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VIREI PUTINHA

  • Publicado em: 12 de junho de 2017 18:06
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Acho que sou gay desde que nasci .
Gayzinho, viadinho, putinha, menininha, sei lá qual o nome certo, mas a verdade é que a partir dos 8 anos comecei a me perceber assim, e notar que sempre tinha olhos só para os meninos, nunca para as meninas. Na escola, na rua de casa, na piscina do clube, só os meninos me atraiam. Meninos adolescentes de sunguinha na piscina e na praia, já evidenciando o volume de suas rolas, sempre me deixaram maluquinho.
Adorava ler gibis do SuperHomem e do SuperBoy (o SuperHomem adolescente), por causa do corpo musculoso, da roupa colada no corpo e da sunguinha. Ficava me imaginando dando pra eles (rsrsrs).
Com 10 anos, deixei um moleque de rua de uns 18 anos, que vivia circulando perto da escola, me encoxar atrás de um muro, de roupa e tudo. Ele pediu e eu fui e deixei. Foi gostoso. Ele gozou na calça dele.
Com 12 anos, estava no 3º Ginasial e meu irmão, dois anos mais velho, no 1º Colegial. Havia na turma dele um garoto chamado Ramon, moreno, corpo atlético, alto, forte, olhos tão verdes que até incomodavam. As meninas da escola pagavam o maior pau para ele. Eu sempre ficava de olho no volume no seu moleton, imaginando como deveria ser a rola de um moleque destes. Um dia descobri e não tive mais sossego: passei pelo vestiário e ele estava tomando banho. Nossa!!! Aquela rola comprida, grossa, curvadona para baixo, cabeçona arroxeada, algumas veias mais salientes. Quanto deveria medir aquilo duro? Acabei descobrindo o tamanho na minha própria pele alguns dias depois: aquele moleque aos 16 anos tinha já 20cm de rola.
Acho que de tanto eu “secá-lo”, ele percebeu e um dia começou a me encarar toda vez que me via. Eu, na tentativa de criar uma amizade, dava um sorrisinho. Ele entendeu isso diferente. Um dia ao passar por mim, segurou meu braço e disse: “qualquer dia vou na tua casa fazer algum trabalho de escola com teu irmão, e lá a gente conversa, ok? Fiquei intrigado, mas não liguei muito.
Um dia estou em casa sozinho, à tarde, toca o interfone, avisando que Ramon estava na portaria, pois veio estudar com meu irmão. Falei pra subir. Quando chegou, deixei entrar e fui logo dizendo que meu irmão não estava, que tinha ido até o Centro da cidade e que chegaria só mais tarde. Ele disse:
“Eu sei, combinei com ele mais tarde mesmo, mas vim mais cedo pra falar contigo. E sei que você esta sozinho em casa hoje. Onde fica teu quarto?”
Antes que eu respondesse, me pegou pela mão e foi me puxando.
“Onde é, moleque?”
Mostrei o caminho e entramos no meu quarto. Empurrou a porta com o pé, fechando, e me puxou pra junto dele, me abraçando forte .
“Você já beijou alguma vez?”.
Disse que não. Começou então a me beijar forte, enfiando a língua na minha boca, me alisando todo. Enfiou a mão na minha bermuda e começou a passar o dedo no meu reguinho, cutucando meu cuzinho.
“Nossa, como isso aqui tá apertadinho, vai me dar um trabalhão”.
Eu estava assustado, mas tentei dar uma risadinha, mas ele falou:
“Não é pra rir moleque, isso aqui é sério. Você tá encrencado. Não ficou me dando bola na escola, me secando, dando sorrisinhos ? Então, agora estou aqui pra te comer. Não é o que você queria ? Ficava direto manjando o volume da minha rola no moleton? Pelo jeito, se nunca beijou, também nunca deve ter chupado uma rola, né?”
Falei que não. Me fez sentar na cama, ficou na minha frente, abriu a bermuda e sacou aquela rola enorme pra fora. Começou a passa-la no meu rosto, até que eu abri a boca e comecei a chupá-lo. Ele gemia e empurrava ela pra dentro e pra fora da minha boca. Conforme foi endurecendo, foi ficando muito grossa, e eu só conseguia enfiar um pouco mais que a cabeça na boca. Quando ele forçava um pouco mais, me dava ânsia. Ele ria e falava para eu tomar cuidado pra não engasgar. Perguntou se eu já havia dado o cuzinho. Disse que não.
“Então hoje vou tirar o teu cabaço. Tem alguma coisa ai pra lubrificar?”
Tinha um pote de gel pra cabelo do meu irmão. Passei pra ele. Mandou tirar a roupa e ficar de quatro na cama. Veio por trás, passou um bocado de gel no meu cuzinho e começou a enfiar o dedo. Depois lambuzou a rola também . Ficou bem atrás de mim, de joelhos, encostou a cabeça na entrada e deu uma forçada, fazendo entrar um pedaço. Dei um gritinho. Ele ficou bombando só com um pedacinho, para lubrificar bem, depois me segurou pela cintura e foi enfiando direto, sem parar. Seu pau engrossava muito depois da cabeça, fazendo meu cuzinho arregaçar até onde não dava.
“Ai Ramon, calma, vai devagar, deixa eu acostumar, tá doendo”
-“Fica quieto que eu sei o que tou fazendo. Eu sei como se come um cuzinho”
“Ai, ai, ai, Ramon, é que tá doendo, tira um pouquinho, não to aguentando”
-“Cala a boca, moleque, não tava a fim de dar pra mim? Agora vai ter de aguentar. Vou te enfiar até o talo. Você vai gostar. E não grita, que é pior”
“Aí Ramon, dói, dói, tira um pouco”
Tava doendo de verdade, comecei a chorar baixinho e pedir pra ele parar
-“Para Ramon, seu pau é muito grosso, tá me rasgando. Para um pouquinho, tá doendo”
Que nada, continuou empurrando forte até que senti seu corpo tocando o meu, sua rola toda dentro. Mandou eu deitar, pegou meu travesseiro, pôs embaixo da minha barriga, pra bundinha ficar empinadinha. Deitou em cima de mim, me segurou forte pelos ombros e começou a socar, primeiro suave, depois com mais força, tirando e enfiando o pau todo. Ardia muito, mas a sensação de um garoto deitado em cima de mim, o peso e o calor de seu corpo no meu, me deram forças pra deixar ele continuar.
Ele mordiscava minha orelha e falava um monte de besteirinhas:
“Aê putinha, ta gostando de sentir um macho em cima de você? Tô todo dentro e vou encher teu cuzinho de porra. Tu agora tem dono, é só meu! Sou teu macho e teu dono”
“Ai Ramon, só alivia um pouquinho, vai! Parece que você esta me rasgando! Aí, aí”
-“Só vou te aliviar depois de gozar nesse teu cuzinho cabaço. Aguenta mais um pouco, tu tem de satisfazer teu macho.”
Começou a aumentar a força e a velocidade das estocadas, enquanto gemia no meu ouvido. Até que empurrou tudo e ficou parado, gozando dentro. Ficou em cima uns 5 minutos, sua respiração arfando, seu suor escorrendo no meu corpo, o pau todo dentro.
Foi levantando e tirando o pau lentamente. Estava grosso ainda, enorme, cheio de veias saltadas. Afastou minhas nádegas com as mãos, para examinar meu cuzinho:
“Caramba, fiz um estrago legal” disse ele rindo. “Teu cabaço já era. Agora tu não é mais virgenzinho”
Passei a mão e ví que tinha um pouco de sangue.
“Ai, olha aí Ramon, olha aí, tá sangrando, e agora? Que que eu vou fazer?”
“Calma moleque, é só um pouquinho, da primeira vez machuca mesmo, ainda mais que tu era virgem e levou logo de cara essa tora. Fica tranquilo que vai ficar tudo bem, ok!”
-“Te falei sério, heim, tu agora tem dono. Sou teu macho e tu é minha putinha. Vai dar pra mim sempre que eu quiser. E se te pegar de gracinha com outro moleque, te encho de porrada, entendeu? E se comentar com alguém, tá ferrado!”
“Tá bom, Ramon, entendi” falei baixinho.
-“Tá bom o que, sua putinha? “
“Tá bom, meu macho.”
-“Agora sim. Tu vai gostar de ser minha menininha”
Fiquei dando pra ele por quase dois anos, até que se mudou para o Maranhão. Fui acostumando e gostando de ser sua fêmea, de obedecê-lo, de satisfazê-lo. Até que era legal. O carinha por quem todas as meninas babavam, era o meu homem, pra quem eu dava e recebia prazer. Ele me pegava em tudo que é posição. E em todos os lugares. Até no banheiro da escola paguei boquete pra ele.
Eu sabia que eu era viadinho, que nunca teria nada com meninas, e que isso não iria mudar nunca. Nasci pra dar prazer pra macho. E ter um moleque assim, tesudo e pauzudo me dominando e me comendo toda hora, acho que era mais do que um gayzinho poderia desejar.
Fui feliz com o Ramon.

Gostou? Jambalaia57@bol.com.br

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2 Comentários para “VIREI PUTINHA”

  1. Gozei!!!

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