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Viagem de férias

  • Publicado em: 5 de fevereiro de 2018 14:39
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Eram as férias de julho de 2016 e combinamos, eu, meu 2º marido e minha filha, tirá-las numa estância em Mato Grosso.
Antes de começar o relato quero nos descrever: tenho 33 anos, mãe solteira, loura, olhos verdes e um corpo modelado em academia que frequento com minha filha, seios grandes, sempre depilada; minha filha estava com 16 anos seu corpo é maravilhoso, depilado como o meu, seios ligeiramente menores, cabelos castanhos na altura dos ombros; meu marido, também 33 anos, tem tipo franzino, é moreno.
Num sábado, pegamos a estrada. Num trecho de pouco movimento caímos num buraco enorme que furou 2 pneus. Meu marido trocou um deles, mas tivemos que aguardar que alguém passasse para solicitar ajuda. Cerca de ½ hora depois apareceu um caminhoneiro que ofereceu-se para levar o pneu a uma borracharia. Receoso de nossa exposição e vulnerabilidade se ficássemos ali, meu marido pediu que fossemos junto com ele com o que concordou. Dirigiu por cerca de 15 km desviando por uma estrada de terra e parou junto a um bosque. Apanhou algumas cordas na caçamba e ordenou que descêssemos. Indaguei o que faríamos pois nada havia à vista. Mandou que caminhássemos até o bosque revelando que queria minha filha. Começamos a chorar e me ofereci em troca. Amarrou-a numa árvore e lambeu os beiços ordenando que eu tirasse a roupa. Usava uma blusa frente única amarrada em torno do pescoço e um short justo sobre a calcinha. Hesitei e me deu um bofetão marcando meu rosto. “Dispa-se, vagabunda, para provar um cacete de homem”. Desamarrei a blusa que caiu ao chão revelando meus seios orgulhosos e empinados. Abocanhou-os sugando os mamilos que endureceram. “Está gostando, sua vaca?” “Não me trate assim. Só estou fazendo isto para proteger minha filha”. “Ajoelhe-se e chupe minha pica”. Obedeci e minha filha viu quando enfiou-a em minha boca. Suguei o mastro lambendo o pré-gozo. Satisfeito com minha submissão, ordenou que deitasse abrindo as pernas e enfiou a vara em minha buceta, comendo-a com violência. “Que buceta apertada. Seu homem deve ter uma piquinha que não te satisfaz”. Movimentou-se e excitou-me. Gozei aos gritos. “Agora, gostosa, vou enrabar você. Fique de quatro”. “Não, meu cuzinho não está habituado a levar vara”. “Será você ou a putinha ali”, replicou. Mais uma vez, cedi, virando. Lubrificou a vara nos sumos da vagina e forçou a entrada. A dor foi imensa e gritei quando as pregas cederam, recebendo a piroca. Gozou dentro. Ao sair, vi um filete de sangue misturado ao esperma caindo ao chão.
Ordenou que chupasse minha filha enquanto sugava e mordia seus peitos. Minha filha gozou em minha boca. Retornamos ao caminhão e nos deixou na borracharia avisando que eu gostava de trepar. O conserto durou 1 hora e o borracheiro nos levou de volta. Meu marido já estava preocupado com a demora e contei-lhe nossa odisseia. Trocado o pneu, seguimos viagem. Eu estava dolorida e troquei de lugar com minha filha, passando para o banco de trás, deitada de bruços. Quilômetros depois, fomos parados numa blitz policial. Os policiais verificaram os documentos encontrando alguma irregularidade que não explicaram. Mandaram que saíssemos e nos levaram, separados, à base retendo-nos lá até a troca de turno que era à noite. Dali saímos, em duas viaturas, para outro local. Eu e meu marido fomos em uma, acompanhados de 2 homens e minha filha na outra, também acompanhada. Meu marido foi colocado no “chiqueirinho’, um local gradeado reservado para presos. Em 15 minutos, chegamos a uma construção deserta. Eu e minha filha fomos retiradas das viaturas e levadas para uma cela. Meu marido ficou em outra, adjacente, algemado à grade e à nossa vista. Informaram que o caminhoneiro avisara que vínhamos atrás e éramos ‘carne fresca’ e os satisfaríamos. Fomos despidos. Zombaram do minúsculo pau de meu marido dizendo que jamais satisfaria uma ‘égua’ como eu. Os quatro entraram em nossa cela aproximando-se de mim. Imobilizada, chuparam minhas tetas e enfiavam seus dedos em minha buceta e no cuzinho dolorido. Minha filha olhava o abuso da mãe implorando que parassem.
“Cale a boca e fique quieta. Sua vez chegará”.
Meteram em minha vagina, revezando-se e gozando abundantemente. Virada de bruços, recebi um mastro comprido e grosso no cuzinho, chorando pelo arrombamento e dor.
Exausta fui deixada de lado e voltaram-se para minha filha que foi presa na cela de meu marido. “Chupe até ele gozar em sua boquinha”. Recusou e forçaram seu rosto para a rola dele. Abriu a boca e recebeu a vara. Sugava desajeitadamente, pois era seu primeiro boquete. Meu marido, excitado, começou a se movimentar e explodiu em gozo que ela engoliu.
“Gosta de leite de macho, putinha ? Vai chupar todos nós”. Um por um gozaram nela. A porra escorria de seus lábios molhando os peitos e bicos.
“Agora deite-se e abra as pernas”. “Por favor, ela é virgem”, supliquei. “Melhor. Está grandinha o suficiente para perder o cabacinho”, replicou o mais forte deles. Deitou-se sobre ela e enfiou-lhe o mastro. Minha filha arqueou o corpo e gritou ao perder o cabaço. O homem movimentou-se gozando junto com ela. “Aprendeu a engolir uma rola ? Agora vamos provar seu cuzinho. Fique de quatro e empine a bundinha”.
Minha filha esperneou, implorou e chorou, urrando quando as pregas se esgarçaram permitindo a violação. Seu cuzinho sangrava e desfaleceu.
Logo, entrou o caminhoneiro saudando os policiais. Era amigo deles e perguntou se sobrara alguém. Responderam que o rabo de meu marido não tinha sido usado. Alegremente aproveitou-se dele. Horrorizada, presenciei o estupro de meu marido que, após algum tempo, rebolava na vara e pedia mais. O esperma vazava de seu cu.
Ficamos ali durante as férias sendo usados por inúmeros homens que visitavam a casa.
Os policiais pediram nosso endereço e as chaves de casa retirando o que havia de seu interesse. Quando nos soltaram ao final das férias, avisaram que nos visitariam em algumas semanas. Cumpriram a palavra e hoje somos seus parceiros sexuais. Tanto eu como minha filha engravidamos desses contatos. Vou parir em poucas semanas e minha filha um mês depois. Durante o período de resguardo, combinamos que os chuparíamos permitindo o gozo na boca e meu marido, agora uma bichinha, daria o rabo para satisfazê-los.
Nossas férias mudaram a vida para melhor e já estamos programando novas viagens.
Lia Andrea

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