmão, vi que faltava pouco pra ele gosar, comecei a mamar o papai mais rápido, queria tomar leitinho dele. Tirei a boca da pica dele e o olhei.

-Dá leitinho pra filhinha pra ela dormir alimentada, dá papai, dá leite na boca da filhinha, dááááá. – Falei gemendo, sem parar de bater punheta pra ele e de pular cada vez mais rápido no pau do meu maninho.

Papai enlouqueceu, não se controlou, eu vi no seu rosto o tesão que eu provocara nele só de pedir pra ganhar porra. Ele estava ensandecido, meu irmão também, colocou as mãos firmes em minha cintura e começou a socar, a meter fundo, enterrando a rola bem forte na minha xoxotinha.

-IISSSSOOOOO MANO, ME FODE, COME A CAÇULINHA, COME, MATA A SAUDADE DA MANINHA. – Eu pedia gemendo, quase miando.

Vi que os dois estavam loucos, coloquei a boca no pau do papai rapidamente, e nem precisei chupar, comecei a sentir seu pau cuspindo leite na minha boquinha, engoli tudo, sem deixar cair nenhuma gota, estava tomando porra de novo, pouco depois de tomar a porra do meu negão roludo, dentro do carro. Papai gosou menos, a porra dele não é tão farta como a a sua amor, a dele é pouquinho, quase água, tomei tudo bem fácil, fiquei com vontade de tomar mais. Ia levantar do colo do João, mas ele me segurou, e gosou dentro da minha xaninha, melando toda minha bucetinha de porra.

Amor, olha, minha xoxota tava toda meladinha…

-Acho que vocês já me punirão o bastante né?! To liberada do castigo? – Perguntei ficando em pé e pondo a calcinha enquanto procurava a maçaneta da porta.
-Tava com saudade de comer você. – Disse João enquanto me olhava.

O pau dele já tinha baixado, não é como o seu que é insaciável.

Sai do quarto dele rápido, fui até a cozinha e peguei minhas roupas que ainda estavam atiradas lá.
Mamãe entrou na cozinha bem na hora e me olhava com cara de braba.

-Você precisa se controlar! Sei que tá com os hormônios à flor da pele, tanto você como o Gabriel que descobriu nosso segredo a pouco. Mas dentro do carro, gritando daquele jeito? E agora andando só de calcinha pela casa com as roupas atiradas pela cozinha… – Me falou enquanto pegava um copo de água.
-Eu sei mãe. Ele é fogoso, eu tentei parar mas depois entrei na onda. E as roupas aqui são culpa do seu filho que ficou doidinho vendo eu pagar boquete pro negão e veio me agarrar na cozinha. – Respondi rindo.
-Tudo que você queria pelo visto.
-Ahhh vai dizer que a senhora não adorou? Aposto que se imaginou tomando aquela porra toda no meu lugar, na frente do seu marido corno. – Eu ria ainda mais.
-Olha o respeito garota. – Ela não conseguiu conter o riso. – Se controla…
-Pode deixar, vou ser uma santinha agora. – Dei uma piscada e em seguida um selinho nela.

Fui direto para o banheiro, minhas roupas ainda estavam lá do mesmo jeito, mas quando fui fechar a porta alguém me impediu. Papai segurava ela, fez eu abri-la e entrou.

-Posso tomar banho com você? – Disse ele somente de cueca de novo.
-Olha mamãe disse que eu preciso me comportar mais e eu prometi pra ela que vou ser santinha daqui pra frente.
-Deixa que com ela eu me entendo. – Falou já entrando no banheiro e trancando a porta
-Tá bom, mas o senhor vai ter que lavar minha bucetinha, que o mano sujou todinha de porra.
-Tá bem… – Disse já me agarrando e beijando minha boca, que certamente ainda estava com o gosto do goso do negão e dele misturados.

Ele entrou e eu fui logo abrir o chuveiro, ele mal deixou e já me encoxava, nu, passando o pau no meu reguinho.

-Mas eu só vou lavar depois que eu sujar ela mais um pouco. – Falou enquanto me empurrava contra a parede.

Nossas bocas se encontraram novamente, ele me beijava com voracidade, sua mão percorria todo meu corpo, a água do chuveiro não nos atingia, estávamos do outro lado do box, ergui minha perna esquerda e papai passou seu pau desde o meu grelinho até a entrada da minha bucetinha, toda melada do goso do meu irmão, já abertinha, pronta pra receber mais pica.

-Ai papai, eu sou tão ruinzinha assim que o castigo no quarto do mano foi pouco? – Perguntei miando enquanto ele socava a rola em mim.
-Não, essa não é de castigo, essa é porque você é gostosa e puta mesmo. – Respondeu socando a rola mais forte em mim e lambendo o biquinho do meu seio pequenininho.

Ele mamava em mim e socava, socava sem parar, minhas mão puxavam seus cabelos grisalhos e minhas costas se deslizavam ainda mais pela parede fria.
Sentia seu pau entrando com extrema facilidade, eu já estava toda fudida, toda arregaçada, tinha bebido a porra dele minutos antes mas ele fazia questão de querer mais, parecia tão insaciável quanto meu negão corno.

-Sabia que enquanto o senhor tá metendo aqui comigo o negão tá comendo o cu da sua outra filhinha? – Falei olhando nos seus olhos, querendo provoca-lo.
-É?! E você deixou? Quer ser chifruda que nem ele?
-Que nem ele e que nem a mamãe. Ele me disse que a mamãe é a próxima, que ela paga de santinha, mas desde quando ele pegou ela de quatro com o tio Antonio que ele tem vontade de arregaçar ela.

Papai pirava, socava ainda mais rápido, me rasgava toda, eu falava, mas queria era gemer, me segurava, arranhava os azulejos do banheiro com a ponta das unhas, depois peguei ele pela cintura e o apertei mais contra meu corpo, rebolava no seu pau enquanto ele socava cada vez mais, metendo sem parar, sem pena da filhinha puta.

-Ele disse que vai comer o cu da Tami, papai, disse que depois de comer o cu dela vai comer o meu. Pai ele vai fuder o meu cuzinho de novo, pai, agora que meu cuzinho tá sarando, ele vai rasgar de novo, vai me arregaçar toda. Mesmo estando agora, arregaçando o cu da sua outra filhota e tendo enfiado o dedo no meu dentro do carro. Sabia papai? Que o dedo grosso do negão tava no meu cu enquanto o senhor dirigia e eu mamava? O senhor viu? Viu o dedo dele fudendo meu rabinho?

-Vi, vi e pirei com você de 4. – Ele respondia completamente em tranze.

Papai estava completamente enlouquecido, ele tinha gosado a pouco e isso retardava o novo orgasmo, e eu adorava, achava que você tava com a minha irmã, não tinha pressa pra voltar pra cama, queria passar a noite ali, tomando rola do papai que nem no começo da semana. Eu beijava ele, sua mão agora estava na minha bundinha, ele passava a mão, apertava, alisava, até que enfiou o dedo no meu cuzinho apertado,

-Ai não papai, ai é do negão… – disse tirando a mão dele.
-Deixa eu preparar o terreno pra ele socar a rola preta em você. – Pediu forçando o dedo no meu rabo.
-Não, sem chance. Eu sou puta, gosto quando dói, quero que entre no seco ainda, quero que ele meta fundo no meu rabo, quero que ele me rasgue papai.

Agora eu rebolava na pica do papai, dançava pra ele, com uma perninha no ar e me equilibrando na outra, ele metia sem parar, socava cada vez mais, senti que estava perto de me encher de porra.

-Sabe o que ele me disse também? Que a próxima a dar o cu pra ele vai ser a mamãe, imagina a mamãe, toda puritana, berrando naquela rola imensa do negão papai. O senhor vai ter que ir pro quarto agora e meter no cu dela pra arregaçar e o pau do negão entrar fácil. Porque ela não deve gostar de chorar na pica preta. Ou será que gosta pai? Será que ela é tão puta quanto eu?

Eu falava gemendo no pé do ouvido dele, ele não dizia mais nada, estava em outro mundo, segurando pra não gosar, comecei a apertar seu pau com a minha bucetinha, estragular ele, fazer ele entrar ainda mais apertado, papai não aguentou, me deu porra na bucetinha, foi pouca, mal sujou, mas eu fiz questão de sentir tudo, de sentir a porra do papai entrando forte na minha buceta, eu adoro ser a putinha do papai, ser quem ele mais gosta de meter, ser a putinha da família toda.

Negão tu deixa eu ser a putinha? Deixa eu dar pra todo mundo e beber porra de toda família?”

Ela perguntou terminando seu relato, sua mão estava sobre minha cueca, alisando minha rola imensa, que já estourava de tanto tesão. Se abaixou entre meu corpo e baixou minha cueca.

-Quer um boquetinho pra dormir bem amor? Já que você é frouxo e não consegue comer ninguém enquanto a namoradinha dá pra família toda?

Ela me provocava, sabia que eu iria pirar.

A agarrei forte pelos braços e joguei de costas na cama, comecei a beijar sua nuca sem que ela dissesse nada, ergui sua blusa, deixando seus seios a mostra, deslizei as mãos pela lateral do seu corpo, sentindo a maciez dos seus seios e fui passando a língua pela sua espinha, descendo até tocar a calcinha com a mesma, segurei a lateral dela com as duas mãos e puxei, arrebentando sem dificuldade.

-Nooooossaaaaaa. Essa fúria toda é por que é corno? – Perguntou sorrindo.

Fiz o mesmo com o outro lado, deixando a calcinha completamente imprestável. Tirei ela, revelando seu reguinho lindo, cheirando a sabonete Dove, desci a língua e senti o gosto do sabonete misturado com o de sua pele deliciosa. Fui com a língua até sua racha e vi que ela babava novamente, tinha ficado excitada só em me contar suas estripulias, ela afastou as pernas, deixando eu enfiar a língua com muita facilidade.

Tirei minha cueca e ela se mexeu na cama, virou de frente sorrindo, mordendo o lábio em seguida.

-Vai querer gosar na minha bucetinha também amor?
-Não, você sabe muito bem aonde eu vou gosar hoje. – Respondi beijando sua boca cheio de amor.
-Não amor, nem pensar, to toda arregaçadinha já, não vou aguentar dar o cuzinho hoje amor, negativo, hoje não… – Ela tentava falar enquanto eu colocava a boca no seu seio direito e lambia ele com vontade.
-Eles não castigaram você por ter pago boquete no carro? Chegou a minha hora de castigar por você ter chegado no nosso quarto as 3 da manhã, toda fudida…
-Aiii amorrrr, mas é um castigo muito forte, eu não sou tão má assim… – Ela miava, jogava a cabeça pra trás, fazendo seus longos cabelos da cor do sol irem até o seu reguinho.
-Você é muito pior, você além de má, é puta, me põe chifre, me faz de corno… – Agora eu alisava seu cuzinho com o dedo médio, fazendo-a levantar a bundinha.
-AAAAAAAIIIIIII AMORRRRRRRRR – Gritou alto quando enfiei o dedo até o final da unha no seu cu. – Você nem deu beijinho nele hoje pra eu aguentar…
-Não disse pro papai que ia ser no seco? Então… Vai ser no seco.
-NÃO AMOR, NO SECO NÃO, PELO AMOR DE DEUS, EU MORRO, NÃO…

Ela se afastou, ficou de pé, saindo da cama, me olhava nos olhos, estava apavorada. Seu corpo inteiro nu, sua pele branca, seus seios pequenos bem duros, os mamilos bem rijos… Ela era uma deusa, trepava como ninguém, era o amor da minha vida, definitivamente, era mais do que aquilo que eu poderia sonhar.

-Fica de 4 então. To com saudade de lamber teu rabinho.

Ela sorriu, me obedeceu, recolhi minhas pernas, deixando um bom espaço na cama para que ela fizesse o que eu tinha ordenado. Ela de quatro era ainda mais deliciosa, jogou os cabelos para um lado e em seguida pro outro, fazendo voarem pelas suas costas formando um arcoiris completamente loiro. Pus meu rosto no seu reguinho e a língua encontrou rapidamente as suas pregas, passei ela em uma por uma, em seguida salivei e babei todo seu rabinho, deixando seu cuzinho ensopado, lambi mais, afastando seus glúteos com as mãos e sentindo o cheiro do seu corpo mais uma vez. Seu cuzinho estava mais aberto que da última vez, mas ainda assim era micro, fechado, menor que uma moeda de 50 centavos talvez, com muito custo, depois de muito molha-lo, consegui por a língua nele, enfiei a ponta e ela gemeu, deu um urro baixo, cheio de tesão, ela adorava ganhar lambidas naquele lugar, rebolou na minha boca e se entregou ao prazer.

-Dá pica amor, dá, dá, corninho, dá que não aguento mais, quero rola, dá, dáááááááá. – Ela implorava.
-Vou dar, mas quero que grite o mais forte que puder, quero que sua irmã saiba o que ela perdeu e que teu pai e teu irmão saibam o que aconteceu com você por ter dado pra eles! – Esbravejei.

Pus minhas pernas em volta da sua anca, encaixei meu quadril sobre a sua bundinha e deslisei a rola até sentir seu cuzinho completamente babado melar a cabeça dela, forcei e ela fechou seu botãozinho, segurei forte sua cintura para evitar que ela fugisse e pus mais força na pica para que ela entrasse, seu cuzinho teimava em resistir, mas logo em seguida, a cabeça passou com dificuldade e o resto do caralho rasgou completamente suas pregas, fazendo-a urrar de dor.

-CARALHOOOOOOOOO, AAAIIIIIIIIIIII MEU CUUUUUUUUUU. Para Biel, por favor.- Pedia enquanto suas mãos agarravam fortemente o lençol.
-Não, não paro. Isso é o que você merece por me por chifre. – Respondi enquanto puxava seus cabelos com força.

Seu rosto inclinou pra trás, ela olhava agora em direção à porta, mantinha os olhos fechados, mordia seu lábio inferior tentando suportar a dor de dar o rabo.

-Grita vai cadela, grita alto pra ouvirem que você tá dando de novo! – Eu mandava enquanto estava montado nela.
-AIIIII FILHO DA PUTA, TÁ ARROMBANDO MEU CUZINHO, PARA PELO AMOR DE DEUUUUUUUUUUUSSSSS .

Eu não atendia seus pedidos, continuava socando nela, arregaçando as preguinhas da minha puta, sentia seu cuzinho quase esganando minha rola. A melhor coisa de comer seu cu era poder enfiar até o talo da rola, seu cuzinho apesar de fechado aguentava muito mais que a bucetinha, meu pau estava todo dentro dela quando comecei a bombar mais forte. Pus as duas mãos em seus glúteos, puxei um para cada lado, revelando seu cuzinho engolindo todo meu pau, forcei com o dedão suas pregas, tentando que ele entrasse junto com a pica, mas foi em vão, sua bundinha já arregaçara o suficiente.

-AAAAIIIIIIII NÃO FODE MEU CUZINHO, PARAAAAAAAAAAAAA, CARALHO NÃO METE ASSIMMMMMMMM. – Ela berrava.

Isabela gritava sem a menor preocupação, era óbvio que todos na casa a ouviam, era óbvio que sua irmã se revirava na cama, imaginava ela inclusive se tocando. Isso me deu ainda mais gana e comecei a enterrar a rola em Isa com ainda mais força, socava cada mais rápido e mais forte, ela começou a sentir prazer, agora empinava mais o rabo, jogava sua bunda de encontro ao meu pau, puxei seus cabelos com ainda mais força, fiz que ela olhasse pra trás, agora ela ria, me olhava de boca aberta enquanto minha pica entrava e saia rapidamente do seu cuzinho.

-ISSOOOO MEU MACHO, DÁ ROLA QUE NEM TUA PUTA MERECE DÁ. COME MEU CU BEM GOSTOSO, VAIIII ISSO COME MEU RABO, CORNO, CHIFRUDO, FODE MEU CUZINHO VAIIIIII. – Ela começava a revirar os olhos.

-Me dá seu celular. – Ordenei.
-Pra que? – Perguntou ela enquanto sentia cada socada da minha pica.
-Seu pai não queria comer teu cuzinho? Quero mostrar praquele velho como fica teu rabo cheio de rola.

Ela sorriu feito boba, se esticou para pegar o celular que estava caído no chão e me alcançou, entrei no seu whatsapp e tirei a foto, enviando-a diretamente para meu sogro.

Comecei a socar ainda mais enlouquecido, sabendo que alguém mais veria o que acontecia naquele quarto e o jeito que minha loirinha ficava enquanto dava o cu. Socava ainda mais rápido e comecei a sentir seu cuzinho fechar e abrir, parecia estar tendo espasmos, ela fechou os olhos abriu a boca sem falar nada e apertou forte os lençóis.

-O QUE A PUTINHA JÁ VAI GOSAR? NÃO AGUENTA TOMAR NEM 10 MINUTOS DE ROLA NO CU? VOU TER QUE COMER O RABO DA SUA IRMÃ PRA VER SE ELA AGUENTA MAIS.. – Falava alto, queria que Tamires nos ouvisse, alias, torcia fervorosamente para que ela estivesse nos escutando.

-Ah é? Quer se vingar de mim é? Só por que tu é COOORRRRNOOOOO, acha que eu mereço ser também é? Me fode com gosto então, come meu rabo e me faz gosar mais do que meu pai e meu irmão já fizeram. SEU CORNO!

Ela sabia me enlouquecer, comecei a meter nela cada vez mais forte, soltei seus cabelos e pus as mãos novamente em sua cintura, ela baixou a cabeça, empinou ainda mais o rabo e rebolou seu cu em minha rola, foi o que eu precisava para começar a gosar, exatamente no mesmo instante que seu corpo começava a tremer, estávamos gosando juntos, ao mesmo tempo, mais uma prova de que nosso encaixe era perfeito.

Ela caiu exausta na cama, minha porra escorria para sua buceta, me deitei na cama e ela veio para o mesmo lado que eu, nua, pôs a cabeça sobre meu peito e ficou acariciando-o.

-Eu te amo, Biel. – Falou olhando nos meus olhos.
-Eu também, Isa. – Disse beijando sua testa.

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