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Vidinha de mulher. CAP I: Enrabada na varanda.

  • Publicado em: 5 de fevereiro de 2006 03:58
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Vidinha de Mulher – CAP. I: Enrabada na varanda.

Eu era o único menino desta mansão. Ele morava aqui com

mais de cinqüenta garotas e eu, como as outras,

fui trazido para trabalhar e ter onde viver.

Gisele, a mais velha , cuidava de todas, sendo uma

espécie de governanta. Ensinava as outras e administrava tudo, também dando sua buceta de mulher, quando era solicitada. Marcos, um senhor de meia idade, industrial bilionário, comia-as todas.

De vez em quando, Gisele chegava para uma dizendo: _Ele

quer que você vá à varanda. A menina ia, sabendo o que

ia acontecer.

A varanda é nos fundos do segundo andar. Ela rodeia a

casa, que tem uma piscina na frente, mas nos fundos é

que está a cadeira de balanço onde Marcos se sentava

pelado, aguardando a garota chegar de saia, sem

calcinha. Quando se ouvia um grito, sabia-se que um

cabaço havia arrebentado.

Marcos andava muito carinhoso comigo. Gisele, sua

assessora e mulher, também vinha-me dizendo coisas sobre

ele, principalmente que ele gostava muito de mim. Achava

estranho eu ser o único menino ali, mas Gisele explicou sorrindo: _

Ele ama muito vc! Aproveita, boba ! _ Boba ?, perguntei,

_ Sim, Pedro. Ele quer te chamar de Martha, bem baixinho

ao pé do seu ouvido. _Estou morta de inveja ! Ele está

te esperando… na varanda.

Um certo frio me percorreu o corpo. Contudo, não havia o

que fazer. Gisele, cumprindo as ordens dadas, levou-me à

banheira com leite e óleos perfumados. Sequei-me. Ela me

vestiu uma saínha preta até os joelhos, rodada e com

perguinhas, super feminina. Já estava com a calcinha de

renda vermelhinha que ele tinha pedido e Gisele me

ajudou com o sutiã. O contato da renda e das roupas

macias e frescas com meu corpo lisinho

estava gostoso. Isso me fez relaxar muito. Pus a blusa

rosinha que Marcos comprara. No espelho, vi que meus

peitinhos avantajados até que estavam bonitos.

Estava assustado, contudo. Era virgem e a situação era

inusitada.

Com olhos arregalados, fui entrando descalço na

varanda – o salto-alto me fazia cair. Marcos, pelado na

cadeira, lia uma revistinha pornô com fotos de garotas no

sexo anal. Acariciava seu pênis ereto e tomava o vinho da

mesinha a seu lado, onde também descançavam potinhos com cremezinho e frasquinhos com óleos.

Conversamos, ele era só carinhos comigo, que tinha o

coração batendo fortíssimo.

_Calma… vem… , e aproximando-me dele, arriou minha

calcinha, tirando-a. Levantou um pouquinho minha saínha

preta e sentou-me também, mostrando-me a revista. Abraçou-

me por trás, começou a me alisar. Abriu uns botões da

blusinha e tirou meu sutiã. Por cima da seda, acariciava

minhas maminhas inchadas. Comecei a ter arrepios. Ele

dava-me beijinhos na nuca e na bochecha, espalmando

minhas coxinhas. Por sob a saínha, abriu bem minhas

nádegas com as mãos, azeitando o dedinho ora nos óleos,

ora nos cremes e massageando meu buraquinho. Pôs um pote na minha mão, para que eu lubrificasse aquele pênis

branco, que tanto me fez mulher. Estava duro e latejante,

se fosse hoje, e não naquela época de inexperiência, eu nunca

esqueceria de chupá-lo !

Levantou a barra traseira da saínha e encaixou-me no seu

colo. Pus os dois pezinhos na gradezinha da varanda. A

cabeçorra na entradinha deixou-me com o corpinho todo

arrepiado, o coração à beira de explodir e um friozinho

na barriga que só passou quando um grito abundante

jorrou-me, enchendo todos os espaços da mansão. A cabeça

tinha despontado, mas voltara (tranquei a portinha,

expulsando o invasor querido). _ Está nervosa ?…,

balancei a cabeça, mas sua voz e as carícias delicadas

em meus mamilos foram-me acalmando e relaxando. _

Vamos ?…, balancei dengosamente a cabeça e, com a alma

já dominada, falei-lhe _ Sim, amor…, deixando-o

soridente e feliz.

Marcos segurou-me por trás dos joelhos, abrindo-me as

pernas e sentando-me em seu colo, de forma a deixar seu

mastro apontado na entradinha. Desta vez, respirei fundo

e empinei a bundinha para trás. Senti o gladiador

forçando a entrada, que foi se abrindo. Ele ia vencendo

a resistência e de repente gritei novamente, sendo que

este grito foi diferente do primeiro. Foi um berro mais

relaxado e minha voz curiosamente saiu mais fininha.

A cabeçorra encaixou, enforcada pelo anelzinho. Faltava

o corpo gordo. Marcos arreganhou minhas perninhas

afastando mais os joelhos. Mandou-me rebolar. Ah! Que

delícia ! Não imaginava como era bom rebolar. A cada

rebolada, entrava mais um pouquinho e assim fizemos até

que sentei completamente, com um pouquinho de esforço,

relaxando arreganhada no colo do meu marido.

Abraçada e alisada por trás, dali pra lá fui a sua

mulher. Naquele dia mesmo, após os rios de porra quente

inundando meu ânus, tomamos um banho bom na

piscina morninha, ele de calção preto, eu com meu

biquíni azul-bebê, de lacinho, presente da Gisele

(a “Gisa” das nossas fofocas e conselhos), e namoramos

muito para a inveja de todas as vaginas que

se mordiam a cada vez que ele me dava um beijinho.

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