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Verônica se tornou a minha puta

  • Publicado em: 3 de novembro de 2015 10:19
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá, sou Pedro, tenho 42 anos,tenho 1,72alt, 82kgs sou moreno claro, olhos azuis, uso cavanhaque, tenho ma boca bonita e cara de safado, tenho coxas bem grossas e sou dotado de um pau de 20cm.

Sempre fui hétero e sempre curti mulher, adoro uma buceta de uma maneira que fica até difícil explicar, mas tanto quanto adoro buceta, também aprecio um cuzinho.

Eu já sentia atração por transex e travestis desde a minha adolescência e depois que criei coragem de sair com a primeira, tomei gosto pela coisa e acabei saindo com elas mais vezes do que pude imaginar, acabou se tornando um vício.
Quando escolho uma para sair não é só a aparência física delas que conta, mas também se ela é totalmente passiva, se é de bom caráter, se é educada…e se eu saio e curto, pow não procuro outra, praticamente viro namorado.

Num sábado bem frio e com aquela garoa fria, eu estava entendiado de estar em casa, resolvi pegar o carro e dar uma volta, foi então que passei por um dos pontos de prostitutas e travestis e resolvi dar uma olhada mais de perto no movimento, que estava até fraco por conta do frio e da garoa.

De repente vi uma mão me fazendo sinal para parar e foi ai que vi Verônica pela primeira vez,uma piauiense de 1,60 alt, pele morena, cabelos cacheados com reflexo, boca carnuda, nariz delicado, seios de pequenos para médio, saltando daquele decote, uma bunda extremamente empinada e bem redondinha e coxas grossas.
Encostei, baixei o vidro do passageiro e rapidamente ela encostou, me deu um oi com um olhar bem safado me pediu uma carona, notei que ela estava tremendo de frio, pois estava com pouca roupa…perguntei para onde ela iria e ela me disse que queria ir para o centro, antes que eu respondesse, ela disse que pagaria a gasolina ou se eu preferisse que ela me faria um boquete (bem gostoso).

Aceitei lhe dar a carona e ela mal entrou no carro e já começamos a papear, ela de uma maneira bem safada já pôs sua mão na minha coxa e ficou alisando…meu pau já estava querendo rasgar a calça de tão duro que estava, Verônica percebendo o volume, então pôs a mão em cima e começou a apertá-lo, já tirei o cinto de segurança e fui me ajeitando no banco…ela colocou meu cacete pra fora, ficou massageando ele de forma bem provocante e começou a elogiar…quando me dei conta Verônica já estava ajoelhada no banco do passageiro com o rabo pra cima e mamando meu cacete de forma deliciosa, enquanto eu dirigia…com uma mão eu segurava o volante e com a outra já segurava seu cabelo e forçava sua cabeça para baixo, para que ela engolisse cada vez mais o meu pau que pulsava de tanto tesão.

Depois da degustação, Verônica se levantou, me olhou com uma cara de quem estava faminta por rola e me disse
– Quero mais!!
Sem perguntar nada e sem combinar qual seria o valor do programa, embiquei o carro na entrada de um Drive-in e antes que a pessoa entrasse na cabine para cobrar o valor já estávamos nos agarrando e nos beijando com um desejo incontrolável…a mulher entrou na cabine cobrou, e assim que ela fechou a cortina, nós voltamos a nos pegar feito dois animais no cio, com beijos quentes, longos e molhados, com as mãos contornando o corpo do outro e despindo com certa violência…Verônica sentou em meu colo e de frente pra mim, então abaixei as alças da sua blusinha e assim que aqueles seios morenos com marquinha de biquini saltaram pra fora, eu os abocanhei com ferocidade e comecei a mamá-los, passando a língua e mordiscando os bicos, fazendo com que ficassem ainda mais pontudos e assim os engolindo todo em minha boca…a cada sugada que eu dava naqueles seios a vadia gemia e se retorcia de prazer…enquanto isso meu dedo que acabava de ser chupado por Verônica, já tirava sua calcinha de lado e invadia seu cuzinho…ela puxava meus cabelos, dava tapas na minha cara e me xingava de puto e ordinário pra baixo, enquanto rebolava no meu dedo fazendo ele se aprofundar cada vez mais naquele rabo delicioso.

Verônica estava insaciável, deitamos os bancos e ela me pediu para que eu ficasse sentado sobre os dois encostos (motorista e passageiro), ela se posicionou entre as minhas pernas e começou a lamber minhas bolas de forma espetacular, com uma língua quente e molhada, que me fazia gemer de prazer, ela passava a língua da base até a cabeça e o engolia com vontade, ela inclinava a cabeça de forma com que ela conseguisse engolir todos os 20 cm de pau…ela chupou, mordeu, lambeu, babou meu cacete por um longo tempo, até que não suportando mais pedi para ela parar pois eu iria gozar…foi ai que a vagabunda chupava com mais vontade, gemendo e suspirando…olhando para aquela cena eu não resisti e enchi a boca daquela linda e insaciável moça com todo meu leitinho…vi ela engolindo tudo sem deixar uma gota se quer e então voltou a lamber e sugar meu cacete.

Meu tesão por aquela linda travesti era tão grande que a puxei pra cima de mim e comecei a beijá-la demoradamente, senti em seus beijos ainda o gosto do meu gozo.
Mesmo tendo acabado de gozar meu tesão era tão grande, que sem dizer qualquer palavra eu a coloquei de quatro sobre o encostos dos dois bancos e tive a visão maravilhosa daquela bunda morena, arrebitada e enorme e daquele cuzinho lisinho, depilado e totalmente delicioso…com uma fúria enorme enfiei minha cara naquele rabo e comecei a lamber aquele cú…fazer aquilo fez com que meu pau ficasse duro novamente e diga-se de passagem ele ficou bem duro, a cabeça estava até brilhando de tão grande, as veias extremamente saltadas, tamanho era o desejo por aquele rabo…ainda mais quando ela começou a me dizer putarias e a rebolar na minha cara.

Após deixar seu cuzinho bem meladinho, sem perguntar nada fiquei ajoelhado atrás de Verônica e comecei a sarrar meu pau na entradinha do seu cuzinho, comecei a brincar e forçar a entradinha…até que era bem apertadinho e com algum esforço senti a cabeça penetrar…ela nada disse, então começou a rebolar e forçar seu rabo pra trás e eu correspondi com os movimentos e sem que eu precisasse encaixar meu cacete naquele cuzinho com a mão, eu já começava a penetrá-lo bem devagarinho…segurei firme em sua cintura, enquanto presenciava aquele cena maravilhosa daquela bunda linda empinada na minha frente com metade da minha rola atochada…Verônica gemia deliciosamente alto, ela tinha uma voz meia rouca e aquilo me enlouquecia.
Tirei meu pau, dei mais uma salivada em seu cuzinho e tornei a encaixá-lo, e fui penetrando vagarosamente até que senti a bunda dela toda encostada nas minhas coxas, então comecei com aquele vai e vem bem devagar…aumentando o ritmo aos poucos e cada vez mais, quando notei nosso movimento estava rápido e deliciosamente sincronizado, eu dando estocadas fortes e ela fazendo com que aquele rabo empinado viesse de encontro com meu pau…como tinha acabado de gozar, apesar do tesão que eu estava era normal que eu fosse demorar…eu comi aquela bunda demoradamente, aproveitando bem cada momento, então resolvi me deitar sobre e ela e soltar o peso do meu corpo em cima …como uma putinha bem ensinada, ela empinou aquele rabo, virou a cabeça pra trás e de forma meio desajeitada, começamos a nos beijar…foi então que senti aquela sensação de explosão e sem avisar, gozei feito louco dentro daquele cuzinho…Verônica, que já gritava ao invés de gemer, começou a apertar o meu cacete dentro do seu cuzinho e então anunciou que também estava gozando…foi indescritível gozarmos ao mesmo tempo e sentir ela rebolando, gemendo, me apertando daquela forma….caralho que delícia, que tesão que eu senti…continuamos a nos beijar e ficamos naquela posição até meu pau amolecer e sair sozinho!

O cheiro de sexo anal empreguinava no carro, em nós e em nossas roupas…pedimos água mineral, ela tinha um sabonete líquido na bolsa e nos higienizamos ali da melhor forma possível e fomos embora, deixei ela na porta de casa, trocamos mais beijos e carícias e quando vi já passava das 4:00 da manhã…trocamos o numero de telefone, nos despedimos e então fui embora!

Duas noites depois, Verônica não saia do meu pensamento, o tesão por ela era louco…para minha surpresa recebi uma ligação no meio da noite e era ela com aquela voz rouca e safada…dizendo
– Oi amor, estou com saudades…queria te ver hoje.

Em menos de 30 minutos estávamos nós dois juntos novamente se pegando dentro de um motel…e daí pra frente Verônica se tornou a minha puta!

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