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Virando Corno na Faculdade

  • Publicado em: 1 de junho de 2017 16:24
  • Expira: Nunca!
Virando Corno na Faculdade
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Detalhes do Conto Erotico:

Olá, eu sou o Pedro, sou um cara bem mediano e minha mulher Vanessa, é do tipo que sempre chamou a atenção dos homens de desconhecidos até os meus amigos, Vanessinha é uma loira de 1,65 de seios fartos e uma bundona linda, cada vez melhor em razão da academia que faz desde que a conheci.
Tudo começou a quatro anos atrás, nesta época, me mudei para a capital e passei a morar em uma republica estudantil, após passar no vestibular, era tudo muito novo e legal, amigos, jogos, saiamos as vezes e a faculdade era um novo mundo, mas a saudade de Vanessinha me apertava demais, passava horas admirando suas fotos e como não sou nenhum santinho, me masturbava lembrando de nossos amassos, mas um dia ocorreu algo que me tomou de assalto o folego e a razão, ao sair do quarto para tomar uma água, deixei meu notebook aberto com fotos de Vanessa pelada que ela havia me enviado no privado, no caminho de volta os amigos me chamaram para jogar no Playstation da galera e assim me demorei uns 20 minutos a mais numa partida e quando voltei não acreditei no que via.
No quarto Ricardo, o mais alto cerca de 1,95 m e também o mais musculoso da galera sentado na minha cama, mexendo no meu computador com seu pau de fora, batendo uma frenética punheta, sem qualquer pudor, lembro-me perfeitamente da cena, aquele pau de vinte e tantos centímetros, grosso como uma porta em riste com a gosma do pré-gozo saindo pela ponta, mãos enormes daquele canalha corriam da base até a cabeçona na qual mesmo aquelas mãos não conseguiam fechar em volta, fiquei boquiaberto olhando aquela cena bizarra, até que ele finalmente explodiu num gozo forte e consistente, esporrando diretamente toda a tela do meu computador, ele pôs o computador de lado, limpou o pau no meu lençol mesmo e em seguida disse sorrindo:
“Putz cara, tu tem que trazer essa gata aqui um dia pra gente se conhecer pessoalmente” e passou esbarrando em mim pela porta.
Eu estava irritado e ao mesmo tempo em choque, nunca vi um pau daquele, nem tamanha ousadia, uma atitude tão confiante, tão segura, também nunca havia sido tão desrespeitado e não tinha ideia do que fazer ou falar, se fosse brigar com ele, eu levaria uma surra, e pra ser sincero eu nem queria, então fiquei na minha, limpei meu computador em quanto via na tela o corpo e o rostinho da minha linda namorada, melados com a de porra de outro homem, minha imaginação voou e pensei se um cara como o Ricardo, tenta-se de fato pegar a minha gata, o que lhe impediria de cair nos braços, ou melhor, na pica de um cara como ele, ele tinha charme, tinha dote, tinha energia e disposição.
Após este evento, foi só insegurança, o ciúme andava a mil e se eu ligava para ela e não me atendia logo o telefone na primeira chamada, era razão para uma discussão que iria durar a noite toda, ao fim ela ainda me provocava:
“Que foi amorzinho? não se garante e está com medo que algum Ricardão me roube de você?”.
Ela ainda não conhecia Ricardo, mas a simples menção ao seu nome, fez minha mente nublar com a possibilidade de vê-la sendo fodida por ele, fez meu pau endurecer e meu coração acelerar, mas logo eu era tomado por uma raiva, que era gerada por aquele sentimento, aquele estado de desejo, tudo piorou uma semana depois, quando vi que ele havia adicionou ela em sua rede social, aquilo era só o começo de uma teia que o destino estava a tecer para mim.
Um semestre depois minha gata mudou-se para a capital e foi morar numa republica somente de meninas, ia visita-la quase todos os dias e ai surgiram mais algumas discussões, pois por diversas vezes em que entrei na república suas colegas ainda desfilavam pelo espaço comum seminuas, uma delas chegou a me pergunta se ela estava “bem” aos meus olhos e eu apenas lhe disse “está muito boa, digo bem de saúde…” rindo logo em seguida, um sorriso amarelado de idiota (claro que mais tarde rolavam altas punhetas pensando naquilo), minha loirinha ficava puta da vida comigo, tamanha raiva acumulada, ela decidiu dar o troco em mim, mesmo que de leve.
Eu voltava da faculdade durante a tarde com os meus colegas quando vi na porta da minha república Vanessa, ela tinha um sorriso quase tão largo e convidativo quanto o seu decote e suas coxas grossas apertadas naquela shortinho de licra, meu colegas já riam abobados, quando ela sorriu para mim dizendo:
“Olá amorzinho” em seguida me deu um beijinho na bochecha.
Perguntei a ela o que fazia por ali, meio gaguejando.
“Ora, como você já conhece a república das meninas, agora vim conhecer o macharal, que mora com você meu bem.”
Retruquei no mesmo momento:
“Como assim, é brincadeira…?”
Ela num tom mais agressivo porem me sussurrando replica:
“você cala a boca, que a vergonha que você me faz passar diante das minhas amigas não é bobagem e se eu estou aqui, ainda é pouco, além do mais, alguns deles já são até meus amigos no face e são muito atenciosos comigo e saiu em direção aos meninos na porta:
“Oi galerinha, eu sou a Vanessinha, namorada do Pedro, esse mal educado que nem me apresenta a vocês” e saiu dando beijinhos em todos e estranhamente olhando em volta, como se procurasse por mais alguém.
Ela adentrou me dizendo que ia tomar uma água e seguiu na direção da cozinha, logo fui atrás, onde para minha ingrata surpresa encontrei Ricardo, pegando água na geladeira, usando apenas uma cueca folgada, peça que marcava nitidamente seu pauzão gigantesco, Vanessa deu uma paralisada olhando aquilo e quando ele se virou, com um sorriso debochado, foi logo abraçando-a, colando seu corpo ao dela, envolvendo sua cintura com seus braços fortes e dando beijinhos de boas-vindas, em seu rosto e em seu pescoço e antes de parar, tocou de leve com sua língua na orelha dela, Vanessa não percebera, pois parecia só mais um beijo.
“Olá Vanessinha, você é ainda mais linda pessoalmente, a que devemos o prazer de sua visita?”
No que ela animadamente e ainda em seus braços, tocando seu peito musculoso emendou:
“Que é isso Ricardo? Você é que é uma máquina de saúde e pessoalmente é bem mais atraente, constatou sorrindo.
Ele com seu jeito debochado não podia perder a oportunidade de se insinuar e reponde:
“Onde, aqui? -Apontando para a barriga sarada- ou aqui? e para minha surpresa apontou para seu pau em plena ereção”.
Vanessa ficou ruborizada, porem apenas sorriu meio cinicamente e completou: “Ambos, você tem saúde pra dar e vender”.
Agora eu é que estava abobado, puxei ela pela mão dos braços de Ricardo que sorrindo ainda passou a mão de leve na bunda dela e sai com ela de casa, ao passar pela sala, vi meus colegas rindo e cochichando, alguns até faziam um sinal de chifres com os dedos, no carro com Vanessa levei-a até sua republica sem trocar uma palavra, ela estava muito avoada, tanto que ao descer nem me beijou, apenas saiu, mas fiquei perplexo ao olhar para seu bumbum rebolando no caminho até a porta e ver uma enorme mancha no fundo de seu short e o banco onde ela estava sentada, bem melado, eu não podia acreditar, mas sim a minha namorada estava meladíssima e não era por mim, devia estar pensando em outro.
Comecei a tentar entender isso e a ler experiências de homens que através de machos poderosos fudendo suas esposinhas e namoradas, pobres coitados como eu, enxergavam prazer e fiquei viciado naquilo, as vezes batia punheta assim que acordava e ia na net ver pornografia todos os dias, tamanha era minha fixação que sonhei o seguinte sonho:
Entrava na república e ouvia, a minha cama ranger forte, batendo na parede, e a cada passo os gritos de uma mulher, que logo se tornaram mais perceptíveis e familiares, ao abrir a porta, Vanessa com seu corpo escultural, cavalgava freneticamente um pau de proporções animalescas e muito grosso, ela gemia forte e sua cara era de puro tesão e ao se dobrar para trás urrando em gozo, vi a cara do homem que a possuía e ele ria debochadamente para mim, era ele, era Ricardo, meu algoz que devorava sem pudor minha namorada, então quando ele passou a urrar indicando que ia gozar forte dentro dela, “Druuiiim” acordei com o despertador no meu ouvido, eram cinco horas da manhã e minha cueca estava ensopada com minha porra, nos dias seguintes eu já não tinha animo para estudar e me dedicar as atividades da faculdade, tirava notas ruins e me permitia ser consumido por aquele desejo, que ao mesmo tempo era inconcebível na minha mente.
Dias depois ocorreu um fato que posso chamar de “ponto de virada”, foi quando na faculdade, recebi um bilhete com o simples desenho, bem infantil por sinal, de uma loira sendo fodida por um picudo e um outro bonequinho do lado ajoelhado chorando, Cheio de setas com as indicações “Vanessa” para a boneca, “você corno” para o bonequinho chorão e várias interrogações para o boneco fodedor, eu delirei e esbugalhei meus olhos naquela imagem, meu coração queria saltar do peito, fui ao banheiro apavorado, amaldiçoei meu desejo, meu vício incontrolável, Amaldiçoei Vanessa e Ricardo e todos ali ao redor, sai dali em direção de casa e me perguntando como, como poderiam ter descoberto o que eu mais ansiava e também mais me odiava por querer na vida? a resposta era óbvia, mexerem no histórico do meu computador e acharam quando eu havia o usado, para procurar aquele tipo de material, não me respeitavam mais e o fizeram, aqueles putos malditos.
Logo todos na faculdade pareciam saber, as pessoas sussurravam por onde eu passava, e alguns até faziam sinais de chifres, eu sentia vergonha e corria para o banheiro e só me acalmava depois de bater minha velha amiga punheta, imaginando Ricardo montado na minha loirinha urrando e fazendo ela gritar de prazer, os professores me viam com um olhar de pena, como se olha para uma criancinha com brinquedo quebrado e ao mesmo tempo com nojo ou deboche, também havia a mudança no comportamento de Vanessa que passou a usar roupas mais ousadas, até para ir a faculdade, chegou a me perguntar se eu não me importava, eu temeroso com sua resposta, disse que ela ficasse vestida da forma que se sentisse mais à-vontade e segui corajosamente, aguentando tudo e nunca falando abertamente sobre nada.
Até que aconteceu uma festa a fantasia na faculdade, na qual todos estavam, eu fui de bombeiro, não era uma fantasia sexy, mas sim uma roupa de bombeiro empresta pelo seu Zé, o quebra galho da faculdade, ele disse que iria me emprestar, pois eu havia gasto muito dinheiro com minha gata e ele ficou com pena de mim, Vanessinha estava vestida de Panicat, com um decotão que lhe valorizava os seios fartos, biquíni escuro muito colado ao corpo e sua bundona bem destaca engolia a parte de trás como se não fosse nada, na frente uma coisinha de nada de tecido tapando sua buceta, o puto do Ricardo foi de espartano, “Que filha da puta!”, a fantasia dele se resumia as sandálias um capacete legionário e uma toga vermelha meio curta.
Eu estava me sentindo um caco, a roupa suja e todos olhavam para minha gata, muitos mesmo acompanhados preferiam ganhar uma noite de discussão com suas namoradas, pra se deliciar alguns segundos admirando minha Panicat, mas foi Ricardo quem atraiu sua atenção e logo fomos para junto dele:
“uau Ricardão! Tem que mostrar esse peito sarado em todo lugar?”
“HaHa, pois é Vanessinha, mas digo o mesmo de você, loucura, loucura no meu calção kkkk”
Ela gargalhou sacolejando os seus seios suculentos próximos a ele, ficaram na maior conversa e eu do lado, apenas figurativamente, foi quando começou a tocar as músicas, então Ricardo segurou Vanessa pelo braço e me disse:
“Chapinha, vou pegar ela emprestado, prometo entregar inteira.”
Vanessinha apenas ria e seguiram para a pista de dança, todos olhavam aquilo, ele o deus grego e ela a loira peituda, seus corpos seminus se movimentando tão próximos ali diante de todos lembrava algo sexual, e todos sabiam da minha fantasia a essa altura, olhavam para mim esperando alguma reação e rindo da minha passividade, viam minha gatinha se esfregar no corpo de Ricardo e ir até o chão ao som da música, rebolava fazia caras e bocas e as vezes se agachava de frente para ele, parecia que ia beijar o pau dele, tamanha era proximidade de sua face ao centro da toga dele e eu ali inerte, acompanhando aquela dança ousada sem fazer o menor movimento, mas com o pau duro feito uma coluna grega.
Os outros colegas de quarto chegaram e roubaram minha atenção por alguns momentos, o suficiente para Ricardo sussurrar algo no ouvido dela, seguiram para o andar de cima para uma sala vazia, mas antes que entrassem os segui e as 20:00 horas eu pude contemplar de longe, a realização do meu desejo, próximo a escada aquele espartano grande e musculoso, com seu pau gigantesco duro para fora da toga como uma lança segura os cabelos da minha gatinha que chupava sua pica com toda a vontade do mundo, chupou até sua boquinha ficar mucha, babou, lambeu, sugou e ele urrava:
“vai sua putinha, chupa meu pau vai, que teu corninho está lá embaixo te esperando”
Ela ofegava de boca cheia e a vi melar a buceta só estar chupando o pau do cara, que humilhação, ele virou e começou a tirar a roupa, quando virou novamente, ela também já estava peladinha, seu corpinho branquinho como leite, ele chupava suas tetas com um olhar perverso e mordia fortemente para deixar marcas vermelhas em sua pele aveludada, logo ele a deitou na cama e ajeitou seu pau na entrada da prexeca, ela lhe indagou sobre a camisinha e ele disse que não haviam feito do tamanho dele ainda, ela riu e ao relaxar o corpo rindo, ele a penetrou lenta e progressivamente, ela franzia o rosto e gemia lasciva:
“aiiii ta me arrombando seu puto, o pau do Pedro só faz coquinhas no meu xibil e agora nem isso eu vou mais sentir, aiii, mete seu putão do caralho grosso, mete esse pauzão em mim”.
Ele metia nela como se o mundo fosse acabar e como metia, suas bolas balançavam castigando a bunda dela e ele abria sua buceta com as duas mãos esticando a pele para o seu pau entrar totalmente, esgarçando minha putinha linda que tremia e gemia loucamente para todos ouvirem, Ricardo naturalmente gozou fartamente em sua boceta, lavando minha gata por dentro e melando o chão, amassava forte seus seios em quanto ejaculava dentro dela, que gemia manhosa com a língua pra fora, recebendo doce passivamente o esperma dele em seu útero fértil, descansaram alguns minutos para depois recomeçar, dessa vez notando minha presença na porta da sala, Vanessa disse olhando para mim:
“Eu sempre soube que você era corninho amorzinho, mas isso é bom demais, obrigado por ser meu corno e ter me apresentado ao meu macho Ricardão, muito obrigado mesmo”
Ele apenas ria em deboche, levantou-a em seu colo e recomeçou a meter, meter e meter, sua xota pingava o mel progressivamente, imaginem a cena mais pornográfica que se possa imaginar, eles não paravam de meter, seus corpos suados transavam e se beijavam olhando pra mim e rindo da minha cara, passaram a alternar as posições, era 69 em pé, deitado, ela engasgando com o pau dele, frango assado, cadeira de balanço, sapo coaxando, por fim ele a pôs de quatro para gozar pela quarta vez naquela noite, agora na bundinha dela, depois passou o pau na sua boca borrado de cu e esperma fazendo-a solver tudo e a mandou me beijar, coisa que me pegou tão desprevenido que fiz abobalhado em quanto ele deixava claro que o cuzinho dela, que era virgem, agora só seria de posse dele.
Após gozar na xota dela mais uma vez, eles se arrumaram como podiam e seguimos pra casa, eu tive de leva-la quase desfalecida pela festa com todos olhando e sabendo bem o que havia acontecido, até o carro e deixa-la em casa, suas amigas riam e perguntavam a ela descaradamente e abertamente:
“E ai amiga como foi o Ricardão? Deu cota mesmo kkkkk?
Vanessa apenas fazia “joia com os dedos” coitadinha nem tinha forças para falar, sua buceta, cu e garganta estavam todos fodidos, e fedendo a porra, nas semanas e meses seguintes ela tornou-se puta do Ricardo, mas mesmo assim não a larguei, eu sempre lhe fornecia o que ela queria e até mesmo camisinhas para foder com Ricardo, mas ele nunca usava, ele a fodia em toda parte, no meu carro, no meu quarto da republica e até na casa dos meus pais onde ele fora apresentado como meu grande amigo do peito, por mim e por Vanessa e estava cada dia mais safada e despudorada, acreditem se poder.
Ao concluirmos a faculdade, Vanessa não pode estar na formatura, pois estava em trabalho de parto, tendo o primeiro filho adivinhem de quem? sim do Ricardo, todos na faculdade sabiam que ela havia engravidado dele, mas em nossas casas o filho era meu, então nos casamos e passei a criar a filha de Ricardo como se fosse minha e Vanessa sempre que podia encontrava-se com ele, em algumas viagens, ocasiões especiais ou nos encontros da turma da faculdade e trepavam como velhos amantes, assim eu encontrei a felicidade.

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