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UMA NOITE COM DONO NO HOTEL

  • Publicado em: 24 de março de 2017 03:51
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Aqui está mais um relato de uma das subs que tive. Todas as histórias que publico são reais, escrito pelas próprias meninas. Sou Dominador a mais ou menos 8/9 anos e moro no litoral de Santa Catarina. Se você deseja ter uma experiência como esta pode me enviar um e-mail – domrenatosc@hotmail.com – te responderei com certeza.
Na ultima vez que servi ao meu dono ele me disse que estaria sábado em minha cidade, que eu deveria estar disponível, caso ele tivesse tempo me usaria.
Fiquei empolgada, fico feliz em poder servir meu dono, ja falei a ele varias vezes da minha vontade de servi-lo, se pudesse o faria todos os dias.
Deveria estar disponível para meu senhor no sábado, mas na quinta-feira ele perguntou o que eu achava de servi-lo de sexta para sábado. Passar a noite com ele. Uma noite inteira com meu dono? Eu não cabia em mim de tanta alegria. Fiquei entusiasmada. Meu senhor havia me falado que para ele, quanto menor a calcinha que eu usasse melhor, nunca usei calcinha muito pequena, acho muito desconfortável, mas providenciei uma, minúscula, mal aparecia atrás. Apesar do desconforto, faria de tudo para agradar meu dono, e torceria para ele mandar eu tirar o mais cedo possível.
Esperava meu dono mais tarde na sexta, estava fazendo algumas coisas, já que no sábado, depois que meu senhor me liberasse viajaria e na segunda começaria em meu novo emprego teria que adiantar tudo na sexta mesmo. Estava na oficina, colocando o bauzinho em minha moto quando meu senhor me avisou que no máximo 15h estaria em Joinville, perguntou se eu conseguiria fazer reserva em algum hotel para ele e se eu estaria pronta até as 15h. Confirmei. Sempre estarei pronta e disponível na hora em que meu senhor me quiser.
Tentei verificar o hotel pelo meu celular mesmo, mas só com a internet 3g estava difícil. Então corri para casa para conseguir um bom para meu dono. Procurei um bom com boas recomendações, passei os valores, verifiquei se precisava fazer reserva. Não havia necessidade pois a procura é muito baixa nessa época do ano. Passei o endereço a ele, fui me arrumar, não queria me atrasar, liguei para o taxi, que me pegou as 14h40min, um pouco atrasado, mas ainda dava tempo. Estava a caminho quando meu senhor ordenou que eu avisasse quando estivesse chegando que ele desceria para me buscar na frente do hotel. Assim eu fiz. Ele me buscou, bem vestido como sempre, muito atencioso comigo também. Subimos ao quarto. Ele mandou que eu sentasse na cama. Fiz isso. Aguardei enquanto ele escrevia alguma coisa em papeis na mesa. Depois disso, virou a cadeira e fez com que eu me ajoelhasse na frente dele. Perguntou-me : Você sabe que cometeu erros essa semana não sabe? Confirmei, havia cometido três erros e eu sabia que seria castigada. O primeiro erro foi ter falado com ele após o horário comercial, 9 minutos depois, e ele me disse que seriam 9 cintadas, por isso. O segundo erro foi esquecer de contar em meu relato diário que outro dom havia entrado em contato comigo, o que fiz depois. Segundo ele, foi falta de atenção minha. Então entendi o que eram os papéis. Me disse que neles tinham os números 5, 10, e 15, que eu escolheria um, e seria o numero de cintadas por meu erro. Escolhi, ele mandou que colocasse em cima da cama e abriu os outros dois, que tinham os números 5 e 10. Era possível ver a satisfação estampada no rosto do meu senhor. Perguntou-me quantas cintadas eram então. Eu estava preocupada demais com as cintadas para calcular quantas eram. Quase não. consegui falar, gaguejei, depois falei, 24, eram 24 cintadas, ele me disse que não gosta de sub burra, me ofendi, sei que não sou burra, só estava nervosa. Depois, o terceiro erro, ele me ordenou que levantasse todos os dias 9h. E havia acordado após esse horário. Ainda confessei que tive vontade de esconder dele, pensei que isso o deixaria chateado, mas a ordem era falar tudo o que eu sentia e pensava então contei a ele também. Mas ele disse que era natural eu pensar em esconder algo dele, mas que se eu cedesse a esse impulso perderia o sentido eu ter um dono, e que eu não conseguiria olhá-lo nos olhos, e perguntou-me se eu conseguia. Sou muito tímida, muito envergonhada, e ele me fez encará-lo, foi difícil não baixar o olhar, mas se fizesse ele poderia pensar que estava escondendo algo, então me submeti ao exame de seus olhos atentos, perspicazes. Até que ele permitiu que eu baixasse o olhar, e escolher mais um papel, que teria mais 5, 10 ou 15 cintadas. Ainda me disse que veríamos se ele estava com sorte, ou se eu estava, ou ambos. Então escolhi. E coloquei sobre a cama como fiz com o outro. Ele abriu o primeiro, 10. Abriu o segundo, fez suspense, começou a virá-lo devagar. Mostrou-me um 5 e depois me mostrou que era um 15. Eu estava com sorte afinal. Havia escolhido um 5, seriam 29 cintadas. Ele retirou a cinta de sua calça, afastou a cadeira, puxou-me forte pelo cabelo, fazendo com que eu ficasse de 4. Então começou. Na primeira eu já me assustei. Meu senhor nunca havia usado tanta força assim. Fiquei desnorteada, ele ja devia ter dado umas 6 cintadas, não sei ao certo, ele parou e me perguntou quantas tinham sido, eu falei que não tinha contado, então ele falou que também havia esquecido de contar e começaria de novo. Então deu as 29 cintadas, sem diminuir a força e desde a primeira já sentia minha bunda queimar. No final estava com vontade de chorar, assustada, eu tremia. Então vieram os cuidados de meu dono, ele me abraçou e me acalmou. Então mandou que eu tirasse a sua camisa. Eu desabotoei e ia tirando quando ele me fez perceber que haviam botões nos punhos também. Abri, retirei a camisa e arrumei no encosto da cadeira. Esperei de joelhos pela próxima ordem. Ele mandou que eu fechasse a cortina que estava um pouco aberta. Então ele deitou, e mandou que eu retirasse seus sapatos. Então retirei seus sapatos e meias. Ele começou a tirar sua calça e eu terminei para ele. Mandou que eu ficasse só de calcinha e que fosse para lateral da cama, eu fiz imediatamente, consegui ver em seu rosto, em seus olhos a satisfação em ver a pequena peça de pano que eu usava, fiquei feliz com sua reação, a intenção era agradá-lo. Perguntou-me se tinha vestido ela para meu dono, eu confirmei com a cabeça um pouco tímida. Jamais vestiria algo tão desconfortável para outra pessoa. Ele disse que gostou, passava a mão em minha bunda completamente exposta e no pequeno pedaço de pano que mal aparecia escondido por um laço. Deu-me alguns tapas, e passou a mão, checando como ela estava, e estava muito molhada já. Enquanto isso eu caia de boca, chupando como ele havia me ensinado, lambendo suas bolas, e subindo deixando-o molhado para depois começar a colocá-lo na boca devagar. Com seu pé indicou que eu poderia usar a mão, então comecei a massagear suas bolas enquanto o chupava, só parava de massagear para chupá-las e dar pequenas lambidas, ou masturbá-lo enquanto passava a língua na ponta sugando e passando os dentes de leve. Algumas vezes forçou ele em minha garganta e mandou que eu tentasse sozinha, eu fiz, estou aprendendo a fazer tudo do jeito que meu dono gosta. Fiquei um tempo fazendo tudo sozinha, até que meu senhor assumiu o controle, fiquei extasiada, sabia que ele deixaria provar de seu leite de novo, então mandou que eu aproximasse minha boca, e coloquei minha língua um pouco para fora para encostar nele a cada oportunidade até que ele mandou que eu deixasse tudo limpo, então ele gozou em minha boca, minha mão assumiu o controle novamente, sentia ele pulsar, queria estimular para que saísse tudo. Engoli todinho e lambi até que ficasse limpo. Então me ajoelhei próximo ao meu dono, esperando por sua próxima ordem e ele me deixou descansar. Acariciou minha cabeça, depois de um tempo levantou, perguntou onde estava meu celular e falei que estava em minha bolsa,. Mandou que eu colocasse ele a despertar para 16:15, que ele sairia, e me deixaria numa posição confortável e eu deveria ficar nessa posição até que ele voltasse ou que o celular despertasse. Mandou-me deitar de bruço me deu um travesseiro. E para saber se eu tinha obedecido, colocou o cardápio do hotel sobre minhas costas de um jeito especifico para que ele soubesse caso eu desobedecesse. Reforçou que só poderia levantar quando o despertador tocasse, mas garantiu que chegaria antes. E chegou, falou que meu dono não me deixa sozinha que cuida de mim, talvez pelo sonho que falei que tive no ultimo relato. Não me mexi esperei pela ordem do meu dono. Então ele tirou o cardápio que estava em cima de mim e mandou que eu deitasse na cama. Então eu vi o que ele foi fazer. Trouxe cordas. Amarrou meu punho e prendeu meu punho junto ao meu tornozelo, e com outra corda fez o mesmo do lado esquerdo, dando a ele livre acesso para fazer o que quisesse.
Me provocava, massageava meu clitóris, colocava um dedo nela, dava pra sentir o quanto estava molhada e ele me proibiu de gozar. Algumas vezes parava e perguntava se eu tinha gozado, era de desconfiar, pela forma que eu tinha ficado encharcada. Mas eu não tinha gozado. Falava-me o tempo todo para não puxar as mãos, eu fazia porque a dor me dava controle maior sobre o que estava sentindo, acredito que ele estava preocupado que as cordas trancassem a circulação. Ficou assim por muito tempo, perguntou se eu queria gozar, falei que queria, ele me disse, quem sabe amanha de manhã.
Depois ele parou, deu sua mão para que eu chupasse todos os dedos limpando como eu disse que faria no relato anterior, deitou ao meu lado e mandou-me ficar de joelhos, eu não conseguia então ele me ajudou, puxando pelo cabelo. Então fiquei de joelhos e ele me mandou ir para o centro da cama, ele me jogou de forma que eu ficasse com o rosto na cama. Tentei deitar de lado, estava machucando meu pescoço, mas eu não usaria a palavra. Avisei ao meu dono que estava machucando então ele soltou uma das minhas mãos para que eu pudesse apoiar. E continuou provocando, começou a brincar com meu cuzinho, não sou acostumada, foi desconfortável, mas ao mesmo tempo era bom porque diminuía minha vontade de gozar. Depois de um tempinho saiu, permitiu que eu soltasse as cordas e soltei. Ele sentou numa cadeira ao lado da cama, perguntei onde deveria deixar as cordas e ele disse que deixasse as cordas na cama mesmo, disse, cadelinha, apontando para o chão e imediatamente desci da cama e fiquei de quatro no chão. Fui até ele, ele me abraçou, fez carinho, cuidou de sua cadelinha como sempre. Disse para eu ficar a vontade. Sentei-me no chão, deitei minha cabeça em seu colo e fiquei assim por muito tempo, até que ele mandasse eu cuidar de seus pés, como todas as outras vezes, beijei e lambi os dois pés até que ele saiu, deitou na cama e eu fiquei ali. Então ele me permitiu que eu deitasse com ele. Nesses momentos conversamos normalmente, fico até mais descontraída, ele me chama de menina, é atencioso, carinhoso, acho que ele esta me acostumando mal, segundo ele, vai chegar a hora que vou ter que fazer por merecer esses momentos. Por enquanto aproveito ao Maximo. Ficamos um tempo conversando, então ele me disse que tinha esquecido de trazer preservativos, e disse que achava que eu ira lá comprar para ele. Ele perguntou se tinha algum problema, porque eu escondi meu rosto em seu peito, fiz que não com a cabeça, ele falou: você não tem escolha né? Concordei e falei que morria de vergonha, ele gostou disso, sempre fui muito tímida, envergonhada, nunca comprei preservativos na minha vida. Então ele mandou eu ir, me vestir, ele me deu dinheiro, e eu fui na farmácia de um shopping próximo ao hotel. A farmácia estava cheia e para piorar encontrei uma conhecida, disfarcei, esperei ela sair, peguei os preservativos e fui direto ao caixa, paguei e sai o mais rápido possível, com as bochechas ardendo, imagino que estavam vermelhas. Fui para o hotel bati na porta, mandei recado no whats para que meu dono abrisse a porta para mim, bati de novo. Ele abriu a porta para mim. Eu entrei, deixei os preservativos e troco na mesinha me despi novamente e fui para a cama. Ele perguntou se foi difícil, falei que sim, ele me abraçou e como sempre me protegeu.
Em outra oportunidade como foi a noite com meu Dono. Aguarde!

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