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Vidinha de mulher – CAP III: Cavalgadas na serra

  • Publicado em: 5 de fevereiro de 2006 04:05
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Vidinha de mulher – CAP III: Cavalgadas na serra

Acordei deitada por cima, com as sardas de minha bochecha ruiva roçando aquele peitoral cabeludo e meus dedos entrelaçados nos sedosos cabelos grisalhos dele. Esfregando meu narizinho nos seus mamilos, sentia o cheiro gostoso de macho nos pentelhos cinzas daquele peito másculo. Abri a boquinha molhada no peitinho, mordiscando o mamilo, deixando-o todo arrepiado. Ele sabia o que eu queria. Foi logo me deitando de costas na cama e tirando o shortinho amarelo do meu baby doll. Dobrei os joelhinhos para abrir bem as pernas. Meu piu-piu apareceu, com a bolinha miudinha embaixo, enquanto o pau carnudo de meu marido apontava pro alto, sobre aqueles culhões empentelhados, com a cabeçorra vermelha latejanto. Ele pôs os culhões sobre minha bolinha, o piruzinho molenga ficou face àquele nabo encarnado como uma safadinha prestes a ser descabaçada por um homenzarrão agigantado. Ali, comparando o meu saquinho sob os culhões dele e minha minhoca preguiçosa que caía pro lado com a tora grossa dele apontada pro teto, tive a plena e certeza de que eu devia mesmo era ser mulher – se já não bastava aquela ânsia puta de ser fêmea.

_ MEU MARIDO!_, joguei os joelhinhos no peito só com a parte de cima do baby doll, abraçando as próprias pernas. A piroca deslizou morna para dentro. Meu ânus estava embebido de óleos. A piroca estava lambuzada de cremes engraxantes. Sentia uma coisa gostosa no corpo, principalmente uma sensação nos peitinhos, que pareciam formigar, sei lá. Uma sensação na barriguinha, no bumbum, no meu cuzinho preenchido e alagado pelos rios quentes do meu morangão. Assim, gozei gostosa, gritando assanhada.

Já recomposta, com um shortinho de lycra azul marinho (desses com cadarços e lacinhos nas laterais), uma baby look amarelinha das Meninas Super Poderosas e um chinelinho rosa, eu recebia o garoto que ia furar meu umbiguinho com o piercing e me pôr um anelzinho no terceiro dedo do pé. Após sentir a dorzinha no umbigo (uma delícia), fui surpreendida com meu marido pondo-me uma gargantilha. Abaixei a cabeça carinhosa, sorrindo. Ele também comprou-me uma tornozeleira cheia de medalhinhas. O garoto foi embora, deixando-me lindérrima, sozinha com meu macho. Olhando no espelhinho meu rostinho, meus olhinhos pretos, o cabelinho curtinho, as sardinhas nas maçãs das bochechinhas e a gargantilha de ouro, diamantes e camurça azul enfeitando-me o pescoço, sorri adorando e retoquei o rosa clarinho do batom. _Não vai sair hoje?_perguntei _Não, só quando acabar nossa lua-de-mel. Guarde tudo isso na sua caixa de jóias _ ele respondeu; e fui com minhas pulseiras, a tornozeleira e tudo o mais, caminhando de narizinho em pé e bundinha empinada, sentindo a calcinha minúscula entrando na bundinha e segurando bem minha cobrinha para trás, tendo também aquela sensação gostosa se espalhando pelo meu corpinho, principalmente nos peitinhos que estavam super assanhados – sempre foram inchadinhos, evidenciando minha tendência de ser fêmea.

Sentada na cama, com as coxinhas cruzadas, o pezinho enfeitado pela tornozeleira e o anelzinho no dedo, eu trocava os brinquinhos de brilhante por duas argolinhas de ouro – menos formais, pra se usar em casa. Meu marido quis viajar para seu chalé na montanha. Eu me assanhei toda só de pensar. Lua-de-mel, o frio da serra, livre, longe de tudo, mulher, uma semana inteira de fêmea!

Fomos. Pensei que fosse pra ficar só uma semana, mas três meses se passaram e eu vivenciando aquela aventura deliciosa! Na serra, fiquei uma verdadeira francesinha: calça coladinha de veludo, cachecolzinho, luvinha de lã, botinhas e jaquetinha de couro marrom. Lindérrima, ainda por cima com as bochechas sardentas vermelhas de frio. Só quando íamos pra piscina, que é num salão climatizado e é quente, eu usava meus maiôs, embora ele gostasse mais que eu ficasse de biquíni, por isso levei vários e ainda compramos um no caminho que combinava com o piercing e meu anelzinho de pé, pois é preto, e tem uns enfeites de brilhantes. Foi esse que eu vesti enquanto ele me esperava na piscina. Fui andando pelo salão até me deixar cair na água quente, gostosa, que me fez dar uma tremidinha excitada. Sapeca, cheguei perto dele apalpando aquele pau roliço, que só de ver a gatinha caminhando evoluiu, provando e me deixando ainda mais safada, que EU sou mulherzinha mesmo.

Queria fugir do calção de banho. Rígido, caralhudo, grosso, com meu morangão gostoso na ponta.

Assanhada, arriei o calção de uma vez só, libertando aquele tronco branco de carne quente, e virei logo o bumbum empinado com meu biquíni, sentindo as mãos grossas do marido espalmando minha cintura e me empurrando um pouquinho pra cima.

Segurei delicada na borda da piscina, deixando meu biquíni ser arrancado e já gemendo piranha antes mesmo de ser enrabada.

_MINHA MULHER! _ ele falou, encostando meu morangão no furinho de trás. Empinei mais a bundinha certa de que, na piscina, seria a primeira vez sem lubrificante. Mas eu estava relaxada na água quente e ele se agigantava roçando por trás, me agarrando, ainda sem entrar, com os braços grossos em volta do meu peito. Parecia a primeira vez! Ele forçou a enfiada, relaxei, mas minha entradinha trancou firme, fechando as portas ao meu morangão que já parecia uma cebola de cabeça roxa. Expulso, o mastro deslizou pra cima pelo reguinho, fazendo-me sentir aqueles culhões empentelhados roçarem meu furinho de pele, deixando-me ouriçada.

Ele me deu um tempinho, enquanto me alisava toda. Meu cuzinho já não agüentava mais, piscando desesperado, pedindo a coluna branca do marido que por sua vez era estocada e latejada entre as coxas cabeludas do meu macho. Ele me botou denovo na posição e veio por trás. Encostou na portinha o morangão entesado, esfregou para que os dois se entendessem bem, agarrou sua mulherzinha por trás, forçando e arregalando a olhotinha que agora, por mais que trancasse, não conseguia impedir a invasão da anaconda. A jibóia foi alargando a toca, berrei depravada, arreganhando mais as pernas e empinando a bundinha. Gritei até meu anelzinho anal estar enforcando a base daquele pênis, no momento em que de tanto berrar meu ar acabou, ao mesmo tempo em que senti seus pêlos do púbis lixando minha bundinha. Concetrei-me, relaxei maravilhosa, comecei a respirar sorrindo. Continuei segurando na borda da piscina e ficamos como se eu estivesse sentada no colo dele. Ficamos parados assim até que eu me sentisse bem comportada. Eu percebia o sangue circulando dentro daquela pica. Quando comecei a piscar meu cuzinho no talo da piroca vascularizada, ele sentiu que eu já estava bem acostumada, podendo cadenciar uma enrabação maravilhosa. Bem devagar, foi tirando, me fazendo quase ser afundada, deixando só meu morangão enforcado no anelzinho anal e o cano enervado todo pra fora. Largou devagarinho minha cinturinha e também segurou na borda, pondo suas mãos sobre as minhas. Empurrou pra cima, levando-me a subir e arreganhar as pernas dobrando os joelhos para deixar a rola deslizar. Elevada, vi meu biquíni embolado com a sunga dele na beira da piscina e nossas mãos com as alianças de casamento. Nesse instante eu estava totalmente enrabada. Ele repetiu os movimentos, eu subia e descia boiando na água térmica, me arreganhando, dando gritinhos de garota. Sentia na nuca ele bufando quente, respirando excitado, adorando sua condição de macho, poderoso, potente. Eu só me arreganhava excitada, piranha, adorando ser fêmea daquele jeito, mulher, enrabada na piscina quente pelo marido. Na hora de gozar, chorei de tesão. Gritei safada e duas lágrimas escorreram-me no rostinho. Não suportei a emoção misturada com aquele tesão esplendoroso: _ AI! MEU MARIDO!_, e imediatamente senti fluir a porra quente pra dentro, enquanto ele arfava despejando sem fim: _Ahhhhh! Minha mulher!

Percebendo o que tinha acontecido terminamos de gozar com as bochechas coladas, eu agarrada por trás, sentada no colo, nós dois sorrindo. Gozamos juntos, ao mesmo tempo, gloriosamente marido e mulher.

Referência do Anúncio ID: CT-000029545

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