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Vidinha de Mulher VI – Ruivaça corpulenta.

  • Publicado em: 5 de junho de 2006 01:22
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Minha História VI – Ruivaça corpulenta.

De madrugada fui ao banheiro. Deixei o hobby cair, ficando completamente nua. Outra vez me olhei no espelho, sorrindo radiante para minha xota aveludada. Também vi meus seios redondos e virei para olhar minha bunda  esparramada, lisinha e dura  mais linda do que nunca. _ Guerreira! _ falei puta, rindo, arreganhando a bunda com a mão para o espelho, levantando um dos pezinhos pra entrever também o talho da xotinha por baixo. E realmente minha bunda era uma guerreira valente suportando tantas pirocadas  como aquelas deliciosas de há poucos minutos que lambuzaram meu corpinho todo de porra seca. Estava muito gostoso ser mulher. Entrei na hidromassagem pondo um pezinho em cada borda da banheira. Fiquei arreganhada, com a xota virgem totalmente desprotegida  periquita de asinhas abertas doidinha pra sair voando. Aquele momento era meu! Danei a alisá-la. Fazia carícias e a botava na frente dos jatinhos de água. Fiquei assim, sozinha, horas a fio, sorrindo, me alisando, massageando minha querida xotinha, meus seios e meu cuzinho recém aleitado pelo despejo morno do nervudo branco.

Amanheceu. Cheirosa e gostosa, vesti uma combinação transparente, fui tomar café com meu marido  que não parava de me olhar excitado  e fiquei andando pela casa, ostentando minha buceta por entre as rendas brancas, amostrando minha xereca vermelha pra todos os lados. Até que ele não agüentou mais  bem: eu procurei e achei.

Me agarrou com força e me deu um tapa inesquecível. Minha cara voou com meus cabelos. Voltei-me devagar, excitada, mordendo os lábios.

_Vou te dar, bobo!

_Está brincando comigo?_ perguntou enfurecido.

_Vá pra varanda! _ cochichei, com um leve sorriso._ Pra varanda!

Ele sorriu e subiu correndo.

Gisa já tinha preparado tudo, como antigamente. Pedi pra ela me arrumar, igual quando tudo começou. Foi emocionante pra nós duas!

Muito emocionadas, ela me vestiu o mesmo sutiã, a mesma calcinha de renda vermelhinha e a mesmíssima saínha preta cheia de preguinhas da primeira vez! Nessa hora, meu marido já devia estar sentado pelado na velha cadeira de balanço onde tanto sangue vaginal já espirrara através do tempo naquela mesma varanda onde ecoaram incontáveis berros de mulher.

Já vestida como no meu primeiro dia de garota, fiquei face à Gisa, e nos olhávamos emocionadas. A blusinha rosa mostrava meus seios volumosos, não mais aqueles peitinhos inchadinhos de outrora e eu tinha crescido. Minhas coxas grossas deixavam sorrateiramente aparecer o fundo da calcinha  a saia não mais ia até meus joelhos; era uma saínha muito safada. Ficamos trocando nossos olhares molhados de emoção. Uma lágrima desceu no rosto de Gisa e eu também acabei chorando. _ Minha irmã! _ eu disse cheia de amor. _ Calma, tudo vai correr bem. Vá tranqüila. _ela me consolava e aconselhava como sempre.

Descalça como antes, levando as sandálias pretas de tirinha na mão, fui decidida, dessa vez não para ser enrabada, mas para perder de vez meu cabaço tão sonhado, para sentir a dor de ser mulher, para dar a buceta, a xota, sentindo a maravilha do meu sonho realizado no caralho reto e vascularizado atravessando-me pontudo pela frente!

Meu coração parecia explodir. Meu marido estava sentado como sempre, acariciando a pica. Dessa vez, calcei a sandália preta e rebolei caminhante no salto-alto. A cada passo, sob a saínha rodada, minha xanna se aproximava do carnudo roliço que a ia rasgar. _ Está de olhos arregalados, como da primeira vez._ele disse pra mim, que não conseguia esconder meu medo. Mas meu medo era vencido por uma vontade receosa e incontrolável. Fiquei em pé, com os pezinhos juntos, na sua frente. Ele via sorrateiramente o fundo da calcinha e meu morangão saltava nervoso. Me alisou o bumbum e fez cócegas na xotinha sobre a rendinha vermelha. Arriei a calcinha, lambuzando a buceta toda com gelzinho bem gostoso. Sentei depravada no seu colo. O calor da xana talhada e molhada descansou sobre a cabeçorra inchada.

Na entradinha da menina aquele rolo grosso parecia um trem. Senti que a mocinha ia doer, mas lambuzada e segurada pela cintura, sentada no colo, empinada e depravada, não tive tempo de pensar: pus novamente os dois pezinhos na gradezinha da varanda!

Arreganhada naquele colo,tentei prender no início, mas jorrei meu berro farto e ecoante quando a cabeçorra abriu as portas. A polpa da fruta escorreu pela coluna branca. Três raios de sangue riscaram a extensão do caralho, encontrando-se embaixo dos culhões empentelhados, formando uma gota vermelha que despencou e explodiu no chão. Doía assustadoramente. Meu berro farto jorrava ecoando pela casa enquanto as lágrimas banhavam-me as bochechas sardentas. Meu marido enfiou até a metade e segurou assim pra eu ficar acostumada. Quando parei de gritar e só fiquei respirando forte, ele me abraçou por trás e enfiou o resto. Sentei aberta naquele colo quente. Agarrada por trás, ele me alisava os seios, beliscando cuidadosamente meus mamilos. O choro foi passando e a dor foi-se reduzindo ao prazer de ser a fêmea penetrada. Fui me soltando, arreganhando as pernas, empinando. Tentei cavalgar, mas a dor era muita. Rebolei jogando a saia, entesando mais e mais a rola que parecia engordar a cada rebolada, até despejar a porra quente acalmando a ardência da xotinha machucada. Me larguei de vez arreganhada na piroca, de saia, relaxada, soltando meu peso, levantando as sandálias, sentindo a coluna roliça enfiada pela frente, batendo a cabeça pontuda lá no fundo. Ela foi saindo lentamente até que a buceta ficasse livre. Suspirei aliviada, sentindo-a frouxa entre minhas pernas. Desfalecida, descabaçada, deixei a cabeça cair pro lado. Ele mordeu minha bochecha e murmurou: _Martha. Ai! Meu nome! Dengosa como uma mulher que sou, virei a boquinha para ser beijada. Uma última lágrima do meu olho. _ Como minha a mulherzinha está? _ perguntou com sua voz grossa, me alisando, com a pica semidura banhada de sangue que eu ainda escorria. Ainda mais dengosa, mordi os lábios virando os olhinhos inchados e relaxando completamente: _ Ah…Toda fodida!

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