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Zelda, santa adúltera

  • Publicado em: 20 de setembro de 2017 14:21
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Zelda, Erika e Gina
Zelda deixa que o macho lhe acaricie as polpudas nádegas enquanto chupa com avidez a língua que saracoteia com a dela.
Uma das coxas está entrelaçada com a dele e ela própria se esfrega freneticamente na virilha dele que agora lhe segura o belo rosto com ambas as mãos.
– Voce é lindíssima, Zelda! Que boca linda, carnuda! Adoro essas sobrancelhas ornando esses teus belos olhos!

E ele volta a colar seus lábios nos dela. Passado quase um minuto, Nena interrompe o beijo respirando descompassadamente e lhe pergunta com jeito coquete.
– É só nisso que voce me acha bonita?
– Tua xaninha cheirosa e saborosa! Essas tuas coxas grossonas e compridas!
Ah! E tua bundinha! Cheia, carnuda e bem arredondada!

Respirando mais pausado agora, mas com as narinas semi-dilatadas ela pergunta com as palavras sibilando por entre os dentes.
– Fala de meu cuzinho! Fala!

O homem a olha desejoso com um suave sorriso no rosto e sem que Zelda esperasse, ele a vira de encontro a parede ao mesmo tempo em que se abaixa e lhe levanta o vestido até acima da cintura.
Zelda, prontamente segura o vestido enrolado com os cotovelos, olhando meia zonza por cima do ombro, já esperando o que queria durante toda manhã.
O homem praticamente lhe arranca as calcinhas e com as mãos lhe separa as nádegas. Zelda dá um longo e rouco suspiro quando a língua dele serpenteia em volta de seu anus tentando com a ponta introduzir-se o mais fundo que possa.
– Vo…vo…voce não devia fazer isso! Fiquei… fiquei a manhã inteira trabalhando… e fiz xixi duas vezes! Aaaaah! Mais! Enfia mais! Mais!
Zelda empina mais a bunda de encontro ao rosto do homem e sente que a língua entrou uns dois centímetros pelo anus adentro.

Ele faz um descontrolado entra e sai no cuzinho, fazendo com que bastante saliva lhe escorra da boca e pelo queixo indo espalhar-se por entre as coxas dela. Zelda passa a rebolar sensualmente com o rosto do homem enfiado por entre suas nádegas.
Ele por sua vez retira sua imensa rola de dentro da calça. E agora em pé, ele encaixa ela entre as polpudas nádegas de Zena.

Ela o olha com fingido olhar de apreensão por cima do ombro. O homem se curva pra frente procurando beijá-la enquanto sua rolona escorrega mais pra baixo e encontra a boquinha do anus da escultural mulher.
– Aaah, seu bruto! Pára um pouco, querido! Deixa… deixa passar toda a cabeça! Assim… assiiiim! Vai, vai! Mete mais agora! Mete! Mete tudo, Joel!

E ela vira a cabeça pra trás o máximo que pode pra voltar a ser beijada por seu macho Joel.

Vamos deixar Zelda e Joel na prática da sodomia para saber como tudo começou.
Alguns meses antes, Joel se intrigava com aquele decadente bar-restaurante que ainda existia naquela área nobre onde ele tinha sua cobertura.
Naquele dia passando pela calçada ele nota o curvilíneo corpo de uma mulher sentada numa das mesas do lado de fora do tal bar. Um segundo olhar e Joel se encanta com a sensual beleza dela.

Ele resolve entrar e pedir um cafezinho no balcão. A bela mulher, que estava verificando papéis a sua frente levanta o rosto olhando rapidamente para o homem que se dirige ao balcão.

Joel nota que apesar do rosto belíssimo, ela tinha o olhar cansado devido a leve olheira embaixo dos amendoados olhos verdes encimados por grossas sobrancelhas. O cabelo negro ía até um pouco abaixo das orelhas. Os lábios eram polpudos, até um pouco mais que o normal. Pelo decote, Joel viu que o busto era farto.
O ligeiro olhar que a mulher deu ao ver Joel, vislumbrou um homem grisalho mas de feições jovens e bem alto. Embora barbeado se notava o leve tom escuro nas bochechas e queixo.

“Caraca! Do jeito que estou e com todos esses problemas financeiros, bastava eu só mamar na jeba desse homão pra me acalmar!”

Zelda, este é o nome da mulher por quem Joel se atraíra, pensa consigo mesma e se justificando por pensar assim, pois já havia um tempão que ela e Bento não conseguiam clima para uma relação sexual satisfatória.

Embora se masturbasse frequentemente, fantasiando com diversos tipos de homens, Zelda nunca fora infiel. Estavam casados há dezenove anos e tinham um casal de filhos. Erika ía completar dezoito anos e Téo era dois anos mais novo. Zelda tinha se casado com dezessete anos devida a prematura gravidez.
O homem parecia interessado em conversar com o copeiro que lhe servira o cafezinho. Zelda se levanta levando os papéis se dirigindo onde era o caixa.

Minutos depois, o homem vai onde ela está e com um simpático sorriso lhe cumprimenta e paga o cafezinho, indo embora logo em seguida.

Na hora do almoço quando Erika ou Téo vinham lhe substituir por uma hora, Zelda atravessou o salão e chegando num pátio onde havia um pequeno quarto com um banheiro, ela se deitou no sofá e fantasiou fazendo sexo com o interessante homem grisalho.

Na manhã seguinte, Joel apareceu indo direto pro balcão e esperou pelo copeiro pra lhe servir o cafezinho. Mas foi Zelda que saindo detrás do caixa veio lhe perguntar o que queria do jeito que atendentes de bar fazem.
– Bom dia. Cadê o gremista?
– Quem? Ah, o copeiro! Não apareceu! É sempre assim! Quando a gente pensa que já tá ruim, acontece o pior!
Ela lhe dá as costas pra preparar o café e Joel percebe que ela passa as costas da mão pelo nariz, sinal de que estava há um passo pra cair no choro.

Quando Zelda põe a xicara a sua frente, Joel teve certeza de que ela estivera chorando.
– Minha senhora, me chamo Joel e moro aqui do lado. Será que poderíamos ter uma conversinha.
– Acho que não, tenho um monte de coisas pra resolver e me falta tempo. Ainda por cima aquele sacana desapareceu!
– Pois é exatamente sobre seus problemas que eu gostaria de conversar. Vejo que a senhora não está indo muito bem por aqui e…
– Não indo muito bem é brincadeira! Estamos falidos e o banco vai me tomar a propriedade que vale muito mais que a dívida.

Sem que ambos esperassem, Zelda baixa a cabeça e cobre o rosto com as mãos tentando esconder as lágrimas.
– Calma, calma minha senhora. Como se chama?
– Zelda…

Entre soluços e envergonhadíssima, ela responde saindo rapidamente da frente dele.
Joel leva alguns minutos tomando o cafezinho, dando tempo para que Zelda se recompusesse. Em seguida se dirige ao caixa.
Zelda está com uma expressão dura no belo rosto, mas evitando olhar na cara de Joel.
– Eu estou disposto a investir o suficiente pra transformar isso aqui numa cafeteria de alto padrão que combina mais com a área aqui. Vamos sentar ali fora e conversarmos?

Lentamente Zelda vai levantando a cabeça até encarar fixamente nos olhos de Joel.
– Não caio nessa! E, acredite ou não, o senhor não é o primeiro aventureiro a vir aqui com esse tipo de proposta. Pretendem entrar de sócio sem dinheiro suficiente ou então ficam com esse papo de salvador da lavoura só pra me paquerar, desrespeitando meu marido!
– Ok. Tudo bem. Não sou aventureiro.

E sem dizer mais nada, Joel lhe dá as costas e vai embora sem recolher o troco.
“- Que se foda! Mais um babaca que fica azarando minha bunda! Pensa que não vejo pelo reflexo das portas de vidro das geladeiras. Filhos da puta!”

Mais ou menos uma hora depois, Zelda atende ao telefone e uma voz de mulher se dizendo gerente de um banco tal, pergunta se ela pode ir ao restaurante pra conversar pessoalmente naquele momento.
Zelda, pega de surpresa, não sabe o que dizer e a gerente é mais incisiva e diz que já está saindo.
O carro estaciona do outro lado da rua e Zelda se surpreende ao ver Joel e uma bela mulher bem vestida saindo dele. Aos poucos ela vai percebendo o que Joel lhe dissera.

Resumindo. Naquela tarde quando o marido veio fazer o seu turno, Zelda seguindo as instruções de Joel nada dissera a Bento e foi com ele ao banco para o novo contrato de empréstimos.
Na verdade era só dinheiro de Joel. Por enquanto ele quis manter essa áurea de empréstimo pra não constranger a esposinha do Bento.

E… a tesão de Zelda por Joel se tornou insuportável. O único fator que a mantinha sobre controle era a sua fidelidade ao casamento. Lá mesmo no banco, ela perguntou onde era o banheiro. Por duas vezes foi lá e se masturbou.
Tudo acertado no banco e agora com dinheiro suficiente pra pagar a dívida do outro banco e começar as reformas, Zelda declinou que Joel a levasse de volta e pegou um taxi.
Ela ainda não acreditava no que lhe tinha acontecido. Mas, o cartão top de linha e o extrato com a vultosa soma estavam alí em suas mãos.

Tomando banho, ela se masturbou mais uma vez pensando em Joel, mas ao mesmo tempo se arrependendo por se sentir tão bem e tão puta!
Vestindo só o roupão, Zelda se serve de uma taça de vinho branco indo pra sala de estar e se esparrama no sofá.
Ela se imagina se entregando a todas as formas de sexo que um homem e uma mulher seriam capazes de fazer.
“Será que eu seria capaz de chupar ele e deixar que gozasse em minha boca? Será que eu engoliria? Eca! Acho que não! E dar o cú? Sei que tudo que é homem fica comentando sobre minha bunda às minhas costas! Será que eu daria meu cú pra ele? Será que dói? Não. Acho que não. Isso não é coisa natural. Bento nunca mencionou em fazer isso comigo. Mas eu vejo na internet aquele mulherio sendo enrabadas com um sorriso de prazer! Será que elas estão gostando mesmo? Bah! É tudo fingimento! Mas, supondo que algum dia Bento queira me sodomizar… Será que eu aguentaria??”

Cansada e relaxada, Zelda pousa a taça vazia na mesa e adormece. Num dado momento ela se vira e o roupão se abre e escorrega revelando todo seu maravilhoso corpo da cintura pra baixo.

Quando Téo chega do colégio e abre a porta, custa acreditar quem é aquela mulher de corpo escultural deitada lá no sofá com quase todo corpo a mostra. Antes que descubra que é sua mãe, seu pênis já enrijeceu tanto que chega a doer.
E vai continuar doendo até ele conseguir dormir pelas altas horas da madruga porque se recusava a se masturbar com a visão do belo corpo nu de sua mãe em sua mente.

II
Zelda acorda depois de duas horas de um sono relaxante. Ela nota que estava coberta com um colcha.
“Acho que foi o Téo quem me cobriu, pois eu me deitei aqui só vestida com
O roupão… Oh, meu deus! Será que o roupão abriu e ele me viu nua!?”

Mas, logo em seguida Zelda já se esquecera do que podia ter acontecido e agora tinha que se preparar para substituir Bento, seu marido, lá no arremedo de bar-restaurante que possuíam.
Enquanto se vestia, voltou a se lembrar do sr. Joel que apareceu do nada pra salvá-los da ruina, pois o restaurante estava quase indo a leilão devido as dívidas.
Naquela manhã, ele fizera a proposta a Zelda e quando o marido chegou pra substituí-la na hora do almoço, eles dois foram ao banco de Joel e acertaram as dívidas com o banco dela.
Na verdade, Joel tentava esconder da receita federal um grande aporte de capital recebido de investidores offshore. Ele arriscou confiando em Zelda e o marido.
Mas, pra surpresa dele, Zelda disse que o marido ficaria de fora e só receberia um pro-labore. Ficou acordado que o restaurante seria transformado numa cafeteria e ficasse no nome dele e depois de uns meses Zelda “compraria” o ponto e o terreno. Assim Joel teria lavado parte do dinheiro.
Pensando nisso tudo enquanto se arrumava, Zelda sentiu vontade de se masturbar de novo pensando em Joel.
Embora só tivera um homem em toda sua vida, ela sabia que seria questão de tempo que iria se entregar a Joel. Isto é, se ele tivesse interessado também.
E estava. E muito.
No dia seguinte que chegaram os operários e o arquiteto para iniciarem as obras, Zelda trabalhou sem folga orientando e se acertando com o arquiteto. E por volta de nove horas da noite Bento veio substitui-la. Zelda estava ao telefone e quando o viu arregalou os olhos como se tivesse sido pega fazendo alguma coisa errada.
E estava.
Ela andou na direção oposta do que normalmente fazia e de cabeça baixa, rapidamente entrou no carro de Joel. Ele a tinha convidado pra jantar.

Ao aproximar o rosto pra ser beijada na face, Joel passou uma mão por baixo de seu queixo e suavemente a beijou por longos minutos. A língua dela ficou imóvel nos primeiros momentos, mas ele sentia o tremor que passava pelo corpo dela.
Quando o beijo foi interrompido, Joel pediu que ela passasse a noite com ele. Zelda nada respondeu, mas pensava consigo mesma que se danassem Bento e os filhos. Ela queria trepar e trepar. O cansaço desaparecera.
– Zelda querida, deixa te perguntar pra me situar até onde posso ir… voce já foi sodomizada?
– Pode ir mais além…
– Já foi?

Zelda ficou calada com um leve sorriso nos lábios e foi a vez dela de sentir a excitação dele quando a beijou.

Joel morava numa cobertura no prédio mais alto e bem perto da futura cafeteria. A vista era magnifica.
Uma bela moça oriental abriu a porta pra eles e Zelda ficou sabendo que ela iria lhe dar banho e fazer uma sessão da massagem tailandesa.

A oriental lhe fez as devidas depilações e quando terminou na xaninha, notou que Zelda estava excitada e então sem nenhum pudor passou a beijar e introduzir a língua nela, deixando Zelda mais relaxada.

Zelda não quis jantar, totalmente despida chegou na sala onde Joel estava sentado vestindo só um roupão, se ajoelhou entre as coxas dele e começou a ter orgasmos quando aspirou o odor da torona e o sabor de engolí-la quase até a metade, sentindo as veias pulsarem em sua língua.

Ela simplesmente adorava chupar uma piroca. Era uma coisa que Bento não a decepcionava. Tinha um rolão tão grosso e longo como esse que estava tentando engolir todinho.
Joel lhe acariciava os cabelos enquanto a incentiva a engolir todo seu caralho. Zelda se esforçava apesar do desconforto inicial da rombuda glande lhe dar ânsias de vomito quando chegava no fundo da garganta.

Aos poucos e com a orientação de Joel, a esposinha de Bento já dominava toda a técnica deepthrouth e não se importava mais com a baba que lhe escorria pra fora da boca, alagando seu busto e pingando em sua coxas.
Joel estava numa maravilhosa dúvida. Se gozaria ali na boquinha ou se a sodomizava agora.
A visão dos belos quadris ondulando suavemente enquanto a dona emitia gemidos e soluços tentando manter o máximo de tempo possível com a rola completamente inteira dentro da boca, enlouqueceu Joel a tal modo que ele bruscamente a puxou pra cima do sofá, fazendo com que ela ficasse com a bundona empinada e imediatamente enfiou o rosto por entre as nádegas e saboreou o creme perfumado que a orientalzinha tinha espalhado por alí. Zelda delirava de tezão. Sabia que ia ser enrabada.

Por um segundo lhe veio as imagens do marido tentando lhe sodomizar.
Ele nunca lhe dera o tratamento que Joel estava lhe dando agora e por isso ela nunca relaxava.

A língua de Joel em seu fiofó a estava enlouquecendo de tanta tezão e curiosidade de ser sodomizada que ela pensava que ía desmaiar.
De repente a língua se tornou maior e rombuda e Zelda arregalou os olhos e escancarou a boca soltando um longo “ui” quando se tocou que toda a glande já tinha ultrapassado seu anel do cuzinho.
“- Aaah… Se eu consegui aguentar a rolona dele no fundo de minha garganta… engolir toda a rolona com meu cuzinho vai ser mais fácil!”

E Zelda se mostrou sábia nessas conclusões. Em minutos ela estava suportando o vigoroso vai-e-vem da piroca dele em seu anus e sentindo o arfar e a respiração descompassada em sua nuca.
Ela leva uma das mãos acima da própria cabeça e encontra os cabelos de Joel, passando a acaricia-los.
A outra mão foi direto pra xotinha elevando o grau de orgasmo que lhe percorreu todo o corpo.

Joel nem notou quando seus cabelos foram fortemente puxados por alguns segundos pois era indescritível a sensação das nádegas da esposa de Bento se contraírem vigorosamente não deixando seu cacete nem entrar nem sair do cuzinho dela.

E assim se passaram seis meses. A cafeteria ia de vento em popa. Os dois filhos de Zelda e Bento começaram a ser treinados nesse ramo de comércio e hotelaria.
Uma edícula foi construída nos fundos encima de um cômodo já existente, onde se armazenava as caixas e as bebidas. Esse andar de cima tinha duas janelas. Uma delas ficava de frente ao muro dos fundo e uma escada sempre ficava alí estrategicamente.
Essa edícula passou a ser o escritório e também servia pra tirar uma soneca, já que havia um sofá.

Na verdade, Zelda sentia a maior tesão quando o marido vinha substitui-la na hora do almoço e ela dizia que ia tirar uma soneca. Lá já encontrava Joel que, antes que Bento chegasse, se dirigia pra lá fingindo que ia ao banheiro.

Isso os excitava tanto que as vezes eles trepavam no corredor que dava às escadas.
Numa dessas ocasiões, a filha Erika estava no caixa quando chegou uma encomenda que só poderia ser recebida e assinada por Zelda.
– Téo, vai chamar a mamãe. Diz que é importante!

Téo já ía torcer a maçaneta quando escutou uma espécie de gemido. Ele ficou em silencio pra ver de onde vinha esses gemidos baixinhos. Tudo indicava que vinha do outro lado da porta da edícula.

Se abaixando, olha pelo buraco da fechadura e seu coração acelerou, seus olhos se arregalaram e por pouco não gritou. Sua mãezinha, meio acocorada meio ajoelhada tinha quase todo o enorme pênis de alguém dentro boca.
Téo não conseguia ver acima da cintura do homem que acariciava os cabelos de sua mãezinha enquanto ela chupava com gosto a imensa rola.

Pego no meio da emoção de ver tal ato erótico praticado por sua mãe e a recusa de aceitar que ela fosse tão safada por estar traindo seu pai, Téo quase vomitou e em passos largos voltou pra frente da cafeteria e sentou-se acabrunhado numa cadeira.
– E aí, ela tá vindo?
– Não sei! Não consegui falar com ela! Nem vou voltar lá!!

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelga.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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