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Uma noite no hotel do interior

  • Publicado em: 10 de agosto de 2018 04:39
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Este fato ocorreu no mês passado, nesse inverno de 2018. Estava viajando para uma cidade do interior distante de Porto Alegre, tinha anoitecido e a neblina tomou conta da estrada. Na primeira cidadezinha que encontrei resolvi parar, estava muito difícil de prosseguir, entrei na cidade e não encontrei hotel, acabei retornando para a estrada e encontrei um pequeno hotel muito simples, próximo ao acesso a cidade, por sorte consegui o último quarto disponível, acho que pelas condições do clima, muitas pessoas fizeram o mesmo. Estava frio naquela noite, o quarto era muito simples, uma cama de casal, um quebra-luz e um banheiro pequeno. Larguei minhas coisas no quarto e desci para procurar o que comer, a cidade estava deserta, voltei para o hotel e aí fiquei sabendo que eles serviam um prato feito. Os hospedes eram, em sua maioria, caminhoneiros e estavam todos jantando no salão, encontrei uma mesa vazia e pedi minha janta. Logo um sujeito sentou-se comigo e começou a puxar assunto, era bem bonachão, falou que era caminhoneiro e que não tinha conseguido quarto no hotel e teria que dormir na boleia do caminhão, comentei que não deveria ser fácil devido ao frio, ele disse que os colegas já tinham dividido quartos (realmente havia bastante caminhoneiros), conversamos durante a janta, me contou de onde era, para onde estava indo, era casado há quarenta anos e tinha seis filhos. Disse que estava há quinze dias fora de casa e mais um montão de coisas, eu ouvi tudo. Quando terminei fui falar com o proprietário e saber se haveria uma forma de colocar uma cama extra no meu quarto, assim poderia dividir com ele, mas o dono informou que já tinha feito o possível para os outros e não havia como. Voltei para a mesa, ele continuava jantando, contei a ele o que havia tentado, ele ficou bem grato e disse que se resolveria no caminhão. Fiquei pensando na situação, com aquele frio o cara iria congelar. Desejei boa noite e boa sorte a ele e, quando iria levantar e ir para o quarto, ele me chamou e falou baixo, me perguntando se a cama era de casal, disse que sim e ele, em tom baixo disse, talvez, se pudesse dividir a cama, sem frescuras… fiquei parado sem ação por um tempo, mas depois eu disse que iria conversar com o dono do hotel e ver o que faria, o dono me disse que era comigo, por ele tudo bem, pensei mais um pouco, fiquei com medo, afinal não conhecia o cara, perguntei ao dono se conhecia o sujeito, respondeu afirmativamente, que era um cliente frequente e achava que não teria problemas. Agradeci e voltei a mesa, disse baixinho para o cara, meio sem jeito, tudo bem, vamos dividir a cama, pensei que, talvez se a situação fosse a contrária ele faria o mesmo. Ficou contente, me agradeceu e continuou comendo, riu e disse que iria beber mais uma ceva, dei boa noite e disse a ele que iria para o quarto, estava muito frio e queria descansar, ele me prometeu que não faria barulho quando fosse para o quarto. Bom minha maior preocupação era porque ele estava bebendo cervejas e poderia aprontar, mas resolvi ficar frio, tomei um banho rápido e me deitei, estava cansado demais e acabei apagando, deixei somente o quebra-luz ligado para ele. Me acordei quando ele abriu a porta do quarto, embora não tenha feito barulho, largou suas coisas na cadeira ao lado da cama e foi ao banheiro, deu uma mijada daquelas, demorada e forte que fez um barulho na privada, devia ter tomado várias cervejas, tomou um banho e veio para a cama, puxou a coberta para se deitar e acabou me destapando, senti frio e percebi que ele demorou uns segundos para se ditar, ele ficou me olhando e se deitou no outro lado da cama, fiquei cuidando por um tempo, ele apagou a luz e ficou quieto, sentia o bafo da cerveja quando respirava, eu não conseguia dormir, mas fiquei bem quieto deitado de costas, ele respirava forte, achei que estivesse dormindo, por vezes dava alguns roncos. Um tempo depois, senti sua mão encostar na minha perna, pelo lado de fora, achei que era por acaso e não liguei, pouco depois novamente ele passou encostou o lado de fora da mão na minha coxa, fingi que estava dormindo e fiquei cuidando, mais uma vez, mas agora ele passou a mão na parte de fora da minha coxa, me remexi e ele tirou, um tempinho depois, novamente, mas agora com mais força e com intenção clara de carícia, continuei fingindo que estava dormindo, ele insistiu e continuou acariciando minhas pernas por toda a extensão, me mexi, ele parou e continuei fingindo que estava dormindo, um tempinho depois ele se chegou mais perto, pude sentir o calor do seu corpo, passou sua mão áspera e calejada na minha coxa por dentro, desde os joelhos até a virilha, me remexi novamente e virei de frente para ele, a essas alturas não havia mais dúvidas que ele estava tentando me pegar. Ele ficou quieto por um tempo, mas voltou a me acariciar as coxas, agora indo desde os joelhos até a bundinha e voltando para os joelhos pelo lado de trás, sem evitar fiquei todo arrepiado, ao mesmo tempo, mexia no seu pau com a outra mão, sua respiração estava mais ofegante, a essas alturas ele tinha confirmado que eu estava usando calcinha e um baby-doll, me remexi novamente, mas ele não tirou sua mão, apenas parou, voltando a me acariciar, apenas dando pequenas paradas quando eu me mexia, num certo momento, ele me acariciou pelo lado de dentro das coxas, passando sua mão por cima do meu pauzinho, mas não o encontrou porque estava no meio das pernas, ai teve certeza de que eu estava bem mulherzinha e subiu as carícias pelas minhas costas até encontrar a alça do sutiã, voltou e me acariciou a barriga e passou a mão por cima do sutiã, contornou o bojo com a ponta dos dedos, suas mãos eram fortes e calejadas eu me arrepiei completamente e não pude evitar um gemido baixinho, assim ele teve certeza de que eu estava acordado e gostando da situação, desceu a mão e acariciou meu pauzinho novamente, contornou minha calcinha com os dedos grossos, eu tinha arrepios intermináveis, segurou meu quadril firme e forçou para trás, para que eu me virasse, ainda fingindo dormir, me virei de costas para ele, era tudo o que ele queria, suspirou e chegou bem perto, me abraçando por trás, senti sua transpiração e o calor do seu corpo, como estava muito frio, acabei me encostando nele e, claro, ele aproveitou e me encouchou direto, aumentando as carícias nas coxas, por cima, pelo meio, pela frente indo até minha barriga, por trás passando pela bundinha, sempre contornando a calcinha com seus dedos ásperos, sentia suas unhas compridas me roçando a pele, completamente arrepiado e sem evitar eu dei um gemido mais alto e longo, acabei me entregando, ele acariciou minhas coxas e foi subindo até a barriga, chegou nas tetinhas por baixo do sutiã e esmagou os mamilos, não dava mais para mentir que estava dormindo, me virei e perguntei o que ele estava fazendo, ele riu e disse que estava me acariciando, que estava frio e ele ficou pertinho para nós esquentar, eu disse que ele estava me encouchando, ele confirmou e disse que estava gostoso, para eu não ligar e continuar a assim, disse a ele que não era veado, mas ele disse que no frio era bom ficarmos coladinhos e me mandou virar e curtir, como se fosse meu marido, sem saber como, eu obedeci e me virei, deixando ele me abraçar novamente e me encouchar agora mais forte ainda, eu disse que deixaria somente porque estava muito frio, claro que ele nem ligou porque eu estava todo arrepiado e entregue a ele, na verdade acabei dando o sinal verde, ele se aproveitou da situação rapidinho. Abraçado, bem colado de conchinha nas minhas costas, ele me encouchava e me acariciava a vontade, as coxas, a barriga, as tetas, os mamilos, me beijou os ouvidos, mordeu as orelhas, me chupou no pescoço e puxou a minha cabeça para trás para me beijar, tentei resistir novamente dizendo que não era veado, mas ele sussurrou que era um beijo para esquentar, que estava delicioso o arreto, mandou e não resistir e aproveitar o momento, sem mais nada dizer, me segurou e me beijou na boca, enfiou sua língua na minha goela, chupou minha língua, passava sua língua em toda minha boca, estava com forte hálito de bebida, mordeu meus lábios, enfiou sua língua na minha boca novamente, tentava resistir, mas inútil e sem nada dizer, acabei me entregando a situação, comecei a gemer de tesão e me encostei bem nele, ele era bem quentinho, me beijava intensamente e, ao mesmo tempo, suas mãos me acariciavam o corpo todo, me sentia dominado por aquele estranho, estava com meu corpo todo arrepiado e gemia muito, ele aproveitou, baixou sua cueca, pegou seu cacete e posicionou no meio das minhas pernas, levei um susto e tentei tirar, mas ele fazia pressão com suas pernas, me mantendo sob controle e, no ouvido dizia baixinho, não resista, sei que gosta disso, se entregue para seu macho, está gostoso não, descontrolado disse que sim, ele voltou a sussurrar, essa noite será minha mulher, estou a três semanas fora de casa, sem comer minha nega, hoje tu vai ser minha neguinha, vou fazer com você tudo que faço com minha nega e muito mais. Estávamos colados, ele me dominava completamente, o calor do seu corpo estava delicioso, seu enorme pau nas minhas coxas me proporcionava um prazer maravilhoso, ele me comia nas pernas, me beijava os ouvidos, chupava meu pescoço, me acariciava o corpo todo, esmagava meus mamilos e apertava minhas tetinhas por baixo do sutiã, de repente ele tirou seu pau das minhas coxas, fiz movimento para trás com minha bundinha procurando seu instrumento novamente, ele colocou seu pau em cima da minha perna, me mordeu a orelha e disse ao meu ouvido, calma putinha, tudo tem sua ora, vou te comer gostoso daqui a pouco e enfiou dois dedos na borda da minha calcinha e foi descendo pelas coxas, a sensação da calcinha sendo arreada por aqueles dedos grossos e aquelas unhas compridas me roçando a pele era indescritível, o tesão tomou conta de mim, ele abaixou a calcinha até os joelhos, se afastou um pouco do meu corpo, senti frio, baixinho pedi a ele que continuasse coladinho em mim, ele tirou sua cueca, sua camiseta e me pegou novamente por trás, larguei outro gemido de tesão e me encostei bem nele, meu macho riu, colocou seu pau novamente nas minhas pernas, me abraçou e voltou a me comer nas pernas, ele também gemia e estava com muito tesão, me acariciava e me beijava, me fazendo de mulherzinha completa, logo senti um melado quente nas pernas, ele gemeu mais forte e despejou seu pré-gozo em quantidade, dizia que eu era muito gostosa e que ele me faria sua mulher naquela noite e me fodeu gostoso nas coxas, ficamos assim um tempão, ele me melou as pernas e a minha calcinha, gemia e me chupava o pescoço, as orelhas, apertava minhas tetas e meus mamilos, estava completamente entregue aquele macho desconhecido na cama. Seu tesão era tanto que de tempos em tempos ele parava um pouco para não gozar. Depois de um tempão me comendo nas pernas, ele sussurrou no meu ouvido para eu me virar de bruços, entendi que havia chegado minha hora de ser fodido de verdade, um misto de tesão e medo percorreram minha espinha, seu pau era grande e grosso e sabia que iria sofrer muito, perguntei a ele se estava bom daquele jeito e disse que queria que gozasse nas minhas pernas e na minha bunda, ele disse que estava maravilhoso, mas iria me fazer mulher dele, tentei outra saída, me ofereci para chupar seu pau, deixaria ele gozar na minha boca, ele riu se divertindo, disse que depois eu iria chupar seu pau e tomar seu leite sim, mas agora ele iria me comer gostoso e me mandou novamente virar de bruços, preocupado e sem saída, lhe obedeci, seu pau saiu das minhas coxas, lambuzando minha bunda com seu melzinho, ficou frio novamente e senti a falta do meu macho, ele veio por cima, acavalou-se sobre minhas pernas e deitou nas minhas costas, senti o peso dele me esmagando contra o colchão, chegou bem perto do meu ouvido e me mandou abrir minha bundinha com minhas mãos, obedeci, ele esfregou seu pau no meu rego, na portinha do cuzinho, melando bem a entradinha, bateu uma punheta e despejou mais um pouco de melado na portinha, me mandou empinar a bundinha, abrir bem e juntar minhas pernas, posicionou seu cacetão na portinha, me preparei para ser enrabado, ele me abraçou forte, pressionou minhas coxas com as suas, mandou eu morder o travesseiro para não gritar e empinar bem minha bundinha para ele me penetrar melhor, obedeci tudo e meu macho deu a primeira estocada, seu pau era muito grosso, senti meu cuzinho arregaçar, dei um grito mordendo forte a fronha, tentei me remexer, mas meu macho me mantinha preso em baixo dele, baixei a bunda evitando a penetração, ele me mandou empinar minha bunda para não me machucar e abrir bem com minhas mãos e voltou a empurrar, não obedeci dessa vez e me mantive com a bundinha baixa e não abri mais, mas ele não ligou e continuou forçando, meu cuzinho se abriu e arregaçou, estava doendo muito, pedi para ele parar, ele disse baixinho no meu ouvido, putinha, abra essa bundinha e empine bem que vai doer menos, vou te comer de qualquer jeito, resolvi obedecer e ele se aproveitou e estocou forte, senti a cabeça esgaçar meu cuzinho e entrar toda, dei um gritinho novamente, mordendo muito a fronha, meu macho parou com a cabeçona dentro, ficou assim um pouquinho até meu cuzinho acostumar, em seguida voltou a empurrar e foi me penetrando sem piedade, gemendo de tesão e dizendo que meu cuzinho era apertadinho, que nunca tinha comido um cuzinho de veadinho, estava gostando muito, me sentia arrombado, seu pau era comprido, parecia que não tinha fim, senti seu pau cutucar meus intestinos, sentia uma mistura de dor e prazer, tanto que comecei a gozar aquele líquido que a gente larga quando está sendo enrabado, sempre largo esse liquido, mas dessa vez gozei muito o tempo todo que meu macho ia me penetrando, não consegui evitar e me remexi, procurando o mais que possível manter minha bundinha empinada para facilitar a penetração, e ele foi empurrando até que senti suas bolas baterem na minha bunda, ele deu um gemido mais forte e parou no fundo assim todo dentro de mim, eu continuava gozando e me remexendo, ele se divertiu ao meu ouvido e me dizia, isso minha putinha, goza bastante com o pau de seu macho todo dentro, está gostoso não, disse que sim e não conseguia parar de gozar, depois de um tempinho ele foi tirando devagar até quase a cabeça e empurrou tudo de novo, sempre devagar, me acabei todo de novo, sujei todo o lençol, gemia e me arrepiava a cada subida e decida do meu macho, ele sabia muito foder, tirou todo seu pau de dentro e levantou seu corpo, senti frio e empinei muito minha bundinha procurando seu pau, ele me perguntou ao ouvido, o que eu queria, disse que queria que ele me comesse, que me fizesse sua mulher, mas ele não me penetrava e se mantinha com seu corpo elevado, estava com frio e implorei a ele que voltasse a se deitar em cima e me foder novamente, ele se divertia e me perguntou se eu iria ser boazinha com ele, prometi que sim, ele voltou a me esmagar com seu corpo quente, me mandou pegar seu pau e posicionar no meu cuzinho, obedeci depressa e mantive minha bundinha empinada, ele penetrou novamente com força, agora como o cuzinho e seu pau estavam bem lubrificados, entrou de uma só vez e ele estocou forte até o fundo, senti as bolas baterem na minha bundinha, dei um gritinho sempre mordendo a fronha para não fazer barulho, gozei novamente, ele ficou no fundo parado, sussurrou no meu ouvido me perguntando se eu queria ser fodido por um macho de verdade, disse que sim, então ele começou a subir e descer com força, ritmado, comecei a gemer de dor, me remexia, mas ele me mantinha preso em baixo, sem parar me fodia com força, pedi que fosse devagar, ele nem ligou e continuou me estocando forte, não conseguia fazer nada embaixo do meu macho, abri o máximo que pude minha bundinha e procurava cooperar, a cada subida dele, descia minha bundinha e a cada estocada, arrebitava a bundinha, eu gozei muito, dessa vez leite mesmo, dei várias ejaculadas, há muito que não gozava assim, mas não conseguia relaxar com ele me comendo daquele jeito, dava fortes estocadas, as vezes parava no fundo um pouco para não gozar e voltava novamente a me foder com força, eu não tinha mais forças para me manter cooperando, aquele macho não parava nunca e não dava sinais de que iria gozar, me comeu uns trinta minutos sem parar, me babou todo pescoço, me machucou as tetas e os mamilos de tanto esfregar, até que aumentou o ritmo com estocadas ainda mais fortes, senti seu pau inchar e entendi que finalmente iria gozar, deu uma estocada no fundo, gemeu alto e despejou seu gozo dentro de mim, eram tão fortes os jatos que conseguia sentir dentro do cuzinho, foram muitas ejaculadas, quando finalmente terminou, largou seu corpo em cima do meu, me esmagando ainda mais. Ele estava ofegante, respirava com força e foi se acalmando, ficamos assim colados por um tempo, acho que uns dez minutos, até que ele falou que foi muito gostoso, que ele sempre queria comer sua nega no cuzinho, mas ela nunca deixou e agora ele tinha certeza de que era gostoso. Perguntei se ele fazia sexo normal com sua esposa, disse que era so papai-mamãe, mas ele sempre quis um cuzinho, disse que também queria experimentar ser chupado e que amanhã eu iria chupá-lo e tomar seu leite. Apesar do desconforto do seu peso em cima, estava gostoso porque ele me mantinha quentinho, ficamos conversando um pouco, ele me disse que quando estávamos jantando ele já sabia que eu era frutinha, tinha visto o volume nos meus peitos e teve certeza quando foi se deitar e me viu de roupas femininas. Me perguntou se eu tinha gostado, disse que sim, que não costumava gozar quando estava sendo fodido, mas ele me fez gozar como nunca, eu havia gozado muito, disse que ele me fez sentir uma mulher de verdade, uma putinha na cama, suas carícias eram deliciosas. Disse a ele que desde quando começou a me acariciar estava fingindo dormir e estava com muito tesão, que não resisti ser sua putinha, confessei que tinha dado para outros machos, mas ele conseguiu ser um macho gostoso na cama, com carinho e me possuindo como uma mulher, com força e com controle, me senti uma mulher dominada por ele. Seu pau ainda estava dentro de mim e começou a crescer novamente, ele disse que sabia que eu estava fingindo e por isso não desistiu, além de estar a muito tempo na seca, iria me comer de qualquer jeito naquela noite e começou a me beijar novamente, incrível mas seu pau estava duro de novo e começou a me foder, para ajudar dei reboladinhas para ele que aproveitou e começou a foda forte novamente, me chamando de putinha doce, começou subir e descer rápido novamente, seu pau estava muito duro, queria que ele gozasse rápido e ajudei ele a ficar tesudo, subindo a bundinha quando ele me penetrava e descendo quando ele subia, ele ficava louco com esse meu movimento, mas se controlava muito bem e me fodeu ritmando, a cada estocada quando parava no fundo da minha bundinha parado, eu não aguentava, me fazia gozar com uma cadela no cio, sempre dizendo, isso putinha goza no pau do teu macho, goza como uma cadelinha, aproveita um macho de verdade em cima de ti, rebola essa bundinha para teu homem vai, obedeci totalmente, ele não se conteve dessa vez, estava com muito tesão e logo em seguida deu um suspiro e me brindou com seus jatos fortes de porra quente, densa, tudo dentro de mim novamente, sempre me dizendo palavras obscenas e ininteligíveis, ficamos um tempinho assim para descansar. Ele me deu um beijo, me chamou de gostosa, fechei bem as pernas, ele saiu de cima, senti seu leite escorrer do meu cuzinho, não consegui segurar porque estava arrombado e não consegui fechar o cuzinho, seu leite era quente e melado, escorreu até os joelhos, apalpei meu buraquinho e fiquei espantado porque estava totalmente arrombado. Pedi ajuda a ele para subir minha calcinha, ele me ajudou, me vesti e virei para o lado, ele se encostou nas minhas costas, me encouchou novamente e ficou de conchinha comigo, eu estava exausto, dolorido, todo melado, sabia que na manhã seguinte teria que servi-lo novamente. Logo meu macho dormiu e começou a roncar satisfeito, eu custei um pouco porque não parava de escorrer porra do cuzinho, me melando todas as coxas, estava preocupado com o lençol, mas adormeci depois.
Na manhã seguinte ele acordou cedo, me deu um beijinho me dizendo, acorda minha gostosa, está na hora do seu leitinho, me acordei sonolento com ele abraçado, logo senti seu pau duro na minha bunda, me virei e ele me deu outro beijinho, perguntei se não era cedo demais, mas ele disse que tinha que trabalhar, parecia que tinha dormido muitas horas, estava firme novamente, disposto e de pau duro, perguntei se tinha que lhe servir novamente, respondeu que era hora de experimentar uma chupada gostosa, há muito esperava por aquilo, sonolento disse que estava cansado e dolorido, mas ele disse que seria uma mamada e que aproveitaria para me dar um leitinho quente da manhã. Ele tinha dormido pelado e me mandou abaixar e fazer um boquete gostoso nele, meio dormindo obedeci e entrei em baixo das cobertas, o lençol estava melado, me sujei os braços, as pernas e as mãos, cheguei ao seu cacete, estava enorme novamente, duro feito pedra e estava cheirando a rabinho recém comido, voltei e pedi que ele lavasse a piça, mas ele disse que estava frio e para eu chupar assim mesmo, louco para voltar a dormir, peguei seu pau, e comecei a acaricia-lo, comecei pelas coxas, pela virilha, pelo saco, botei uma bola na bola e chupei, depois a outra, lambi bem seu saco, tinha gosto de porra da noite, lambi seu mastro passando língua em todo o entorno, ele começou a gemer, fui subindo, seu pau ainda estava melado, porra salgada e amarga, cheguei a glade, lambi bem, também lambuzada, subi para a cabeçona, estava quente, lambi toda. Abri bem a boca e abocanhei o que pude, era cabeçuda e não consegui engolir toda, voltei no mastro e lambi bem, peguei a cabeça novamente, com a boca bem aberta consegui engolir e fui engolindo o que pude, mal passei da cabeça, o cacete era muito grosso e grande, aí comecei a chupar com força, ao mesmo tempo, com uma mão batia uma punheta no meu macho e com a outra acariciava o saco, as bolas, as coxas, ele se contorcia todo e gemia muito, me chamando de putinha gostosa, que delícia, ele estava muito tesão, mas também com tesão do xixi da manhã, porque deixou escapar um jatinho de xixi na minha boca, para não sujar os lenções mais ainda engoli, em seguida meu macho se derreteu em melados na minha boca, despejou uma grande quantidade de pré-gozo, engoli tudo e continuei chupando ele muito forte, ao mesmo tempo que batia uma punheta, estava cansado e tentava parar, mas ele pegava minha cabeça e voltava a me fazer chupá-lo, ficamos assim muito tempo, ele era duro de gozar, convidei ele para irmos ao banheiro para não sujar a cama, mas ele disse que eu teria que tomar todo o leite e continuava gemendo e se contorcendo, ei tinha medo de não conseguir dar conta da quantidade de leite, tinha visto na noite anterior a enormidade de porra que ele despejou dentro de mim e fiquei atento. Um tempão depois, ele gemeu mais alto, senti quando seu pau inchou, as veias latejaram, ele segurou minha cabeça com força me mantendo com todo o pau dentro da boca e o primeiro jato de porra muito quente e densa foi parar na minha garganta, quase me afoguei, mal tinha conseguido engolir e outro jato forte na guela e mais um, me esforcei o que pude para engolir, pois ele me mantinha com a cabeça firme e presa com seu pau dentro, mais dois jatos densos e quentes quando estava engolindo outros dois foram despejados, aí não consegui evitar e deixei escapar pelo canto da boca, escorrendo pelo saco do meu macho, engoli todo e outros três jatos de menor intensidade foram despejados, ele sempre me segurando a cabeça, engoli todo o leite dele, que estava muito quente e denso, meu macho foi se acalmando com outros vários pequenos espasmos tudo dento da minha boca, por fim, ele soltou minha cabeça e deu mais duas cuspidas de porra, me mandou ficar com seu pau na boca até amolecer e senti ainda alguns pingos de leite. Quando seu pau finalmente ficou mole, ele pegou minha cabeça e afastou e me mandou limpar a porra que eu tinha deixado escorrer no seu saco, lambi tudo e o deixei limpo, tomei muito leite naquela manhã, ele me puxou para cima e disse que estava satisfeito, mas com uma enorme vontade de mijar, me disse que iria tomar um banho e descer para o café, depois voltaria para se despedir. Assim saiu da cama, senti frio sem meu homem, ele mijou muito, tomou banho e se vestiu, me deu um beijinho e desceu para tomar café. Voltei a dormir. Tempo depois me acordei com a porta se abrindo, meu homem estava de volta, veio até a cama e me entregou um papel, disse que era o endereço e o telefone dele, quando eu fosse na sua cidade, queria me comer de novo, disse que quando fosse levar uma carga para porto alegre iria me procurar para me foder. Me levantei, nos damos um abraço, ele me beijou, me disse que eu tinha sido a melhor mulher dele, que nunca tinha gozado tão bem e que queria me ver novamente. Disse que sim, pegou suas coisas e foi embora. Foi uma noite e tanto.

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