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Vida tranquila e sexo maravilhoso

  • Publicado em: 17 de novembro de 2016 11:16
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Antes de começar minha estória, quero me apresentar.
Meu nome é Monica. Sou uma mulher bonita e atraente nos meus 1,72 m e 66 kg, branca de cabelos pretos cortados à Chanel. Possuo seios grandes, cintura fina e ando sempre bem maquiada, usando roupas ousadas e sapatos de salto. Meu apetite sexual é enorme e me masturbo todo dia embora não tenha um homem.
Durante a faculdade, e às vésperas do baile de formatura, houve uma comemoração na casa de uma das colegas em que, após exagerar na bebida, perdi minha virgindade. No baile todos já sabiam que fora deflorada e muitos me procuravam para “tirar uma casquinha”.
Antes mesmo de me formar em arquitetura, aos 23 anos, comecei a trabalhar como estagiária num escritório renomado. Meu interesse nos meandros da profissão e minha capacidade logo me guindaram a uma posição de destaque entre meus colegas e fui efetivada.
Após alguns meses, o dono do escritório me chamou à sua sala apresentando-me um de nossos clientes.
Silvio era um homem bem apessoado e galante. Meu chefe informou que seria responsável pela reforma que Silvio pretendia realizar em sua casa, fazendo o projeto, comprando os materiais necessários e coordenando os contratados até o término das obras e o aceite de Silvio. Inicialmente assustei-me com a responsabilidade, pois me formara há pouco tempo, mas tanto ele quanto Silvio responderam que confiavam em mim. Silvio comentou que fora altamente recomendada como uma profissional diligente e competente.
Após tantos elogios aceitei, ainda temerosa, a tarefa que me confiavam.
Em comum acordo, Silvio marcou uma reunião em sua casa para que tivesse uma ideia de suas necessidades e pretensões.
Na data acordada, dirigi-me ao seu endereço. Abriu-me a porta, convidando-me a entrar e me mostrou a residência. Em seguida, discutimos algumas visões iniciais para o projeto. As horas passaram e Silvio me convidou a almoçar em sua companhia. Levou-me a um restaurante famoso e durante a refeição trocamos informações de nossas vidas pessoais. Levou-me de volta ao escritório. Duas semanas depois eu já tinha um esboço da reforma e solicitei nova reunião. Silvio revelou que estava saindo em viagem e acertamos para seu retorno dali a alguns dias. No mesmo dia meu chefe indagou como estava o cronograma e contei-lhe, em detalhes o que planejara.
Ao retornar, Silvio me ligou e concordamos em fazer a reunião. Discutimos algumas de minhas ideias e concordamos com algumas. Silvio propôs outras coisas que fiquei de estudar e, eventualmente, incorporar ao projeto. Algumas semanas depois eu tinha o projeto pronto e marcamos um encontro na sala de meu chefe para apresentá-lo. Durou uma tarde inteira, mas foi aprovado e concordamos com os custos e prazo para sua execução além de meus honorários.
A obra se iniciou e foi concluída no prazo e orçamento. Durante sua execução eu e Silvio nos encontramos diversas vezes e apreciava sua companhia e conversa acostumando-me à sua presença que se tornava constante. Em duas ocasiões, convidou-me a um jantar dançante, cortejando-me sem que eu cedesse ao seu charme. Entretanto, apertava meu corpo ao seu e eu sentia seu membro duro roçando minha perna e me excitando. Tais lembranças repassavam pelo meu cérebro durante a masturbação que se seguia e passei a ansiar pelo contato.
Silvio programou a inauguração e me pediu para organizá-la e ser sua companhia e a anfitriã. A festa foi um sucesso e terminada, Silvio me convidou a dormir lá. Eu havia bebido bastante e concordei para não ter que dirigir até em casa. Vesti uma camisola preta e transparente que me entregou. Sabia que estava atraente e apetitosa e não me esquivei quando me beijou. Suas mãos percorreram meu corpo, endurecendo meus mamilos e umedecendo a vagina. Gentilmente me conduziu à sua cama, despiu-me e deitou-me. Eu estava excitada e dócil quando beijou meus seios intumescidos. Suspirei com tesão e gemi. Seus carinhos me fizeram atingir o primeiro orgasmo. Enfiou a mão entre minhas pernas titilando o clitóris e provando a vagina. Pedi que enfiasse o pênis mas declinou dizendo que deveria experimentar outros prazeres. Deixou que segurasse seu mastro e o masturbasse. Senti sua dureza e potência. Quando estava prestes a gozar, pincelou meus lábios. Eu nunca havia chupado um homem mas abri os lábios permitindo a penetração. Com a ponta da língua experimentei o sabor do líquido que vazava. Era agridoce e saboroso e permiti que entrasse em minha boca. Ali movimentou-se até explodir seu gozo que, em parte, vazou pela quantidade excessiva. Ordenou que sorvesse o que estava na boca e o fiz saboreando. Meu homem posicionou-se entre minhas pernas e sua língua lambeu meu sumo. O orgasmo foi explosivo e imediato. Eu gritava e gemia meu prazer implorando que não parasse. Gozei várias vezes em sua boca.
Ele ainda estava duro e posicionou-se na entrada de minha vagina. Enlacei-o com as pernas e coxas puxando-o para dentro de mim. Suas mãos apertavam meus seios torcendo os mamilos o que me deixava mais excitada ainda apesar do cansaço. O pênis latejou e senti o esguichar do sêmen em meu útero. Gozei mais uma vez e desfaleci momentaneamente sob ele. Chorei copiosamente de alegria agradecendo o prazer que recebera. Adormeci sem me lavar.
Ao acordar, Silvio não estava a meu lado. Lânguida, dirigi-me ao banheiro e tomei um banho. Como só tinha a roupa do dia anterior saí, ainda nua, à sua procura. Meu amante me aguardava à mesa do café. Beijei seus lábios e movi minha mão até a ferramenta que me proporcionara tanto prazer na noite anterior, apertando-a levemente.
“Ainda quer mais, tesuda ?”
“Sim, meu macho. Não posso mais viver sem tal prazer. Sou sua. Mete em mim sempre que quiser”.
“Vou trepar com você até esfolar sua xoxota, gostosa”.
Naquele dia não precisei me masturbar pois Silvio me usou várias vezes. Seu cacete me proporcionava orgasmos incríveis, nunca sentidos. Eu estava insaciável e pedia mais e mais.
No domingo, levou-me para casa, nua e saciada.
Fui trabalhar e recebi seu telefonema. Ordenou que me mudasse para sua casa se quisesse manter a relação e concordei. No mesmo dia rescindi o contrato do meu apartamento, avisei meu chefe do novo endereço, fiz as malas com meus pertences e fui para sua casa. Sentada no sofá, recebi instruções sobre como me comportar e como seria minha vida dali em diante: em casa, devia andar nua; quando saísse usaria roupas decotadas, justas e curtas, sem lingerie e usando sapatos de salto 12; andaria rebolando as ancas e me curvaria exibindo as tetas; sempre maquiada, perfumada e inteiramente depilada; obedeceria suas ordens e seria exibicionista revelando as coxas, abrindo as pernas ao entrar e sair do carro; sentaria sensualmente, sempre com as pernas separadas.
Não retruquei.
No escritório todos repararam e comentaram minhas novas atitudes. O falatório pelos corredores e nas reuniões das quais participava eram constantes e eu ruborizava a todo instante. Tudo isto era compensado pelas noites na cama com Silvio.
Algum tempo depois, Silvio pediu meu rabo. Eu era virgem ali e sentia medo. Sem compaixão, Silvio ordenou que ficasse de quatro na cama e o empinasse. Segurou-me pelas ancas, apontou seu mastro para meu orifício e forçou a entrada. Doeu, gritei e chorei mas não se apiedou. Quando alargou a rosquinha e entrou, a dor diminuiu e senti-me completamente preenchida. Movimentou-se e me adaptei enquanto sentia que sairia pela minha boca. Após algum tempo, inchou e latejou despejando o sêmen diversas vezes. Meu ventre pesava com a quantidade de esperma. Ao sair, e para que eu dormisse cheia, enfiou um consolo. Naquela noite não trepei e adormeci com um vibrador.
Dali em diante Silvio me usou a seu bel-prazer. Eu me sentia uma vadia, mas não podia recusar.
Assim vivo até hoje, submissa, vagabunda e exibida, mas sexualmente satisfeita.
Outros homens me cantam desavergonhadamente em qualquer lugar, mas lembro das noites com meu amante e descarto qualquer intimidade embora sinta mãos apalpando minha bunda e mastros roçando nela.
Monica

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