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Vadia 06: SABRINA By Solange

  • Publicado em: 30 de junho de 2002 08:01
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

AINDA Terça-feira

Que dia cansativo. Sofri nas mãos do Gilberto.

E ainda tive que aguentar a Rebeca, toda esnobezinha,

pior foi no meio da tarde quando ela saiu de uma reunião

de diretoria e passou por mimcom o rosto todo sujo de gozo.

“Os manda-chuvas já estão me conhecendo, logo vão

saber do que sou capaz.”, disse a putinha.

Acho que essa vadia vai em dar trabalho.

A idéia de voltar para casa me dá nos nervos, aguentar

os porteiros e submeter-se a uma cena na portaria.

Eu mereço, ainda mais agora que sinto que estou atraida

pelo Adair, sou capaz de fazer tudo que ele pedir. Eh o

jeito que ele me trata. Nem sei, e se a sindica quiser

que eu me humilhe mais, não sei o que faço. Se

houvesse como acabar com esta situação.

Estou saindo quando resolvo não ir para casa, vou para

casa da Sabrina, uma amiga antiga.

Chego no prédio dela e subo, pois o porteiro já me

conhece. Ela abre a porta com um sorriso.

“Ao que devo a honra?”, ela ri.

“Tava me sentindo sozinha e achei que podia passar

anoite aqui e colocarmos o papo em dia”

“Por mim, tudo bem, só que duas amigas vem aqui comer

uma pizza.”, Sabrina fala.

“Sem problema”.

Sabrina é baixa, usa óculos, tem longos cabelos castanhos,

abaixo do ombro, está vestindo um vestido longo com

estampas coloridas e um tamanco de sola alta.

Chegam as amigas, uma eu já conheço, Luciana, mulata,

magra de peitos grandes, cabeluda, e Danielle, corpo de

adolescente com seios médios e uma bundinha atraente,

seria a descrição de algum namorado meu. Luciana,

está de calça comprida, blusa de malha colada, marcando o

sutiã e um cinto que parece uma corrente fininha dourada.

Dani usa uma saia e blusa.

Pedimos a pizza e enquanto esperamos o entregador,

vamos bebendo cerveja e refrigerante. O entregador

chega, mal saiu da adolescencia e Dani o atende provocando-o,

bancando a fatal. Nós todas rimos, aquele ar angelical

mostrando a diabinha dentro dela. Jantamos

e ficamos batendo papo. Jogando conversa fora.

Em determinado momento, Luciana fala de uma situação

constrangedora por que passou. Esta parece ser minha

especialidade recentemente e por isto, começo a falar

o que vem acontecendo comigo.

Quando me dou conta, já estamos todas excitadas de tanto que

falamos de homens, caralhos e paus. Sabrina toma a iniciativa,

tira a roupa e exibindo calcinha e sutiã caretas despe Luciana.

Dani fica nua e eu vou me despindo por último, estranhando.

´A gente já tá acostumada”, fala Dani.

“Você vai gostar, Solange”, diz Sabrina.

Luciana, puxa meu sutiã pra debaixo do meu peito e faz meus peitos

parecerem ter pulados pra fora. Ela pega um consolo longo e comprido

e enfia no meu rabo. Que delicia! Eu me mexo toda, passo minha língua

nos dentes. Que satisfação. Sabrina fica na minha frente, no chão da sala,

deitada e de pernas bem abertas, onde Dani põe um consolo no cuzinho

dela e um vibrador no clitóris.

“Isso faz assim, enfia com força, piranha.”, eu falo,”Enfia esse consolo

inteiro no meu cú.”

“Você gosta de ver essa buceta sendo fodida, Dani”, diz Sabrina,”Então

vai ter que fazer ela gozar.” Dani põe o consolo todo nela.

“Fode meu cú. Que tesão!”, eu grito enquanto Luciana me estraçalha com

o consolo e sua língua escolada. Ela me põe de quatro,

o consolo no rabo e um vibrador na buceta, ele vibrando alucinadamente.

“Loucura, loucura, loucura”, falo,”Você faz isso tão bem”.

Dani fica deitada brincando com um vibrador em sua grutinha e apertando

os seios,”Vou gozar, Hummmmmmmmmm”.

Sabrina vem em minha direção, fica na minha frente e agarra minha bunda

com ambas as mãos, debruçando-se sobre mim e me puxando contra seu

corpo enquanto Luciana usa o consolo e vibrador em mim, como se ela

tivesse nascido para isso.

“Olha só como a puta rebola o rabo. Você sente prazer, não? Você adora

tudo enfiado aí, né piranha. Fode, enfia no cú dela.”, manda Sabrina,” Arrebita

essa bunda”, ela bate na minha bunda e sinto uma pontada.

Sabrina me vira e se agarra em Luciana, que esfrega a bucetinha na minha cara.

Eu lhe enfio o consolo e vibrador,”Fode meu cú,” ela pede e eu me vingo.

Sabrina pega o consolo da minha mão e manda ver,”Você gosta do jeito que

eu fodo seu cú”. Eu lambo a bundinha de Luciana.

Sabrina me põe de quatro e enfia em mim tambem, eu gemo.

“Parece que nunca deu o rabo”, ela debocha.

Dani senta numa cadeira que tem dois consolos presos, ela sobe

e desce lentamente, acomodando-se nos consolos e enchendo-se

de tesão.

“Isto é pra sentar, vadia. Desliza, desliza neles. Vamo lá, senta

nesta cadeira e fode até não aguentar mais que eu quero ver”,

falo para Dani e chupo e mordo seus mamilos. Com minha mão direita

uso um vibrador em cima da buceta dela e vou fazendo ela gozar

enfiada naqueles dois consolos enormes presos na cadeira. Se

sentasse ali ia ser arrombada e acho que seria incapaz de me

levantar.

Luciana chupa os peitos de Sabrina com muito desejo e depois

sua bucetinha, deixando-a toda umedecida.

Dani senta e não se mexe mais, fico dando tapinhas no clitoris

da Dani, ela me puxa e me beija. Um beijo gostoso e prolongado.

“Senta também.”, ela diz. Eu me masturbo na frente dela e

Sabrina vem por a buceta gozada na minha cara para

sugar seu gozo, eu me lambuzo enquanto Luciana

me lambe toda e com um consolo vibratório me faz gozar

bastante. Quero pedir para ela não parar mas Sabrina

não para de se rebolar na minha cara, esfregando bem

aquela bucetinha no meu rosto e me deixando a cara

melada.

“Não para, assim, assim”, ela grita e goza mais uma vez,

agora na minha cara.

Ficamos as quatro nos olhando exaustas.

Solange

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